Então e a novela do Sporting, como vai?
A sério, não é por nada, mas se alguém quiser dar uma coça naquela avestruz que diz-que-é-presidente-mas-afinal-não, apesar de não ser do Sporting e publicamente condenar veementemente a violência gratuita, secretamente têm o meu apoio e até posso indicar um ou dois estabelecimentos que tratam do caso com a maior discrição.
Não?
Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
Regresso
E assim se acaba a boa vida das férias, num instante se está de volta ao quotidiano chato e enfadonho.
Como já voltei, entretenho-me a odiar toda a gente que ainda está a descansar, pelo que me arrisco a ser comida pela inveja não tarda nada.
Ainda por cima, estive um mês de férias, nem tenho que falar...
Mas falo na mesma: merda para mim.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Este foi dos melhores livros que alguma vez li. Foi, na verdade, um privilégio.
A escrita fluída transporta o leitor para a mente e para o propósito do personagem principal, sendo impossível não sentir simpatia pelo objectivo final deste.
As personagens são consistentes, profundas, marcantes e marcadas, não sendo raros os momentos de horror ao ler sobre as suas brutais histórias de vida.
Mario Puzo descreve a vingança e os seus tortuosos
caminhos como ninguém.
Soberbo.
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Meanwhile in Ergástulo - Parte Décima Segunda
Chega um raiozinho de sol e é ver os velhos desta vida a vestir camisas de manga curta, a deixar ver os seus bracinhos esquisitos, cheios de rugas e pregas, de peles descaídas e manchas de fígado, com um ou dois pêlos desirmanados a acenar em todas as direcções. Balançam-se por aí todos contentes, a achar que estão a fazer uma bela figura.
É certo que venho de um sítio onde o patronato, chegado o verão, gostava de se bambolear pela casa fora de calções e chanatas, mas isso era num sítio onde, assumida e descaradamente, as pessoas não tinham nível apesar de se acharem a cúpula da sociedade, maneiras que isto não devia causar-me espanto.
Mas causa algum, vá.
É certo que venho de um sítio onde o patronato, chegado o verão, gostava de se bambolear pela casa fora de calções e chanatas, mas isso era num sítio onde, assumida e descaradamente, as pessoas não tinham nível apesar de se acharem a cúpula da sociedade, maneiras que isto não devia causar-me espanto.
Mas causa algum, vá.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Cheesy Songs From the 80's - Parte I
A inaugurar esta nova rubrica, coisa de velhos, não é verdade, tinha de ser esta, a coisa mais peganhenta de sempre, mas que fica no ouvido pelo acorde transversal único.
Not Impressed
Sabem aqueles colegas, bem, será mais aquelas colegas, advogadas, bem entendido, que falam como se estivessem na praça, sempre uma oitava acima do timbre socialmente aceitável, que parecem que os seus clientes são sempre as maiores vítimas de todos os horrores jamais perpetrados pelos arguidos, que partem do pressuposto que os advogados desses arguidos são uns criminosos iguais aos clientes que os escolheram, que têm discurso de TV Mais em fusão com CMTV, que isto dos subsídios é o que dá cabo deste país, isso e os emigrantes que vêm para cá receber o RSI, estão a ver o estilo, que só falta porem a mãozinha na cintura enquanto discursam, que são sempre as maiores das suas aldeias, com as quais é impossível chegar a acordo porque não há pinga de razoabilidade naquelas cabeças, que acham que têm uma inteligência acima da média mas que não sabem distinguir suspensão e interrupção do prazo, nem prescrição de caducidade, que têm sempre todas as doenças do mundo e mais algumas mas nunca são tão desgraçadas como os seus clientes, pobres vítimas que sofreram muito e a quem foi feito muito mal, que têm um ar de saloias novas ricas que nem a roupinha da Ferrache consegue disfarçar, sabem esta estirpe de gente que dá mau nome à Classe e que dá vergonha alheia?
Ontem, cruzei-me com uma procuradora assim.
Sem tirar nem pôr.
E é tão triste.
Ontem, cruzei-me com uma procuradora assim.
Sem tirar nem pôr.
E é tão triste.
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Não estava à espera de gostar tanto, confesso.
A temática está um pouco batida (basicamente é a revolta da inteligência artificial contra quem a criou) e está um tanto ou quanto inverosímil, mas também ninguém prometeu um relato fiel da história contemporânea.
Tem um registo completamente diferente da escrita do autor, mas não desilude. Prende a atenção e deixa uma ligeira marca.
Muito bom.
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Hoje é feriado naquela terra do demónio, mas que também é a minha terra.
Hoje, como no ano passado, estou cheia de inveja daquelas gentes que não estão a trabalhar, que estão a dormir até às três da tarde, que podem passar um fim-de-semana prolongado enquanto eu não tenho outro remédio senão vir labutar. Sem direito a queijadas.
Deve ser das poucas vezes que me lembro daquele buraco...
Hoje, como no ano passado, estou cheia de inveja daquelas gentes que não estão a trabalhar, que estão a dormir até às três da tarde, que podem passar um fim-de-semana prolongado enquanto eu não tenho outro remédio senão vir labutar. Sem direito a queijadas.
Deve ser das poucas vezes que me lembro daquele buraco...
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Então e o Mundial?
O Mundial está uma merda pegada, ia dizer merda do costume, mas não é verdade; se fosse do costume, a Alemanha não tinha ido com os suínos e foi.
Já o nosso Portugal anda por lá e nada mais apraz dizer.
Excepto que o treinador do Irão é um ordinário invejoso, mas não tenho bem a certeza disso ter alguma ligação à nossa equipa.
Ou será que tem?
Já o nosso Portugal anda por lá e nada mais apraz dizer.
Excepto que o treinador do Irão é um ordinário invejoso, mas não tenho bem a certeza disso ter alguma ligação à nossa equipa.
Ou será que tem?
terça-feira, 26 de junho de 2018
Gasta uma pessoa uma fortuna em cestos decorativos para colocar estrategicamente na sua sala maravilhosa e vêm os putos desta vida enfiar-se dentro deles e tratá-los como se fossem carrinhos de choque.
Etiquetas:
Do Estabelecimento da Maternidade,
Isto Só a Mim...
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Meanwhile In Ergástulo - Parte Décima Primeira
Aparece-me um miúdo, com os seus 11/12 anos, à porta da minha sala e diz:
- Olá, sou o neto do meu avô.
Uma salva de palmas para o gene da estupidez, que claramente corre no sangue desta gente e não salta geração nenhuma.
Foi aqui que vim parar.
Esta criatura (para não lhe chamar outra coisa) deve ser o único espécime que entra e colisão consigo mesmo.
Nem sei mais que diga; podia ser inocente ao ponto de pensar que, depois de sábado, nunca mais se ouviria falar deste senhor, mas não.
Não, nem pensar. Isto não vai desaparecer só porque perde umas eleições, mas o que é isto? Isso é para aqueles que acreditam na democracia, que não é o caso dele.
Continuo sem perceber o que é isto, mas enfim.
Cinema Nº ... Qualquer Coisa Serve
Há quase um ano (UM ANO, CARALHO!!) que não ia ao cinema, por isso não podia deixar de registar aqui o acontecimento.
Achei que gastar a minha oportunidade anual a ver filmes muito pesados ou muito alternativos ou muito pseudo-intelectuais era só estúpido, por isso resolvi ir ver o filme mais banal e comercial que encontrei: sequela de Jurassic Park.
Toda a gente sabe (se não sabe fica a saber) que gosto imenso desta temática e sou ávida coleccionadora destes filmes. Sendo que, e isto que fique claro, não há nenhum que suplante o primeiro, o Mundo Jurássico não estava mesmo nada mal.
Neste, voltámos à velha temática da venda ilegal dos dinossauros, aos traficantes de dinossauros, aos fabricantes loucos de dinossauros que não se importam de misturar genes de bicharada perigosa para criar espécies ainda mais perigosas e essa treta toda. Acaba por ser uma desilusão porque, lá está, a temática está batida, mas não deixa de ser um filme com efeitos especiais fora de série.
Razoável, vá.
terça-feira, 19 de junho de 2018
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Nos dias seguintes aos feriados é possível perceber duas coisas: que ninguém gosta de trabalhar e que apenas o faz porque, caso contrário, não teria o que comer; e que assim que podem, apalam o seu rabo em casa porque, lá está, trabalhar é chato e faz mal à saúde.
Isto porque ir trabalhar a seguir a um feriado é a pior coisa que pode acontecer a um bom português.
A quantidade de vezes que já maldisse a minha própria estupidez por não ter marcado férias para estes dois dias é absolutamente indizível.
O que é que estou aqui a fazer, quando não está cá mais ninguém, que não eu a a gaja que atende o telefone?
Enfim, o tédio é tanto e tão grande que dei por mim a limpar a minha caixa de e-mail, na qual já não mexia desde 2009.
Quão triste é isto?
Isto porque ir trabalhar a seguir a um feriado é a pior coisa que pode acontecer a um bom português.
A quantidade de vezes que já maldisse a minha própria estupidez por não ter marcado férias para estes dois dias é absolutamente indizível.
O que é que estou aqui a fazer, quando não está cá mais ninguém, que não eu a a gaja que atende o telefone?
Enfim, o tédio é tanto e tão grande que dei por mim a limpar a minha caixa de e-mail, na qual já não mexia desde 2009.
Quão triste é isto?
terça-feira, 12 de junho de 2018
Portanto, Merda para Mim
Ter uma preguiça e uma soneira do tamanho dos Himalaias é demorar duas horas a fazer uma execução de sentença porque a liquidação da obrigação não se faz sozinha e as rendas em dívida não saltam para a folha de cálculo sozinhas, o que é uma pena, dava imenso jeito, mas só há benesses para quem é expedito e produtivo e não é o meu caso.
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