quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Façamos Um Pequeno Exercício

Imagine-se que, andando pela rua fora, descansadinha da vida, recebe uma chamada telefónica.

Identificado o remetente de tal chamada, num rasgo de insanidade misturado com vontade de sofrer, atende a dita.

A pessoa do outro lado da linha não sabe como se faz uma execução no Citius e pede ajuda. Não sabe quais são as espécies, nem as finalidades, nem o tribunal competente, nem como se associa o DUC ao processo, não sabe que as execuções de sentença correm nos próprios autos (regra geral). Não sabe nada. Esteve, portanto, escondida debaixo de uma pedra nos últimos 3 ou 4 anos. Precisa de auxílio, daí o telefonema.

Precisa de quê, exactamente?
Really?!

Isto ultrapassa-me.
A sério que sim.
Como é que uma pessoa destas chega a uma posição de poder e estatuto elevado sem saber estas coisas é qualquer coisa de extraordinário.
Quer dizer, não é, e tem uma explicação muito simples. Antes havia sempre alguém por perto a quem passar estas minudências e portanto perder tempo a aprender a fazer coisas banais e de pobre, nem pensar.
Pensar também que durante anos esta pessoa corrigiu inúmeros requerimentos executivos feitos por outros também é coisa para assustar deveras. Afinal achava-se o maior porque corrigia coisas da ralé mas nem sabia para o que estava a olhar.

Desliguei o telefone depois de lhe passar as informações necessárias. Agradeceu-me muito, mandou beijinhos e despediu-se.
Fiquei a olhar para o telefone uns bons 10 segundos depois da chamada terminar.

O que tinha sido aquilo?

Uma possessão demoníaca?
Um estado transitório de demência?
Estado de inimputabilidade provocada pelo álcool?

Não sabendo o que pensar, não sabendo se tinha vontade de rir ou de chorar, não sabendo se haveria de ficar revoltada com o mimo que se dá aos miúdos quando o que eles merecem é porrada no lombo ou simplesmente aceitar isto como um facto normal da vida, acendi um cigarro e fui à minha vida, pensando que, a partir daquela hora, tinha visto quase tudo nesta vida, e que um suíno a utilizar uma trotinete não me provocaria um espanto por aí além.









Quem me ligou, claro está, foi a besta da minha antiga entidade patronal.

Miséria

Do Benfica nem vale a pena falar, pois não?

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

#NãoSejasInácio

O pessoal que habita no Ergástulo não é muito dado a festas.
A bem da verdade, não é NADA dado a festas, principalmente se meter patronato pelo meio. Pelo que jantar de Natal da firma, nem vê-lo.

No entanto, sendo a minha pessoa fervorosa adepta da quadra natalícia, não podia andar pela rua fora sabendo que não ia haver festejos de Natal no sítio onde se exerce a profissão (e agora pareceu mesmo que trabalho numa esquina a vender o corpo. Adiante).

Bem que se insiste com os confrades, mas não se recebe mais retorno que uns ligeiros esgares e uns sorrisinhos tolos. Primeiramente, até pensei que era por minha causa que não era boa companhia nem para as festividades natalícias. Depois lembrei-me que aqui cultivam o mau humor e que anda toda a gente permanentemente de trombas só porque sim. E quando não têm motivos para tal, logo surge alguém para lhos oferecer, pelo que nunca ninguém fica muito feliz por muito tempo.

Francamente, apeteceu-me abaná-los e mandá-los dar uma curva, enquanto fazíamos por aí um jantarinho, nem que fosse a comer sandes de panado e beber uma bejeca num tasco qualquer.


E depois lembrei-me do meu contacto, cujo nome consta do título deste miserável texto escondido entre uma punchline de origem duvidosa, que também passa a vida a insistir com toda a gente para se fazer e acontecer, para irmos e para voltarmos, para sermos e acontecermos, para sermos tudo e não sermos nada e, no fim de contas, já ninguém diz nada. Há paralelismo porque, num lado, já ninguém consegue ver isto à frente e estar mais um minuto que seja, mesmo que em ambiente diferente, rodeado do mesmo peso sobre a cabeça é um autêntico sacrilégio; no outro, já ninguém consegue ouvi-lo sequer sem querer puxar de uma arma e acabar-lhe com o sofrimento.

Moral da história: não vale a pena forçar. É deixar ir, que se resolve por si.
Sobrevivi aos encontrões, empurrões, porrada e falta de civismo de ir às compras de Natal no mês de Dezembro.

Depois de uma manhã muitíssimo produtiva no que a ganhar nódoas negras diz respeito, lembrei-me porque é que há anos que comecei a fazer as compras desta época em Setembro.


Bolas, ninguém merece...


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Zé Pedro 1956 - 2017

Dias terríveis são aqueles em que morre um músico.

Dias terríveis...

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Coisas Que Vejo Por Aí # 46

Certo é que, mesmo com uma vida profissional muito mais preenchida do que nos tempos em que trabalhava para uma besta de carga algures na comarca de Lisboa Oeste, a verdade é que ainda tenho algum tempo em mãos que gosto de mandar janela fora.
Que é como quem diz, nem sempre parece que tenho o que fazer.


Posto isto, apraz dizer que encontrei uma base que até é catita.
Boa.
Porreira, vá.
Mesmo fixe, ao fim e ao cabo.


Andava eu na minha eterna demanda "preciso-de-uma-base-mas-não-me-apetece-gastar-40-euros-na-MAC", quando dei com os olhos nisto:



Pensando que poderia ser uma péssima ideia tendo em conta que a minha pele é, básica e friamente, uma trampa que reage mais depressa a um produto químico do que os atrasados mentais que comentam notícias reagem a uma notícia sobre o Sócrates, resolvi arriscar. Essencialmente devido ao preço da dita, que não me faria chorar amargamente o dinheiro derramado inutilmente.

Eis que surge a surpresa.

É magnífica. Não durará as 25 horas que a embalagem promete, mas anda lá muito perto. A cobertura não é total como anunciado, mas quase. Não pesa. Não é oleosa. Não tem um cheiro activo por aí além. E, como já referido, o preço é para lá de espectacular: € 10,65.
Porém, o requisito essencial para a minha pessoa: tem um tom de cadáver (mais claro que o ivory) que assenta como uma luva nas minhas trombas, o que, para uma base de supermercado, é de se lhe tirar o chapéu.

Claro que não é uma base de qualidade profissional, por assim dizer. Está longe do acabamento acetinado ao toque e mate de uma base 'poderosa' (no rosto e na carteira). Obviamente que a cobertura total é um bocado relativa, principalmente quando comparado com outras marcas (assim de repente, com o Pro Longwear Nourishing Waterproof, da MAC - quase me caiu o braço por ter de escrever um nome tamanho - ou o miraculoso Dermacol), mas não está nada mal para o preço e segmento.

Adoro-a e cheira-me que vou ser muito feliz com esta pequena pérola de pobreza recentemente descoberta.



Agora que já espalhei ao mundo que sou uma indigente que não perde uma pechincha, daqui a nada, é ver-me a coleccionar cupões em dossiers, já posso voltar ao trabalho.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Meanwhile in Ergástulo - Parte Sétima

O meu patrão é tão velho, mas tão velho que quando se refere ao subsídio de Natal, diz que é uma lembrança.
Tal como a minha Avó dizia, lembrança de Natal.

Só faltava dizer que é pouco mas é de boa vontade, como se diz lá para aquelas terras de Sintra.



Estou rodeada de avestruzes ébrias.
Levantar de madrugada para ir fazer julgamentos - literalmente - para detrás do sol posto também tem a sua beleza.

Vão-se Foder Também Resulta

Para todos os atrasados que tenho o azar de defender em processos-crime que não ouvem o que lhes é dito, que não querem saber de nada, não têm medo de nada mas no fim choram como uns putos quando o juiz faz cara de mau:


terça-feira, 14 de novembro de 2017

E com esta brincadeira toda estamos a pouco mais de um mês do Natal e a minha pessoa, normalmente tão expedita e tão despachada neste departamento, não comprou um único presente.

Bem, é mentira, comprei um, mas já foi há tanto tempo que não tenho a certeza se não o terei incorporado nas minha coisas...

Portanto, chegamos quase ao fim de mais um ano concluindo aquilo que já venho concluindo há 10 anos a esta parte: estou velha e acabada.
O próximo passo é ver-me nos centros comerciais no dia 22 de Dezembro, qual velha que não tem mais nada que fazer senão andar no meio da confusão, a comprar a primeira merda que me aparecer à frente para despachar a coisa.

Tristeza...

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Doce Sabor

Não será certamente segredo para ninguém que me custou horrores sair da espelunca antiga maioritariamente por causa das pessoas que deixei para trás. Particularmente, uma pessoa, a minha companheira de desventura e infortúnio em terras da Mitra Land.

Não será, também, certamente, segredo para ninguém que recentemente trouxe para o Ergástulo essa pessoa que me fazia mais falta, mais que não seja porque o publicitei aqui.

Numa feliz coincidência, acaso do destino e golpe de sorte, houve falta de pessoal. Assim que pude, fui buscá-la, e agora somos companheiras jurídicas na Metrópole.

Porém, é preciso também esclarecer devidamente, não foi só pela bondade do meu coração que o fiz nem somente pelo gosto de trabalhar ao lado dela, enquanto profissional.

Também o fiz por satisfação pessoal.

Pela desforra.

Por vingança, vá.

Sempre achei que o que aquela gente merecia era ficar sem ninguém de um dia para o outro, esperando que quando se vissem sozinhos pudessem repensar as suas condutas.
Sempre achei que já que não queriam saber das pessoas para nada e, para eles, não éramos mais do que um peso na estrutura, um custo que era preciso eliminar, mas valia fazer-lhes logo o serviço e bater com a porta.

Sempre achei que o que eles mereciam mesmo era, vá, foderem-se à grande.

Pelo que ouço, está mesmo a acontecer, a foda é de facto grande.



Não serei directamente responsável por tal evento. Talvez indirectamente. Talvez, só.





Não conseguem ver, mas tenho um enorme ar de satisfação ao escrever estas últimas linhas.


Não presto.

Um Ano de Rebento

Isto tem andando tão mau que até deixei passar uma data importante.

Há coisa de um ano (e vinte e quatro dias), depois de uma saga com as 29 horas mais dolorosas da minha existência, nasceu um bebé, parecido com um torresmo, mas a coisa mais fofa da vida.

Desde esse dia até agora, tem governado a minha vida de um forma incrível. É um caminho um tanto sinuoso, mais para os pais do que para os filhos, com constantes dúvidas, angústias e medos, mas numa constante aprendizagem no que a procedimentos infantis diz respeito. Já não se imagina a vida sem aquela coisa ruiva a mexer em tudo e a correr atrás de nós para onde quem que vamos.

Deu-me uma riqueza interior enorme que nem sabia existir e tem-me ensinado muitas coisas, daquelas lamechas e melosas, que não vou descrever porque já estou quase em coma de açúcar.

Tem sido uma viagem impressionante.
Suspeito (e espero) que seja assim durante muitos, muitos anos.


Lá porque a Judicatura nos bate fortemente na cara que nos deixa incapacitados não quer significar que nos deixe mortos para o mundo.

Vamos lá acabar com esta letargia da porra!

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Isto é uma Vergonha!!!

Quase um mês sem pôr aqui os pés!
Mas que é isto??

Isto, meus filhos, é a judicatura a atingir em cheio nas trombas, com o seu punho de aço, o jurista incauto e francamente estúpido, que julgava que vir trabalhar para a metrópole era equivalente ao regabófe de trabalhar na província.

Ora toma lá, que é para abrir a pestana.

Enquanto isso, feliz dia das bruxas.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Então e as Autárquicas? - Longas Notas

A CDU perdeu a Câmara de Almada.
Depois de 41 anos à frente dos destinos da cidade, a CDU perdeu a Câmara.

Ninguém queria acreditar, ainda está difícil de crer, mas a verdade é que sucedeu. Foi renhido, vai ser uma governação igualmente renhida, mas aconteceu. O PC já não domina em Almada. 213 votos fizeram a diferença. As pessoas não quiseram mais ver o mesmo estilo de governação. Estavam fartas, saturadas, incomodadas e chegou a hora da mudança.

Mas não só.

O PC perdeu Almada porque, básica e essencialmente, esteve-se borrifando para as pessoas.
E esta é, tão só e tão simplesmente, a verdade.

O PC não quer, desde há uns anos a esta parte, saber dos munícipes para nada.
Para eles, são números, são votantes, são eleitores, são um meio para atingir o seu fim. Não lhes interessa se as pessoas estão bem, se as pessoas têm queixas, se as pessoas estão felizes. Interessa-lhes os números, os comícios, as festas, a cultura para dar e vender.

O PC não quis saber dos munícipes.
Não quis saber do munícipes quando aprovou aquele regulamento municipal de estacionamento vergonhoso, não quis saber quando criou a ECALMA que comete ilegalidades a eito com toda a gente a assobiar para o lado, não quis saber quando esta mesma empresa rouba os munícipes que nem sequer têm um lugar de estacionamento quando chegam a casa depois de um dia de trabalho.

O PC não quis saber se a ECALMA perturba ou não os seus munícipes porque esta fornece ao município uma receita astronómica com uma fonte inesgotável: o bolso do cidadão.
Quando, em debate, se chama a atenção para este facto e a resposta do Presidente em exercício é eu também sou multado, estamos perante um governo surdo e uma governação fraca e miudinha. Tanta coisa com o povo e os trabalhadores para quê?, os trabalhadores que estão fora 12 horas por dia porque estão, vá, a trabalhar, chegam a casa e metem os carros onde o sol não brilha sob pena de terem que pedir a insolvência por causa das multas que têm para pagar. O que é isto, senão uma valente borrifadela para o eleitor?!

Da mesma forma, não quis saber dos munícipes quando as calçadas estão todas esburacadas e ninguém as conserta. Tanta coisa com a protecção da terceira idade, mas todos os dias caem idosos na rua por causa dos buracos.
A mesma coisa com os buracos na estrada, as passadeiras mal assinaladas, os sinais de trânsito escondidos, os semáforos loucos o trânsito medonho dentro da cidade porque está toda a gente muito ocupada a levar os velhos a passear e a dar livros da escola primária aos putos (que agora são gratuitos para toda a gente, cortesia do Ministério da Educação).

O PC não quis saber dos munícipes quando a recolha do lixo não funciona e quando não há ecopontos senão a cada 5 km. Mas o importante é criar uma maratona qualquer que fecha as entradas e saídas da cidade durante um dia inteiro e depois cria, por sua vez, um trânsito acumulado de 6 horas para quem?, para quem vive em Almada, pois claro.

O PC não quis saber dos munícipes quando colocou pontos de recolha com sacos para dejectos dos animais a cada 10 km, para que as pessoas que têm animais os possam levar a passear e fazer o asseio dos bichos. Não, não senhor. O importante é gastar dinheiro a colar 15785 cartazes a anunciar os próximos dias de espectáculos que todos os dias passam por Almada, enquanto os munícipes passam por um mar de merda para atravessarem a estrada.

O PC não quis saber dos munícipes quando decidiu que era mais importante colocar postes com vasos de flores que gastam rios de água para serem regados do que rever a politica de iluminação ou ponderar construir mais um centro de saúde. E não me venham cá dizer que não há cabimento... Almada é um município com superavit, há dinheiro para tudo e mais um par de botas, mas só para aquilo que o PC entendia.

Há que dizer que a oferta cultural é francamente boa. Em Almada, ninguém se aborrece. Teatro, dança, festivais, música, concertos, you name it. Tudo isto a Câmara patrocinou, incluindo o Sol da Caparica. Tudo o que o povo quiser para entreter, o povo tem. Pão e circo, meus amigos, pão e circo.

Agora, acabou-se. O povo e os trabalhadores, como lhes chamam, estão fartos de gente que não quer saber deles.



Um última nota que, no meu humilde entendimento, só vem demonstrar, mais uma vez, que o PC vive na redoma da sua própria realidade e que segue em frente, sempre e sob qualquer circunstância, sem olhar às consequências, sem retirar uma lição, sem reter qualquer aprendizagem de tudo isto:

Camarada Jerónimo, que atitude feia nesse seu discurso da noite anterior... Um discurso ressabiado, invejoso, rancoroso e ligeiramente infantil.
Quem perdeu não foi o PC, foram as populações. Quando correr mal daqui a 4 anos, vão chamar o PC de volta para endireitarem as coisas. O PC saiu vitorioso, apesar de perder 10 câmaras.
O que é isto? É esta a vossa versão de perder com dignidade? Não sabem reconhecer os erros?

Mais: o senhor discursou por volta das 22h com estes dizeres poucos educados, mas ainda assim, enigmáticos dado que ainda não era conhecido o resultado da votação.
Mas o Camarada sabia.
Sabia o que se tinha passado em Almada. Sabia, porque esses recadinhos de amor eram dirigidos à população de Almada.
Sabia, mas não quis assumir, deixando isso para mais tarde, para os comunicados tardios. Não faltou a coragem para mandar a farpa, mas para dizer a toda a gente que tinham perdido o bastião da Margem Sul, já não se é tão corajoso. Uma pena, Camarada, uma pena. E digo isto com genuína lástima, que sou de esquerda e custa-me ver a esquerda a fazer figuras tristes.

O PC perdeu Almada porque não quis saber dos munícipes. Durante anos, fomos ignorados e maltratados.


Chega, agora, a hora da mudança. Espero que quem agora chega saiba honrar o voto de confiança e, sobretudo, honrar os munícipes.


Então e as Autárquicas? - Breves Notas

- Basílio Horta ganha maioria absoluta em Sintra (minha bela terra) depois de uma campanha nojenta levada a cabo pelo Dr. Marco Almeida que só soube fazer política pela maledicência e pela calúnia. Maneiras que enfiou a bandeirinha debaixo do braço e foi embora depois da derrota estrondosa, levando com ele todos os reaças que o acompanhavam. Chupem!!!

- Parece que o PSD levou uma senhora abada pelas trombas abaixo...

- Fernando Medina ganhou sem maioria, mas ninguém ficou lá muito ralado porque a noite foi de festa para o PS.

- A Cristas parecia que tinha ganho a Presidência da República.

 - Passos Coelho não sabia onde se enfiar.

- PS venceu em Almada depois de 41 anos de governação comunistas (esta merece um post autónomo, que seguirá dentro de momentos).

- Mesmo assim, ainda houve mais de 40% de abstenção, o que não deixa de ser um bocado vergonhoso.

- Foi, sobretudo, uma noite cómica, em especial para o PSD. (tomem!!!!!!!!)

27.09.14 (pelo atraso, me penitencio)


Há 3 anos comemos excelentemente, dançámos excelentemente, festejámos excelentemente.
Foi um dia memorável.
Como memoráveis têm sido os dias desde então.
Para comemorar, a little sushi no sítio do costume, que mudou de sítio (que ironia...) mas continua do melhor.
Tenho andado um bocado ocupada.
A judicatura atingiu-me com o seu punho de ferro em cheio nas trombas e todo o tempo que tenho é, ao contrário do que foi apanágio durante anos, exclusivamente para trabalhar.
Até tinha algumas coisas giras para partilhar, mas tudo a judicatura consome.

Foda-se mais a isto.