Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
sexta-feira, 26 de julho de 2019
Mais Que Certo
Estará para nascer um patrão que não fique extremamente incomodado e aborrecido pelo facto de um funcionário ir de férias.
Não existe ainda um chefe que não arme um mini escândalo ou tenha um mini AVC quando se aproxima a data do empregado deixar tudo para ir descansar.
Não há.
Simplesmente não há.
Tantos anos a aturar patronato e ainda não me habituei a isto.
Não existe ainda um chefe que não arme um mini escândalo ou tenha um mini AVC quando se aproxima a data do empregado deixar tudo para ir descansar.
Não há.
Simplesmente não há.
Tantos anos a aturar patronato e ainda não me habituei a isto.
segunda-feira, 22 de julho de 2019
A coisa boa de estar toda a gente a começar a ir de férias é que o escritório está meio vazio e, portanto, poderia começar aqui a dançar a conga que ninguém haveria de se importar muito com isso.
Não há, já, grande coisa para fazer porque está tudo mais ou menos adiantado para o período de descanso que se avizinha e o stress passa pelo dilema do que fazer em primeiro lugar, arrumar pastas ou arrumar canetas, sendo que coçar-se é, evidentemente, a primeiríssima escolha.
O pior disto (se é que há alguma coisa de mal em estar à vontade) é que não há ninguém para conversar e os tempos mortos são passados à janela a ver a velha do prédio da frente deixar cair os guarda-chuvas da varanda e ir tirar um olho ao vaso de begónias três andares mais abaixo.
Não há, já, grande coisa para fazer porque está tudo mais ou menos adiantado para o período de descanso que se avizinha e o stress passa pelo dilema do que fazer em primeiro lugar, arrumar pastas ou arrumar canetas, sendo que coçar-se é, evidentemente, a primeiríssima escolha.
O pior disto (se é que há alguma coisa de mal em estar à vontade) é que não há ninguém para conversar e os tempos mortos são passados à janela a ver a velha do prédio da frente deixar cair os guarda-chuvas da varanda e ir tirar um olho ao vaso de begónias três andares mais abaixo.
quarta-feira, 17 de julho de 2019
segunda-feira, 15 de julho de 2019
Eau De Saumon
Comer peixe grelhado é maravilhoso, saudável e absolutamente delicioso.
Seria, não fosse o cheiro a grelha de restaurante que se impregna nas roupas e cabelos e que nos deixa agoniados até à 15ª geração.
Aposto que todas as pessoas que comigo se cruzaram hoje sabiam identificar sem qualquer problema o peixe que comi ao almoço.
Não há direito.
Seria, não fosse o cheiro a grelha de restaurante que se impregna nas roupas e cabelos e que nos deixa agoniados até à 15ª geração.
Aposto que todas as pessoas que comigo se cruzaram hoje sabiam identificar sem qualquer problema o peixe que comi ao almoço.
Não há direito.
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Não estava nada à espera de gostar tanto desta obra.
Esperava, sim, uma coisinha mais ou menos, uma história às três pancadas, uma coisinha mal amanhada e insossa cujo contexto era a época do reinado de Maria Tudor.
Nada disso, porém, sucedeu. O autor ofereceu uma verdadeira história de espionagem de época, com muitos factos verdadeiros à mistura e que deixa francas saudades.
Muito bom.
sexta-feira, 12 de julho de 2019
Cenas Várias
Outro dia, na pura da loucura, fiz uma coisa que já não fazia há cerca de 13 anos: fui a uma discoteca.
Fugindo aos lugares comuns de estou velha demais para isto, que barbaridade por uma bebida reles, cheia de gelo e com um dedo de álcool, que moda é esta de estarem a fumar brocas para cima de mim, olha ali tanta gente a mamar da boca uns dos outros, posso dizer que foi uma experiência engraçada e que apenas espero repetir daqui a outros 13 (se não mais) anos.
Não tenho vida para aquilo, isso é mais que certo.
Não tenho paciência para estar a aturar gente bêbeda que nem um cacho, que se empurra por motivos desconhecidos e que tem como frase preferida, 'Olhá aí, pá, olhá aí'.
Acho uma tremenda roubalheira pagar-se 10 euros por uma unha de whisky e ainda me estarem a escrever num cartãozinho tudo o que bebi, para manterem o controlo da beberagem alheia.
Acho estúpido estar-se a fumar ganza em espaços fechados quando o resto do pessoal só quer dançar e ainda tem que se estar a desviar para não ser queimado, quando, por acaso, a discoteca até oferece um largo espaço ao ar livre, onde é muito mais fixe, digo eu, fumar daquilo que dá para rir a olhar para as estrelas.
Estou uma idosa, é a conclusão expectável.
Fugindo aos lugares comuns de estou velha demais para isto, que barbaridade por uma bebida reles, cheia de gelo e com um dedo de álcool, que moda é esta de estarem a fumar brocas para cima de mim, olha ali tanta gente a mamar da boca uns dos outros, posso dizer que foi uma experiência engraçada e que apenas espero repetir daqui a outros 13 (se não mais) anos.
Não tenho vida para aquilo, isso é mais que certo.
Não tenho paciência para estar a aturar gente bêbeda que nem um cacho, que se empurra por motivos desconhecidos e que tem como frase preferida, 'Olhá aí, pá, olhá aí'.
Acho uma tremenda roubalheira pagar-se 10 euros por uma unha de whisky e ainda me estarem a escrever num cartãozinho tudo o que bebi, para manterem o controlo da beberagem alheia.
Acho estúpido estar-se a fumar ganza em espaços fechados quando o resto do pessoal só quer dançar e ainda tem que se estar a desviar para não ser queimado, quando, por acaso, a discoteca até oferece um largo espaço ao ar livre, onde é muito mais fixe, digo eu, fumar daquilo que dá para rir a olhar para as estrelas.
Estou uma idosa, é a conclusão expectável.
terça-feira, 9 de julho de 2019
Meanwhile in Ergástulo - Parte Vigésima Segunda
Neste antro do senhor onde exerço a digna profissão de patrocínio forense de capitalistas e outros pobres de espírito que tais, existe, como em muitos estabelecimentos da estirpe, a regra oficiosa que à sexta-feira o traje pode ser mais descontraído, desconsiderando, apenas por um dia, a vestimenta fato-e-gravata e outros formalismos parecidos.
Ora, toda a santa sexta é vê-los com os bracinhos de fora das camisas, com calças de ganga, com blazers coloridos, com sapatos de atacadores.
Toda a gente respeita muitíssimo este costume e apenas o quebram quando sucede terem diligências judiciais ou reuniões com clientes novos porque, com os antigos, está-se tudo positivamente a cagar e vão como estão e mai nada.
Perguntando o moço estagiário ao seu ilustre patrono se poderia também aderir a esta onda descontraída que às sextas-feiras bate nas cabeças destas nabiças, foi-lhe respondido, categórica e terminantemente, que não, não senhor, não podia. Que essa regra só se aplicava aos advogados. Que ele tinha de manter a postura. Que poderia aparecer aqui um cliente de repente e sem aviso e que ele não poderia estar descomposto. E que, portanto, tirasse daí o sentido, que só os crescidos é que podem brincar.
Escusado será dizer que achei isto a cúmulo da pouca vergonha.
Quer dizer, todas as sextas-feiras desta vida sou obrigada a levar com o mau gosto desta gente, que não sabe fazer combinações de absolutamente peça de roupa NENHUMA que não seja uma camisa às riscas com uma gravata às pintas, que veste SEMPRE as mesmas calças de ganga, que não sabe que um blazer cor de cagalhão NÃO FICA BEM COM NADA, mas não posso levar com um puto vestido sem gravata porque, deus nos livre, parece mal.
Todas as benditas sextas-feiras sou forçada a ter que levar pelos olhos dentro com os pelinhos do peito destes gajos porque têm as camisas abertas até ao umbigo e a ter de suportar os pelinhos dos bracinhos a apanhar sol, mesmo que não vejam sol desde 1974, mas, cruzes credo!, não posso ver o miúdo nos mesmos propósitos porque é preciso ter postura.
Todas as sextas-feiras sou coagida a passar por esta gente, que se trata entre si como se fossem duques de qualquer coisa e vivessem na corte do Rei Sol, vestida como se estivessem em casa a coçar a micose e a tirar as cuecas do rêgo, mas o miúdo não pode porque cenas.
Vale a pena dizer mais alguma coisa?
Foi aqui que vim parar.
Ora, toda a santa sexta é vê-los com os bracinhos de fora das camisas, com calças de ganga, com blazers coloridos, com sapatos de atacadores.
Toda a gente respeita muitíssimo este costume e apenas o quebram quando sucede terem diligências judiciais ou reuniões com clientes novos porque, com os antigos, está-se tudo positivamente a cagar e vão como estão e mai nada.
Perguntando o moço estagiário ao seu ilustre patrono se poderia também aderir a esta onda descontraída que às sextas-feiras bate nas cabeças destas nabiças, foi-lhe respondido, categórica e terminantemente, que não, não senhor, não podia. Que essa regra só se aplicava aos advogados. Que ele tinha de manter a postura. Que poderia aparecer aqui um cliente de repente e sem aviso e que ele não poderia estar descomposto. E que, portanto, tirasse daí o sentido, que só os crescidos é que podem brincar.
Escusado será dizer que achei isto a cúmulo da pouca vergonha.
Quer dizer, todas as sextas-feiras desta vida sou obrigada a levar com o mau gosto desta gente, que não sabe fazer combinações de absolutamente peça de roupa NENHUMA que não seja uma camisa às riscas com uma gravata às pintas, que veste SEMPRE as mesmas calças de ganga, que não sabe que um blazer cor de cagalhão NÃO FICA BEM COM NADA, mas não posso levar com um puto vestido sem gravata porque, deus nos livre, parece mal.
Todas as benditas sextas-feiras sou forçada a ter que levar pelos olhos dentro com os pelinhos do peito destes gajos porque têm as camisas abertas até ao umbigo e a ter de suportar os pelinhos dos bracinhos a apanhar sol, mesmo que não vejam sol desde 1974, mas, cruzes credo!, não posso ver o miúdo nos mesmos propósitos porque é preciso ter postura.
Todas as sextas-feiras sou coagida a passar por esta gente, que se trata entre si como se fossem duques de qualquer coisa e vivessem na corte do Rei Sol, vestida como se estivessem em casa a coçar a micose e a tirar as cuecas do rêgo, mas o miúdo não pode porque cenas.
Vale a pena dizer mais alguma coisa?
Foi aqui que vim parar.
quarta-feira, 3 de julho de 2019
Lisboa É Um Lugar Estranho
Só nesta cidade do demo é possível observar diariamente coisas tão bizarras como um homem, sentado num banco de jardim, a lavar os pés, com o auxílio de uma garrafa de água e um sabão.
O mais bizarro de tudo isto é que ninguém olha para estes fenómenos duas vezes e segue o seu caminho como se nada fosse.
O mais bizarro de tudo isto é que ninguém olha para estes fenómenos duas vezes e segue o seu caminho como se nada fosse.
domingo, 30 de junho de 2019
Desabafo
Depois de franca e atenta observação, concluo que sou uma choninhas que não sabe dar, na hora, uma resposta como deve ser a quem a merece.
Isto apesar de achar que sou muita má, muita bad ass, francamente arisca e o caralho e de andar rua acima, rua abaixo a achar-me um poço de frontalidade.
Pois que não é nada disto, contrariamente a toda a imagem que criei de mim mesma.
Sou uma idiota, uma cobarde e uma pessoa sem espinha dorsal que aprendeu a valorizar mais a paz social e a sã convivência, repleta da hipocrisia e falsidade que as caracterizam, do que a própria paz interior e a consciência tranquila.
Foi nisto que me tornei.
Não presto.
Isto apesar de achar que sou muita má, muita bad ass, francamente arisca e o caralho e de andar rua acima, rua abaixo a achar-me um poço de frontalidade.
Pois que não é nada disto, contrariamente a toda a imagem que criei de mim mesma.
Sou uma idiota, uma cobarde e uma pessoa sem espinha dorsal que aprendeu a valorizar mais a paz social e a sã convivência, repleta da hipocrisia e falsidade que as caracterizam, do que a própria paz interior e a consciência tranquila.
Foi nisto que me tornei.
Não presto.
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Uma agradável surpresa.
Se no início ainda era possível vislumbrar algum texto histórico sem grande ligação com o texto do romance, essa falha foi-se esbatendo ao longo da obra e transformou-se numa bela história trágica e muitíssimo bem construída.
Revela pormenores históricos muito ricos da época e cujo enquadramento ainda é pouco explorado pela maioria dos autores.
Muito bom.
quarta-feira, 26 de junho de 2019
terça-feira, 25 de junho de 2019
E já que estamos numa de comentário televisivo, devo acrescentar que cedi à febre de 90% da população e vi a Casa de Papel.
Vamos lá ver uma coisa: não está mal de todo. A história é sobejamente engraçada, está bem imaginada e as personagens são muitíssimo bem construídas.
Mas também não é preciso atirarmo-nos ao chão nem atirar as cuequinhas fora: histórias de assaltos adaptadas ao cinema/televisão é coisa que abunda, o que não faz da série algo de propriamente original. Há ali pormenores muito mal amanhados que poderiam fazer com que o assalto corresse irremediavelmente mal, como o facto de confiarem até à fé no divino que não vai haver uma intervenção policial ou o facto da inspectora ter cedido tão facilmente aos encantos do Professor, a ponto de o deixar escapar. Aquela que se pretende que seja a personagem principal (Tóquio), é amiúde irritante e inconsequente, com uma péssima dicção e um cabelo ainda pior. Já para não falar no facto de, na esmagadora maioria das vezes, os diálogos são estúpidos e verdadeiramente disparatados.
A série vale, essencialmente, pelos dois últimos episódios, que são francamente bons e que valem por todos os outros (a maioria) que são apenas sofríveis. Também ajuda o facto de alguém na produção ser português ou adorar Portugal, porque só assim é que se explica o fadinho vadio lá para o meio e o trailer infra, nitidamente a fidelizar o público deste lado da fronteira.
Porém, ninguém me tira da ideia que o sucesso da série passa muito pelo bom aspecto dos protagonistas... Há que convir que as moças são jeitosas, sim senhor, e que alguns moços têm tanta saúde que deviam fazer anúncios de detergentes de roupa.
Fora isso, é esperar, como todo o bom pobre, pela estreia da 3ª temporada.
Vamos lá ver uma coisa: não está mal de todo. A história é sobejamente engraçada, está bem imaginada e as personagens são muitíssimo bem construídas.
Mas também não é preciso atirarmo-nos ao chão nem atirar as cuequinhas fora: histórias de assaltos adaptadas ao cinema/televisão é coisa que abunda, o que não faz da série algo de propriamente original. Há ali pormenores muito mal amanhados que poderiam fazer com que o assalto corresse irremediavelmente mal, como o facto de confiarem até à fé no divino que não vai haver uma intervenção policial ou o facto da inspectora ter cedido tão facilmente aos encantos do Professor, a ponto de o deixar escapar. Aquela que se pretende que seja a personagem principal (Tóquio), é amiúde irritante e inconsequente, com uma péssima dicção e um cabelo ainda pior. Já para não falar no facto de, na esmagadora maioria das vezes, os diálogos são estúpidos e verdadeiramente disparatados.
A série vale, essencialmente, pelos dois últimos episódios, que são francamente bons e que valem por todos os outros (a maioria) que são apenas sofríveis. Também ajuda o facto de alguém na produção ser português ou adorar Portugal, porque só assim é que se explica o fadinho vadio lá para o meio e o trailer infra, nitidamente a fidelizar o público deste lado da fronteira.
Porém, ninguém me tira da ideia que o sucesso da série passa muito pelo bom aspecto dos protagonistas... Há que convir que as moças são jeitosas, sim senhor, e que alguns moços têm tanta saúde que deviam fazer anúncios de detergentes de roupa.
Fora isso, é esperar, como todo o bom pobre, pela estreia da 3ª temporada.
Há coisa de uns meses comecei a fazer uma coisa que já não fazia há anos.
E agora perguntam as pessoas, começaste a fazer exercício, crochet, arrumaste aquela casa que parece um pardieiro, já tiraste a tralha que encafuaste dentro do armário, deixaste de fumar?
Nada disso: comecei a ver uma novela, coisa que não fazia deste que passou o Caminho das Índias, corria o longínquo ano de 2009.
Portanto, há 10 anos sem estupidificar em frente à televisão, a ver as desgraças dos outros tomarem contornos de comicidade, resolvi que era tempo de pôr fim a esse ciclo e comecei a ver, como está bom de ver, aquilo que a ficção nacional de melhor tem para oferecer (not): A Teia.
Para quem gostou d'A Próxima Vítima, é parecido, mas em mau: mal escrito, mal interpretado, mal imaginado, mal enquadrado. No entanto, não deixou de ser viciante.
Acabou semi-mal, porque esta gente que escreve novelas em Portugal tem imensos pruridos em matar todo o elenco, por isso lá ficou um cheirinho a mistério, para não dizerem que vão daqui.
Entretanto, com isto, fui oficialmente promovida a idosa do ano, a quem não bastavam todos os indicio da 3ª idade que frequentemente aqui deixo, ainda tinha que acrescentar a novela.
E agora perguntam as pessoas, começaste a fazer exercício, crochet, arrumaste aquela casa que parece um pardieiro, já tiraste a tralha que encafuaste dentro do armário, deixaste de fumar?
Nada disso: comecei a ver uma novela, coisa que não fazia deste que passou o Caminho das Índias, corria o longínquo ano de 2009.
Portanto, há 10 anos sem estupidificar em frente à televisão, a ver as desgraças dos outros tomarem contornos de comicidade, resolvi que era tempo de pôr fim a esse ciclo e comecei a ver, como está bom de ver, aquilo que a ficção nacional de melhor tem para oferecer (not): A Teia.
Para quem gostou d'A Próxima Vítima, é parecido, mas em mau: mal escrito, mal interpretado, mal imaginado, mal enquadrado. No entanto, não deixou de ser viciante.
Acabou semi-mal, porque esta gente que escreve novelas em Portugal tem imensos pruridos em matar todo o elenco, por isso lá ficou um cheirinho a mistério, para não dizerem que vão daqui.
Entretanto, com isto, fui oficialmente promovida a idosa do ano, a quem não bastavam todos os indicio da 3ª idade que frequentemente aqui deixo, ainda tinha que acrescentar a novela.
sexta-feira, 21 de junho de 2019
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Este deveria ter sido um livro muito interessante de ler antes de 2008, ano em que se fizerem os primeiros testes com o LHC, à data, o maior acelerador de partículas do mundo.
Desafortunadamente, apenas agora li esta obra, muito porque sou pobre e encontrei este livro no cesto das pechinchas da Feira do Livro de Lisboa este ano.
É interessante e cativante, mas não é original; a escrita é muito ao estilo de Dan Brown, bem como a conclusão da obra, que usa a mesma estratégia mental d'O Código Da Vinci e peca por já se saber bastante acerca da temática à volta da qual gira a história.
Bonzinho, vá.
terça-feira, 18 de junho de 2019
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