Mostrar mensagens com a etiqueta Comentário Jurídico da Latrina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comentário Jurídico da Latrina. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve


Estava morno e sem grande interesse quando se dá uma reviravolta na história completamente inesperada. Mudou tudo, inclusive o interesse que passei a ter no desfecho da historia.
Não propriamente aconselhável para sensíveis, dado o peso do acontecimento, transporte o leitor realmente para dentro da história e deixa uma pequena angústia quando acaba. 
Muito bom!

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve


Quando uma pessoa pensa que já leu tudo o que havia para ler deste autor, que nada mais é novidade e que, no fundo, os seus romances são todos iguais, aqui está a prova em contrário.
Em discurso directo, uma história fora do comum e bem descrita, rica, coerente, verosímil. Um final surpreendente, ajuda a deixar muitas saudades e a não deixar qualquer tipo de arrependimento de continuar a seguir de perto Mr. Grisham.

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve



Simon Scarrow não perde a mão. É impossível a este autor deixar-se levar pelo fácil ou pela preguiça e escrever a metro e sem qualidade.

Quando temia que, a dada altura, não mais houvesse que escrever, nem que inventar, nem como fugir à idade dos personagens, que já não vão para novos e qualquer dia outro remédio não haverá se não deixarem de andar por aí, por montes de vales, a combater.

Mas Scarrow é maior que tudo isso e tem uma imaginação ilimitada, um conhecimento profundíssimo sobre a época que retrata e só tenho a agradecer poder ler as maravilhas que ele escreve.

excelente!

Leituras Nº --. Qualquer Coisa Serve



Não é lá grande coisa, vá.

Demasiadas descrições, demasiada arrogância na escrita, demasiada pretensão numa história que não é assim tão interessante e definitivamente não é interessante da forma como está contada.

Só fica qualquer coisa de jeito lá mais para o fim e não deixa saudades.

Fracote.

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve



Começo sempre com alguma relutância os livros de Daniel Silva. tenho para mim que este ´+e um autor que promete muito, tem umas capas de livros muitíssimo interessantes, uns títulos muito bem estudados pelo marketing para saber agradar ao público, mas no fundo a qualidade não é assim tanta. tendo isto presente, até gostei da história. Acho o personagem principal um tanto ou quanto palerma, mas acaba por saber enquadrar-se no enredo.
Escapa.


Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve

Tentando recuperar tempo perdido:


Surpreendentemente, adorei e fiquei presa à história num instante. Não era nada apelativa, nada convincente, mas não haja dúvida nenhuma que é um grande thriller. Mesmo sendo uma sequela de uma primeira história, a mestria da escrita é tamanha que não se sente qualquer lacuna por não se ter lido a primeira parte.
Muito bom!







segunda-feira, 15 de julho de 2019

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve



Não estava nada à espera de gostar tanto desta obra.

Esperava, sim, uma coisinha mais ou menos, uma história às três pancadas, uma coisinha mal amanhada e insossa cujo contexto era a época do reinado de Maria Tudor.

Nada disso, porém, sucedeu. O autor ofereceu uma verdadeira história de espionagem de época, com muitos factos verdadeiros à mistura e que deixa francas saudades.


Muito bom.

domingo, 30 de junho de 2019

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve


Uma agradável surpresa.
Se no início ainda era possível vislumbrar algum texto histórico sem grande ligação com o texto do romance, essa falha foi-se esbatendo ao longo da obra e transformou-se numa bela história trágica e muitíssimo bem construída.
Revela pormenores históricos muito ricos da época e cujo enquadramento ainda é pouco explorado pela maioria dos autores.

Muito bom.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve


Este deveria ter sido um livro muito interessante de ler antes de 2008, ano em que se fizerem os primeiros testes com o LHC, à data, o maior acelerador de partículas do mundo.
Desafortunadamente, apenas agora li esta obra, muito porque sou pobre e encontrei este livro no cesto das pechinchas da Feira do Livro de Lisboa este ano.

É interessante e cativante, mas não é original; a escrita é muito ao estilo de Dan Brown, bem como a conclusão da obra, que usa a mesma estratégia mental d'O Código Da Vinci e peca por já se saber bastante acerca da temática à volta da qual gira a história.

Bonzinho, vá.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve

Fiquei seriamente desiludida com este, não esperava que Mr. Grisham se desleixasse desta maneira.
Não é nenhum romance de cordel, atenção, nem está mal escrito para lá da salvação.

A história até seria interessante se o autor se tivesse dado ao trabalho de aprofundar a temática e de construir personagens que tivessem mais que um véu muito ténue de realidade por cima da cabeça.

Não cativa, não deixa saudades, nada ao estilo a que habituou.

Fraquinho.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve


Acabar um livro de George R.R. Martin é simultaneamente um prazer e uma angústia.

Prazer porque não há ninguém melhor a escrever fantasia e a criar um universo paralelo na mente do leitor extraordinariamente rico e crivado de pormenores reais.

Angústia porque sabe-se lá quando é que a criatura resolve acabar de escrever o que começou agora.

Se lhe dá na veneta conferir tanto pormenor a esta história dos Targaryan como deu às Crónicas de Fogo e Gelo, estamos tramados...

O que é certo é que 1) não se pode gostar de nada que esta homem escreva senão nunca mais é publicado e 2) é absolutamente perfeito e deixa uma sede imaginária a quem lê que não é passível de descrição.




Para lá de excelente.

domingo, 31 de março de 2019

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve


Este senhor sabe cativar o leitor, disso não haja qualquer dúvida. Sabe aguçar a curiosidade e deixar a salivar por mais pormenores, por mais história, por mais desenvolvimentos.
Tal como fez nos livros da história principal, fê-lo aqui com grande mestria.
As personagens podiam, no entanto, ter nomes não tão iguais entre si, o que propicia a confusão, mas o conteúdo é tão bom que que se esquece desse pormenor.

Muito bom.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve





Oferenda de aniversário, foi dos maiores privilégios que tive oportunidade de passar os olhos.

Tinha lido o livro há muitos anos e agora revivi a história, com ilustrações magníficas e extremamente enternecedoras.

Vale muito a pena. Pela história, pelo simbolismo, pela mensagem.


Muito bom. 

Leitura Nº ... Qualquer Coisa Serve


Esperava mais, honestamente.
Esperava mais pormenores sumarentos, mais histórias reais.
Esperava um bocadinho mais de estudo quanto à presença de algumas destas instituições noutros países que não somente França e Estado Unidos.

O capítulo dedicado à Carbonária é extraordinariamente pobre e nem sequer menciona a importância desta agremiação na história recente portuguesa, nomeadamente no seu envolvimento no assassinato de D. Carlos e da Implantação da República.
Quanto a este último acontecimento, também o papel da Maçonaria Portuguesa é completamente arredado, como se nunca tivesse existido.
O que é uma pena. Compreendo, porém, que os países periféricos não tenham tanto interesse para serem mencionados em livros de grande tiragem europeia.
Também as imagens que acompanham o livro nada têm que ver com o que lá é mencionado, revelando mais enchimento de chouriços que ilustração de obra.

O capítulo dedicado à Máfia é, no entanto, extraordinário, de uma nitidez de palavras dignas de um argumento de um filme. É, sem dúvida, a melhor parte do livro.

Razoável, apenas.

Cinema Nº ... Coiso

Confétis para quem, como eu não ia ao cinema há mais de 6 meses!
Tenho uma vergonha imensa de escrever isto, mas enfim.



Estava à espera de um campeonato de porrada com esta escolha, mas enganei-me redondamente.
Não é que não seja uma filme de ação, que é, mas tem uns laivos de humor que lhe dão uma graça fora do comum, bem como as interpretações, a fotografia e a realização, que estão igualmente fora do vulgar.
É sempre bom voltar ao cinema para ter surpresas destas.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Fod*-Te, Desocupada Dum Raio



Lido Numa Qualquer Rede Social:



"Sinto-me indignada. Hoje a tarde andei cerca de 2h a procura de uma pastelaria mais a minha família para podermos lanchar e estava tudo bastante cheio... Mas até ai tudo bem... Boa sorte para os estabelecimentos... Mas o que me indignou foi ver que havia lá gente que vai para as pastelarias quer seja com os computadores ou fazer sopa de letras,ler o jornal da semana passada, ou apenas mecher no telemóvel e assim ocupar uma mesa de 4 pessoas toda a tarde.... Essa gente não tem família para visitar?? Não tem nada pra fazer em casa?? E antes que comecem a criticar, sim eu presenciei que muitos deles apenas tomaram um café e ali ficaram ocupando espaço e fazendo com que crianças e idosos tivessem de lanchar em pé... Mais respeito gente... Se não tem movimento tudo bem, agora qual a necessidade de estar em um estabelecimento todo dia a ocupar lugar?? É que isso acaba por prejudicar o estabelecimento porque as pessoas vêem que não tem lugar e vão embora... Pensem bem nisso..."





Portanto, já não se pode passar a tarde a borregar num qualquer café que vem logo o exército da estupidez pôr de fora as suas garras.


Já descorri longamente sobre o que penso das pessoas que se dedicam a comentar publicações na internet.

Já sei o que a casa gasta e quando tenho o azar de ler, ainda que de fugida, alguma coisa que estas ilustres mentes escrevem, não consigo deixar de me espantar.



Quem é que perde tempo com coisas destas?

Quem é que se indigna com o que não tem indignação?

Quem é que é assim tão miúdinho?



Era tão mais fácil ceder à tentação de utilizar apenas vernáculo neste texto... Mas será melhor não, que isso já eu faço todos os dias e depois torna-se demasiado repetitivo.


É mais deixar no ar as mesmas questões que esta criatura deixou: se a senhora tivesse família para visitar, certamente não tinha tempo de estar a chatear com o facto das pessoas andarem na vida delas, em cafés e esplanadas, a fazerem o que bens lhe apetece.

Poderia perguntar-se à senhora se também ela não tem nada para fazer em casa.

Ou, ainda, perguntar-lhe se não tem comida em casa e se terá efetiva necessidade de andar a gastar dinheiro em lanches na rua. Porque se é para nos estarmos a meter na vida dos outros como se fossemos donos do pedaço, aos menos que o façamos com profundidade. Coisas pela rama é que não.



Não, isso é demasiado estúpido e apenas enuncia a gigantesca perda de tempo que é discutir ou fazer ver a realidade a quem, coitado, não tem dois neurónios pensantes.


Não vale a pena gastar latim a explicar o civismo a quem não o aprendeu na escola ou em casa na tenra infância.

Não vale a pena debater com quem se acha dono de tudo e não sabe viver em comunidade.

Não vale a pena dizer o que quer que seja a gente que perde tempo a comentar idiotices sobre os comportamentos normais das outras pessoas.

Já agora, também não vale a pena perder dois míseros minutos com quem, até para expressar boçalidades, não o sabe fazer sem dar 50 erros ortográficos a cada 40 palavras.



Portanto, voltem ao título, por favor.



quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Coisas Que Vejo por Aí # 61

Sinto que precisava de uma banda sonora grandiosa qualquer a aparecer enquanto escrevo estas linhas. Género, canto angelical ou, quem sabe, um Te Deum.

Tudo, meus caros, porque descobri a pólvora no que à aplicação de maquilhagem diz respeito.

Há uns tempos, depois de ter visto alguns reviews e tutoriais por esse Youtube fora, fiquei verdadeiramente impressionada com isto:

Isto é uma esponja de maquilhagem de microfibra aveludada que promete um acabamento rápido, sem absorver muito os produtos líquidos, versátil e barato, da Juno & Co.

Sendo pouco adepta de esponjas e preferindo milhões de vezes os pincéis, fiquei céptica que este produto fosse assim tão bom.

No entanto, sou uma maria-vai-com-as-outras e estando já há algum tempo à procura de um esponja que não custasse € 20,00 e durasse dois meses, achei que era boa ideia mandar vir umas coisas destas lá das Américas.

Depois de alguns dias de espera (parece que apanhei o tráfego intenso do Ano Novo e por isso demorou mais um pouco que o habitual), lá me chegou a encomenda.


Devo dizer que li cuidadosamente as instruções da embalagem e que vi (e revi) muitos tutoriais e opiniões que correm por essa internet fora sobre este produto.

Que é, diga-se, absolutamente FAN-TÁS-TI-CO.


Basta molhar em água corrente uns segundos (e espremer, obviamente) e esta coisa cresce como se fosse um cogumelo. Fica fofinha, grande e maleável, pronta a utilizar.
Depois é só aplicar o produto (no rosto ou na esponja, conforme a preferência, embora no livro de instruções diga que é preferível aplicar directamente no rosto, mas eu não quero e quem manda sou eu e aplico na esponja e mai' nada) e avançar com o espalhamento com leves batidas (experimentem arrastar uma base líquida na pele com a esponja, para ver o resultado...).

A base rende imenso com esta esponja. Porque o material não absorve tanto como uma esponja tradicional e permite uma aplicação uniforme, não se gasta tanto, sendo muito mais económico que aplicar com pincel.

O acabamento é mais acetinado e mais perfeito, já que não tem o problema da marcação das cerdas do pincel na pele.

Não se suja por aí além, nem mancha, estando pronta para mais rondas assim que se enche de água e espreme.

As diferentes faces permitem a aplicação de vários produtos que não somente a base. Costumo utilizar a parte de baixo (recta) para a base, a parte pontiaguda para o corrector de olheiras e para o pó solto e a parte redondinha para espalhar o corretor de cor (aquele que tem várias cores para tapar cada imperfeição, estilo roda dos alimentos).

Para todas estas aplicações, a Juno porta-se lindamente, sempre com o mesmo acabamento natural e acetinado.

Uma base com cobertura média é potenciada com esta esponja. Uma base com cobertura total fica imaculada quando aplicada com esta pequena nuvem.

Tenho a sensação que a maquilhagem me dura mais quando a aplico com a esponja e que deixa a pele muitíssimo suave.
Não faz abrir a base nem deixa marcas na pele. Tem também outros formatos para todo o tipo de aplicações e funções, se bem que acho desnecessário porque coisinha mais versátil que isto, não há.

O preço? 6 míseros dólares por uma coisa tão maravilhosa (arrota, Beautyblender!). Claro que há que contar com os portes de envio, que não são propriamente baratos (cerca de 9 dólares), portanto compensa comprar em quantidade (que foi o que fiz, by the way).


É, portanto, assim uma coisa fora de série e estou severamente tentada em encomendar para aí umas 500 para poder encher uma banheira com isto e enfiar-me lá dentro a delirar.


Obviamente que também tem alguns pontos negativos, como sejam, o facto de não ser perfeita na aplicação de pó solto quando está molhada (creio que para esta aplicação será melhor utilizar a esponja seca), ou ser necessário insistir na aplicação em zonas com relevo (olhos, nariz) e não chegar a secar de um dia para o outro. No entanto, creio que os pontos negativos são batidos, de longe, por todas as vantagens que este milagre aveludado comporta.


Revolucionou a forma como aplico a maquilhagem e faz a diferença entre chegar ao fim do dia com cara de quem andou na horta a cavar com a testa e ter um ar decente.

Para lá de excelente!

Coisas Que Vejo Por Aí # 60



Pela primeira vez em muito, muito tempo, dei de caras com um primer de olhos que cumpre aquilo que promete.

Para quem, como eu, que sofre de produção anormal de sebinho nas pálpebras, encontrar um primer que controle este flagelo é uma demanda sem fim à vista. 
Encontrar um primer que, ao mesmo tempo que não deixa que os olhos pareçam o papel que seca as batatas fritas, ainda potencia a cor, dando-lhe uma base estável, é praticamente tarefa impossível.

Ora, quando se encontra um produto que faz exactamente isso, é coisa digna de celebração.

Quem diria que esta coisa minúscula seria uma poção tão forte e tão potente?!


E o preço? O preço é outro 'alerta pobreza': € 3,49.

O que é que se pode querer mais?