Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Coisas Boas
E, de repente, passaram dois anos inteiros desde que chegou o rebento.
Para mim, mais parece que acabou de suceder, tamanha a surpresa que ainda me causa.
Ainda tenho dificuldade em perceber que aquele torresmo pequenino já não é tão torresmo quanto isso, que é uma pequena pessoa, com vontades e humores, com birras e coisas fofas, tanto quanto qualquer adulto.
Normalmente, significa que estou a ficar velha muito depressa e que não tarda estou bem boa para ir para um lar, mas digo que vale a pena cada segundo com o texuguinho, que esta todos os dias os limites da paciência, mas que ensina as coisas doces da maternidade, como limpar porcaria de todos os lados e apanhar brinquedos dos sítios mais estranhos como o bidé.
Tirando isso, é só doçura.
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Mais do Mesmo
Nisto se observam as grandes bandas.
Uma música de álbum que não é nada de especial, tocada ao vivo fica muitíssimo mais rica.
20 anos depois souberam reinventá-la.
Digam lá que isto não é espantoso?
Merda Mais a Isto
Já por diversas vezes manifestei a minha posição doutrinária quanto à existência de Joanas nas proximidades da minha pessoa.
Pelo que não pode surpreender ninguém que odeie gente com este nome, que tendem a ter uma cara correspondente ao nojo de nome que têm e, concomitantemente, uma personalidade de merda a acompanhar aquele "puta nome".
Ora bem, tendo isto presente, o que é que haveria de me acontecer?
Ter uma nova colega chamada Joana. Obviamente e como não podia deixar de ser.
A cara que tem coitadinha, deve tê-la enfiado numa batedeira industrial porque nada daquilo parece obra da natureza.
A personalidade condiz com o nome, como não?! Ainda dizem que não tenho razão...
Maneiras que tenho vindo trabalhar cheia de vontade de cometer homicídio.
A quem mais poderia isto suceder?
Pelo que não pode surpreender ninguém que odeie gente com este nome, que tendem a ter uma cara correspondente ao nojo de nome que têm e, concomitantemente, uma personalidade de merda a acompanhar aquele "puta nome".
Ora bem, tendo isto presente, o que é que haveria de me acontecer?
Ter uma nova colega chamada Joana. Obviamente e como não podia deixar de ser.
A cara que tem coitadinha, deve tê-la enfiado numa batedeira industrial porque nada daquilo parece obra da natureza.
A personalidade condiz com o nome, como não?! Ainda dizem que não tenho razão...
Maneiras que tenho vindo trabalhar cheia de vontade de cometer homicídio.
A quem mais poderia isto suceder?
Traumas
Anda toda a gente tão preocupada com os putos a serem obrigados a beijar os avós (e ainda mais preocupados em difamar a criatura que se atreveu a manifestar a sua opinião num país livre e democrático, mas enfim) e ninguém fala de um flagelo muito maior.
Que é, nem mais, nem menos, a obrigação de dar beijinhos, não aos avós, que isso é básico, diria eu, mas àquelas velhas a cheirar a velório, com bigodes que picam e salivas ácidas, velhas essas que não conhecemos de lado nenhum, mas que são primas da enteada da tia-avó do merceeiro ou o raio que as parta, mas que temos obrigatoriamente de cumprimentar senão somos malcriadões e apanhamos quando chegamos a casa caso não depositemos dois ósculos naquelas fronhas encarcilhadas.
Nisso ninguém fala, porra.
Que é, nem mais, nem menos, a obrigação de dar beijinhos, não aos avós, que isso é básico, diria eu, mas àquelas velhas a cheirar a velório, com bigodes que picam e salivas ácidas, velhas essas que não conhecemos de lado nenhum, mas que são primas da enteada da tia-avó do merceeiro ou o raio que as parta, mas que temos obrigatoriamente de cumprimentar senão somos malcriadões e apanhamos quando chegamos a casa caso não depositemos dois ósculos naquelas fronhas encarcilhadas.
Nisso ninguém fala, porra.
Aqui Só Para Ti
Anda toda a gente com a Maria Leal na boca.
Salvo seja, claro.
Obviamente que não me vou pôr a mandar bitaites, que isso o Correio da Manhã já faz brilhantemente e com muito mais audiência que eu.
Até porque, segundo consta, estão a correr termos processos judiciais e tudo, porque a justiça é que vai resolver, a justiça é que faz e acontece, as pessoas dizem o que lhes apetece, mas a justiça é que é.
Pois, pois... Soubessem vocês o que a justiça não faz pelo cidadão, não eram tão lestos a depositar as vossas esperanças no sistema judicial.
Adiante.
Há dois pormenores nesta história toda que me fazem muita confusão: uma é o facto de aparentemente tooooooooooooda a gente ter acreditado que a senhora tinha 33 anos. Outra é nunca ninguém (?!) ter percebido que ela usava lentes de contacto coloridas.
Mas...
Mas... então...
Mas... mas...
COMO, CARALHO??!
Não salta logo à vista?!
Não é preciso ser-se muito esperto, nem tremendamente inteligente. Está à vista.
Não?
Não, pronto, se calhar sou sou eu...
Salvo seja, claro.
Obviamente que não me vou pôr a mandar bitaites, que isso o Correio da Manhã já faz brilhantemente e com muito mais audiência que eu.
Até porque, segundo consta, estão a correr termos processos judiciais e tudo, porque a justiça é que vai resolver, a justiça é que faz e acontece, as pessoas dizem o que lhes apetece, mas a justiça é que é.
Pois, pois... Soubessem vocês o que a justiça não faz pelo cidadão, não eram tão lestos a depositar as vossas esperanças no sistema judicial.
Adiante.
Há dois pormenores nesta história toda que me fazem muita confusão: uma é o facto de aparentemente tooooooooooooda a gente ter acreditado que a senhora tinha 33 anos. Outra é nunca ninguém (?!) ter percebido que ela usava lentes de contacto coloridas.
Mas...
Mas... então...
Mas... mas...
COMO, CARALHO??!
Não salta logo à vista?!
Não é preciso ser-se muito esperto, nem tremendamente inteligente. Está à vista.
Não?
Não, pronto, se calhar sou sou eu...
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Comentário Jurídico da Latrina
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Cinema Nº ... Qualquer Coisa
Deuses, que voltei ao cinema depois de não sei quantos meses...! Confétis!!!!
À falta de melhor, visualizei este.
Ia com as expectativas muito em baixo, pelas críticas que tenho lido. Tudo o que era crítico do género mandou-se fortemente aos arames com esta produção e desancou sem dó nem piedade no filme, dizendo tudo menos doçuras.
Portanto, ia à espera de levar uma banhada de todo o tamanho, sendo certo que não podia deixar de ver, já que pertence ao universo Conjuring e mesmo não tendo a sua mão talentosa na realização, tem James Wan na produção executiva, o que é sempre uma mais-valia.
Ora bem, sucede que apreciei imenso o filme.
Claro que a crítica tem alguma razão nos comentários que tece.
Todo o filme está repleto de lugares comuns do terror, como as 'mãozinhas marotas' a surgirem por trás do personagem, as sombras que passam em frente ao ecrã, as aparições nos espelhos, os vultos negros ao longe. Também foram buscar inspiração a outros filmes, do género e não só, e não é incomum, ao longo do filme, o espectador conseguir identificar outros filmes onde já viu uma cena parecida.
O final é um tanto estúpido e francamente mal explicado, em que salta à vista a ligação forçada ao segundo filme de Conjuring. Os efeitos sonoros, apesar de impressionantes, são amiúde repetitivos e escassos, havendo vários e longos momentos em que não há som a acompanhar a imagem.
A imagem dos 'monstros' também se torna repetitiva e isto não é bem uma crítica, é como um queixume. Nos seus filmes, James Wan habituou quem o vê a introduzir não só o monstro principal, como também outros monstros, outras criaturas. Logo, quando nos assustamos num filme deste realizador não há garantias que estejamos somente a levar com o antagonista pelos olhos dentro, daí o efeito de maior surpresa. Aqui não há nada disto, é só um monstrinho e mais nada.
De resto, francamente bom.
As interpretações estão óptimas (o que, para um filme de terror, é de se lhe tirar o chapéu) e as personagens são densas e bem construídas.
O efeito visual é bom, apesar de muito escurecido. Percebe-se que a ideia é imergir o espectador na atmosfera de pesadelo que ronda pelo filme, mas creio que se perde ali alguns pormenores visuais, o que é uma pena, porque o cenário é incrível.
A música é arrepiante, no bom sentido, pecando apenas por ser escassa.
Os efeitos especiais são tremendos e consigo vislumbrar o génio de Wan e o seu fascínio por figuras veladas, o que, é preciso dizer, traz um encanto ao filme e ajuda a não deixar cair em desgraça o último capitulo desta saga.
Muito razoável.
À falta de melhor, visualizei este.
Ia com as expectativas muito em baixo, pelas críticas que tenho lido. Tudo o que era crítico do género mandou-se fortemente aos arames com esta produção e desancou sem dó nem piedade no filme, dizendo tudo menos doçuras.
Portanto, ia à espera de levar uma banhada de todo o tamanho, sendo certo que não podia deixar de ver, já que pertence ao universo Conjuring e mesmo não tendo a sua mão talentosa na realização, tem James Wan na produção executiva, o que é sempre uma mais-valia.
Ora bem, sucede que apreciei imenso o filme.
Claro que a crítica tem alguma razão nos comentários que tece.
Todo o filme está repleto de lugares comuns do terror, como as 'mãozinhas marotas' a surgirem por trás do personagem, as sombras que passam em frente ao ecrã, as aparições nos espelhos, os vultos negros ao longe. Também foram buscar inspiração a outros filmes, do género e não só, e não é incomum, ao longo do filme, o espectador conseguir identificar outros filmes onde já viu uma cena parecida.
O final é um tanto estúpido e francamente mal explicado, em que salta à vista a ligação forçada ao segundo filme de Conjuring. Os efeitos sonoros, apesar de impressionantes, são amiúde repetitivos e escassos, havendo vários e longos momentos em que não há som a acompanhar a imagem.
A imagem dos 'monstros' também se torna repetitiva e isto não é bem uma crítica, é como um queixume. Nos seus filmes, James Wan habituou quem o vê a introduzir não só o monstro principal, como também outros monstros, outras criaturas. Logo, quando nos assustamos num filme deste realizador não há garantias que estejamos somente a levar com o antagonista pelos olhos dentro, daí o efeito de maior surpresa. Aqui não há nada disto, é só um monstrinho e mais nada.
De resto, francamente bom.
As interpretações estão óptimas (o que, para um filme de terror, é de se lhe tirar o chapéu) e as personagens são densas e bem construídas.
O efeito visual é bom, apesar de muito escurecido. Percebe-se que a ideia é imergir o espectador na atmosfera de pesadelo que ronda pelo filme, mas creio que se perde ali alguns pormenores visuais, o que é uma pena, porque o cenário é incrível.
A música é arrepiante, no bom sentido, pecando apenas por ser escassa.
Os efeitos especiais são tremendos e consigo vislumbrar o génio de Wan e o seu fascínio por figuras veladas, o que, é preciso dizer, traz um encanto ao filme e ajuda a não deixar cair em desgraça o último capitulo desta saga.
Muito razoável.
Foram umas Óptimas Comemorações
Festejar apenas no dia da celebração propriamente dita já não se usa; o que está a dar é partir em fins-de-semana plenos de coisas boas, celebrando por dias o que temos de melhor.
E foi tão bom.
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Concertos Participativos da Gulbenkian
Actualizando por aqui a agenda cultural vastíssima (not), fui a uma coisa destas, aqui há umas semanas, ouvir o Requiem de Mozart.
Devo dizer que adorei. A interpretação foi irrepreensível e estive arrepiada do início ao fim.
Muito bom.
Devo dizer que adorei. A interpretação foi irrepreensível e estive arrepiada do início ao fim.
Muito bom.
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Não pespeguei aqui, mas terminando Simon Scarrow, parti para outras aventuras.
Não que tenha valido muito a pena, no entanto.
Sou preguiçosa que dói e ler livros com letrinhas muito juntinhas e muito apertadinhas, muito pequeninas dá-me um sono tremendo. Quando a história que lá se conta, não é por aí além de interessante, dá-se um fenómeno inusitado, que consiste na leitura diagonal da obra em passo de corrida com concentração da atenção na leitura do último capítulo, pelo que, sim senhor, muito bonito e provavelmente bem escrito, mas o autor não sabe cativar, só descrever.
Uma pena.
Não Tenho Tido Oportunidade de Não Fazer Nenhum e Estou Triste
Já uma pessoa não pode borregar alegremente no seu sítio de queixume que se lhe entra logo a Judicatura pelas ventas dentro...
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Meanwhile in Ergástulo - Parte Décima Segunda
Não contentes com o facto não haver ninguém para passar a vida na rua a fazer coisas que os outros não querem fazer, arranjou-se uma estagiária para o estaminé.
Estagiária é como quem diz, uma moça que, desgraçada, está a tentar acabar o curso na faculdade e vem para aqui fazer uma perninha.
Perninha é como quem diz ajuda das grandes, que esta gente é toda barriguda (como se diz na minha terra) e não quer andar a gastar solas dos sapatos na rua a saltar de conservatória em conservatória, de serviço de finanças em serviço de finanças, de SEF em SEF ou de uma coisa qualquer quando lá pode ir a criadagem.
Desta vez, criadagem não é como quem diz, é mesmo literal, porque eu bem oiço a pobre criatura a destruir quilos de papel na sala ao lado da minha.
Ou então, não a vejo de todo e já sei que está na rua em serviço.
Portanto, foi para isto que se contratou uma estagiária, para destruir papel e andar à chapa do sol a correr de um lado para o outro a pedir mais papel nas repartições competentes.
A velha que em mim habita tem vontade de dizer, olha que coisa, também tu nos primeiros anos não fazias mais nada senão andar na rua a fazer os recados dos outros.
Ao que responde a jovem que também cá mora, e que felicidade é ver que as coisas não melhoram nem evoluem nada ao fim de quase 10 anos.
E entristece-me deveras ver a gaiata (sim, quem nasce em 1995 não tem direito a outra qualificação) a ser escravizada, enquanto nós assistimos, como os carrascos dela.
Foi aqui que vim parar.
Estagiária é como quem diz, uma moça que, desgraçada, está a tentar acabar o curso na faculdade e vem para aqui fazer uma perninha.
Perninha é como quem diz ajuda das grandes, que esta gente é toda barriguda (como se diz na minha terra) e não quer andar a gastar solas dos sapatos na rua a saltar de conservatória em conservatória, de serviço de finanças em serviço de finanças, de SEF em SEF ou de uma coisa qualquer quando lá pode ir a criadagem.
Desta vez, criadagem não é como quem diz, é mesmo literal, porque eu bem oiço a pobre criatura a destruir quilos de papel na sala ao lado da minha.
Ou então, não a vejo de todo e já sei que está na rua em serviço.
Portanto, foi para isto que se contratou uma estagiária, para destruir papel e andar à chapa do sol a correr de um lado para o outro a pedir mais papel nas repartições competentes.
A velha que em mim habita tem vontade de dizer, olha que coisa, também tu nos primeiros anos não fazias mais nada senão andar na rua a fazer os recados dos outros.
Ao que responde a jovem que também cá mora, e que felicidade é ver que as coisas não melhoram nem evoluem nada ao fim de quase 10 anos.
E entristece-me deveras ver a gaiata (sim, quem nasce em 1995 não tem direito a outra qualificação) a ser escravizada, enquanto nós assistimos, como os carrascos dela.
Foi aqui que vim parar.
Coisas Que Vejo Por Aí # 50
Não foi por falta de tentativa, nem de emprenho, nem de vontade.
A verdade é que tentei, muito e com muita força.
Não deu.
Sei que grassam por essa internet fora milhões de reviews desta base, que é milagrosa, que é espantosa, que é a última Coca-cola do deserto, mas, lamento, tenho uma opinião diferente.
A minha base-de-todos-os-dias é a Lasting Finish 25h, da Rimmel, como até já pespeguei aqui, mas desafortunadamente a cor que uso só consigo encontrar no Jumbo. (Já para não falar no preço, que é cerca de três euros mais cara noutros hipermercados, mas adiante, que ninguém tem nada a ver com as pechinchas que encontro.)
Ora, gosto de fazer o meu avio (olá avós deste país, daqui fala-vos uma outra avó) num hiper da concorrência e precisando eu urgentemente de uma base - era isso ou vir trabalhar com a cútis à mostra para todo o povão ver quão mau é o meu revestimento exterior - resolvi dar mais uma hipótese a esta.
Sim, porque já lhe dei várias, saindo para cima de desiludida nessa demanda.
Para começar, foi o bom e o bonito para encontrar uma cor que fosse a adequada para mim. Pesquisando, vi que a cor 120 era um espantoso classic ivory. Ora, ivory é normalmente uma escolha acertada para quem é assim a atirar para cor de lula, porque é uma cor neutra. Depressa descobri que o 120 me fazia parecer uma prima muito próxima de uma laranja, pelo que basicamente usei uma vez, saindo à rua mascarada de militante do PSD e deitei fora.
Não me dei por vencida, no entanto; o preço desta pequena é muito apelativo (€ 9,90) e faltando a oportunidade de comprar a minha preferida, tinha mais é que servir.
Escolhi, então, a cor 115, apenas para descobrir que continuava a parecer uma lâmpada de candeeiro de rua, de tão laranja que parecia. Se me vissem no escuro, ainda me espremiam para ver se dava sumo.
Estava quase a desistir quando finalmente encontrei a cor 110, essa sim, mais clara que as outras, ou não fossem conhecida pelo nome de 'porcelain'.
Porém, tem sub tom amarelo, o que me faz parecer que sofro, ainda que de forma ligeira, de alguma doença do foro hepático, o que não é lá muito simpático. O que era para lá de bom era o mesmo tom, mas com o tal sub tom em rosa, o que parece que só há na cor 105 que, desafortunadamente, ainda não consegui encontrar em nenhuma superfície comercial.
Poderia fechar os olhos a este pequeno lapso de sub tons se o produto cumprisse minimamente os outros requisitos que promete.
Não cumpre.
É demasiado fluída, o que torna a construção em camadas difícil e requer alguma arte ao utilizar o pincel.
Combina melhor com pincéis planos do que com pincéis com acabamento buffing, os meus preferidos. Com estes últimos, a base quase desaparece, o que não creio que seja positivo para quem, como eu, utiliza a base para esconder as imperfeições.
Poderia, mesmo assim, tentar ignorar este aspecto se esta base cumprisse o seu principal (pseudo) atributo, o acabamento mate.
Não sei se tenho uma pele que produz mais óleo que um campo com 150 hectares de girassóis, o que torna impossível que uma base mate cumpra o seu trabalho na minha cútis.
Até admito que possa ser esse o problema, e a minha pele é uma coisa odiosa que faz com que as coisas não funcionem.
Todavia, há bases que utilizo, e outras que já utilizei, que não têm o mesmo problema, pelo que sou obrigada a concluir que talvez o problema não seja meu.
Se por acaso tiver a infeliz ideia de não colocar pó compacto depois de aplicar esta base, toda a luz do sol é reflectida na minha ilustre tromba, de tal modo que até temo provocar algum acidente no trânsito.
Com a aplicação do dito pó, já a meio da manhã consigo vislumbrar o brilho do sebinho na testa e no queixo. Se o pó aplicado for translúcido, o efeito é melhor e o tal sebo demora mais a transparecer na pele. Mas aparece, não haja ilusão.
Creio que é seguro dizer que esta base só atinge o seu expoente máximo - sempre com a ressalva dos pontos acima, é preciso dizer - se utilizar primer, pó translúcido e spray fixador de maquilhagem (que mais não é senão laca para a cara, mas enfim), mas nunca utilizaria, por exemplo, este produto para um evento festivo ou para uma maquilhagem mais trabalhada. Era ver o reboco, como dizem as youtubers brasileiras, a escorrer lentamente da face ao longo do dia e a ir passear para outro lado.
Tentei, a sério que sim. Utilizei isto várias vezes, em diferentes contextos, sempre a fazer experiências.
Não dá. Não percebo tamanho alarido à volta disto. Não cumpre com nada do que promete, o que é uma pena.
Shame, shame, shame.
Ora, gosto de fazer o meu avio (olá avós deste país, daqui fala-vos uma outra avó) num hiper da concorrência e precisando eu urgentemente de uma base - era isso ou vir trabalhar com a cútis à mostra para todo o povão ver quão mau é o meu revestimento exterior - resolvi dar mais uma hipótese a esta.
Sim, porque já lhe dei várias, saindo para cima de desiludida nessa demanda.
Para começar, foi o bom e o bonito para encontrar uma cor que fosse a adequada para mim. Pesquisando, vi que a cor 120 era um espantoso classic ivory. Ora, ivory é normalmente uma escolha acertada para quem é assim a atirar para cor de lula, porque é uma cor neutra. Depressa descobri que o 120 me fazia parecer uma prima muito próxima de uma laranja, pelo que basicamente usei uma vez, saindo à rua mascarada de militante do PSD e deitei fora.
Não me dei por vencida, no entanto; o preço desta pequena é muito apelativo (€ 9,90) e faltando a oportunidade de comprar a minha preferida, tinha mais é que servir.
Escolhi, então, a cor 115, apenas para descobrir que continuava a parecer uma lâmpada de candeeiro de rua, de tão laranja que parecia. Se me vissem no escuro, ainda me espremiam para ver se dava sumo.
Estava quase a desistir quando finalmente encontrei a cor 110, essa sim, mais clara que as outras, ou não fossem conhecida pelo nome de 'porcelain'.
Porém, tem sub tom amarelo, o que me faz parecer que sofro, ainda que de forma ligeira, de alguma doença do foro hepático, o que não é lá muito simpático. O que era para lá de bom era o mesmo tom, mas com o tal sub tom em rosa, o que parece que só há na cor 105 que, desafortunadamente, ainda não consegui encontrar em nenhuma superfície comercial.
Poderia fechar os olhos a este pequeno lapso de sub tons se o produto cumprisse minimamente os outros requisitos que promete.
Não cumpre.
É demasiado fluída, o que torna a construção em camadas difícil e requer alguma arte ao utilizar o pincel.
Combina melhor com pincéis planos do que com pincéis com acabamento buffing, os meus preferidos. Com estes últimos, a base quase desaparece, o que não creio que seja positivo para quem, como eu, utiliza a base para esconder as imperfeições.
Poderia, mesmo assim, tentar ignorar este aspecto se esta base cumprisse o seu principal (pseudo) atributo, o acabamento mate.
Não sei se tenho uma pele que produz mais óleo que um campo com 150 hectares de girassóis, o que torna impossível que uma base mate cumpra o seu trabalho na minha cútis.
Até admito que possa ser esse o problema, e a minha pele é uma coisa odiosa que faz com que as coisas não funcionem.
Todavia, há bases que utilizo, e outras que já utilizei, que não têm o mesmo problema, pelo que sou obrigada a concluir que talvez o problema não seja meu.
Se por acaso tiver a infeliz ideia de não colocar pó compacto depois de aplicar esta base, toda a luz do sol é reflectida na minha ilustre tromba, de tal modo que até temo provocar algum acidente no trânsito.
Com a aplicação do dito pó, já a meio da manhã consigo vislumbrar o brilho do sebinho na testa e no queixo. Se o pó aplicado for translúcido, o efeito é melhor e o tal sebo demora mais a transparecer na pele. Mas aparece, não haja ilusão.
Creio que é seguro dizer que esta base só atinge o seu expoente máximo - sempre com a ressalva dos pontos acima, é preciso dizer - se utilizar primer, pó translúcido e spray fixador de maquilhagem (que mais não é senão laca para a cara, mas enfim), mas nunca utilizaria, por exemplo, este produto para um evento festivo ou para uma maquilhagem mais trabalhada. Era ver o reboco, como dizem as youtubers brasileiras, a escorrer lentamente da face ao longo do dia e a ir passear para outro lado.
Tentei, a sério que sim. Utilizei isto várias vezes, em diferentes contextos, sempre a fazer experiências.
Não dá. Não percebo tamanho alarido à volta disto. Não cumpre com nada do que promete, o que é uma pena.
Shame, shame, shame.
Cheesy Songs From The 80's - parte VI
Faleci um pouco com aqueles cabelos e aquele casaco cor-de-rosa, mas, lá está, são os anos 80 ...
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Não será segredo para ninguém que sou uma pessoa implicante, difícil, queixosa e portadora de um delicado mau feitio.
É também sabido que tenho ódios de estimação, que cultivo com um prazer que pouco faço por esconder.
Portanto, não poderá constituir surpresa para ninguém que quando uma pobre pessoa do meu espectro de conhecimentos cai na teia da minha infantil implicância, nunca mais de lá sai.
Posto isto, apraz dizer que implico profundamente com uma colega de trabalho.
Todos os defeitos que se lembrem que uma pessoa possa ter, garanto, aquela criatura tem.
Maneiras que, estando farta dela, das merdas dela e das merdas que ela me faz até à ponta dos cabelos, resolvi começar a apontar não só as porcarias que ela se lembra de fazer, mas também os favores que me fica a dever, de todas as vezes que tenho que a safar de asneiras que aquela cabeça se lembrou de inventar.
Tenho, portanto, uma lista de favores apontada, qual capo da máfia a recolher o dízimo da protecção.
Não presto.
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Sou Lá Capaz Disso...
Então e prendinhas de Natal, quem já começou a comprar?
#nãotenhocomquemeralarentãoinventoestascoisas
#nãotenhocomquemeralarentãoinventoestascoisas
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Contratos de Compra e Venda Natalícios
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Mais um que tive muita pena de acabar.
Simon Scarrow não perde a mão ao contar a História através da história de Cato e Macro. Sempre vívido, sempre marcante, leva o leitor na habitual viagem no tempo.
É de salientar que Scarrow não cede à tentação de escrever livros a metro, apesar de anualmente lançar uma obra desta colecção. Narciso, um personagem execrável que esteve presente em todos os livros desta saga e cujo objectivo de vida era enredar os personagens principais nas intrincadas teias da intriga política e das conspirações para derrubar o poder instalado, conheceu o seu fim neste livro. Poderia Scarrow facilmente ceder à tentação de escrever mais um ou dois livros só a contar as peripécias dos dois heróis para acertar contas com o seu arqui-inimigo; até fariam algum sentido que um personagem tão marcante como Narciso merecesse algum destaque e o seu término nesta história fosse digno de uma obra em sua honra. No entanto, não foi essa a escolha do autor e não há como não reconhecer que é de grande nível não ceder a escrever por encomenda.
Com esta obra, terminou uma fase desta história para já levantar o véu à próxima que se avizinha e que é, como sempre, prometedora.
Excelente.
terça-feira, 4 de setembro de 2018
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 64
Nem vou dizer o que esta senhora parece porque, como é óbvio, está à vista.
Mas não me passa despercebido que a comunicação social, principalmente nas redes sociais, utilize esta fotografia de cada vez que o CDS propõe alguma medida idiota ou entra em contradição com as posições que tomou anteriormente.
E é preciso dizer que não tenho pena nenhuma.
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Comentário Jurídico da Latrina,
Posição Doutrinária
Apetece-me Grandemente Ser Porca #63
Imagino o ralo do duche na casa-de-banho desta moça (Ariana Grande).
Ninguém lhe diz que este cabelo é horrível de grande?!
Pa-môr-deus, pá!
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