sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

E Não Querem Lá Ver ...?


Eu que, feita ursa, estive tanto tempo a dormir, que nem comentei que temos um governo de Esquerda?? Com o apoio do Bloco e do PCP, a sério?!

Contra todas as perspectivas e todos os ventos e marés que se levantaram contra a ideia, veio um tempo diferente e verdadeiramente inédito para este país.

Vamos ver até onde podemos ir.

Para já, é aguardar com alguma esperança.

Cinema Nº ... Coiso - O Último, Prometo

Voltei ao meu certame (palavra amorosa) preferido: Ciclo de Cinema Israelita, que já vai no 8º ano consecutivo.
Gosto sempre de ir a este festival, ver o meu povo, como diz o meu ilustre marido. Tem sempre coisas novas, gente engraçada e uma perspectiva diferente de cultura.

Este ano, numa toada mais séria do que a do ano anterior, onde só me apeteceu comédias, vi este:

 
Conta a história de três irmãos que procuram desesperadamente o segredo da sua mãe, após a morte desta.
 Poder-se-ia esperar daqui um dramalhão e um chorrilho de clichés, mas nada disso sucede.
Apesar da carga dramática do argumento, tem muitos traços de humor e um final verdadeiramente surpreendente exactamente porque foge a todos os clichés em que se afogam os filmes do género, e é brilhante por isso.
Muito bom!



Coisas Que Vejo Por Aí # 29 (para desanuviar antes de atacar novamente)


É sempre bom quando a arte chega ao sítio onde se mora.
E a minha ilustre terra de residência, que já se sabe que as minhas origens são mais longínquas e também mais mitras, tem muita oferta artística e cultural.

Tive o privilégio de assistir a Hamlet, que dispensa apresentações, no dia da estreia.
O texto, absolutamente extraordinário, contou com uma encenação particularmente boa,  interpretações razoáveis e cenários bem imaginados.

Talvez por ser a noite de estreia, notava-se algum nervosismo no elenco, principalmente no protagonista, que teve ligeiros percalços ao longo das 4 horas de actuação. Nada que bata, no entanto, o verdadeiro terror provocado pelo próprio encenador que também participava na peça que, esquecendo-se do texto, deixou escapar uma ou outra expressão de vernáculo em todo o seu esplendor. (pode dar-se o caso de ter ouvido mal, mas para ouvir vernáculo, e dizê-lo, claro está, estou cá eu). Mas mesmo assim, não foi nada mau.

Way to go!

Cinema Nº ... Coiso - Mais Um, Ainda

Adorei.
As interpretações, a história, o contexto histórico.
Muito bom!

Cinema Nº ... Coiso - Mais Uma Vez

Muito tocante, principalmente por contar uma história quase desconhecida.
Muito bom.

Cinema Nº ... Coiso - Outra Vez

Muito interessante.
Tudo. A história, a fotografia, as interpretações.
E Mr. Hardy. Que é das coisinhas mai lindas e mai jeitosas que caminham neste mundo.
Ohhhh, Mr. Hardy, Mr. Hardy...
Só por ele vale a pena.

Cinema Nº ... Coiso

E para recomeçar as hostilidades, nada melhor que um despejar imenso de um imenso rol de filmes entretanto visualizados.
Comecemos:

Não está nada mau, não senhor.
Foi um belo final para uma série (com o Daniel Craig) que começou mais ou menos.
A coisa boa é que este Craig das couves já não volta mais.
Razoável, vá.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Hello?

Ainda está aí alguém?

É que não morri, ao contrário do que possa parecer...

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Amostra de Gato - XXVI


'É pá, ó minha, qu'ésta merda, ainda ontem cabia aqui na boa e agora sou obrigado a ficar com a bunda de fora, como um reles chouriço?! Vê lá se arranjas móveis decentes, mas é!'
, diz ele com aquela cara de cu que deus nosso senhor que arranjou.

Nada a Fazer - XXII


É impressão minha ou o Canadá acabou de eleger um Primeiro-Ministro sexy as hell?


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Impasse

Mas chega a haver governo ou não?

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 44ª


Cinema Nº ... Coiso

Não me lembro de ter visto, nos últimos tempos, um filme tão pretencioso e com tão pouco para oferecer.
O argumento, não sendo nada original, poderia estar melhor trabalhado até parecer uma coisa decente. Não há praticamente banda sonora. A fotografia está mediocre. Os actores - quase todos - são muito fraquinhos. Basicamente, acharam por bem contar a vida do bandido focando-se mais no aspecto animalesco da sua personalidade (é cá dos meus, tudo o que o chateava, matava) deixando de parte a coisa gira, que é a metodologia da profissão exercida.
A única coisa que está engraçadinha é a caracterização dos personagens, principalmente a de Johnny Depp, que está irreconhecível e extremamente bem construído. O pior é que dá a ideia que gastaram todo o orçamento do filme na maquilhagem e com os trocos fizeram o resto do filme.
Muito fraco.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Apetece-me Grandemente ser Porca #52

Ajudem-me lá aqui...

Sou só eu que acho que este zinho, para além de ter um olho para cada lado, anda a dar, forte e feio no eyeliner?!


Por Outro Lado

Já comecei a comprar prendas de Natal.

Sempre bom quando o entusiasmo chega cedo, certo?

Politiquices

Cheira-me que temos um grande vendaval por coisa nenhuma.

Ainda bem que tentam sacar alguma coisa positiva e apostar forte, mas acho que se estão a esquecer de uma coisa que, parecendo que não, que o homem em si é miserável, mas não podemos ignorá-lo, vem a demonstrar-se deveras pertinente: e o Cavaco, vai nesta conversa?

Leituras Nº ... Coiso

Torna-se muito interessante porque está relatado como se fosse uma amálgama extremamente organizada de memórias e peripécias deste momento fulcral da história do século XX.
Ninguém merece é ler um livro com umas letrinhas tão pequeninas, bolas...

Não Morri

... Pelo menos, por ora.
Estou só um bocadinho apagada.

Deve ser da chuva.


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 43ª


Cinema Nº ... Coiso

Adorável.
Divertido.
Inteligente.

Muito, muito bom!

(Nota: é preciso salientar que estou bastante impressionada com as gerações mais novas, que é como quem diz, o bando de putos que estavam na mesma sala que eu para ver o filme. Tirando a parte do intervalo em que corriam por todos os lados e saltavam por cima dos pés de toda a gente, portaram-se incrivelmente. Já estive em salas com adultos muito mais barulhentos. Sehr gut!)

Cinema Nº ... Coiso

Não está mauzinho de todo, apesar do final um tanto surpreendente.
Woody Allen tem vindo a decair desde March Point; ao menos, não aparece no filme, o que só pode ser considerado uma benção.
Razoável.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 41ª


(esta vale pelo episódios que tiveram lugar durante o meu período de descanso, que dá muito trabalho estar a contabilizar tudo)

Leituras ... Qualquer Coisa Serve

É triste, mas a verdade é que está miserável. Tantos pormenores, tantas histórias paralelas interessantes e não há talento nenhum a escrever.
Seca, seca, seca.
Uma pena, porque material bom não falta.

Cinema Nº ... Coiso

Tudo funciona bem, neste filme.
O argumento, a banda sonora, os efeitos especiais...
E os protagonistas, que têm os dois muita saúdinha, com a graça de deus.

Muito bom.

Cinema Nº ... Coiso

Um bocado mortiço, mas com valentes sustos e um final um tanto original.

Cinema Nº ... Coiso

Não é nada de original, é certo, mas prega cada susto que dá dó.
Para filme de terror, é do melhorzinho que aí anda.

Leituras ... Qualquer Coisa Serve

(Tive bastante tempo em mãos, acreditem)

Que Grisham escreve bem, não há dúvida. Que sabe semear o interesse no leitor, também não. Que as histórias que escreve são riquíssimas em pormenores excelentes, também é ponto assente.

Mas também sabe dar grandes banhadas no culminar da história. Uma pessoa passa não sei quanto tempo com o friozinho na barriga para ler um grande desfecho e só encontra é coisa insípidas. Uma pena, que estragou uma autêntica obra de arte.

Enfim.

Leituras ... Qualquer Coisa Serve

Não havia o segundo livro da saga em lado nenhum; tive que me contentar com este, com uma míseras migalhas da história anterior.
Nada mau, claro, que este homem só escreve obras de arte.

Leituras ... Qualquer Coisa Serve

Adorei ler este porque, a bem da verdade, é o livro primeiro de Simon Scarrow na saga das Águias. E dá um duplo gosto: observar que o senhor é talentoso desde a primeira linha que escreve e perceber a evolução na escrita.
Muito bom.
Não descanso enquanto não ler a colecção toda.

Por outro lado, como é que é possível esquecer um lugar destes?!

Se durante a maior parte da vida tentei convencer-me a mim própria que o dinheiro não trazia felicidade, sou obrigada a rever os meus valores quando me lembro o quão feliz fui com férias capitalistas.

Só me apetece ter uma tirada à velha e dizer, se houver vida e saúde, para o ano pode ser que haja mais.

Não Morri

Estou só deveras triste porque as férias, com as quais passei meses a fio a sonhar, passaram tão rápido que já (quase) não me lembro delas.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Vacances

Indo eu de férias, só quero mesmo é que se foda tudo.
Até Setembro!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Fosse Foder-se e Faria Melhor Figura

As pessoas lembraram-se todas do dia de anos dele, ligaram-lhe a dar os parabéns.
Fazem-lhe uma grande festa quando chega, beijinhos e abraços para todo o lado.
Vai tudo almoçar fora com disposição de celebração.
Compram-lhe um presente e um postal que todos assinam com a maior das bondades e verdadeiro sentimento de congratulação.
Compram-lhe um bolo, velas, bebidas, preparam-lhe um lanchinho de aniversário.
E o cabrão com uma puta duma azia, duma má disposição que chega a raiar a má educação.

Se isto não é ingratidão, não sei que seja.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Não sei se já tive oportunidade de referir mas gosto mesmo da voz deste moço.

Amostra de Gato XXV




Quando não há mais nada onde meter os bigodes, comem-se uvas.
Assim caminha a espécie felina...

Puta Que Pariu Esta Merda Toda

Até me admiro como me esqueci de mencionar que me foderam o carro todo (outra vez)...
Que alegria, não é?

É um Bocado Disto ... Todos os Dias

(apesar de estar ali um pequeno erro ortográfico, a ideia é basicamente esta)

Não sei muito bem se hei de ficar contente porque este é o último fim-de-semana antes da última semana de trabalho ou simplesmente deseperada porque ainda falta uma semana desta merda.

Apetece-me Grandemente Ser Porca #51

Gosto mesmo, mas mesmo, mesmo muito, daquelas pessoas que têm as ideias, sim senhor, muito bem, louvável e tal, e fazem os convites para os eventos que imaginaram, que terão lugar na casa dos outros.

Isso é que é.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Bottom Line: Fodem Tudo o Que Gosto

Porque claramente não tenho o que fazer (ter, até tenho, mas está a dar-me uma preguiça descomunal e também não está aqui ninguém para ver), chegou a hora de fazer o comentário mais inútil e desprovido de sentido de sempre.

Parece que os meus queridos amigos, Nightwish, lançaram um novo álbum.


Novo, é como quem diz ... Deve ter saído lá para finais de Março, mas essa deve ter sido uma época em que realmente tinha coisas a fazer e a resenha final foi adiada.
Por um lado, até foi bom ter demorado tanto tempo a formalizar uma opinião definitiva. A verdade é que mudei algumas vezes de opinião, não radicalmente, é certo, mas pelo menos já não tenho vontade de rachar cabeças a eito.

Este é o álbum mais fraquinho de Nightwish.

Já consigo expressar esta opinião sem chorar muito nem berrar constantemente, mas é da aceitação que vem o primeiro passo para a cura, como dizem aqueles livros de filosofia pós-moderna. Custou-me admitir que esta gente que costumava fazer peças de arte em forma de música tenha escorregado uns valentes degraus até chegar a este patamar de quase mediocridade.

Problemas várias assolam Endless Forms Most Beautiful.

A começar no próprio título; o que é isto? Faltámos às aulas de gramática de inglês, foi? Ou apenas nos baldámos àquelas em que ensinaram que retirar (partes de) frases de um texto engraçado, e ao qual achámos um piadão, é simplesmente parvo? Aliado ao facto desta simples frase ter uma métrica horrenda ficar absolutamente estúpida quando enfiada às três pancadas num refrão, começamos muito mal.

Outro aspecto que se tornou problemático foi o facto de o álbum anterior ter sido conceptual. Torna-se quase um vício escrever dez ou doze canções sobre um único tema.
É compreensível que se tenha vontade de compôr e escrever sobre uma temática que dá gozo e que tem uma profundidade tal que nunca se torna repetitivo explorá-la. Resultou muitíssimo bem para o trabalho anterior, mas esse era assumidamente um álbum conceptual.
Este não é, mas acabou por ser, dada a quantidade de músicas sobre a mesma temática. Porém, em vez de ter um encadeamento lógico, como em Imaginaerum, em que é contada uma história com pés e cabeça, resulta uma amálgama de repetições dos mesmos conceitos.

Ainda outro pormenor que não deixa de ser triste é a qualidade da música em si, da melodia e do arranjo. Muito fraquinha, não em todas mas em algumas músicas.
Soam tal e qual uma daquelas bandas que tocam nas festas da aldeia, demasiado órgão, muito pouco trabalhado e muito árido no ouvido. É o caso de Endless Forms Most Beautiful, que dá nome ao trabalho. Cujo videoclip que acompanha está, também ele, catastrófico.

Infelizmente, não é caso isolado. Edema Ruh é um altar à brejeirice e podia muito bem ter sido composta pelo Emanuel ou pelo Clemente, que não teria saído pior. A letra é piegas e não se nota que foi escrita por um grande poeta.  Our Decades in the Sun tem uma letra fortíssima, mas um arranjo tenebroso, que arranha a alma e os ouvidos.  Yours is an Empty Hope é outro exemplo de como a métrica não anda grande coisa lá para os lados dos Conservatórios finlandeses. Tem muitas quebras e perde-se o sentido da música. Tão depressa se sente sono como desata tudo a partir cascalho... E My Walden parece música de festival da canção, apesar da letra ser um tanto ou quanto interessante.

O pior de tudo é que a maior parte das músicas neste álbum têm partes muito boas e extremamente bem orquestradas, com grandes picos e a parte vocal absolutamente estrondosa. E como é que isto pode ser mau, pensarão alguns? Porque fica tudo estragado já que a restante música soa pessimamente e quase que parece descontextualizada.
É claramente o caso de The Greatest Show On Earth que tem um verdadeiro poema na letra, com picos de orquestração muito bem feitos e em que a voz de Floor Jensen brilha em toda a linha, mas com partes mortas, sem interesse e que desviam a atenção do conteúdo da música com verdadeiros momentos 'WTF'. Também Élan tem uma letra lindíssima e seria uma grande música se não estivesse tremendamente mal composta e com laivos de música pimba.

Porém, nem tudo é mau; Alpenglow é francamente boa, a fazer lembrar os velhos álbuns, bem como Weak Fantasy, a trazer de volta o poderio metaleiro desta gente. Seguem-lhes o exemplo The Eyes of Sharbat Gula (a.k.a. a única música sem defeito neste trabalho) e Shudder Before The Beautiful que, apesar do nome estranho, é absolutamente extraordinária. A voz de Floor Jensen é maravilhosa e encaixa na banda como ninguém (vamos lá ver quanto tempo dura), sabe levar a melodia até à estratosfera e tem um grande potencial.

Resumindo, concluindo e baralhando: estou deveras aborrecida. Nunca pensei ter tantos defeitos a apontar a um trabalho de uma das minhas bandas de eleição. Endeusei Mr. Holopainen e bem que me lixei, que desgosto é a palavra que mais de apetece pronunciar quando penso nisto.

Vamos esperar que as actuações ao vivo sejam suficientes para encobrir as falhas (normalmente são) e que não repitam a brincadeira.

Mesmo.
A sério.

Por duas cascas de alho, arranjei esta beleza.

É desta que vem a sentença de interdição.

Gosto mesmo muito da voz deste moço.

2 Semanas

Quase, quase ...

segunda-feira, 27 de julho de 2015

De Volta à Adolescência

Quando era mais nova, sim que agora sou uma idosa a cair de podre, possuía uma Playstation 2 à qual dedicava bastante do meu tempo. Tinha alguns jogos que gostava bastante e que me deram muito gozo levar até ao fim, e cujas histórias guardo até hoje na memória.
Aquando da saída do ninho, deixei a Playstation para trás. Até porque, muito francamente, não tinha onde a arrumar, que sempre fui uma rapariga dada a ter coisas a mais e as tralhas que levei comigo ocupavam todo o espaço disponível. Agora que penso nisso, surpreende-me profundamente que nunca tenha exigido ao querido cônjuge que me emprestasse a parte do roupeiro que lhe pertence, ou me cedesse uma ou outra gaveta da mesa de cabeceira dele... Tenho a certeza que ele não tem assim tantas coisas que precise arrumar e a mim dava-me um jeito do caraças. Tenho que desenvolver melhor esta ideia...
Enfim, adiante.
Há poucas semanas, a filha esquecida retomou à casa de sua mãe. Que é como quem diz, lá se arranjou uma forma de enfiar para lá a máquina, mais os comandos, mais as merdas todas que aquilo tem, num cubículo minúsculo.
Já me tinha esquecido como aquilo é fixe. Dá vontade de não fazer mais nada a não ser explorar todos os cantinhos, todos os segredos e passar horas a rachar cabeças de monstros.
Este é o novo/velho vício.

Se alguém tiver o II e o quiser vender por duas cascas de alho, sou capaz de o comprar.


Cinema Nº ... Coiso

Confesso que ia sem vontade nenhuma e com as expectativas muito em baixo, mas seguir as sugestões de senhor meu marido nunca me trouxe senão boas supresas e peças de arte absolutamente maravilhosas.
Esta é uma delas.
Paul Dano é excelente e dá uma vivacidade ao filme fora de série.
Excelente!

Leituras ... Qualquer Coisa Serve

Simon Scarrow é um excelente escritor, um grande contador de histórias e um soberbo descritor de cenas de guerra e porrada em geral. Também é muito bom a descrever enredos de conspiração. E é um grande autor de romances históricos (se bem que esta saga de romance tenha muito pouco; é mais porrada. E intrigas. Também tem algum erotismo, mas é fraquinho. Essencialmente porrada. Adiante...)
Deixa sempre um gostinho a pouco, no fim de cada livro. Dá vontade de não fazer mais nada a não ser ler desenfreadamente tudo o que este homem tenha escrito.
(Já açambarquei mais dois, para as férias.)
Muito bom!

Cinema Nº ... Coiso

Surpreendentemente, está brutal.
Ian Mclellen está extremamente bem caracterizado e é soberbo no papel.
Muito bom!

quinta-feira, 23 de julho de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

É Mais ou Menos Isto Que Me Acontece Quando Vou à Missa


Coisas Que Vejo Por Aí #29

         Obviamente que esta voz é inconfundível. Obviamente se o homem fizesse qualquer coisa de novo e fora da alçada de Rammstein, eu iria ouvir. Obviamente que não poderia deixar passar em branco.

Daquilo que ouvi, parece-me muito bem; apenas porque o alinhamento não anda muito longe daquilo a que soa Rammstein. A sonoridade é bastante parecida e fica no ouvido (no meu, pelo menos) pela familiaridade. É de louvar a mistura e o brilhante poder do metal. No entanto, creio que Lindemann não devia cantar noutra língua que não seja a sua. Quando canta em alemão, a voz é estrondosa e possante, mas harmoniosa e extremamente melódica. Já a cantar em inglês parece uma grafonola rouca; dá a ideia que se esforça mais por pronunciar correctamente as palavras do que propriamente em cantá-las. Perde-se um pouco da sua graça, o que é uma pena.

Mas tirando isso, está muito bem, sim senhor.

Coisas que Vejo Por Aí #28

Sem qualquer sombra de qualquer dúvida, posso dizer que este foi o melhor pedaço de arte a que assiti nos últimos tempos.
Completamente fora dos eixos da normalidade, é uma experiência única para quem a vive.
A atmosfera é pesada, cheia de mistério e extremamente densa, fantasmagórica e negra, muito vívida.
As interpetações estão muito bem conseguidas e a expressão corporal de todos eles é para lá de soberba.
Nada tem a ver com a habitual ida ao teatro; é a vivência do teatro em si, a proximidade, todos os sentidos são abarcados naquelas míseras horas.
Excelente e recomedável.
Muito.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Cinema Nº ... Coiso

História um tanto previsível, mas com um certo encanto.
Bruta e cruel, fica na memória pela excelente fotografia.
Bom!

quarta-feira, 8 de julho de 2015