É triste, mas a verdade é que está miserável. Tantos pormenores, tantas histórias paralelas interessantes e não há talento nenhum a escrever.
Seca, seca, seca.
Uma pena, porque material bom não falta.
Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Cinema Nº ... Coiso
Tudo funciona bem, neste filme.
O argumento, a banda sonora, os efeitos especiais...
E os protagonistas, que têm os dois muita saúdinha, com a graça de deus.
Muito bom.
O argumento, a banda sonora, os efeitos especiais...
E os protagonistas, que têm os dois muita saúdinha, com a graça de deus.
Muito bom.
Cinema Nº ... Coiso
Não é nada de original, é certo, mas prega cada susto que dá dó.
Para filme de terror, é do melhorzinho que aí anda.
Para filme de terror, é do melhorzinho que aí anda.
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
(Tive bastante tempo em mãos, acreditem)
Que Grisham escreve bem, não há dúvida. Que sabe semear o interesse no leitor, também não. Que as histórias que escreve são riquíssimas em pormenores excelentes, também é ponto assente.
Mas também sabe dar grandes banhadas no culminar da história. Uma pessoa passa não sei quanto tempo com o friozinho na barriga para ler um grande desfecho e só encontra é coisa insípidas. Uma pena, que estragou uma autêntica obra de arte.
Enfim.
Que Grisham escreve bem, não há dúvida. Que sabe semear o interesse no leitor, também não. Que as histórias que escreve são riquíssimas em pormenores excelentes, também é ponto assente.
Mas também sabe dar grandes banhadas no culminar da história. Uma pessoa passa não sei quanto tempo com o friozinho na barriga para ler um grande desfecho e só encontra é coisa insípidas. Uma pena, que estragou uma autêntica obra de arte.
Enfim.
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Não havia o segundo livro da saga em lado nenhum; tive que me contentar com este, com uma míseras migalhas da história anterior.
Nada mau, claro, que este homem só escreve obras de arte.
Nada mau, claro, que este homem só escreve obras de arte.
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Adorei ler este porque, a bem da verdade, é o livro primeiro de Simon Scarrow na saga das Águias. E dá um duplo gosto: observar que o senhor é talentoso desde a primeira linha que escreve e perceber a evolução na escrita.
Muito bom.
Não descanso enquanto não ler a colecção toda.
Muito bom.
Não descanso enquanto não ler a colecção toda.
Por outro lado, como é que é possível esquecer um lugar destes?!
Se durante a maior parte da vida tentei convencer-me a mim própria que o dinheiro não trazia felicidade, sou obrigada a rever os meus valores quando me lembro o quão feliz fui com férias capitalistas.
Só me apetece ter uma tirada à velha e dizer, se houver vida e saúde, para o ano pode ser que haja mais.
Se durante a maior parte da vida tentei convencer-me a mim própria que o dinheiro não trazia felicidade, sou obrigada a rever os meus valores quando me lembro o quão feliz fui com férias capitalistas.
Só me apetece ter uma tirada à velha e dizer, se houver vida e saúde, para o ano pode ser que haja mais.
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Das Coisas fora dos limites do 202º CC
Não Morri
Estou só deveras triste porque as férias, com as quais passei meses a fio a sonhar, passaram tão rápido que já (quase) não me lembro delas.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Fosse Foder-se e Faria Melhor Figura
As pessoas lembraram-se todas do dia de anos dele, ligaram-lhe a dar os parabéns.
Fazem-lhe uma grande festa quando chega, beijinhos e abraços para todo o lado.
Vai tudo almoçar fora com disposição de celebração.
Compram-lhe um presente e um postal que todos assinam com a maior das bondades e verdadeiro sentimento de congratulação.
Compram-lhe um bolo, velas, bebidas, preparam-lhe um lanchinho de aniversário.
E o cabrão com uma puta duma azia, duma má disposição que chega a raiar a má educação.
Se isto não é ingratidão, não sei que seja.
Fazem-lhe uma grande festa quando chega, beijinhos e abraços para todo o lado.
Vai tudo almoçar fora com disposição de celebração.
Compram-lhe um presente e um postal que todos assinam com a maior das bondades e verdadeiro sentimento de congratulação.
Compram-lhe um bolo, velas, bebidas, preparam-lhe um lanchinho de aniversário.
E o cabrão com uma puta duma azia, duma má disposição que chega a raiar a má educação.
Se isto não é ingratidão, não sei que seja.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Puta Que Pariu Esta Merda Toda
Até me admiro como me esqueci de mencionar que me foderam o carro todo (outra vez)...
Que alegria, não é?
Que alegria, não é?
Não sei muito bem se hei de ficar contente porque este é o último fim-de-semana antes da última semana de trabalho ou simplesmente deseperada porque ainda falta uma semana desta merda.
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Posição Doutrinária
Apetece-me Grandemente Ser Porca #51
Gosto mesmo, mas mesmo, mesmo muito, daquelas pessoas que têm as ideias, sim senhor, muito bem, louvável e tal, e fazem os convites para os eventos que imaginaram, que terão lugar na casa dos outros.
Isso é que é.
Isso é que é.
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Piadas de Propriedade Privada
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Bottom Line: Fodem Tudo o Que Gosto
Porque claramente não tenho o que fazer (ter, até tenho, mas está a dar-me uma preguiça descomunal e também não está aqui ninguém para ver), chegou a hora de fazer o comentário mais inútil e desprovido de sentido de sempre.
Parece que os meus queridos amigos, Nightwish, lançaram um novo álbum.
Novo, é como quem diz ... Deve ter saído lá para finais de Março, mas essa deve ter sido uma época em que realmente tinha coisas a fazer e a resenha final foi adiada.
Por um lado, até foi bom ter demorado tanto tempo a formalizar uma opinião definitiva. A verdade é que mudei algumas vezes de opinião, não radicalmente, é certo, mas pelo menos já não tenho vontade de rachar cabeças a eito.
Este é o álbum mais fraquinho de Nightwish.
Já consigo expressar esta opinião sem chorar muito nem berrar constantemente, mas é da aceitação que vem o primeiro passo para a cura, como dizem aqueles livros de filosofia pós-moderna. Custou-me admitir que esta gente que costumava fazer peças de arte em forma de música tenha escorregado uns valentes degraus até chegar a este patamar de quase mediocridade.
Problemas várias assolam Endless Forms Most Beautiful.
A começar no próprio título; o que é isto? Faltámos às aulas de gramática de inglês, foi? Ou apenas nos baldámos àquelas em que ensinaram que retirar (partes de) frases de um texto engraçado, e ao qual achámos um piadão, é simplesmente parvo? Aliado ao facto desta simples frase ter uma métrica horrenda ficar absolutamente estúpida quando enfiada às três pancadas num refrão, começamos muito mal.
Outro aspecto que se tornou problemático foi o facto de o álbum anterior ter sido conceptual. Torna-se quase um vício escrever dez ou doze canções sobre um único tema.
É compreensível que se tenha vontade de compôr e escrever sobre uma temática que dá gozo e que tem uma profundidade tal que nunca se torna repetitivo explorá-la. Resultou muitíssimo bem para o trabalho anterior, mas esse era assumidamente um álbum conceptual.
Este não é, mas acabou por ser, dada a quantidade de músicas sobre a mesma temática. Porém, em vez de ter um encadeamento lógico, como em Imaginaerum, em que é contada uma história com pés e cabeça, resulta uma amálgama de repetições dos mesmos conceitos.
Ainda outro pormenor que não deixa de ser triste é a qualidade da música em si, da melodia e do arranjo. Muito fraquinha, não em todas mas em algumas músicas.
Soam tal e qual uma daquelas bandas que tocam nas festas da aldeia, demasiado órgão, muito pouco trabalhado e muito árido no ouvido. É o caso de Endless Forms Most Beautiful, que dá nome ao trabalho. Cujo videoclip que acompanha está, também ele, catastrófico.
Infelizmente, não é caso isolado. Edema Ruh é um altar à brejeirice e podia muito bem ter sido composta pelo Emanuel ou pelo Clemente, que não teria saído pior. A letra é piegas e não se nota que foi escrita por um grande poeta. Our Decades in the Sun tem uma letra fortíssima, mas um arranjo tenebroso, que arranha a alma e os ouvidos. Yours is an Empty Hope é outro exemplo de como a métrica não anda grande coisa lá para os lados dos Conservatórios finlandeses. Tem muitas quebras e perde-se o sentido da música. Tão depressa se sente sono como desata tudo a partir cascalho... E My Walden parece música de festival da canção, apesar da letra ser um tanto ou quanto interessante.
O pior de tudo é que a maior parte das músicas neste álbum têm partes muito boas e extremamente bem orquestradas, com grandes picos e a parte vocal absolutamente estrondosa. E como é que isto pode ser mau, pensarão alguns? Porque fica tudo estragado já que a restante música soa pessimamente e quase que parece descontextualizada.
É claramente o caso de The Greatest Show On Earth que tem um verdadeiro poema na letra, com picos de orquestração muito bem feitos e em que a voz de Floor Jensen brilha em toda a linha, mas com partes mortas, sem interesse e que desviam a atenção do conteúdo da música com verdadeiros momentos 'WTF'. Também Élan tem uma letra lindíssima e seria uma grande música se não estivesse tremendamente mal composta e com laivos de música pimba.
Porém, nem tudo é mau; Alpenglow é francamente boa, a fazer lembrar os velhos álbuns, bem como Weak Fantasy, a trazer de volta o poderio metaleiro desta gente. Seguem-lhes o exemplo The Eyes of Sharbat Gula (a.k.a. a única música sem defeito neste trabalho) e Shudder Before The Beautiful que, apesar do nome estranho, é absolutamente extraordinária. A voz de Floor Jensen é maravilhosa e encaixa na banda como ninguém (vamos lá ver quanto tempo dura), sabe levar a melodia até à estratosfera e tem um grande potencial.
Resumindo, concluindo e baralhando: estou deveras aborrecida. Nunca pensei ter tantos defeitos a apontar a um trabalho de uma das minhas bandas de eleição. Endeusei Mr. Holopainen e bem que me lixei, que desgosto é a palavra que mais de apetece pronunciar quando penso nisto.
Vamos esperar que as actuações ao vivo sejam suficientes para encobrir as falhas (normalmente são) e que não repitam a brincadeira.
Mesmo.
A sério.
Parece que os meus queridos amigos, Nightwish, lançaram um novo álbum.
Novo, é como quem diz ... Deve ter saído lá para finais de Março, mas essa deve ter sido uma época em que realmente tinha coisas a fazer e a resenha final foi adiada.
Por um lado, até foi bom ter demorado tanto tempo a formalizar uma opinião definitiva. A verdade é que mudei algumas vezes de opinião, não radicalmente, é certo, mas pelo menos já não tenho vontade de rachar cabeças a eito.
Este é o álbum mais fraquinho de Nightwish.
Já consigo expressar esta opinião sem chorar muito nem berrar constantemente, mas é da aceitação que vem o primeiro passo para a cura, como dizem aqueles livros de filosofia pós-moderna. Custou-me admitir que esta gente que costumava fazer peças de arte em forma de música tenha escorregado uns valentes degraus até chegar a este patamar de quase mediocridade.
Problemas várias assolam Endless Forms Most Beautiful.
A começar no próprio título; o que é isto? Faltámos às aulas de gramática de inglês, foi? Ou apenas nos baldámos àquelas em que ensinaram que retirar (partes de) frases de um texto engraçado, e ao qual achámos um piadão, é simplesmente parvo? Aliado ao facto desta simples frase ter uma métrica horrenda ficar absolutamente estúpida quando enfiada às três pancadas num refrão, começamos muito mal.
Outro aspecto que se tornou problemático foi o facto de o álbum anterior ter sido conceptual. Torna-se quase um vício escrever dez ou doze canções sobre um único tema.
É compreensível que se tenha vontade de compôr e escrever sobre uma temática que dá gozo e que tem uma profundidade tal que nunca se torna repetitivo explorá-la. Resultou muitíssimo bem para o trabalho anterior, mas esse era assumidamente um álbum conceptual.
Este não é, mas acabou por ser, dada a quantidade de músicas sobre a mesma temática. Porém, em vez de ter um encadeamento lógico, como em Imaginaerum, em que é contada uma história com pés e cabeça, resulta uma amálgama de repetições dos mesmos conceitos.
Ainda outro pormenor que não deixa de ser triste é a qualidade da música em si, da melodia e do arranjo. Muito fraquinha, não em todas mas em algumas músicas.
Soam tal e qual uma daquelas bandas que tocam nas festas da aldeia, demasiado órgão, muito pouco trabalhado e muito árido no ouvido. É o caso de Endless Forms Most Beautiful, que dá nome ao trabalho. Cujo videoclip que acompanha está, também ele, catastrófico.
Infelizmente, não é caso isolado. Edema Ruh é um altar à brejeirice e podia muito bem ter sido composta pelo Emanuel ou pelo Clemente, que não teria saído pior. A letra é piegas e não se nota que foi escrita por um grande poeta. Our Decades in the Sun tem uma letra fortíssima, mas um arranjo tenebroso, que arranha a alma e os ouvidos. Yours is an Empty Hope é outro exemplo de como a métrica não anda grande coisa lá para os lados dos Conservatórios finlandeses. Tem muitas quebras e perde-se o sentido da música. Tão depressa se sente sono como desata tudo a partir cascalho... E My Walden parece música de festival da canção, apesar da letra ser um tanto ou quanto interessante.O pior de tudo é que a maior parte das músicas neste álbum têm partes muito boas e extremamente bem orquestradas, com grandes picos e a parte vocal absolutamente estrondosa. E como é que isto pode ser mau, pensarão alguns? Porque fica tudo estragado já que a restante música soa pessimamente e quase que parece descontextualizada.
É claramente o caso de The Greatest Show On Earth que tem um verdadeiro poema na letra, com picos de orquestração muito bem feitos e em que a voz de Floor Jensen brilha em toda a linha, mas com partes mortas, sem interesse e que desviam a atenção do conteúdo da música com verdadeiros momentos 'WTF'. Também Élan tem uma letra lindíssima e seria uma grande música se não estivesse tremendamente mal composta e com laivos de música pimba.
Porém, nem tudo é mau; Alpenglow é francamente boa, a fazer lembrar os velhos álbuns, bem como Weak Fantasy, a trazer de volta o poderio metaleiro desta gente. Seguem-lhes o exemplo The Eyes of Sharbat Gula (a.k.a. a única música sem defeito neste trabalho) e Shudder Before The Beautiful que, apesar do nome estranho, é absolutamente extraordinária. A voz de Floor Jensen é maravilhosa e encaixa na banda como ninguém (vamos lá ver quanto tempo dura), sabe levar a melodia até à estratosfera e tem um grande potencial.
Resumindo, concluindo e baralhando: estou deveras aborrecida. Nunca pensei ter tantos defeitos a apontar a um trabalho de uma das minhas bandas de eleição. Endeusei Mr. Holopainen e bem que me lixei, que desgosto é a palavra que mais de apetece pronunciar quando penso nisto.
Vamos esperar que as actuações ao vivo sejam suficientes para encobrir as falhas (normalmente são) e que não repitam a brincadeira.
Mesmo.
A sério.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
De Volta à Adolescência
Quando era mais nova, sim que agora sou uma idosa a cair de podre, possuía uma Playstation 2 à qual dedicava bastante do meu tempo. Tinha alguns jogos que gostava bastante e que me deram muito gozo levar até ao fim, e cujas histórias guardo até hoje na memória.
Aquando da saída do ninho, deixei a Playstation para trás. Até porque, muito francamente, não tinha onde a arrumar, que sempre fui uma rapariga dada a ter coisas a mais e as tralhas que levei comigo ocupavam todo o espaço disponível. Agora que penso nisso, surpreende-me profundamente que nunca tenha exigido ao querido cônjuge que me emprestasse a parte do roupeiro que lhe pertence, ou me cedesse uma ou outra gaveta da mesa de cabeceira dele... Tenho a certeza que ele não tem assim tantas coisas que precise arrumar e a mim dava-me um jeito do caraças. Tenho que desenvolver melhor esta ideia...
Enfim, adiante.
Há poucas semanas, a filha esquecida retomou à casa de sua mãe. Que é como quem diz, lá se arranjou uma forma de enfiar para lá a máquina, mais os comandos, mais as merdas todas que aquilo tem, num cubículo minúsculo.
Já me tinha esquecido como aquilo é fixe. Dá vontade de não fazer mais nada a não ser explorar todos os cantinhos, todos os segredos e passar horas a rachar cabeças de monstros.
Este é o novo/velho vício.
Se alguém tiver o II e o quiser vender por duas cascas de alho, sou capaz de o comprar.
Aquando da saída do ninho, deixei a Playstation para trás. Até porque, muito francamente, não tinha onde a arrumar, que sempre fui uma rapariga dada a ter coisas a mais e as tralhas que levei comigo ocupavam todo o espaço disponível. Agora que penso nisso, surpreende-me profundamente que nunca tenha exigido ao querido cônjuge que me emprestasse a parte do roupeiro que lhe pertence, ou me cedesse uma ou outra gaveta da mesa de cabeceira dele... Tenho a certeza que ele não tem assim tantas coisas que precise arrumar e a mim dava-me um jeito do caraças. Tenho que desenvolver melhor esta ideia...
Enfim, adiante.
Há poucas semanas, a filha esquecida retomou à casa de sua mãe. Que é como quem diz, lá se arranjou uma forma de enfiar para lá a máquina, mais os comandos, mais as merdas todas que aquilo tem, num cubículo minúsculo.
Já me tinha esquecido como aquilo é fixe. Dá vontade de não fazer mais nada a não ser explorar todos os cantinhos, todos os segredos e passar horas a rachar cabeças de monstros.
Este é o novo/velho vício.
Se alguém tiver o II e o quiser vender por duas cascas de alho, sou capaz de o comprar.
Cinema Nº ... Coiso
Confesso que ia sem vontade nenhuma e com as expectativas muito em baixo, mas seguir as sugestões de senhor meu marido nunca me trouxe senão boas supresas e peças de arte absolutamente maravilhosas.
Esta é uma delas.
Paul Dano é excelente e dá uma vivacidade ao filme fora de série.
Excelente!
Esta é uma delas.
Paul Dano é excelente e dá uma vivacidade ao filme fora de série.
Excelente!
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Simon Scarrow é um excelente escritor, um grande contador de histórias e um soberbo descritor de cenas de guerra e porrada em geral. Também é muito bom a descrever enredos de conspiração. E é um grande autor de romances históricos (se bem que esta saga de romance tenha muito pouco; é mais porrada. E intrigas. Também tem algum erotismo, mas é fraquinho. Essencialmente porrada. Adiante...)
Deixa sempre um gostinho a pouco, no fim de cada livro. Dá vontade de não fazer mais nada a não ser ler desenfreadamente tudo o que este homem tenha escrito.
(Já açambarquei mais dois, para as férias.)
Muito bom!
Deixa sempre um gostinho a pouco, no fim de cada livro. Dá vontade de não fazer mais nada a não ser ler desenfreadamente tudo o que este homem tenha escrito.
(Já açambarquei mais dois, para as férias.)
Muito bom!
Cinema Nº ... Coiso
Surpreendentemente, está brutal.
Ian Mclellen está extremamente bem caracterizado e é soberbo no papel.
Muito bom!
Ian Mclellen está extremamente bem caracterizado e é soberbo no papel.
Muito bom!
quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
terça-feira, 21 de julho de 2015
Coisas Que Vejo Por Aí #29
Obviamente que esta voz é inconfundível. Obviamente se o homem fizesse qualquer coisa de novo e fora da alçada de Rammstein, eu iria ouvir. Obviamente que não poderia deixar passar em branco.
Daquilo que ouvi, parece-me muito bem; apenas porque o alinhamento não anda muito longe daquilo a que soa Rammstein. A sonoridade é bastante parecida e fica no ouvido (no meu, pelo menos) pela familiaridade. É de louvar a mistura e o brilhante poder do metal. No entanto, creio que Lindemann não devia cantar noutra língua que não seja a sua. Quando canta em alemão, a voz é estrondosa e possante, mas harmoniosa e extremamente melódica. Já a cantar em inglês parece uma grafonola rouca; dá a ideia que se esforça mais por pronunciar correctamente as palavras do que propriamente em cantá-las. Perde-se um pouco da sua graça, o que é uma pena.
Mas tirando isso, está muito bem, sim senhor.
Daquilo que ouvi, parece-me muito bem; apenas porque o alinhamento não anda muito longe daquilo a que soa Rammstein. A sonoridade é bastante parecida e fica no ouvido (no meu, pelo menos) pela familiaridade. É de louvar a mistura e o brilhante poder do metal. No entanto, creio que Lindemann não devia cantar noutra língua que não seja a sua. Quando canta em alemão, a voz é estrondosa e possante, mas harmoniosa e extremamente melódica. Já a cantar em inglês parece uma grafonola rouca; dá a ideia que se esforça mais por pronunciar correctamente as palavras do que propriamente em cantá-las. Perde-se um pouco da sua graça, o que é uma pena.
Mas tirando isso, está muito bem, sim senhor.
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Comentário Jurídico da Latrina,
Posição Doutrinária
Coisas que Vejo Por Aí #28
Sem qualquer sombra de qualquer dúvida, posso dizer que este foi o melhor pedaço de arte a que assiti nos últimos tempos.
Completamente fora dos eixos da normalidade, é uma experiência única para quem a vive.
A atmosfera é pesada, cheia de mistério e extremamente densa, fantasmagórica e negra, muito vívida.
As interpetações estão muito bem conseguidas e a expressão corporal de todos eles é para lá de soberba.
Nada tem a ver com a habitual ida ao teatro; é a vivência do teatro em si, a proximidade, todos os sentidos são abarcados naquelas míseras horas.
Excelente e recomedável.
Muito.
Completamente fora dos eixos da normalidade, é uma experiência única para quem a vive.
A atmosfera é pesada, cheia de mistério e extremamente densa, fantasmagórica e negra, muito vívida.
As interpetações estão muito bem conseguidas e a expressão corporal de todos eles é para lá de soberba.
Nada tem a ver com a habitual ida ao teatro; é a vivência do teatro em si, a proximidade, todos os sentidos são abarcados naquelas míseras horas.
Excelente e recomedável.
Muito.
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Comentário Jurídico da Latrina
sábado, 18 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Cinema Nº ... Coiso
História um tanto previsível, mas com um certo encanto.
Bruta e cruel, fica na memória pela excelente fotografia.
Bom!
Bruta e cruel, fica na memória pela excelente fotografia.
Bom!
quarta-feira, 8 de julho de 2015
5 Semanas
Ainda agora acabei de chegar, mas já só penso em ir embora outra vez.
Trabalhar não é definitivamente para mim.
Trabalhar não é definitivamente para mim.
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Muito bom regressar aos 'velhos' tempos de Cato e Macro, quando as aventuras ainda tinham lugar na Britânia.
Muito vívido e cruel, consegue prender o leitor desde o primeiro até ao último capítulo, deixando aquele gostinho a saudade no final.
Muito bom.
Muito vívido e cruel, consegue prender o leitor desde o primeiro até ao último capítulo, deixando aquele gostinho a saudade no final.
Muito bom.
O Regresso
Sabe mal como tudo.
Estava tão habituadinha ao descanso, ao sossego, à tranquilidade e à falta de horários e de obrigações...
Podia continuar nesta vida para sempre, mas deu-noss-senhori fez de mim pobre, nada a fazer...
Estava tão habituadinha ao descanso, ao sossego, à tranquilidade e à falta de horários e de obrigações...
Podia continuar nesta vida para sempre, mas deu-noss-senhori fez de mim pobre, nada a fazer...
sexta-feira, 26 de junho de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
How Bad Is My Alzheimer's?
Cheguei à ilustre conlusão que comprei na Feira do Livro um livro que já tinha.
Um gosto deitar dinheiro à rua, não é?
A parte mais engraçada é que cheguei a outra brilhante conclusão: não o li. Por isso é que não me lembrava de o ter em casa. Nunca o abri.
Estou bem boa para ser internada.
Um gosto deitar dinheiro à rua, não é?
A parte mais engraçada é que cheguei a outra brilhante conclusão: não o li. Por isso é que não me lembrava de o ter em casa. Nunca o abri.
Estou bem boa para ser internada.
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Dos livros mais perturbadores que li até à data. Basicamente uma amalgama de contos, cada um mais sinistro que o outro, onde a realidade, a fantasia e os pensamentos dos personagens se fundem uns nos outros, deixando o leitor sem capacidade de compreender.
À sua maneira, muito bom.
À sua maneira, muito bom.
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Quantidade abissal de informação importante e interessante, contada por alguém que tem o dom de contar história como quem conta histórias.
Excelente.
Excelente.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Cinema Nº ... Coiso
Não é o melhor filme que já vi. Não tem as melhores interpretações de sempre, embora sejam francamente boas. A história não é por aí além de original. A temática está mais que vista.
No entanto, tem uma carga emocional fortíssima e muito vívida. Os pormenores e as reminiscências estão presentes em cada centímetro de tela. Acaba por ser uma história que merece ser contada.
Muito, muito bom.
No entanto, tem uma carga emocional fortíssima e muito vívida. Os pormenores e as reminiscências estão presentes em cada centímetro de tela. Acaba por ser uma história que merece ser contada.
Muito, muito bom.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Foda-se Mais a Isto
Nem vale a pena dizer nada.
Contam-se pelos dedos de uma só mão os factos retratados na série tal como aconteceram nos livros.
Neste último episódio, então, só se aproveitou a caminhada da vergonha da Cersei e a cena final do Jon Snow; o resto, tudo uma aldrabice nojenta.
Estou positivamente a cansar-me disto. É a série que não segue a história, é o homem que nunca mais acaba de escrever os livros... Mas há, de facto, alguma necessidade disto, se Mr. Martin vai acabar por matar toda a gente?
Contam-se pelos dedos de uma só mão os factos retratados na série tal como aconteceram nos livros.
Neste último episódio, então, só se aproveitou a caminhada da vergonha da Cersei e a cena final do Jon Snow; o resto, tudo uma aldrabice nojenta.
Estou positivamente a cansar-me disto. É a série que não segue a história, é o homem que nunca mais acaba de escrever os livros... Mas há, de facto, alguma necessidade disto, se Mr. Martin vai acabar por matar toda a gente?
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Eu e Ele - 17
Um qualquer profissional do foro estará, com toda a certeza, familiarizado com o Jurigest, que é basicamente o lançador oficial de tarefas e honorários por acto numa sociedade de advogados. Ferramenta de gestão de escritórios de advogados, é o nome pomposo que lhe colocaram.
Whatever: é a diferença entre saber quanto é que se cobra por uma merdice qualquer e atirar com um valor ao calhas para a nota de honorários. Somos tão organizadinhos e aprumados, não somos?
E todo este intróito para quê?
Aparentemente, enganei-me a lançar umas tarefas que tinha feito.
Em vez de as colocar numa pasta, dentro do mesmo cliente, coloquei noutra que, sendo muito semelhante, não era a correcta.
Chega a besta e ralha comigo. E, diga-se, desta vez, com razão.
Depois de me ajudar a corrigir o erro, dirigi-me a ele: Peço desculpa, Dr.
E ele responde, com toda a calma: Não faz mal.
Então, se não faz mal para que é que ralhou?
Whatever: é a diferença entre saber quanto é que se cobra por uma merdice qualquer e atirar com um valor ao calhas para a nota de honorários. Somos tão organizadinhos e aprumados, não somos?
E todo este intróito para quê?
Aparentemente, enganei-me a lançar umas tarefas que tinha feito.
Em vez de as colocar numa pasta, dentro do mesmo cliente, coloquei noutra que, sendo muito semelhante, não era a correcta.
Chega a besta e ralha comigo. E, diga-se, desta vez, com razão.
Depois de me ajudar a corrigir o erro, dirigi-me a ele: Peço desculpa, Dr.
E ele responde, com toda a calma: Não faz mal.
Então, se não faz mal para que é que ralhou?
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Eterno Problema
O problema das férias à vista é a enooooorme preguicite aguda que se instala e já só se contam os dias que faltam para que o descanso chegue.
Por exemplo, sem contar com o dia de hoje, já só faltam 7 dias úteis até poder borregar no sofá sem nada que fazer. E isto deu-me uma felicidade imensa, parecendo que não.
Tenho um problema, há que admiti-lo.
Por exemplo, sem contar com o dia de hoje, já só faltam 7 dias úteis até poder borregar no sofá sem nada que fazer. E isto deu-me uma felicidade imensa, parecendo que não.
Tenho um problema, há que admiti-lo.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Cinema Nº ... Coiso
Surpreendentemente, está muito bom.
Efeitos especiais tremendos e uma história razoavelmente bem estruturada.
Sehr gut!
Efeitos especiais tremendos e uma história razoavelmente bem estruturada.
Sehr gut!
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Coisas Que Vejo Por Aí - 27
Remake de baixa cotação, ok.
Não deixa de ser dos maiores mind fucks, em termos de filme, que alguma vez vi.
Se o remake é assim, como será o original ...
Muito, muito bom!
Não deixa de ser dos maiores mind fucks, em termos de filme, que alguma vez vi.
Se o remake é assim, como será o original ...
Muito, muito bom!
terça-feira, 9 de junho de 2015
Acho que se está a abordar este tema de forma incorrecta.
A questão não é porque é que saiu; é como é que entrou...
http://www.publico.pt/politica/noticia/manuela-moura-guedes-exaltase-e-abandona-em-directo-programa-da-rtp-1698378
A questão não é porque é que saiu; é como é que entrou...
http://www.publico.pt/politica/noticia/manuela-moura-guedes-exaltase-e-abandona-em-directo-programa-da-rtp-1698378
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Posição Doutrinária
Mais do Mesmo
Tenho evitado tecer qualquer tipo de comentário sobre a 5ª temporada de "Game of Thrones".
Porque seria uma sessão imensa de maledicência e ódio e não vale a pena.
Até porque tem parte interessantes e extremamente bem feitas, bem adaptadas e com interpretações para lá de boas.
O pior é mesmo o resto. As invenções. A aldrabice. O engodo.
Honestamente, gostava mesmo de saber como é que irão descalçar algumas botas nas próximas temporadas. É que com tanta pressa de matar personagens, meter umas nas camas de outros, mandar pessoas para terras onde nunca estiveram e fazer encontrar pessoas que nunca se viram
esquecem-se que a história ainda não está escrita na totalidade e que o autor pode querer mudar o rumo ao conto (como já fez tantas vezes) e deixa de fazer sentido.
Porém, convém não esquecer, e esta é uma nota para mim própria, que é o próprio autor que produz a série e, portanto, só se pode presumir que alinha e autoriza este tipo de idiotices que mancham a história que criou. Gostaria de pensar que não é o retorno em direitos de autor que o move, mas já deixei de ter ilusões acerca da boa índole da humanidade.
Entretanto, é esperar pelo fim da temporada e depois amargar com a porcaria inventada que daí advier.
Porque seria uma sessão imensa de maledicência e ódio e não vale a pena.
Até porque tem parte interessantes e extremamente bem feitas, bem adaptadas e com interpretações para lá de boas.
O pior é mesmo o resto. As invenções. A aldrabice. O engodo.
Honestamente, gostava mesmo de saber como é que irão descalçar algumas botas nas próximas temporadas. É que com tanta pressa de matar personagens, meter umas nas camas de outros, mandar pessoas para terras onde nunca estiveram e fazer encontrar pessoas que nunca se viram
esquecem-se que a história ainda não está escrita na totalidade e que o autor pode querer mudar o rumo ao conto (como já fez tantas vezes) e deixa de fazer sentido.
Porém, convém não esquecer, e esta é uma nota para mim própria, que é o próprio autor que produz a série e, portanto, só se pode presumir que alinha e autoriza este tipo de idiotices que mancham a história que criou. Gostaria de pensar que não é o retorno em direitos de autor que o move, mas já deixei de ter ilusões acerca da boa índole da humanidade.
Entretanto, é esperar pelo fim da temporada e depois amargar com a porcaria inventada que daí advier.
Sou Só Eu que Fico Feliz Por Não Ter que Vir Trabalhar?
A melhor coisa desta semana é ter um feriado e meio: o feriado nacional do 10 de junho e o meio de sexta-feira, correspondente a uma tarde livre derivado do facto de nos virem desparasitar a choça.
(nada de baratas, pulgas ou outros animais ferozes e maléficos, só formigas de asa, também conhecidas como térmitas de madeira seca)
Como é bom viver num antro que só atrai bicharada...
(nada de baratas, pulgas ou outros animais ferozes e maléficos, só formigas de asa, também conhecidas como térmitas de madeira seca)
Como é bom viver num antro que só atrai bicharada...
"Afinal, Você Tinha Razão"
Ao fim de 5 anos, 2 meses e 28 dias, venho a ouvir aquilo que já havia perdido a esperança de ouvir.
Hoje é um dia histórico.
Fechai-vos em casa, que devem chover picaretas e burros deverão estar para morrer, com toda a certeza.
Hoje é um dia histórico.
Fechai-vos em casa, que devem chover picaretas e burros deverão estar para morrer, com toda a certeza.
It Takes a Lot of Balls
"You may not like it minister but you have to admit it - Dumbledore has got style"
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-declaracao-de-socrates-na-integra-1698352
Etiquetas:
Posição Doutrinária
Feira do Livro 2015
Ou como arrecadar livralhada como não houvesse amanhã por meia dúzia de tostões.
Isso e ver sempre lá as mesmas avestruzes, todos os anos, sem falhar um único; podia ser uma espécie de promessa, que poético, que romântico, mas funciona mais como um mau presságio.
Isso e ver sempre lá as mesmas avestruzes, todos os anos, sem falhar um único; podia ser uma espécie de promessa, que poético, que romântico, mas funciona mais como um mau presságio.
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