segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Globos de Ouro ( Os verdadeiros, não aqueles das Portas de Santo Antão)

Como o Grand Budapest Hotel e o Birdman ficaram bem classificados, resta descansar a vista na futilidade do aparato que rodeia a cerimónia.
Que é como quem diz: vamos desancar!

Ó esposa do Clooney, ilustre Colega, que luvas vêm a ser essas? Parecem umas que a minha avó lá tem em casa e que usa para ir à horta apanhar as nabiças. Estraga tudo, Ilustre, e é uma pena.

Não se aproveita nada, Sienna, desde o cabelinho nojentinho aos brocados esquisitos. Dass...

Nem sei o que dizer. Parece a Miss Albarraque 1987.

Ó Jessica, Jessica... Uma moça tão linda e tão formosa a vestir um saco do lixo com reflexos dourados... Francamente! Parece que tem umas ancas do tamanho do mundo; até dá um vislumbre de pancinha... Nope!

Até nem está mal, a Kate Mara, tirando ali aquele cinto que parece que foi comprado numa qualquer Stradivarius. Era só para ver se alguém também tinha reparado que esta gaja tem uma cabeça gigante em relação ao corpo... Não?

Toda a gente sabe que odeio adoro esta mulher. Portanto dá-me um especial gozo vê-la num vestido que poderia ter pertencido à sua avó ou até mesmo, quem sabe, adquirido na 'Futuro Encantado' que é uma loja do chinês aqui perto do estaminé. Aquele cabelo de cigana dá-lhe uma ar disso mesmo, a juntar ao ninho de ratos que deve ir ali por baixo daquela melena toda. Para além de que lhe consigo ver o nariz corrigido a bisturi e os olhos convergentes. E parece que tem 100kg. E era só isto.

Não sei o que vem a ser isto, mas a moça está grávida, por isso tem desculpa. Hormonas aos saltos e tal ...

Esta está absolutamente fantástica, como é apanágio dela. É só pela cara de enfado, que é impagável.

E vá lá ver se nos Oscars corre melhor.

Toda a gente diz que trabalhar com mulheres é qualquer coisa de terrível.
Por causa das intrigas, do diz-que-disse, das invejas e das implicâncias. E também por causa dos ataques de mau humor, que têm a capacidade de levar tudo à frente, principalmente naqueles dias denominados difíceis, em que as hormonas pegam em espingardas e arrasam tudo à sua passagem.
E é tudo verdade.

O pior é quando se tem um patrão que tem hormonas de gaja.


Cinema Nº ... Coiso

Dos mais brilhantes filmes que tive oportunidade de ver.
Excepcional.
Vale muito a pena.

É profundamente estúpido, mas ainda não parei de rir.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Absolutamente inqualificável.
Não há comentário possível.

Ainda na Senda dos Ódios

Qual é a necessidade de servir um café a escaldar?

Melhor, qual é a necessidade de, para além de servir um café a escaldar, ainda o mesmo café vir numa merda de uma chávena escaldada, que não foi pedida (porquê, senhores, porquê?!), quente como a puta que a pariu que fere não só a língua só pelo mais ínfimo contacto, mas os próprios dedos que pegam na dita puta de chávena??!

Foda-se, que é de mais!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Da Tristeza

Chegada há pouco das festividades, não tive oportunidade antes de ver o programa de fim de ano da 'Barca do Inferno'. Vi agora.

E só me apraz dizer que aquele ser que dá pelo nome de Manuela Moura Guedes não devia fazer comentário político.

Para além de lhe faltar a idoneidade para tecer opiniões acerca de assuntos que esta senhora considera praticamente dogmáticos, sabe-se lá porquê, deve ser por lhe faltar a seriedade jornalística que deveria ser apanágio para uma pessoa com a profissão de ... jornalista, tem uma espécie de surdez estúpida que a impede de se ouvir a ela própria a dizer disparates.

Podia ser hilariante, mas não. É só triste.
Muito triste.

Apetece-me Grandemente Ser Porca - 50

Aqueles que têm o azar brutal de comigo conviver de perto sabem que há uma coisa que odeio acima de todas as coisas que odeio, que são muitas e muito vastas, mas que esta, mesmo assim, consegue suplantar todas essas coisas: conversa de merda.

Odeio conversa de merda.
Odeio. Conversa. De. Merda.
Odeio.
Já disse que odiava conversa de merda?
Odeio conversa de merda.

Conversa tola, sem nexo, do falar só por falar, do falar a dizer só asneiras, falar das manias, peneiras e taras, conversa de censura alheia encapotada, conversa de surdos, conversa de gente que não interessa, conversa de opiniões que não interessam ao caralho, conversa de chacha.

Infelizmente para a minha pessoa, ouço conversa de merda amiúde. Não só dirigida a mim, mas também aos outros. O que resultará invariavelmente numa úlcera nervosa ou num AVC e que faz, já, resultar, em ataques permanentes de fúria e mau feitio.

Ultimamente, adoptei uma postura relativamente à conversa de merda, postura essa que fui gentilmente roubar ao meu ilustre cônjuge e que poderia dar origem a um tratado filosófico, e que é de tal maneira porreiro para adaptar a todas as situações da vida, quotidiana e não só.

Não discuto com gente estúpida. Porque os estúpidos conseguem fazer com que os outros caiam na esparrela da sua estupidez e rebaixam-nos ao seu próprio nível, ganhando em todas as frentes.
Ora, normalmente, gente estúpida gera conversa de merda.
Ergo, não dou conversa a conversa de merda.
E tem-se vindo a revelar um enorme alívio dos sintomas supra referidos de úlcera e AVC, já para não falar da calmaria em vez dos ataques de ímpetos assassinos.

Porém, como quase tudo nesta existência, tem um pequeno senão: a forma de não dar azo a conversa de merda passar por elevar o pensamento a uma esfera perto de Marte, sem passar pela caverna dos horrores onde se esfola lentamente o estúpido com a conversa de merda. Maneiras que tenho sempre um ar esgazeado de meter dó ou um olhar alucinado ou, e esta é a minha preferida, um arzinho de nojinho impecável. Assim como assim, os estúpidos lá se vão mancando e deixam-me em paz. Um bocadinho, só.

Sempre será melhor que pegar numa moca e distribuir fruta com ela, que ainda vou presa e isso era deveras chato.


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Balancete Contabilístico

No ano passado, por esta altura, aquando dos desejos para o novo ano, lembro-me vagamente de ter pedido que não morresse mais ninguém que me fosse próximo.
Ora, o à época novo ano de 2014 bem que se marimbou em mim e nos meus desejos.
Portanto, para este novo ano não vou desejar nada. Só saúde, vá, como os velhos.

No entanto, apesar dos desaires, este ano que passou foi especial.
Casei-me.
E foi a melhor coisa que fiz. Ever.


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Entretanto, o Pai Natal foi muito generoso este ano e deu-me, entre outras coisas, aquilo que mais precisava.
E é tão lindo...
A para acabar o ano em beleza, passei os últimos dias a apanhar azeitona numa zona remota de Trás-os-Montes.
Lamentando desde já não ter disponível a reportagem fotográfica, apraz dizer que, tirando o frio, é uma actividade bastante lúdica para desenvolver e que vale bastante a pena, mais que não seja para estar na galhofa.
E para poder dizer que, pelo menos uma vez na vida, que já se foi trabalhador agrícola.

Coisas Que Vejo por Aí #23

Oferenda de Natal gira e muitíssimo útil.
Em poucas horas dei a volta ao livro, que é basicamente um manuel de instruções para uma maquilhagem bem feita.
Bom e recomenda-se!

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve

Uma história simples que prende o leitor até à última página.
A capacidade do autor para descrever os meandros do sistema judicial americano é simplesmente produgiosa.
Muito bom!

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 18ª


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Bona Mater Familias deseja a todos um grande e feliz Natal!

Nada a Fazer XX

Porém, o grande, o enorme, o imenso problema do Hobbit é este ser que está em todo o lado.
E dá cabo de mim, caraças.
Ainda por cima tem ar de grumpy cat...



Merry fucking Christmas, Mr. Armitage.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O grande problema deste último capítulo do Hobbit é que há tanta saúdinha na porra do filme que uma pessoa nem sabe para que lado se há-de virar.
É que são todos uma maravilha e não deixam ninguém adormecer tamanha a luz que irradiam.
Em todos os cantos está um espécime magnífico a espreitar.


 
Assim não dá, caraças...
 

Cinema Nº ... Coiso

Esta é daquelas sagas que tenho muita pena de ver acabar. Podia continuar por anos e anos que não me importava nada.
Excelentemente realizado e interpretado, vale bem a pena.
Mesmo.

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 17ª


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Eu e Ele - 16

Não percebo como é que a pessoa que me odeia e que faz questão de ranger os dentes cada vez que passo por perto e de me tratar como se fosse um elfo doméstico, quando está fora do escritório, precisa de me ligar de hora a hora para tratar dos assuntos que deixou pendentes...

Fosse levar na bunda...

Shame On Me

Como nada mais tenho que fazer, estive a reler os posts do mês de Dezembro de todos os anos desde que criei esta espelunca e há uma ideia transversal, que só por mero acaso reparei, nos conteúdos, desde que comecei a trabalhar: basta chegar o ligeiro ar de Dezembro e é ver-me aí a chafurdar em preguiça (mais do que habitualmente).

A frase mais repetida nos textos de Dezembro, seja de que ano for, é: não me apetece trabalhar. Só porque estamos em fase natalícia, assola-se-me uma mandriice descomunal e arranjo todos os pretextos e mais alguns para não produzir a ponta de um corno.

Por exemplo, nos últimos dias, tenho a ligeiríssima tendência para despachar o expediente todo da parte da manhã para depois não mexer uma palha durante a tarde. E quem diz nos últimos dias, também pode dizer nos últimos anos no mês de Dezembro.


Tenho um problema.
Grave.
Muito grave.
E o pior é que não tenho vergonha nenhuma dele e não me coibo, de forma alguma, de o publicitar.


Ora que porra esta...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Ai a Porra - Volume Não-Sei-Das-Quantas

E a merda do tempo que nunca mais passa e nunca mais posso ir para casa, alapar o rabo no sofá, a comer doces o dia todo e a disfrutar do calorzinho da lareira e olhar para a árvore de Natal, e em vez disto, tenho que estar aqui a ver e a ouvir gente parva, que só diz e faz asneiras e que só tenho vontade que morram atropeladas por uma manada de vacas amarelas em fúria.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Yeahy!

Haverá coisa mai linda e maravilhosa do que ouvir a simples frase 'vejam lá o que têm para mim que para a semana não estou cá', vinda daquele que nos fustiga com a sua chefia?

Nada a Fazer XIX

É impressão minha ou aquela equipa duvidosa conhecida por Sporting tem um treinador que é assim a modos que fofinho, giraço e bom nas horas?
Quando era miúda, a alegria do Natal era composta quase exclusivamente pelos presentes. A antecipação de uma noite em que todo um mundo de brinquedos e coisas boas estavam ao alcance da mão era o que fazia o Natal.

Anos mais tarde, percebi que a materialidade tinha pouco a ver com a quadra; era mais importante a pessoa que oferecia o presente do que o que vinha dentro do embrulho. Foi nessa altura que os Avós começaram a desaparecer. Um negro inaugurar da idade adulta.

Hoje, os presentes pouco importam; os lugares vazios à mesa são os lembretes do que passou e que nunca é esquecido.

E assim chega mais um Natal.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 16ª


Cinema Nº ... Coiso

Armada em hypster, fui a este evento magnífico.
E a verdade é que me surpreendeu pela positiva.

Os filmes são bastante bons, argumentos originais e as interpretações deveras engraçadas.
Obviamente que os filmes são falados em hebraico, que é capaz de ser a língua mais língua-de-trapos que alguma vez ouvi, e legendados em inglês (hypster, told you...), mas percebe-se bem.

Muito bom!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014


Já é quase, quase Natal...
E eu, que gosto tanto do Natal, ainda me vejo atolhada em merdas que não gosto nem quero fazer, que nem vejo as luzes de Natal ao fundo da porra do túnel.

Mais uma vez, merda para mim...

A Sério?????

Não percebo qual é a das andorinhas desta vida que vêm do fim-de-semana (ainda por cima, abençoadamente prolongado) com pior humor do que aquele que têm durante os dias úteis.

A ideia não é descansar, aproveitar o tempo livre, recarregar baterias, vir com mais energia e conseguir desenvolver o trabalho com menos stress?

Aparentemente, não.

O que interessa é vir com humor de touro e atropelar toda a gente pelo caminho, tamanha a fúria.

Merda para mim...

Comarcas de Comadres

Já tinha aqui expressado o meu profundo pesar no que diz respeito ao constante reencontro de pessoas pouco agradáveis à vista na minha amada comarca da Mitra Land.

Porém, quando se muda de ares e se vai dar um saltinho à Ilustre Margem Sul, a primeira coisa que nos perguntam é se o marido está bonzinho de saúde e se a vidinha corre bem.



Não sei, sinceramente, o que é preferível, se encontrar pessoas que não interessam ao caralho, se fazerem conversa de chacha a tentar sacar nabos da púcara.

Oferendas Natalícias

Bá lá ber, atão, como diria o meu saudoso Avô, se haverá coisinha melhor do que receber presentinhos natalícios dos clientes?

Não há. Ainda por cima quando nos oferecem, entre outras iguarias que vinham no pacotinho, estas coisas maravilhosas.
Assim não dá, porra...

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Cinema Nº ... Coiso

Não há dúvida nenhuma que o primeiro filme é um grande clássico da comédia dos anos 90.
Não havia filme mais estúpido e mais engraçado. Agora regressam, 20 anos depois mas como igual dose de estupidez e comicidade.
Não desilude.
Mas os gajos estão velhos que metem dó.

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 15ª


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Aquisições Natalícias - Adenda

A prova que preciso mesmo, mesmo, mesmo de um telemóvel novo é que tentei tirar uma reles e mísera fotografia à árvore de Natal, que está tão gira, mas o aparelho não deixa.
E porquê?
Simplesmente porque não. Não lhe apetece.

E agora?


Xmas Cat

Há uma merda dum gato naquela casa que roubou TODOS os laços e TODAS as etiquetas dos presentes debaixo da árvore.
Alguns estão debaixo da cama, outros na caixinha de areia dele, outros aos frangalhos em todos os tapetes da casa.
Bem tento mostrar-lhe a vassoura de cada vez que vejo aquela trampa, mas não faz grande efeito.
Maneiras que comecei a usar a vassoura.

E dá resultado. Por cerca de 15 minutos.

Contra isto?
3,650 kg de batatas.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve

O que, à partida, começou por ser uma históriazeca sem grande interesse transformou-se numa obra brutal que prende, de facto, o leitor.
Qunaod já pensava que Dan Brown estava a perder a mão para a escrita, eis que surge Inferno no seu esplendor.
Muito bom.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

As Coisas Estúpidas Que Acontecem Num Respeitável Escritório Quando Não Está Ninguém Por Perto

Aquisições Natalícias

Deixem-se de tretas.

Preciso de um telemóvel.

Um qualquer.



Mas que seja smartphone, que já me habituei à boa vida e não creio querer andar de cavalo para burro.

E que tenha um ecrã grande, que já não caminho para nova e já estou pitosga.

E que não seja Sony, que é uma boa merda.

E que não bloqueie a cada 5 minutos de utilização.

E que me deixe fazer chamadas e mandar mensagens, o que o actual nem sempre deixa.

E que suporte cartões de memória e que não finja que eles não existem, como uns e outros.

E que seja bonitinho, já agora.




É pedir muito?
Vou deixar de pensar em contratar uma mulher-a-dias.
Já tenho ajuda.

Há que ver que dá bastante jeito, esta coisa que me ajuda com a roupa.
Pena é morder as molas a toda a hora...

Best Taste Ever

Umas avestruzes que tenho o azar de conhecer saem alegremente porta fora em pleno horário de expediente para tratar de assuntos da máxima importância, como seja ir ao cabeleireiro, ou às compras ou à depilação, ou às massagens, ou à manicura ou a outro sítio qualquer em que quem os vir ali sabe, imediata e indubitavelmente, que estão a trabalhar.

Hoje foi dia de vingança.

A minha ilustre pessoa e a sua ilustre colega, que não sei fazer merda sem desencaminhar mais gente, resolveram ir tratar de um assunto também ele absolutamente urgente, em que consistia ir à Conservatória do Registo Predial e trazer um registo já feito, tendo-nos posteriormente, e sempre com a importância devida, alapado nossos igualmente ilustres cus num café, a debicar queijadas, esperando que a chuva passasse. Depois disso, ainda fomos fazer compras de Natal.

E assim se passou quase uma manhã inteira.

Como é doce o saborzinho da vendeta...

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Alegoria

Todos os dias bebia chá de limão.
Não que gostasse particularmente do sabor, mas porque não havia mais nada.
Era amargo, requentado, quase gorduroso e estava quase sempre a escaldar.

Era penoso beber.
Era penoso pensar que aquele chá tinha necessariamente de ser bebido.
Era horrível pensar que, quando aquele chá finalmente terminava, no dia seguinte lá estaria uma chávena cheia à espera.

Um dia, decidiu que não queria mais beber chá de limão. Que já chegava de amargos de boca e que, com toda a certeza, haveria de existir um qualquer outro chá que seria bem melhor que aquela água ardente sebosa. E foi à procura de um chá diferente. Um chá melhor.

No dia seguinte, o tal chá de limão não estava tão amargo, nem tão requentado, nem tão gorduroso. Nem parecia tão quente.
Parecia que tinha adivinhado que andava à procura de um substituto que o empurasse para a reforma.

Lindas, as ironias, não?


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Não percebo o que é que, com esta merda deste tempo, estou a fazer no local de trabalho.
Devia era estar em casa, enrolada no sofá, a ver filmes e a enfardar pipocas e chocolates.

Porra de vida ...

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Mais do Mesmo

Não venham cá dizer depois que os jornalistas têm feito um trabalho impecável e que são necessários aos Estado de Direito, e que prestam serviço público porque isto, meus amigos, não é nada.
É só um circo montado à custa da miséria alheia.
E esta é só uma pequena amostra da palhaçada que tem vindo a ser este processo, inquinado até à 15ª geração apenas pelo gosto de cruxificação de um político do qual ninguém parece gostar.

Tenham vergonha e escondam-se.

Wedding Finals - Parte II

 Palácio de Seteais

E passei a noite de núpcias aqui.
Está tudo dito, não está?
Posso ir-me embora, não posso?

Wedding Finals

E foi tão bom que passou, invariavelmente e tal como todos os dias e horas boas, a correr.
Valeu a pena todo o esforço dos preparativos, o stress, os nervos, a correria.
Um dia cheio de coisas boas, e sorrisos, e abraços, e beijinhos, e amigos, e família, e lágrimas, muitas lágrimas, que a emoção chegou e nunca mais deixou de nos acompanhar.
E eu, que não sou dada a pieguices, nem a lamechices, nem a esses episódios diabéticos, tive direito a um dia magnífico e memorável.
O melhor dia que já tive.
E agora sou uma mulher casada, com uma aliança paneleira no dedo e tudo.

Não que tenha por hábito espetar com as minhas trombas aqui, mas desta vez, e só desta vez, vou abrir uma excepção.
E estava bem boa, caraças.

Cinema Nº ... Coiso

Extremamente cru.
História simples e brutal.
Muito bom. Mesmo.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O País Que Temos

Gostaria de lembrar aos meus queridos compatriotas que não só os julgamentos não se fazem em praça pública, que existem tribunais por um motivo e que as pessoas são inocentes até prova em contrário, mas também que os amados pares não são juízes.

Gostaria também de lembrar os meus compatriotas fofinhos que o que adoram chamar de justiça divina, ou de "era metê-lo num buraco e nunca mais ver a luz do sol" ou "até que enfim", e até "deviam era cortar-lhe as mãos como fazem os árabes" nada mais são do que comentários simiescos e pouco dignos de pessoas que vivem e apreciam viver num Estado de Direito.

Gostaria também de lembrar que podem não gostar do homem mas, que se saiba, ainda não perdeu os direitos civis e que não é nenhum animal para ser exibido numa jaula como se tivesse uma perna a nascer-lhe na testa ou um alho-porro a saltar-lhe de um ouvido, ou como se fosse um bicho no jardim zoológico.


Gostaria ainda de lembrar as pessoas que vivem neste país que têm um jornalismo de merda, sem vergonha e sem escrúpulos, que não olham a meios para humilhar e envergonhar um cidadão, fazendo da detenção mais ilegal que alguma vez vi (vão estudar e depois falamos) o maior circo desta temporada.

Por último, gostaria de desejar a todos os meus compatriotas que estão tão afoitos a julgar uma pessoa que nem uma medidade coacção aplicada tem ainda que nunca, mas nunca tenham problemas com a justiça penal e que nunca, mas nunca venham a ser detidos para interrogatório, constituídos arguidos ou similar porque, meus amores, isso é o que acontece no processo penal, não é o fim do mundo, é só o sistema penal em movimento e pode ser que haja gente a rir-se de vocês e a atirar pedras para dentro da vossa jaula tal como os meus queridos estão a fazer agora.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Atolada em Tanta Merda

... que não tenho outro remédio senão cantar.

O Homem Mais Sexy do Mundo


 Chris Hemsworth

Parece que este senhor foi eleito o homem mais sexy do mundo, segundo a revista People.
Não que faça muito o meu género, pessoalmente teria escolhido outro espécie, certamente mais sinistro, mais barbudo e mais avesso a banhos, mas este não é uma escolha à toa.
Muito saudável, sim senhor.