Pois sim, que se está com disposição de matar alguém.
Não há mais nada para fazer, é o mote.
Exacto, até aqui, é facto assente; no meio de tanta gente honesta e trabalhadora, há sempre um peru qualquer que não tem ocupação, ou pelo menos, não uma no verdadeiro sentido da palavra.
Sim, e depois?
Depois, meus caros?
Depois inventa-se, não é óbvio?
Porque só claramente quem não tem o que fazer é que vai inventar, há que passar o tempo; lá diz o outro que a necessidade aguça o engenho.
Navega um ser, descansado e relaxado da vida, este sim, sem nada para fazer, pela blogosfera fora, quando se depara com publicidade do outro mundo. Alguém se dedica a embelezar calhaus, a metê-los em bolsas e a vendê-los como se fosse um jogo de dominó. Ou jogo do galo. Ou das Barbies. Ou outra merda qualquer.
Para que serve? Er...
Indefinido.
Ai, mente mundana, que só diz asneiras, que nada produz e nada constrói, só critica e não compreende o sentido além do materialismo.
Exacto, mas e para que servem os calhaus?
Vazio.
Ainda por cima vindo de uns lados que mereciam ser abalroados por um camião. Bem, talvez dois, para ficar tudo destruidinho,
just to make sure.
Mas, por outro lado, seria desnecessário o estrago material dos camiões, usados por pessoas de bem, que trabalham; bastava que os lados mordessem a língua e morreriam instantaneamente, tal a quantidade de veneno expelido.
Sim, claro.
E os calhaus, para que servem?