terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Amostra de Gato XIII

Nem vale a pena dizer nada...

International Holocaust Remembrance Day


Do Que Anda No Ar

O silêncio que paira nesta casa ...
Quase que é possível ouvi-lo ...
Tudo se antecipa ao momento final.
Vem aí uma tempestade.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Reminiscências # 15

Nos meus tempos aureos de metal head, ouvia Slipknot amiúde.
Depois de se ultrapassar a barreira, que é mais psicológica que outra coisa, do gutural, as letras eram deveras interessantes e a melodia para lá de espectacular.
Quando saiu o 'Vol. 3 The Sublimal Verses', tive oportunidade de comprovar que não eram só uma bandazeca que fazia musiquinha para surdos, eram músicos com sentido de estética auditiva e uns belos de uns poetas.
Foi o melhor album deles, que ouvi vezes sem conta, até decorar todas as letras.

Como a cabeça, à data, não dava para mais, nem os horizontes estariam tão alargados (ainda hoje é aquilo que se sabe), escusado será dizer que achava um piadão ao vocalista, Corey Taylor.

Mesmo ao meu estilo, sebozinho, cabeludo, ligeiramente chubbie, mauzão, voz de cama, olhinho azul, bad ass as fuck, era uma perda de tino com o raio do homem.


Até que percebi que o rapaz tinha um olho torto como o raio que o parta e acabou-se logo ali o amor.


Recentemente, já nem sei muito bem porquê, lembrei-me de usar essa maravilha da modernidade chamada Spotify e ouvi o último cd da banda; ainda bem que não o comprei. Pensei que tivessem sabido evoluir dentro do próprio estilo, mas dá-me a ideia que só fizeram mais do mesmo, para não correr mal. Um pena.

Já que estava com a mão na massa, lembrei-me de ir ver como paravam as modas para o lado de Mr. Taylor. 
Há que salientar que, ao contrário da banda, a idade só lhe trouxe proveitos. E muita saúde, que é o que é preciso, no fundo. Continua com aquela voz de cama que deus nosso senhor lhe deu, mas com a pinta dos 40, bem nutridos e conservadinhos. Estava quase a achar-lhe piada outra vez, mas reparei que aquele olho continuava a fitar uma direcção oposta da do irmão do lado, tanto dinheiro que ganham e não conhecem os benefícios do botox para a correcção do estrabismo, e achei naaaaaa, deixa lá isso.

E assim se desenterram memórias de adolescente.
(reparem que estou velha como a terra, neste momento).

Meanwhile ...

Comecei a ver porque me disseram que, volta e meia, havia cena de f*da como se não houvesse amanhã.
Ainda não houve nada disso, nem nada que se pareça mas descobri uma série espectacular.

Agora em Modo Críptico

... Mas tão merda, tão merda que a próxima medida deve ser a de taxar os atrasos no horário de expediente com redução proporcional do salário.

No entanto, aqui se impõe uma questão jurídica muitíssimo pertinente: será que quando o trabalhador é maltratado e a sua reacção for uma valente caralhada nas trombas da chefia, opera a compensação de créditos?

'Momento Merda'


Desde há uns tempos para cá, de quando em vez, tenho aquilo a que secretamente designo por 'Momento Marido', assim chamado pelas ínumeras vezes que ouvi o meu ilustre cônjuge barafustar contra a estupidez e a frustração de trabalhar num sítio de merda, com gente de merda e a fazer merda o dia todo.

Porém, creio que denominei mal o acontecimento; não se trata de um eufemismo.
É mesmo literal, pelo que nunca poderia associar um momento destes aos momentos de desabafo da alma gémea.

É, antes, um 'Momento Merda'.
E o pior disto é que não vejo o fundo a este imenso e colossal pote de merda.

Saldos

Depois de ter prometido fechar a loja no que aos saldos diz respeito, encontrei estas beldades por uns míseros 9,99€.
Trocos por sapatos não é fugir ao prometido.
Pois não?

Qualquer Semelhança Com a Realidade É pura Coincidência - parte 21ª


Cinema Nº ... Coiso

Pesado e cru, extremamente bem realizado e com um desfecho ironicamente brutal.
Não é, porém, interpretação, por parte de Bradley Cooper, que mereça Oscar. O rapaz até é jeitoso, tirando o problema dos olhos demasiado juntos (que têm uma linda cor, não obstante), mas não é um actor por aí além. É digno de nota, sim, o facto de ter engordado uns 30kg e parecer um bisonte com uma cabecinha de alfinete. Mais do que isso, não.

Ganha pela carga emocional do argumento.

Perde quase tudo por terem usado uma porcaria de um boneco como bebé, que se nota à distância e, para um filme com as pretensões deste, é um enorme balde de água fria. Não que perceba grande coisa dos critérios para atribuição de nomeações a prémios cinematográficos, mas o facto de se ver que usam um adereço a fingir que é um puto, não deveria automaticamente pôr o filme fora das rondas dos prémios?!

Ca pouca vergonha...

Foda-se Mais a Isto

Isto tem andado um bocado mortiço, mas não é por falta de vontade.
É por falta de pachorra, mesmo.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 20ª


Cinema Nº ... Coiso

Curto e grosso: uma merda.
Dá um sono terrível, tamanha a falta de acção.
Quando aparece finalmente alguma distribuição de fruta, os planos estão mal distribuídos e mal focados, mal se percebendo as imagens.
A história é profundamente estúpida e rebuscada.
Aquela miúda é burra que nem uma porta e só faz asneiras, dá vontade de pegar um machado e abrir-lhe a cabeça com ele.
Uma pena.
Terminou da pior forma uma saga que tinha tudo para ser imortal. Tudo estragado.

Mas o Liam Neeson continua cheio de saúde, mesmo velhote.

Cinema Nº ... Coiso

Interessante e bem estruturado.
Cumberbatch está esplêndido.
É esplêndido.
Muito bom.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

O mês de Janeiro é mais ou menos como o peixe-espada: comprido e chato.
O tempo nunca mais passa, está frio como um burro, chove como se não houvesse amanhã e o final deste pesadelo não tem fim à vista.
Parece que o Natal foi há 500 dias, que estou a trabalhar há anos e que nunca mais se passa do meio do mês.
E ainda faltam duas loooongas semanas até esta merda ter fim.
Bolas, a sério??

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Globos de Ouro ( Os verdadeiros, não aqueles das Portas de Santo Antão)

Como o Grand Budapest Hotel e o Birdman ficaram bem classificados, resta descansar a vista na futilidade do aparato que rodeia a cerimónia.
Que é como quem diz: vamos desancar!

Ó esposa do Clooney, ilustre Colega, que luvas vêm a ser essas? Parecem umas que a minha avó lá tem em casa e que usa para ir à horta apanhar as nabiças. Estraga tudo, Ilustre, e é uma pena.

Não se aproveita nada, Sienna, desde o cabelinho nojentinho aos brocados esquisitos. Dass...

Nem sei o que dizer. Parece a Miss Albarraque 1987.

Ó Jessica, Jessica... Uma moça tão linda e tão formosa a vestir um saco do lixo com reflexos dourados... Francamente! Parece que tem umas ancas do tamanho do mundo; até dá um vislumbre de pancinha... Nope!

Até nem está mal, a Kate Mara, tirando ali aquele cinto que parece que foi comprado numa qualquer Stradivarius. Era só para ver se alguém também tinha reparado que esta gaja tem uma cabeça gigante em relação ao corpo... Não?

Toda a gente sabe que odeio adoro esta mulher. Portanto dá-me um especial gozo vê-la num vestido que poderia ter pertencido à sua avó ou até mesmo, quem sabe, adquirido na 'Futuro Encantado' que é uma loja do chinês aqui perto do estaminé. Aquele cabelo de cigana dá-lhe uma ar disso mesmo, a juntar ao ninho de ratos que deve ir ali por baixo daquela melena toda. Para além de que lhe consigo ver o nariz corrigido a bisturi e os olhos convergentes. E parece que tem 100kg. E era só isto.

Não sei o que vem a ser isto, mas a moça está grávida, por isso tem desculpa. Hormonas aos saltos e tal ...

Esta está absolutamente fantástica, como é apanágio dela. É só pela cara de enfado, que é impagável.

E vá lá ver se nos Oscars corre melhor.

Toda a gente diz que trabalhar com mulheres é qualquer coisa de terrível.
Por causa das intrigas, do diz-que-disse, das invejas e das implicâncias. E também por causa dos ataques de mau humor, que têm a capacidade de levar tudo à frente, principalmente naqueles dias denominados difíceis, em que as hormonas pegam em espingardas e arrasam tudo à sua passagem.
E é tudo verdade.

O pior é quando se tem um patrão que tem hormonas de gaja.


Cinema Nº ... Coiso

Dos mais brilhantes filmes que tive oportunidade de ver.
Excepcional.
Vale muito a pena.

É profundamente estúpido, mas ainda não parei de rir.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Absolutamente inqualificável.
Não há comentário possível.

Ainda na Senda dos Ódios

Qual é a necessidade de servir um café a escaldar?

Melhor, qual é a necessidade de, para além de servir um café a escaldar, ainda o mesmo café vir numa merda de uma chávena escaldada, que não foi pedida (porquê, senhores, porquê?!), quente como a puta que a pariu que fere não só a língua só pelo mais ínfimo contacto, mas os próprios dedos que pegam na dita puta de chávena??!

Foda-se, que é de mais!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Da Tristeza

Chegada há pouco das festividades, não tive oportunidade antes de ver o programa de fim de ano da 'Barca do Inferno'. Vi agora.

E só me apraz dizer que aquele ser que dá pelo nome de Manuela Moura Guedes não devia fazer comentário político.

Para além de lhe faltar a idoneidade para tecer opiniões acerca de assuntos que esta senhora considera praticamente dogmáticos, sabe-se lá porquê, deve ser por lhe faltar a seriedade jornalística que deveria ser apanágio para uma pessoa com a profissão de ... jornalista, tem uma espécie de surdez estúpida que a impede de se ouvir a ela própria a dizer disparates.

Podia ser hilariante, mas não. É só triste.
Muito triste.

Apetece-me Grandemente Ser Porca - 50

Aqueles que têm o azar brutal de comigo conviver de perto sabem que há uma coisa que odeio acima de todas as coisas que odeio, que são muitas e muito vastas, mas que esta, mesmo assim, consegue suplantar todas essas coisas: conversa de merda.

Odeio conversa de merda.
Odeio. Conversa. De. Merda.
Odeio.
Já disse que odiava conversa de merda?
Odeio conversa de merda.

Conversa tola, sem nexo, do falar só por falar, do falar a dizer só asneiras, falar das manias, peneiras e taras, conversa de censura alheia encapotada, conversa de surdos, conversa de gente que não interessa, conversa de opiniões que não interessam ao caralho, conversa de chacha.

Infelizmente para a minha pessoa, ouço conversa de merda amiúde. Não só dirigida a mim, mas também aos outros. O que resultará invariavelmente numa úlcera nervosa ou num AVC e que faz, já, resultar, em ataques permanentes de fúria e mau feitio.

Ultimamente, adoptei uma postura relativamente à conversa de merda, postura essa que fui gentilmente roubar ao meu ilustre cônjuge e que poderia dar origem a um tratado filosófico, e que é de tal maneira porreiro para adaptar a todas as situações da vida, quotidiana e não só.

Não discuto com gente estúpida. Porque os estúpidos conseguem fazer com que os outros caiam na esparrela da sua estupidez e rebaixam-nos ao seu próprio nível, ganhando em todas as frentes.
Ora, normalmente, gente estúpida gera conversa de merda.
Ergo, não dou conversa a conversa de merda.
E tem-se vindo a revelar um enorme alívio dos sintomas supra referidos de úlcera e AVC, já para não falar da calmaria em vez dos ataques de ímpetos assassinos.

Porém, como quase tudo nesta existência, tem um pequeno senão: a forma de não dar azo a conversa de merda passar por elevar o pensamento a uma esfera perto de Marte, sem passar pela caverna dos horrores onde se esfola lentamente o estúpido com a conversa de merda. Maneiras que tenho sempre um ar esgazeado de meter dó ou um olhar alucinado ou, e esta é a minha preferida, um arzinho de nojinho impecável. Assim como assim, os estúpidos lá se vão mancando e deixam-me em paz. Um bocadinho, só.

Sempre será melhor que pegar numa moca e distribuir fruta com ela, que ainda vou presa e isso era deveras chato.


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Balancete Contabilístico

No ano passado, por esta altura, aquando dos desejos para o novo ano, lembro-me vagamente de ter pedido que não morresse mais ninguém que me fosse próximo.
Ora, o à época novo ano de 2014 bem que se marimbou em mim e nos meus desejos.
Portanto, para este novo ano não vou desejar nada. Só saúde, vá, como os velhos.

No entanto, apesar dos desaires, este ano que passou foi especial.
Casei-me.
E foi a melhor coisa que fiz. Ever.


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Entretanto, o Pai Natal foi muito generoso este ano e deu-me, entre outras coisas, aquilo que mais precisava.
E é tão lindo...
A para acabar o ano em beleza, passei os últimos dias a apanhar azeitona numa zona remota de Trás-os-Montes.
Lamentando desde já não ter disponível a reportagem fotográfica, apraz dizer que, tirando o frio, é uma actividade bastante lúdica para desenvolver e que vale bastante a pena, mais que não seja para estar na galhofa.
E para poder dizer que, pelo menos uma vez na vida, que já se foi trabalhador agrícola.

Coisas Que Vejo por Aí #23

Oferenda de Natal gira e muitíssimo útil.
Em poucas horas dei a volta ao livro, que é basicamente um manuel de instruções para uma maquilhagem bem feita.
Bom e recomenda-se!

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve

Uma história simples que prende o leitor até à última página.
A capacidade do autor para descrever os meandros do sistema judicial americano é simplesmente produgiosa.
Muito bom!

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 18ª


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Bona Mater Familias deseja a todos um grande e feliz Natal!

Nada a Fazer XX

Porém, o grande, o enorme, o imenso problema do Hobbit é este ser que está em todo o lado.
E dá cabo de mim, caraças.
Ainda por cima tem ar de grumpy cat...



Merry fucking Christmas, Mr. Armitage.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O grande problema deste último capítulo do Hobbit é que há tanta saúdinha na porra do filme que uma pessoa nem sabe para que lado se há-de virar.
É que são todos uma maravilha e não deixam ninguém adormecer tamanha a luz que irradiam.
Em todos os cantos está um espécime magnífico a espreitar.


 
Assim não dá, caraças...
 

Cinema Nº ... Coiso

Esta é daquelas sagas que tenho muita pena de ver acabar. Podia continuar por anos e anos que não me importava nada.
Excelentemente realizado e interpretado, vale bem a pena.
Mesmo.

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 17ª


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Eu e Ele - 16

Não percebo como é que a pessoa que me odeia e que faz questão de ranger os dentes cada vez que passo por perto e de me tratar como se fosse um elfo doméstico, quando está fora do escritório, precisa de me ligar de hora a hora para tratar dos assuntos que deixou pendentes...

Fosse levar na bunda...

Shame On Me

Como nada mais tenho que fazer, estive a reler os posts do mês de Dezembro de todos os anos desde que criei esta espelunca e há uma ideia transversal, que só por mero acaso reparei, nos conteúdos, desde que comecei a trabalhar: basta chegar o ligeiro ar de Dezembro e é ver-me aí a chafurdar em preguiça (mais do que habitualmente).

A frase mais repetida nos textos de Dezembro, seja de que ano for, é: não me apetece trabalhar. Só porque estamos em fase natalícia, assola-se-me uma mandriice descomunal e arranjo todos os pretextos e mais alguns para não produzir a ponta de um corno.

Por exemplo, nos últimos dias, tenho a ligeiríssima tendência para despachar o expediente todo da parte da manhã para depois não mexer uma palha durante a tarde. E quem diz nos últimos dias, também pode dizer nos últimos anos no mês de Dezembro.


Tenho um problema.
Grave.
Muito grave.
E o pior é que não tenho vergonha nenhuma dele e não me coibo, de forma alguma, de o publicitar.


Ora que porra esta...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Ai a Porra - Volume Não-Sei-Das-Quantas

E a merda do tempo que nunca mais passa e nunca mais posso ir para casa, alapar o rabo no sofá, a comer doces o dia todo e a disfrutar do calorzinho da lareira e olhar para a árvore de Natal, e em vez disto, tenho que estar aqui a ver e a ouvir gente parva, que só diz e faz asneiras e que só tenho vontade que morram atropeladas por uma manada de vacas amarelas em fúria.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Yeahy!

Haverá coisa mai linda e maravilhosa do que ouvir a simples frase 'vejam lá o que têm para mim que para a semana não estou cá', vinda daquele que nos fustiga com a sua chefia?

Nada a Fazer XIX

É impressão minha ou aquela equipa duvidosa conhecida por Sporting tem um treinador que é assim a modos que fofinho, giraço e bom nas horas?
Quando era miúda, a alegria do Natal era composta quase exclusivamente pelos presentes. A antecipação de uma noite em que todo um mundo de brinquedos e coisas boas estavam ao alcance da mão era o que fazia o Natal.

Anos mais tarde, percebi que a materialidade tinha pouco a ver com a quadra; era mais importante a pessoa que oferecia o presente do que o que vinha dentro do embrulho. Foi nessa altura que os Avós começaram a desaparecer. Um negro inaugurar da idade adulta.

Hoje, os presentes pouco importam; os lugares vazios à mesa são os lembretes do que passou e que nunca é esquecido.

E assim chega mais um Natal.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 16ª


Cinema Nº ... Coiso

Armada em hypster, fui a este evento magnífico.
E a verdade é que me surpreendeu pela positiva.

Os filmes são bastante bons, argumentos originais e as interpretações deveras engraçadas.
Obviamente que os filmes são falados em hebraico, que é capaz de ser a língua mais língua-de-trapos que alguma vez ouvi, e legendados em inglês (hypster, told you...), mas percebe-se bem.

Muito bom!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014


Já é quase, quase Natal...
E eu, que gosto tanto do Natal, ainda me vejo atolhada em merdas que não gosto nem quero fazer, que nem vejo as luzes de Natal ao fundo da porra do túnel.

Mais uma vez, merda para mim...

A Sério?????

Não percebo qual é a das andorinhas desta vida que vêm do fim-de-semana (ainda por cima, abençoadamente prolongado) com pior humor do que aquele que têm durante os dias úteis.

A ideia não é descansar, aproveitar o tempo livre, recarregar baterias, vir com mais energia e conseguir desenvolver o trabalho com menos stress?

Aparentemente, não.

O que interessa é vir com humor de touro e atropelar toda a gente pelo caminho, tamanha a fúria.

Merda para mim...

Comarcas de Comadres

Já tinha aqui expressado o meu profundo pesar no que diz respeito ao constante reencontro de pessoas pouco agradáveis à vista na minha amada comarca da Mitra Land.

Porém, quando se muda de ares e se vai dar um saltinho à Ilustre Margem Sul, a primeira coisa que nos perguntam é se o marido está bonzinho de saúde e se a vidinha corre bem.



Não sei, sinceramente, o que é preferível, se encontrar pessoas que não interessam ao caralho, se fazerem conversa de chacha a tentar sacar nabos da púcara.

Oferendas Natalícias

Bá lá ber, atão, como diria o meu saudoso Avô, se haverá coisinha melhor do que receber presentinhos natalícios dos clientes?

Não há. Ainda por cima quando nos oferecem, entre outras iguarias que vinham no pacotinho, estas coisas maravilhosas.
Assim não dá, porra...

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Cinema Nº ... Coiso

Não há dúvida nenhuma que o primeiro filme é um grande clássico da comédia dos anos 90.
Não havia filme mais estúpido e mais engraçado. Agora regressam, 20 anos depois mas como igual dose de estupidez e comicidade.
Não desilude.
Mas os gajos estão velhos que metem dó.

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 15ª


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Aquisições Natalícias - Adenda

A prova que preciso mesmo, mesmo, mesmo de um telemóvel novo é que tentei tirar uma reles e mísera fotografia à árvore de Natal, que está tão gira, mas o aparelho não deixa.
E porquê?
Simplesmente porque não. Não lhe apetece.

E agora?


Xmas Cat

Há uma merda dum gato naquela casa que roubou TODOS os laços e TODAS as etiquetas dos presentes debaixo da árvore.
Alguns estão debaixo da cama, outros na caixinha de areia dele, outros aos frangalhos em todos os tapetes da casa.
Bem tento mostrar-lhe a vassoura de cada vez que vejo aquela trampa, mas não faz grande efeito.
Maneiras que comecei a usar a vassoura.

E dá resultado. Por cerca de 15 minutos.

Contra isto?
3,650 kg de batatas.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve

O que, à partida, começou por ser uma históriazeca sem grande interesse transformou-se numa obra brutal que prende, de facto, o leitor.
Qunaod já pensava que Dan Brown estava a perder a mão para a escrita, eis que surge Inferno no seu esplendor.
Muito bom.