Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
terça-feira, 4 de setembro de 2018
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 64
Nem vou dizer o que esta senhora parece porque, como é óbvio, está à vista.
Mas não me passa despercebido que a comunicação social, principalmente nas redes sociais, utilize esta fotografia de cada vez que o CDS propõe alguma medida idiota ou entra em contradição com as posições que tomou anteriormente.
E é preciso dizer que não tenho pena nenhuma.
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Comentário Jurídico da Latrina,
Posição Doutrinária
Apetece-me Grandemente Ser Porca #63
Imagino o ralo do duche na casa-de-banho desta moça (Ariana Grande).
Ninguém lhe diz que este cabelo é horrível de grande?!
Pa-môr-deus, pá!
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Cheesy Songs From the 80's - parte IV
Para acabar bem a semana, e o mês, já agora, nada melhor que foleirada a metro.
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Cenas de porrada desde sempre despertaram em mim muita curiosidade.
Que me recorde, acho que nunca assisti de perto a nenhuma.
Já estive presente em situações que quase resvalaram para as vias de factos, já cheguei a segurar gente que queria bater noutras gentes, já assisti ao rescaldo da porrada, tendo vislumbrado, muito ao longe, dentes partidos e rostos ensanguentados, mas ver, ver mesmo alguém a andar ao biscoito, nunca vi.
E gostava deveras, estas é a verdade.
Tenho ideia que a coisa não se passa exactamente como nos filmes, em que cada cena de distribuição de fruta é uma sequência magnífica de passos de dança e quem é atingido com um murro ou um pontapé fica sempre na boa e com força suficiente para retaliar e partir o adversário ao meio.
Nada disso.
Tenho, ao invés, a firme convicção que se alguém assentar um murro, pontapé ou cabeçada noutro alguém, essa pessoa já não se consegue levantar mais e fica a ver estrelas durante um bom bocado.
E depois vejo estas cenas e não percebo como é que é possível levar não sei quantos sopapos e continuar de pé. Ou levar com uma cadeira nos cornos e não ficar em coma. Como é possível, afinal?
Acrescente-se que ver cenas de porrada, para a minha pessoa, é o delírio porque só me dá vontade de rir.
Muito.
Demais.
Como uma hiena ébria, é preciso frisar.
Talvez a pergunta que se impõe é, porque não estás tu a trabalhar em vez de estares a perder tempo com filosofias da tanga, mas isso não vem ao caso.
Certo?
Que me recorde, acho que nunca assisti de perto a nenhuma.
Já estive presente em situações que quase resvalaram para as vias de factos, já cheguei a segurar gente que queria bater noutras gentes, já assisti ao rescaldo da porrada, tendo vislumbrado, muito ao longe, dentes partidos e rostos ensanguentados, mas ver, ver mesmo alguém a andar ao biscoito, nunca vi.
E gostava deveras, estas é a verdade.
Tenho ideia que a coisa não se passa exactamente como nos filmes, em que cada cena de distribuição de fruta é uma sequência magnífica de passos de dança e quem é atingido com um murro ou um pontapé fica sempre na boa e com força suficiente para retaliar e partir o adversário ao meio.
Nada disso.
Tenho, ao invés, a firme convicção que se alguém assentar um murro, pontapé ou cabeçada noutro alguém, essa pessoa já não se consegue levantar mais e fica a ver estrelas durante um bom bocado.
E depois vejo estas cenas e não percebo como é que é possível levar não sei quantos sopapos e continuar de pé. Ou levar com uma cadeira nos cornos e não ficar em coma. Como é possível, afinal?
Acrescente-se que ver cenas de porrada, para a minha pessoa, é o delírio porque só me dá vontade de rir.
Muito.
Demais.
Como uma hiena ébria, é preciso frisar.
Talvez a pergunta que se impõe é, porque não estás tu a trabalhar em vez de estares a perder tempo com filosofias da tanga, mas isso não vem ao caso.
Certo?
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Não Se Faz
Este video valeu-me um ataque de riso histérico em pleno horário de expediente.
Ataque esse que foi notado por uma administrativa que passava pelo corredor enquanto lágrimas de agitação inundavam os meus olhos, vindas do riso descontrolado. Felizmente para mim, a senhora fala sozinha enquanto arruma os processos, sendo exactamente isso que estava a fazer naquele momento, pelo que pude alegremente fingir que me ria dela. Não creio que ela tenha ficado muito contente, mas sempre é melhor esta pequena mentirinha do que dar a entender que, enquanto trabalho, estou a ver coisas que dão para rir em sites duvidosos.
Porque, cruzes credo, não faço isso.
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O Direito tornou-me inimputável
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Um tanto difícil de começar, mas relativamente fácil de acabar.
A história, sem ter nada de extraordinário, prende pela forma como a prosa toca a poesia e como a realidade
do personagem principal se confunde com os seus pensamentos e com a sua loucura.
Diferente.
Muito bom.
A história, sem ter nada de extraordinário, prende pela forma como a prosa toca a poesia e como a realidade
do personagem principal se confunde com os seus pensamentos e com a sua loucura.
Diferente.
Muito bom.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Coisas que Vejo por Aí #49
Novo vício.
Ainda não cheguei ao fim da série, mas, até agora, posso dizer que é do melhorzinho que tenho visto.
Para além de ser protagonizado por seres do meu agrado, mas isso é totalmente secundário. (not)
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
Coisas que Vejo por Aí # 48
Era leve como uma nuvem e, apesar de pigmentado, esbatia-se que era uma beleza e adaptava-se a qualquer tipo de look.
Acho que entretanto foi descontinuado e é uma pena, porque era mesmo excelente.
Então e a novela do Sporting, como vai?
A sério, não é por nada, mas se alguém quiser dar uma coça naquela avestruz que diz-que-é-presidente-mas-afinal-não, apesar de não ser do Sporting e publicamente condenar veementemente a violência gratuita, secretamente têm o meu apoio e até posso indicar um ou dois estabelecimentos que tratam do caso com a maior discrição.
Não?
A sério, não é por nada, mas se alguém quiser dar uma coça naquela avestruz que diz-que-é-presidente-mas-afinal-não, apesar de não ser do Sporting e publicamente condenar veementemente a violência gratuita, secretamente têm o meu apoio e até posso indicar um ou dois estabelecimentos que tratam do caso com a maior discrição.
Não?
Regresso
E assim se acaba a boa vida das férias, num instante se está de volta ao quotidiano chato e enfadonho.
Como já voltei, entretenho-me a odiar toda a gente que ainda está a descansar, pelo que me arrisco a ser comida pela inveja não tarda nada.
Ainda por cima, estive um mês de férias, nem tenho que falar...
Mas falo na mesma: merda para mim.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Este foi dos melhores livros que alguma vez li. Foi, na verdade, um privilégio.
A escrita fluída transporta o leitor para a mente e para o propósito do personagem principal, sendo impossível não sentir simpatia pelo objectivo final deste.
As personagens são consistentes, profundas, marcantes e marcadas, não sendo raros os momentos de horror ao ler sobre as suas brutais histórias de vida.
Mario Puzo descreve a vingança e os seus tortuosos
caminhos como ninguém.
Soberbo.
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Meanwhile in Ergástulo - Parte Décima Segunda
Chega um raiozinho de sol e é ver os velhos desta vida a vestir camisas de manga curta, a deixar ver os seus bracinhos esquisitos, cheios de rugas e pregas, de peles descaídas e manchas de fígado, com um ou dois pêlos desirmanados a acenar em todas as direcções. Balançam-se por aí todos contentes, a achar que estão a fazer uma bela figura.
É certo que venho de um sítio onde o patronato, chegado o verão, gostava de se bambolear pela casa fora de calções e chanatas, mas isso era num sítio onde, assumida e descaradamente, as pessoas não tinham nível apesar de se acharem a cúpula da sociedade, maneiras que isto não devia causar-me espanto.
Mas causa algum, vá.
É certo que venho de um sítio onde o patronato, chegado o verão, gostava de se bambolear pela casa fora de calções e chanatas, mas isso era num sítio onde, assumida e descaradamente, as pessoas não tinham nível apesar de se acharem a cúpula da sociedade, maneiras que isto não devia causar-me espanto.
Mas causa algum, vá.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Cheesy Songs From the 80's - Parte I
A inaugurar esta nova rubrica, coisa de velhos, não é verdade, tinha de ser esta, a coisa mais peganhenta de sempre, mas que fica no ouvido pelo acorde transversal único.
Not Impressed
Sabem aqueles colegas, bem, será mais aquelas colegas, advogadas, bem entendido, que falam como se estivessem na praça, sempre uma oitava acima do timbre socialmente aceitável, que parecem que os seus clientes são sempre as maiores vítimas de todos os horrores jamais perpetrados pelos arguidos, que partem do pressuposto que os advogados desses arguidos são uns criminosos iguais aos clientes que os escolheram, que têm discurso de TV Mais em fusão com CMTV, que isto dos subsídios é o que dá cabo deste país, isso e os emigrantes que vêm para cá receber o RSI, estão a ver o estilo, que só falta porem a mãozinha na cintura enquanto discursam, que são sempre as maiores das suas aldeias, com as quais é impossível chegar a acordo porque não há pinga de razoabilidade naquelas cabeças, que acham que têm uma inteligência acima da média mas que não sabem distinguir suspensão e interrupção do prazo, nem prescrição de caducidade, que têm sempre todas as doenças do mundo e mais algumas mas nunca são tão desgraçadas como os seus clientes, pobres vítimas que sofreram muito e a quem foi feito muito mal, que têm um ar de saloias novas ricas que nem a roupinha da Ferrache consegue disfarçar, sabem esta estirpe de gente que dá mau nome à Classe e que dá vergonha alheia?
Ontem, cruzei-me com uma procuradora assim.
Sem tirar nem pôr.
E é tão triste.
Ontem, cruzei-me com uma procuradora assim.
Sem tirar nem pôr.
E é tão triste.
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Não estava à espera de gostar tanto, confesso.
A temática está um pouco batida (basicamente é a revolta da inteligência artificial contra quem a criou) e está um tanto ou quanto inverosímil, mas também ninguém prometeu um relato fiel da história contemporânea.
Tem um registo completamente diferente da escrita do autor, mas não desilude. Prende a atenção e deixa uma ligeira marca.
Muito bom.
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