sexta-feira, 21 de julho de 2017

Fiquei chocada com o falecimento de Chester Bennigton, confesso.

Linkin Park não era propriamente a minha banda favorita, nem nunca foi, mas fizeram parte da minha adolescência e são um marco incontornável dentro do género. Numa altura em que a cabeça não dá para mais, as letras a roçar a auto-comiseração, a injustiça dos marginais e a incompreensão por parte dos pares faziam todo o sentido.


A partida de um artista deixa sempre o mundo, e a música em particular, mais pobres, ainda para mais nas circunstâncias trágicas.

Calou-se uma boa voz, que marcou uma geração inteira e que, não obstante, será sempre recordado e cuja obra perdurará.

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