Ou como arrecadar livralhada como não houvesse amanhã por meia dúzia de tostões.
Isso e ver sempre lá as mesmas avestruzes, todos os anos, sem falhar um único; podia ser uma espécie de promessa, que poético, que romântico, mas funciona mais como um mau presságio.
Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
terça-feira, 9 de junho de 2015
Cinema Nº ... Coiso
História muito interessante, pena ter sido um tanto mal explorada e o argumento ser um tanto ... deplorável, vá.
Mas tem Mr. Hardy, que é sempre um bom aditivo em qualquer filme.
Razoável.
Mas tem Mr. Hardy, que é sempre um bom aditivo em qualquer filme.
Razoável.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Hoje É Um Dia Muito Triste - Parte II
Ralph Fiennes sempre foi o prototipo de homem perfeito.
Todos os traços naquele rosto rasavam a divindade. Aquela voz de seda... Aquele olhar azul sem fim...
(suspiro)
Porém, o tempo é impiedoso. A idade tudo traz, como dizem os velhos.
Neste caso trouxe, para além do penteadinho sinistro para ele, um tremendo de um desgrosto para mim.
Não vale a pena gostar de coisas giras...
Todos os traços naquele rosto rasavam a divindade. Aquela voz de seda... Aquele olhar azul sem fim...
(suspiro)
Porém, o tempo é impiedoso. A idade tudo traz, como dizem os velhos.
Neste caso trouxe, para além do penteadinho sinistro para ele, um tremendo de um desgrosto para mim.
Não vale a pena gostar de coisas giras...
Hoje É Um Dia Muito Triste
Adeus, Mister JJ; foi um privilégio tê-lo connosco. Vá lá para a lagartagem e seja feliz.
Só é pena não fazer-se disto uma permuta; podemos ficar com o Marco Silva?
Para aquilo que percebo de futebol, ele tanto pode ser o melhor treinador do mundo como um zero à esquerda, mas ao menos, ficávamos com uma coisa boa e cheia de saúde no nosso clube do coração.
Pode ser?
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Apetece-me Grandemente Ser Porca - 50
Para o Ilustre Colega que estava no Serviço de Finanças Loures 1, lá plantado há 55 minutos, tal como eu, que ficou muito indignado por a minha ilustre pessoa ter usado o direito ao atendimento preferencial, quando mesmo nas barbas dele, uma outra Colega fez exactamente o mesmo, um pequeno recadinho, somente:
E, aqui entre nós que ninguém nos ouve: Querido Colega, você é rabeta. Isso mesmo. Paneleiro. Uma bichona louca e vadia. Quando perceber isso, a sua vida será mais feliz, acredite.
Bardamerda
terça-feira, 2 de junho de 2015
Cinema Nº ... Coiso
Leve e engraçadinho.
Porém, deve dar-se o devido desconto, que sou suspeita e aprecio grandemente filmes franceses, mesmo os mais parvos.
A quantidade de franceses giros por metro quadrado no filme também ajudam a gostar-se mais dele.
Mas isso é só um pormenor, claro.
Porém, deve dar-se o devido desconto, que sou suspeita e aprecio grandemente filmes franceses, mesmo os mais parvos.
A quantidade de franceses giros por metro quadrado no filme também ajudam a gostar-se mais dele.
Mas isso é só um pormenor, claro.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
segunda-feira, 25 de maio de 2015
8
Não sou pessoa de lamechice nem de pieguice nem de outras marmeladas que tais.
Não sou.
Já se sabe.
Passe-se à frente.
O que não significa que não tenha sentimentos.
Que os tenho. Em grande e larga escala.
E dias os há que merecem que se afaste, ainda que por meros momentos, a premissa da parvoíce instalada e se dê o enaltecimento devido ao que se tem. Que é tão grande e tão bom.
Há 8 anos atrás, começava uma nova etapa. Acabavam-se os dias negros, as desilusões, os temores, a pouca fé na humanidade. Começava uma boa fase. A melhor.
E foi o inaugurar de uma nova era, que se tornou a si própria naquilo que as palavras já indiciam: todos os dias têm algo de diferente, mas sempre com a componente de novidade. Porque tem sempre um sabor de frescura. Passaram-se 8 anos e ainda me parece que foi ontem, e que é tudo novo e brilhante.
Depois de tantos anos a maldizer a minha sorte e deitar ao vento tantas palavras de amargura e rancor, afinal o príncipe encantado sempre existia. E chegou para me dar mais do que mereço e mais do que pedi.
Sempre é verdade aquilo que se diz sobre as almas gémeas; existem mesmo e partilhar a vida com elas é o mesmo que vestir a própria pele: natural e sublime.
Não sou.
Já se sabe.
Passe-se à frente.
O que não significa que não tenha sentimentos.
Que os tenho. Em grande e larga escala.
E dias os há que merecem que se afaste, ainda que por meros momentos, a premissa da parvoíce instalada e se dê o enaltecimento devido ao que se tem. Que é tão grande e tão bom.
Há 8 anos atrás, começava uma nova etapa. Acabavam-se os dias negros, as desilusões, os temores, a pouca fé na humanidade. Começava uma boa fase. A melhor.
E foi o inaugurar de uma nova era, que se tornou a si própria naquilo que as palavras já indiciam: todos os dias têm algo de diferente, mas sempre com a componente de novidade. Porque tem sempre um sabor de frescura. Passaram-se 8 anos e ainda me parece que foi ontem, e que é tudo novo e brilhante.
Depois de tantos anos a maldizer a minha sorte e deitar ao vento tantas palavras de amargura e rancor, afinal o príncipe encantado sempre existia. E chegou para me dar mais do que mereço e mais do que pedi.
Sempre é verdade aquilo que se diz sobre as almas gémeas; existem mesmo e partilhar a vida com elas é o mesmo que vestir a própria pele: natural e sublime.
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Vide artº 1577º do Código Civil
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
É uma pena que todos os autores de thrillers só se lembrem de começar a escrever a verdadeira acção da história a 100 páginas do fim do livro.
Fica-se com a sensação que se andou a perder tempo com as 300 páginas anteriores...
Não obstante, é notável o trabalho de pesquisa e pormenor histórico, que é soberbo.
Surpreendente e, apesar da temática batida, muito interessante.
Fica-se com a sensação que se andou a perder tempo com as 300 páginas anteriores...
Não obstante, é notável o trabalho de pesquisa e pormenor histórico, que é soberbo.
Surpreendente e, apesar da temática batida, muito interessante.
Cinema Nº ... Coiso
Espectacular.
Mesmo.
Muito a sério.
O melhor de todos os Mad Max.
E tem Mr. Hardy, com muita saúdinha para dar e vender.
Mesmo.
Muito a sério.
O melhor de todos os Mad Max.
E tem Mr. Hardy, com muita saúdinha para dar e vender.
Cinema Nº ... Coiso
Não está mal, apesar das óbvias semelhanças com Birdman.
Torna-se um tanto enfadonho, mas Al Pacino é um actor que enche uma tela só com a sua mera presença, por isso, acaba por ser bastante razoável.
Torna-se um tanto enfadonho, mas Al Pacino é um actor que enche uma tela só com a sua mera presença, por isso, acaba por ser bastante razoável.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Esta Gente Só Me Dá Desgostos
Ai, ai...
Podia entrar pela música um tanto ou quanto duvidosa, mas espero fazê-lo em breve relativamente a todo o conteúdo do álbum, por isso, foquemo-nos no que salta à vista, que mais não é que um vídeo um tanto ou quanto parvo feito um tanto ou quanto às três pancadas.
A vestimenta da senhora é positivamente ridícula e foleira até à 15ª geração e, no conjunto, parecem um grupo de baile do 1º de Maio que se juntou para fazer uma soirée qualquer.
E tinham melhores músicas para lançar como 2º single, não muitas, mas havia material mais interessante.
O refrão fica com uma métrica horrenda porque horrendo é o nome da música (e já agora, o título do álbum).
Aquela dança parva da senhora é só isso mesmo: parva.
O senhor que mexe na areia logo no início do vídeo não corta as unhas desde as últimas invasões francesas.
E a parte em que a senhora vocalista é filmada a solo dá a ideia que estamos a ver a apresentação de uma música concorrente ao Festival da Canção.
Fico um tanto ou quanto triste, vá. Fodem tudo o que gosto.
Podia entrar pela música um tanto ou quanto duvidosa, mas espero fazê-lo em breve relativamente a todo o conteúdo do álbum, por isso, foquemo-nos no que salta à vista, que mais não é que um vídeo um tanto ou quanto parvo feito um tanto ou quanto às três pancadas.
A vestimenta da senhora é positivamente ridícula e foleira até à 15ª geração e, no conjunto, parecem um grupo de baile do 1º de Maio que se juntou para fazer uma soirée qualquer.
E tinham melhores músicas para lançar como 2º single, não muitas, mas havia material mais interessante.
O refrão fica com uma métrica horrenda porque horrendo é o nome da música (e já agora, o título do álbum).
Aquela dança parva da senhora é só isso mesmo: parva.
O senhor que mexe na areia logo no início do vídeo não corta as unhas desde as últimas invasões francesas.
E a parte em que a senhora vocalista é filmada a solo dá a ideia que estamos a ver a apresentação de uma música concorrente ao Festival da Canção.
Fico um tanto ou quanto triste, vá. Fodem tudo o que gosto.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Nonsense Talking Nº ... Qualquer Coisa
Ia a minha pessoa, toda lampeira, a uma sessão de julgamento totalmente dedicada a alegações.
Com tudo preparadinho, o processo estudado, os apontamentos feitos e abertos à minha frente, nada podia correr mal.
Eis que se me dá a travadinha, enrolo-me toda, vá de titubear e gaguejar como se não houvesse amanhã, e sai um discurso não de todo incorrecto, porque estava lá tudo o que havia para dizer, mas uma bodega pegada, digna de uma principiante. Que na verdade sou, não restem dúvidas. Mas já tive prestações melhores, e a simplicidade do caso merecia um discurso não tremente.
Merda para mim, portanto.
Porém, mais tarde, na mesma sala de audiências, ouço uma Ilustre Colega, nas suas alegações, dizer o seguinte:
- Dúvidas não restam que o arguido amandou o objecto à ora assistente.
E senti-me logo melhor.
Porque sou porca e maldosa, somente.
Com tudo preparadinho, o processo estudado, os apontamentos feitos e abertos à minha frente, nada podia correr mal.
Eis que se me dá a travadinha, enrolo-me toda, vá de titubear e gaguejar como se não houvesse amanhã, e sai um discurso não de todo incorrecto, porque estava lá tudo o que havia para dizer, mas uma bodega pegada, digna de uma principiante. Que na verdade sou, não restem dúvidas. Mas já tive prestações melhores, e a simplicidade do caso merecia um discurso não tremente.
Merda para mim, portanto.
Porém, mais tarde, na mesma sala de audiências, ouço uma Ilustre Colega, nas suas alegações, dizer o seguinte:
- Dúvidas não restam que o arguido amandou o objecto à ora assistente.
E senti-me logo melhor.
Porque sou porca e maldosa, somente.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Amostra de Gato XXIII
Já não sei que faça...
Esta gaita peluda trepa por todo o lado e enrosca-se em qualquer sítio, mesmo que o tal sítio seja a dois ou três metros do chão.
Tenho arrepios de puro medo se o estupor enfia as unhas no tecido e vai de escorregar por ali abaixo.
Já experimentei dar-lhe com a vassoura nas ventas, mas não consigo perceber se ele gosta mais de levar com a vassoura ou de se pendurar nas alturas...
Foda-se mais a isto...
Esta gaita peluda trepa por todo o lado e enrosca-se em qualquer sítio, mesmo que o tal sítio seja a dois ou três metros do chão.
Tenho arrepios de puro medo se o estupor enfia as unhas no tecido e vai de escorregar por ali abaixo.
Já experimentei dar-lhe com a vassoura nas ventas, mas não consigo perceber se ele gosta mais de levar com a vassoura ou de se pendurar nas alturas...
Foda-se mais a isto...
terça-feira, 5 de maio de 2015
Breves Notas
Um pequeno recadinho para os engraçadinhos que ontem resolveram deixar um caixote no meio da ponte, extensivel ao outro engraçadinho que resolveu fazer queixinhas disso à polícia e armar aquele caos que é sobejamente conhecido:
VÃO-SE FODER, PANELEIROS DO CARALHO!
Foda-se! Andassem vocês a trabalhar e não tinham tempo nem para andar a largar merdas na faixa de rodagem nem para andar a mandar recadinhos à polícia a dizer que o menino da frente deitou não-sei-o-quê para o chão!
Era bem feita que levassem com uma manada de vacas pelo cu acima, coirões de merda!
VÃO-SE FODER, PANELEIROS DO CARALHO!
Foda-se! Andassem vocês a trabalhar e não tinham tempo nem para andar a largar merdas na faixa de rodagem nem para andar a mandar recadinhos à polícia a dizer que o menino da frente deitou não-sei-o-quê para o chão!
Era bem feita que levassem com uma manada de vacas pelo cu acima, coirões de merda!
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Da Idade Idosa
Estou a ficar velha.
Muito velha.
Detecto que não tenho tanta paciência, que já de si era pouca, para disparates e coisas normais da pouca sapiência. Não tenho paciência para a estupidez e a distração. Não tenho paciência para a vida, no fundo.
Pergunta aquela alminha, com o ar mais natural do mundo, o que é o balcão nacional do arrendamento.
Depois de recuperar lentamente do AVC que se me deu entretanto, lá consigo levantar-me do chão e olhar para a criatura, como antes nunca a tinha olhado.
Entretanto esqueci-me que também já fui estagiária e que nem hoje sei o que devia saber, quanto mais ... Esqueci-me que felizmente ainda fiz o estágio em nova e que não tenho 50 anos nem uma casa cheia de filhos para tratar enquanto tento trabalhar alguma coisa na advocacia.
Esqueci-me o que era ser largada às feras e ter orais todos os dias, enquanto os colegas andavam às voltas com novas questões para me colocar e embaraçar.
Esqueci-me de tudo isso.
Mas não disse nada.
Mas pensei, pensei muitas coisas das quais não me orgulho nem só um bocadinho.
Perdi a juventude, hoje, porque me esqueci o que é ser estagiário e saber pouco, avaliado por advogados, que não sabem nada.
Estou velha.
Muito velha.
Muito velha.
Detecto que não tenho tanta paciência, que já de si era pouca, para disparates e coisas normais da pouca sapiência. Não tenho paciência para a estupidez e a distração. Não tenho paciência para a vida, no fundo.
Pergunta aquela alminha, com o ar mais natural do mundo, o que é o balcão nacional do arrendamento.
Depois de recuperar lentamente do AVC que se me deu entretanto, lá consigo levantar-me do chão e olhar para a criatura, como antes nunca a tinha olhado.
Entretanto esqueci-me que também já fui estagiária e que nem hoje sei o que devia saber, quanto mais ... Esqueci-me que felizmente ainda fiz o estágio em nova e que não tenho 50 anos nem uma casa cheia de filhos para tratar enquanto tento trabalhar alguma coisa na advocacia.
Esqueci-me o que era ser largada às feras e ter orais todos os dias, enquanto os colegas andavam às voltas com novas questões para me colocar e embaraçar.
Esqueci-me de tudo isso.
Mas não disse nada.
Mas pensei, pensei muitas coisas das quais não me orgulho nem só um bocadinho.
Perdi a juventude, hoje, porque me esqueci o que é ser estagiário e saber pouco, avaliado por advogados, que não sabem nada.
Estou velha.
Muito velha.
Cinema Nº ... Coiso
Er ... nhá...
Não aquece nem arrefece; uma temática tão rica, com tanto potencial e fazem uma coisinha tão sem sal...
Enfim...
Não aquece nem arrefece; uma temática tão rica, com tanto potencial e fazem uma coisinha tão sem sal...
Enfim...
Cinema Nº ... Coiso
Distribuição de fruta a que já nos habituou o Sr. Liam Neeson.
Mais do mesmo, mas um bom filme, com boas interpretações.
Mais do mesmo, mas um bom filme, com boas interpretações.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
terça-feira, 28 de abril de 2015
Reformulando
Não morri, mas quase.
A Judicatura atropelou-de de forma violenta e deixou-me derreada.
Entretanto, coisas giras devem ter acontecido por esse mundo fora, mas estive sempre enfiada em merda demais para poder ver essas coisas giras.
É a vida que eu escolhi, como diria aquele senhor que canta pimbalhices.
É tudo muito lindo, acção, aventura, coisas novas.
Tudo muito lindo.
Só ninguém me tinha dito que é tudo feito com base da falta de sono.
Foda-se.
A Judicatura atropelou-de de forma violenta e deixou-me derreada.
Entretanto, coisas giras devem ter acontecido por esse mundo fora, mas estive sempre enfiada em merda demais para poder ver essas coisas giras.
É a vida que eu escolhi, como diria aquele senhor que canta pimbalhices.
É tudo muito lindo, acção, aventura, coisas novas.
Tudo muito lindo.
Só ninguém me tinha dito que é tudo feito com base da falta de sono.
Foda-se.
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Profissão: Advogada
sexta-feira, 17 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Amostra de Gato XIX
'Finjo que estou sossegado na minha vidinha, mas assim que se aproxima alguém com uma coisa parecida com uma máquina que tira fotografias, armo-me logo em parvo.'
segunda-feira, 6 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Amostra de Gato XVII
Não querem lá ver que esta monstruosidade já faz um ano?!
Na viragem para a idade adulta, não há melhoras nenhumas, continua porco e mau. Só não é feio.
Na viragem para a idade adulta, não há melhoras nenhumas, continua porco e mau. Só não é feio.
terça-feira, 31 de março de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
A genialidade também se mede pela capacidade de explicar e fazer-se entender.
Nesse campo, como noutros, Stephen Hawking é genial.
Os conceitos complexos e difíceis que ensina chegam aos leitores com uma clareza e uma simplicidade surpreendentes.
Muito bom.
Nesse campo, como noutros, Stephen Hawking é genial.
Os conceitos complexos e difíceis que ensina chegam aos leitores com uma clareza e uma simplicidade surpreendentes.
Muito bom.
sexta-feira, 27 de março de 2015
Eu e Ele - 16
Ele odeia perfume. Não pode sequer com uma leve sugestão de fragrância, que fica logo com náuseas e dores de cornos.
Eu entorneide propósito um frasco (de amostra) de perfume pela casa fora.
Agora, fode-te, cabrão.
Eu entornei
Agora, fode-te, cabrão.
Nada a Fazer XXI
Alexandre Nero
Mas não é um protagonista qualquer; é um senhor protagonista, muito bem apessoado e cheio de saúdinha, da boa e da grossa.
Houvesse mais novelas com este espécime e era ver-me alapada no sofá todas as noites, a ver novelas e a fazer crochet, qual idosa de 120 anos ...
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Benfeitorias Voluptuárias
quinta-feira, 26 de março de 2015
Ameaça de Bomba no Tribunal de Sintra
Juros que não dei por nada.
Estava no estacionamento, dentro do carro, a ler e a fumar, como é meu apanágio quando vejo uma louca desvairada a correr para a própria viatura a gritar "ameaça de bomba!!!".
A parte mais emocionante foi esperar ordeiramente na imensa fila de carros que se gerou, enquanto a GNR comandava o trânsito. Uma emoção fortíssima, portanto.
Vou começar a fazer o mesmo: de cada vez que tiver um julgamento que não me apeteça fazer, vou ligar para lá a dizer que está uma bomba no caixote do lixo, pode ser que pegue.
Merda para isto.
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Isto Só a Mim...
terça-feira, 24 de março de 2015
Cinema Nº ... Coiso
Fraquinho, muito fraquinho.
Plágio de centenas de outros filmes, incapaz de desenvolver uma ideia original.
Este é claramente um daqueles casos em que acham que gajas boas no elenco safam a coisa, mas os planos sairam gorados.
Vergonhoso.
Plágio de centenas de outros filmes, incapaz de desenvolver uma ideia original.
Este é claramente um daqueles casos em que acham que gajas boas no elenco safam a coisa, mas os planos sairam gorados.
Vergonhoso.
sexta-feira, 20 de março de 2015
Dá gosto ver o meu lindo carrinho todo limpinho, aprumadinho, arranjadinho, afinadinho, alinhadinho e sobejamente bonitinho.
Certo é que também deixei couro e cabelo na oficina, mas também ninguém me manda andar a dormir em pé e amassar o caraças do carro todo.
Enfim, regressemos, então, à normalidade possível.
Certo é que também deixei couro e cabelo na oficina, mas também ninguém me manda andar a dormir em pé e amassar o caraças do carro todo.
Enfim, regressemos, então, à normalidade possível.
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Isto Só a Mim...
Novo single, para aguçar a curiosidade do novo álbum que só chega (em princípio) no dia 27 deste mês.
Começa esquisitamente, mas depois consegue despertar a velha chama de Nightwish. Consigo ouvir alguns acordes de "Dark Passion Play" lá pelo meio, a relembrar as raízes.
A letra é aquilo a que Mr. Holopainen já nos habituou e que a voz de Miss Floor consegue levar muito, muito longe.
Nada mau.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Este Não É Um Texto Sobre o Dia do Pai
Falar do Pai no Dia do Pai é demasiado lugar comum e demasiado sensaborão.
É um convite a resvalar para a pieguice e para a marmelada brejeira a que se assiste no dia de hoje nas redes sociais, um pouco como o dia dos namorados, em que chovem coraçõezinhos e ursinhos por cima das cabeças de todos e em que todos sem excepção têm súbitos achaques devido aos altos níveis de melaço que lhes circula no sangue.
É uma tremenda duma mariquice, duma pouca vergonha e demasiado bimbo para ser expressado.
Portanto, hoje não vou escrever sobre o meu querido e amado Pai, no dia de hoje, que é Dia do Pai.
Prefiro escrever sobre o homem que me criou, que me viu crescer e que me acompanhou em todas as etapas da minha existência, que, coincidentemente, vejam só!, é meu Pai.
Lembro-me dele a chegar a casa da minha Avó à hora do almoço, todos os dias, religiosamente ao meio dia, com as roupas cheias de tinta e a cheirar a petróleo.
Lembro-me dele a ensinar-me a andar de bicicleta, à beira da perda de paciência, na rua em frente à nossa casa.
Lembro-me dele a pintar a casa com a aparelhagem a berrar Pink Floyd ou a cantarolar Madredeus, numa voz de cana rachada, enquanto arranjava qualquer coisa que se havia partido.
Lembro-me de me sentar no colo dele, enquanto ele conduzia aquele Golf velhinho vermelho, a "ensinar-me a conduzir" aos míseros 6 ou 7 anos de idade.
Lembro-me das férias de verão, sempre em movimento, em que percorremos quilómetros e quilómetros por esse país fora, pernoitando cada dia num sítio diferente, com ele a berrar comigo porque não parava quieta para a fotografia.
Lembro-me as festas das aldeias, que temos muitas, em que ele se encostava aos muros a ver passar as procissões, sempre com ar de quem não ser saber, mas sempre a prestar atenção.
Lembro-me de todos os Natais e de todas as Páscoas, de todos os aniversários e de todas as festas de familiares e amigos, e dele, com aquele humor cáustico, a fazer piadas com a mais ínfima partícula de vida.
Recordo, mais recentemente, o humor que nunca perdeu, da capacidade de se rir de si próprio e dos infortúnios da vida.
Recordo os dias em que os Avós partiram, em que esteve sempre ao meu lado, e me deu a mão e abraçou nos momentos mais dolorosos, mesmo quando ele próprio se sentia desamparado e com vontade de quebrar.
Recordo o homem trabalhador, lutador, sempre a observar e a tirar partido das coisas boas e a saber lidar com as menos positivas, do homem que, em qualquer situação, sabe sempre o que fazer e nunca entra em pânico.
Recordo o seu exemplo de seriedade e rectidão.
Recordo o sorriso dele no dia em que soube os resultados dos exames nacionais, há mais de 10 anos.
Recordo o olhar ardente no dia da benção das fitas e no dia em que efectivamente acabei o curso.
Recordo o abraço forte e quente no dia em que me agreguei à Ordem e do apoio do seu braço no caminho até à mesa da conservadora no dia em que casei.
Este não é o meu Pai no Dia do Pai.
Este é o homem presente, o amigo silencioso de todas as horas, o pilar da minha estrutura. E não só hoje no Dia do Pai, mas principalmente em todos os restantes dias.
Uma pessoa que conheço disse-me, um dia, que não é possível escolher entre dois filhos, que não se gosta mais de um filho ou de outro, que a quantidade de amor e entrega é igual; o que existe é eventualmente um filho com o qual há uma identificação maior de personalidades e de gostos semelhantes.
Pois eu acho que se passa o mesmo com os Pais; os dois são duas metades de um todo, indissociáveis e inseparáveis, mas há uma metade que tem a cor mais parecida com a nossa, uma metade que tem o mesmo mau feito e o mesmo carácter, uma metade que tem gostos parecidos e ideias quase iguais.
E a metade do meu Pai tem a mesma cor que eu.
É um convite a resvalar para a pieguice e para a marmelada brejeira a que se assiste no dia de hoje nas redes sociais, um pouco como o dia dos namorados, em que chovem coraçõezinhos e ursinhos por cima das cabeças de todos e em que todos sem excepção têm súbitos achaques devido aos altos níveis de melaço que lhes circula no sangue.
É uma tremenda duma mariquice, duma pouca vergonha e demasiado bimbo para ser expressado.
Portanto, hoje não vou escrever sobre o meu querido e amado Pai, no dia de hoje, que é Dia do Pai.
Prefiro escrever sobre o homem que me criou, que me viu crescer e que me acompanhou em todas as etapas da minha existência, que, coincidentemente, vejam só!, é meu Pai.
Lembro-me dele a chegar a casa da minha Avó à hora do almoço, todos os dias, religiosamente ao meio dia, com as roupas cheias de tinta e a cheirar a petróleo.
Lembro-me dele a ensinar-me a andar de bicicleta, à beira da perda de paciência, na rua em frente à nossa casa.
Lembro-me dele a pintar a casa com a aparelhagem a berrar Pink Floyd ou a cantarolar Madredeus, numa voz de cana rachada, enquanto arranjava qualquer coisa que se havia partido.
Lembro-me de me sentar no colo dele, enquanto ele conduzia aquele Golf velhinho vermelho, a "ensinar-me a conduzir" aos míseros 6 ou 7 anos de idade.
Lembro-me das férias de verão, sempre em movimento, em que percorremos quilómetros e quilómetros por esse país fora, pernoitando cada dia num sítio diferente, com ele a berrar comigo porque não parava quieta para a fotografia.
Lembro-me as festas das aldeias, que temos muitas, em que ele se encostava aos muros a ver passar as procissões, sempre com ar de quem não ser saber, mas sempre a prestar atenção.
Lembro-me de todos os Natais e de todas as Páscoas, de todos os aniversários e de todas as festas de familiares e amigos, e dele, com aquele humor cáustico, a fazer piadas com a mais ínfima partícula de vida.
Recordo, mais recentemente, o humor que nunca perdeu, da capacidade de se rir de si próprio e dos infortúnios da vida.
Recordo os dias em que os Avós partiram, em que esteve sempre ao meu lado, e me deu a mão e abraçou nos momentos mais dolorosos, mesmo quando ele próprio se sentia desamparado e com vontade de quebrar.
Recordo o homem trabalhador, lutador, sempre a observar e a tirar partido das coisas boas e a saber lidar com as menos positivas, do homem que, em qualquer situação, sabe sempre o que fazer e nunca entra em pânico.
Recordo o seu exemplo de seriedade e rectidão.
Recordo o sorriso dele no dia em que soube os resultados dos exames nacionais, há mais de 10 anos.
Recordo o olhar ardente no dia da benção das fitas e no dia em que efectivamente acabei o curso.
Recordo o abraço forte e quente no dia em que me agreguei à Ordem e do apoio do seu braço no caminho até à mesa da conservadora no dia em que casei.
Este não é o meu Pai no Dia do Pai.
Este é o homem presente, o amigo silencioso de todas as horas, o pilar da minha estrutura. E não só hoje no Dia do Pai, mas principalmente em todos os restantes dias.
Uma pessoa que conheço disse-me, um dia, que não é possível escolher entre dois filhos, que não se gosta mais de um filho ou de outro, que a quantidade de amor e entrega é igual; o que existe é eventualmente um filho com o qual há uma identificação maior de personalidades e de gostos semelhantes.
Pois eu acho que se passa o mesmo com os Pais; os dois são duas metades de um todo, indissociáveis e inseparáveis, mas há uma metade que tem a cor mais parecida com a nossa, uma metade que tem o mesmo mau feito e o mesmo carácter, uma metade que tem gostos parecidos e ideias quase iguais.
E a metade do meu Pai tem a mesma cor que eu.
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Posição Doutrinária
Coisas Que Vejo Por Aí # 25
Não será certamente segredo para ninguém que adoro Wes Anderson.
Tudo o que este homem faz sai absolutamente perfeito. A história, as personagens, a envolvência, os diálogos, a cor, a sonoridade. Perfeito.
Este não é excepção.
Tocante de uma forma inexplicável.
Muito, muito bom.
Tudo o que este homem faz sai absolutamente perfeito. A história, as personagens, a envolvência, os diálogos, a cor, a sonoridade. Perfeito.
Este não é excepção.
Tocante de uma forma inexplicável.
Muito, muito bom.
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Comentário Jurídico da Latrina
quarta-feira, 18 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
E os meus ilustres e queridos amigos nem querem imaginar o carro que me foi parar às mãos como substituto da minha mui amada viatura, que está algures a ser desmontada, martelada e remendada da merda que lhe infligi...
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Isto Só a Mim...
Leituras Nº ... Coiso
Este foi particularmente difícil de acabar.
Não ajuda a letra miúdinha, imprópria para quem é pitosga, nem a quantidade avassaladora de pormenores e nomes esquisitos que surgem alegremente em todos os parágrafos.
Mais do que os pormenores das operações, mostra a orgânica da entidade, jogadas políticas e uma grande parte da história do Estado de Israel.
Muito bom.
Não ajuda a letra miúdinha, imprópria para quem é pitosga, nem a quantidade avassaladora de pormenores e nomes esquisitos que surgem alegremente em todos os parágrafos.
Mais do que os pormenores das operações, mostra a orgânica da entidade, jogadas políticas e uma grande parte da história do Estado de Israel.
Muito bom.
Coisas que Vejo por Aí #24
Sim, eu sei, humor básico, mas é do melhor.
Das melhores coisas que me ofertaram até hoje.
Este homem é um génio e consegue continuar a fazer rir mesmo depois de 25 anos passados.
Excelente.
Das melhores coisas que me ofertaram até hoje.
Este homem é um génio e consegue continuar a fazer rir mesmo depois de 25 anos passados.
Excelente.
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Comentário Jurídico da Latrina
sexta-feira, 13 de março de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
'Ganda Merda - Parte II
A verdade que guia a minha vida, e da qual tenho fugido durante toda a sua duração, é que sou uma triste que não sabe o que quer.
E contra isto, batatas.
E contra isto, batatas.
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Comentário Jurídico da Latrina
terça-feira, 10 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
Muito Obrigado
Sempre fui uma moça que gostei de fazer anos.
Gostava da antecipação, dos mimos, dos bolos, dos presentes, da festa.
Planeava este dia com semanas de antecedência, preparava tudo ao pormenor, a roupa a vestir, o programa do dia, tudo e mais um par de botas porque gostava mesmo da data.
Pela primeira vez, este ano não me apetecia fazer anos. Não me apetecia festa, não me apetecia bolos, nem mimos nem presentes.
E nada relacionado com a aproximação aos 30 anos.
Só queria desaparecer.
Porém, não me deixaram. Nem marido, nem pais, nem amigos, nem família, nem colegas.
Juntaram-se todos à minha volta e todos, à sua maneira, deram-me um dia magnífico. Mesmo eu não merecendo.
Moral da história: nunca mais me queixo da vida. Tenho pessoas que gostam de mim. E essa é a melhor prenda que já recebi.
Gostava da antecipação, dos mimos, dos bolos, dos presentes, da festa.
Planeava este dia com semanas de antecedência, preparava tudo ao pormenor, a roupa a vestir, o programa do dia, tudo e mais um par de botas porque gostava mesmo da data.
Pela primeira vez, este ano não me apetecia fazer anos. Não me apetecia festa, não me apetecia bolos, nem mimos nem presentes.
E nada relacionado com a aproximação aos 30 anos.
Só queria desaparecer.
Porém, não me deixaram. Nem marido, nem pais, nem amigos, nem família, nem colegas.
Juntaram-se todos à minha volta e todos, à sua maneira, deram-me um dia magnífico. Mesmo eu não merecendo.
Moral da história: nunca mais me queixo da vida. Tenho pessoas que gostam de mim. E essa é a melhor prenda que já recebi.
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Posição Doutrinária
quinta-feira, 5 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
Não correu bem.
Não.
Nada mesmo.
Agora é aprender a viver com isto, esperando que o dia de amanhã traga coisas melhores que apaguem toda a merdice que flutua, neste momento, por aqui.
Não.
Nada mesmo.
Agora é aprender a viver com isto, esperando que o dia de amanhã traga coisas melhores que apaguem toda a merdice que flutua, neste momento, por aqui.
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Comentário Jurídico da Latrina
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