Esta é daquelas sagas que tenho muita pena de ver acabar. Podia continuar por anos e anos que não me importava nada.
Excelentemente realizado e interpretado, vale bem a pena.
Mesmo.
Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Eu e Ele - 16
Não percebo como é que a pessoa que me odeia e que faz questão de ranger os dentes cada vez que passo por perto e de me tratar como se fosse um elfo doméstico, quando está fora do escritório, precisa de me ligar de hora a hora para tratar dos assuntos que deixou pendentes...
Fosse levar na bunda...
Fosse levar na bunda...
Shame On Me
Como nada mais tenho que fazer, estive a reler os posts do mês de Dezembro de todos os anos desde que criei esta espelunca e há uma ideia transversal, que só por mero acaso reparei, nos conteúdos, desde que comecei a trabalhar: basta chegar o ligeiro ar de Dezembro e é ver-me aí a chafurdar em preguiça (mais do que habitualmente).
A frase mais repetida nos textos de Dezembro, seja de que ano for, é: não me apetece trabalhar. Só porque estamos em fase natalícia, assola-se-me uma mandriice descomunal e arranjo todos os pretextos e mais alguns para não produzir a ponta de um corno.
Por exemplo, nos últimos dias, tenho a ligeiríssima tendência para despachar o expediente todo da parte da manhã para depois não mexer uma palha durante a tarde. E quem diz nos últimos dias, também pode dizer nos últimos anos no mês de Dezembro.
Tenho um problema.
Grave.
Muito grave.
E o pior é que não tenho vergonha nenhuma dele e não me coibo, de forma alguma, de o publicitar.
Ora que porra esta...
A frase mais repetida nos textos de Dezembro, seja de que ano for, é: não me apetece trabalhar. Só porque estamos em fase natalícia, assola-se-me uma mandriice descomunal e arranjo todos os pretextos e mais alguns para não produzir a ponta de um corno.
Por exemplo, nos últimos dias, tenho a ligeiríssima tendência para despachar o expediente todo da parte da manhã para depois não mexer uma palha durante a tarde. E quem diz nos últimos dias, também pode dizer nos últimos anos no mês de Dezembro.
Tenho um problema.
Grave.
Muito grave.
E o pior é que não tenho vergonha nenhuma dele e não me coibo, de forma alguma, de o publicitar.
Ora que porra esta...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Ai a Porra - Volume Não-Sei-Das-Quantas
E a merda do tempo que nunca mais passa e nunca mais posso ir para casa, alapar o rabo no sofá, a comer doces o dia todo e a disfrutar do calorzinho da lareira e olhar para a árvore de Natal, e em vez disto, tenho que estar aqui a ver e a ouvir gente parva, que só diz e faz asneiras e que só tenho vontade que morram atropeladas por uma manada de vacas amarelas em fúria.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Yeahy!
Haverá coisa mai linda e maravilhosa do que ouvir a simples frase 'vejam lá o que têm para mim que para a semana não estou cá', vinda daquele que nos fustiga com a sua chefia?
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Piadas de Propriedade Privada
Nada a Fazer XIX
É impressão minha ou aquela equipa duvidosa conhecida por Sporting tem um treinador que é assim a modos que fofinho, giraço e bom nas horas?
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Benfeitorias Voluptuárias
Quando era miúda, a alegria do Natal era composta quase exclusivamente pelos presentes. A antecipação de uma noite em que todo um mundo de brinquedos e coisas boas estavam ao alcance da mão era o que fazia o Natal.
Anos mais tarde, percebi que a materialidade tinha pouco a ver com a quadra; era mais importante a pessoa que oferecia o presente do que o que vinha dentro do embrulho. Foi nessa altura que os Avós começaram a desaparecer. Um negro inaugurar da idade adulta.
Hoje, os presentes pouco importam; os lugares vazios à mesa são os lembretes do que passou e que nunca é esquecido.
E assim chega mais um Natal.
Anos mais tarde, percebi que a materialidade tinha pouco a ver com a quadra; era mais importante a pessoa que oferecia o presente do que o que vinha dentro do embrulho. Foi nessa altura que os Avós começaram a desaparecer. Um negro inaugurar da idade adulta.
Hoje, os presentes pouco importam; os lugares vazios à mesa são os lembretes do que passou e que nunca é esquecido.
E assim chega mais um Natal.
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Lado Contrário do Espelho
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Cinema Nº ... Coiso
Armada em hypster, fui a este evento magnífico.
E a verdade é que me surpreendeu pela positiva.
Os filmes são bastante bons, argumentos originais e as interpretações deveras engraçadas.
Obviamente que os filmes são falados em hebraico, que é capaz de ser a língua mais língua-de-trapos que alguma vez ouvi, e legendados em inglês (hypster, told you...), mas percebe-se bem.
Muito bom!
E a verdade é que me surpreendeu pela positiva.
Os filmes são bastante bons, argumentos originais e as interpretações deveras engraçadas.
Obviamente que os filmes são falados em hebraico, que é capaz de ser a língua mais língua-de-trapos que alguma vez ouvi, e legendados em inglês (hypster, told you...), mas percebe-se bem.
Muito bom!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
A Sério?????
Não percebo qual é a das andorinhas desta vida que vêm do fim-de-semana (ainda por cima, abençoadamente prolongado) com pior humor do que aquele que têm durante os dias úteis.
A ideia não é descansar, aproveitar o tempo livre, recarregar baterias, vir com mais energia e conseguir desenvolver o trabalho com menos stress?
Aparentemente, não.
O que interessa é vir com humor de touro e atropelar toda a gente pelo caminho, tamanha a fúria.
Merda para mim...
A ideia não é descansar, aproveitar o tempo livre, recarregar baterias, vir com mais energia e conseguir desenvolver o trabalho com menos stress?
Aparentemente, não.
O que interessa é vir com humor de touro e atropelar toda a gente pelo caminho, tamanha a fúria.
Merda para mim...
Comarcas de Comadres
Já tinha aqui expressado o meu profundo pesar no que diz respeito ao constante reencontro de pessoas pouco agradáveis à vista na minha amada comarca da Mitra Land.
Porém, quando se muda de ares e se vai dar um saltinho à Ilustre Margem Sul, a primeira coisa que nos perguntam é se o marido está bonzinho de saúde e se a vidinha corre bem.
Não sei, sinceramente, o que é preferível, se encontrar pessoas que não interessam ao caralho, se fazerem conversa de chacha a tentar sacar nabos da púcara.
Porém, quando se muda de ares e se vai dar um saltinho à Ilustre Margem Sul, a primeira coisa que nos perguntam é se o marido está bonzinho de saúde e se a vidinha corre bem.
Não sei, sinceramente, o que é preferível, se encontrar pessoas que não interessam ao caralho, se fazerem conversa de chacha a tentar sacar nabos da púcara.
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Ossos do Ofício,
Piadas de Propriedade Privada
Oferendas Natalícias
Bá lá ber, atão, como diria o meu saudoso Avô, se haverá coisinha melhor do que receber presentinhos natalícios dos clientes?
Não há. Ainda por cima quando nos oferecem, entre outras iguarias que vinham no pacotinho, estas coisas maravilhosas.
Assim não dá, porra...
Não há. Ainda por cima quando nos oferecem, entre outras iguarias que vinham no pacotinho, estas coisas maravilhosas.
Assim não dá, porra...
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Contratos de Compra e Venda Natalícios
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Cinema Nº ... Coiso
Não há dúvida nenhuma que o primeiro filme é um grande clássico da comédia dos anos 90.
Não havia filme mais estúpido e mais engraçado. Agora regressam, 20 anos depois mas como igual dose de estupidez e comicidade.
Não desilude.
Mas os gajos estão velhos que metem dó.
Não havia filme mais estúpido e mais engraçado. Agora regressam, 20 anos depois mas como igual dose de estupidez e comicidade.
Não desilude.
Mas os gajos estão velhos que metem dó.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Aquisições Natalícias - Adenda
A prova que preciso mesmo, mesmo, mesmo de um telemóvel novo é que tentei tirar uma reles e mísera fotografia à árvore de Natal, que está tão gira, mas o aparelho não deixa.
E porquê?
Simplesmente porque não. Não lhe apetece.
E agora?
E porquê?
Simplesmente porque não. Não lhe apetece.
E agora?
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Contratos de Compra e Venda Natalícios
Xmas Cat
Há uma merda dum gato naquela casa que roubou TODOS os laços e TODAS as etiquetas dos presentes debaixo da árvore.
Alguns estão debaixo da cama, outros na caixinha de areia dele, outros aos frangalhos em todos os tapetes da casa.
Bem tento mostrar-lhe a vassoura de cada vez que vejo aquela trampa, mas não faz grande efeito.
Maneiras que comecei a usar a vassoura.
E dá resultado. Por cerca de 15 minutos.
Contra isto?
3,650 kg de batatas.
Alguns estão debaixo da cama, outros na caixinha de areia dele, outros aos frangalhos em todos os tapetes da casa.
Bem tento mostrar-lhe a vassoura de cada vez que vejo aquela trampa, mas não faz grande efeito.
Maneiras que comecei a usar a vassoura.
E dá resultado. Por cerca de 15 minutos.
Contra isto?
3,650 kg de batatas.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
O que, à partida, começou por ser uma históriazeca sem grande interesse transformou-se numa obra brutal que prende, de facto, o leitor.
Qunaod já pensava que Dan Brown estava a perder a mão para a escrita, eis que surge Inferno no seu esplendor.
Muito bom.
Qunaod já pensava que Dan Brown estava a perder a mão para a escrita, eis que surge Inferno no seu esplendor.
Muito bom.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Aquisições Natalícias
Deixem-se de tretas.
Preciso de um telemóvel.
Um qualquer.
Mas que seja smartphone, que já me habituei à boa vida e não creio querer andar de cavalo para burro.
E que tenha um ecrã grande, que já não caminho para nova e já estou pitosga.
E que não seja Sony, que é uma boa merda.
E que não bloqueie a cada 5 minutos de utilização.
E que me deixe fazer chamadas e mandar mensagens, o que o actual nem sempre deixa.
E que suporte cartões de memória e que não finja que eles não existem, como uns e outros.
E que seja bonitinho, já agora.
É pedir muito?
Preciso de um telemóvel.
Um qualquer.
Mas que seja smartphone, que já me habituei à boa vida e não creio querer andar de cavalo para burro.
E que tenha um ecrã grande, que já não caminho para nova e já estou pitosga.
E que não seja Sony, que é uma boa merda.
E que não bloqueie a cada 5 minutos de utilização.
E que me deixe fazer chamadas e mandar mensagens, o que o actual nem sempre deixa.
E que suporte cartões de memória e que não finja que eles não existem, como uns e outros.
E que seja bonitinho, já agora.
É pedir muito?
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Contratos de Compra e Venda Natalícios
Best Taste Ever
Umas avestruzes que tenho o azar de conhecer saem alegremente porta fora em pleno horário de expediente para tratar de assuntos da máxima importância, como seja ir ao cabeleireiro, ou às compras ou à depilação, ou às massagens, ou à manicura ou a outro sítio qualquer em que quem os vir ali sabe, imediata e indubitavelmente, que estão a trabalhar.
Hoje foi dia de vingança.
A minha ilustre pessoa e a sua ilustre colega, que não sei fazer merda sem desencaminhar mais gente, resolveram ir tratar de um assunto também ele absolutamente urgente, em que consistia ir à Conservatória do Registo Predial e trazer um registo já feito, tendo-nos posteriormente, e sempre com a importância devida, alapado nossos igualmente ilustres cus num café, a debicar queijadas, esperando que a chuva passasse. Depois disso, ainda fomos fazer compras de Natal.
E assim se passou quase uma manhã inteira.
Como é doce o saborzinho da vendeta...
Hoje foi dia de vingança.
A minha ilustre pessoa e a sua ilustre colega, que não sei fazer merda sem desencaminhar mais gente, resolveram ir tratar de um assunto também ele absolutamente urgente, em que consistia ir à Conservatória do Registo Predial e trazer um registo já feito, tendo-nos posteriormente, e sempre com a importância devida, alapado nossos igualmente ilustres cus num café, a debicar queijadas, esperando que a chuva passasse. Depois disso, ainda fomos fazer compras de Natal.
E assim se passou quase uma manhã inteira.
Como é doce o saborzinho da vendeta...
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Piadas de Propriedade Privada
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Alegoria
Todos os dias bebia chá de limão.
Não que gostasse particularmente do sabor, mas porque não havia mais nada.
Era amargo, requentado, quase gorduroso e estava quase sempre a escaldar.
Era penoso beber.
Era penoso pensar que aquele chá tinha necessariamente de ser bebido.
Era horrível pensar que, quando aquele chá finalmente terminava, no dia seguinte lá estaria uma chávena cheia à espera.
Um dia, decidiu que não queria mais beber chá de limão. Que já chegava de amargos de boca e que, com toda a certeza, haveria de existir um qualquer outro chá que seria bem melhor que aquela água ardente sebosa. E foi à procura de um chá diferente. Um chá melhor.
No dia seguinte, o tal chá de limão não estava tão amargo, nem tão requentado, nem tão gorduroso. Nem parecia tão quente.
Parecia que tinha adivinhado que andava à procura de um substituto que o empurasse para a reforma.
Lindas, as ironias, não?
Não que gostasse particularmente do sabor, mas porque não havia mais nada.
Era amargo, requentado, quase gorduroso e estava quase sempre a escaldar.
Era penoso beber.
Era penoso pensar que aquele chá tinha necessariamente de ser bebido.
Era horrível pensar que, quando aquele chá finalmente terminava, no dia seguinte lá estaria uma chávena cheia à espera.
Um dia, decidiu que não queria mais beber chá de limão. Que já chegava de amargos de boca e que, com toda a certeza, haveria de existir um qualquer outro chá que seria bem melhor que aquela água ardente sebosa. E foi à procura de um chá diferente. Um chá melhor.
No dia seguinte, o tal chá de limão não estava tão amargo, nem tão requentado, nem tão gorduroso. Nem parecia tão quente.
Parecia que tinha adivinhado que andava à procura de um substituto que o empurasse para a reforma.
Lindas, as ironias, não?
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Das Coisas fora dos limites do 202º CC
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Mais do Mesmo
Não venham cá dizer depois que os jornalistas têm feito um trabalho impecável e que são necessários aos Estado de Direito, e que prestam serviço público porque isto, meus amigos, não é nada.
É só um circo montado à custa da miséria alheia.
E esta é só uma pequena amostra da palhaçada que tem vindo a ser este processo, inquinado até à 15ª geração apenas pelo gosto de cruxificação de um político do qual ninguém parece gostar.
Tenham vergonha e escondam-se.
É só um circo montado à custa da miséria alheia.
E esta é só uma pequena amostra da palhaçada que tem vindo a ser este processo, inquinado até à 15ª geração apenas pelo gosto de cruxificação de um político do qual ninguém parece gostar.
Tenham vergonha e escondam-se.
Wedding Finals - Parte II
Palácio de Seteais
E passei a noite de núpcias aqui.
Está tudo dito, não está?
Posso ir-me embora, não posso?
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Vide artº 1577º do Código Civil
Wedding Finals
E foi tão bom que passou, invariavelmente e tal como todos os dias e horas boas, a correr.
Valeu a pena todo o esforço dos preparativos, o stress, os nervos, a correria.
Um dia cheio de coisas boas, e sorrisos, e abraços, e beijinhos, e amigos, e família, e lágrimas, muitas lágrimas, que a emoção chegou e nunca mais deixou de nos acompanhar.
E eu, que não sou dada a pieguices, nem a lamechices, nem a esses episódios diabéticos, tive direito a um dia magnífico e memorável.
O melhor dia que já tive.
E agora sou uma mulher casada, com uma aliança paneleira no dedo e tudo.
Não que tenha por hábito espetar com as minhas trombas aqui, mas desta vez, e só desta vez, vou abrir uma excepção.
Valeu a pena todo o esforço dos preparativos, o stress, os nervos, a correria.
Um dia cheio de coisas boas, e sorrisos, e abraços, e beijinhos, e amigos, e família, e lágrimas, muitas lágrimas, que a emoção chegou e nunca mais deixou de nos acompanhar.
E eu, que não sou dada a pieguices, nem a lamechices, nem a esses episódios diabéticos, tive direito a um dia magnífico e memorável.
O melhor dia que já tive.
E agora sou uma mulher casada, com uma aliança paneleira no dedo e tudo.
Não que tenha por hábito espetar com as minhas trombas aqui, mas desta vez, e só desta vez, vou abrir uma excepção.
E estava bem boa, caraças.
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Vide artº 1577º do Código Civil
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
O País Que Temos
Gostaria de lembrar aos meus queridos compatriotas que não só os julgamentos não se fazem em praça pública, que existem tribunais por um motivo e que as pessoas são inocentes até prova em contrário, mas também que os amados pares não são juízes.
Gostaria também de lembrar os meus compatriotas fofinhos que o que adoram chamar de justiça divina, ou de "era metê-lo num buraco e nunca mais ver a luz do sol" ou "até que enfim", e até "deviam era cortar-lhe as mãos como fazem os árabes" nada mais são do que comentários simiescos e pouco dignos de pessoas que vivem e apreciam viver num Estado de Direito.
Gostaria também de lembrar que podem não gostar do homem mas, que se saiba, ainda não perdeu os direitos civis e que não é nenhum animal para ser exibido numa jaula como se tivesse uma perna a nascer-lhe na testa ou um alho-porro a saltar-lhe de um ouvido, ou como se fosse um bicho no jardim zoológico.
Gostaria ainda de lembrar as pessoas que vivem neste país que têm um jornalismo de merda, sem vergonha e sem escrúpulos, que não olham a meios para humilhar e envergonhar um cidadão, fazendo da detenção mais ilegal que alguma vez vi (vão estudar e depois falamos) o maior circo desta temporada.
Por último, gostaria de desejar a todos os meus compatriotas que estão tão afoitos a julgar uma pessoa que nem uma medidade coacção aplicada tem ainda que nunca, mas nunca tenham problemas com a justiça penal e que nunca, mas nunca venham a ser detidos para interrogatório, constituídos arguidos ou similar porque, meus amores, isso é o que acontece no processo penal, não é o fim do mundo, é só o sistema penal em movimento e pode ser que haja gente a rir-se de vocês e a atirar pedras para dentro da vossa jaula tal como os meus queridos estão a fazer agora.
Gostaria também de lembrar os meus compatriotas fofinhos que o que adoram chamar de justiça divina, ou de "era metê-lo num buraco e nunca mais ver a luz do sol" ou "até que enfim", e até "deviam era cortar-lhe as mãos como fazem os árabes" nada mais são do que comentários simiescos e pouco dignos de pessoas que vivem e apreciam viver num Estado de Direito.
Gostaria também de lembrar que podem não gostar do homem mas, que se saiba, ainda não perdeu os direitos civis e que não é nenhum animal para ser exibido numa jaula como se tivesse uma perna a nascer-lhe na testa ou um alho-porro a saltar-lhe de um ouvido, ou como se fosse um bicho no jardim zoológico.
Gostaria ainda de lembrar as pessoas que vivem neste país que têm um jornalismo de merda, sem vergonha e sem escrúpulos, que não olham a meios para humilhar e envergonhar um cidadão, fazendo da detenção mais ilegal que alguma vez vi (vão estudar e depois falamos) o maior circo desta temporada.
Por último, gostaria de desejar a todos os meus compatriotas que estão tão afoitos a julgar uma pessoa que nem uma medidade coacção aplicada tem ainda que nunca, mas nunca tenham problemas com a justiça penal e que nunca, mas nunca venham a ser detidos para interrogatório, constituídos arguidos ou similar porque, meus amores, isso é o que acontece no processo penal, não é o fim do mundo, é só o sistema penal em movimento e pode ser que haja gente a rir-se de vocês e a atirar pedras para dentro da vossa jaula tal como os meus queridos estão a fazer agora.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
O Homem Mais Sexy do Mundo
Chris Hemsworth
Parece que este senhor foi eleito o homem mais sexy do mundo, segundo a revista People.
Não que faça muito o meu género, pessoalmente teria escolhido outro espécie, certamente mais sinistro, mais barbudo e mais avesso a banhos, mas este não é uma escolha à toa.
Muito saudável, sim senhor.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Confesso que tinha muitas saudades das aventuras de Outlander.
Apesar do discurso um tanto lamecha e da estupidez crónica de um dos personagens principais, prende o leitor e fá-lo viajar no tempo de uma forma arrebatadora.
Quando é que sai o próximo?
Apesar do discurso um tanto lamecha e da estupidez crónica de um dos personagens principais, prende o leitor e fá-lo viajar no tempo de uma forma arrebatadora.
Quando é que sai o próximo?
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Um Ano de Agregação
Há exactamente um anos atrás, este foi, simultaneamente, o pior e o melhor dia da minha vida.
Depois de uma noite em claro, apresentei-me no exame mais estúpido que podia haver ao cimo da terra, acompanhada do patrono mais aéreo que poderia haver.
Nunca na minha vida estive tão nervosa. Nunca estive tão desesperada, nem tão triste, nem tão ansiosa.
No fim, quando passou, quando finalmente acabou, a sensação que tive foi de esvaziamento completo. E de alívio. E de felicidade. Tinha conseguido, depois de um pista de osbtáculos de 3 anos de comprimento.
Ainda hoje sonho com aquelas horas infernais e acordo com tremores e suores frios. Ainda hoje me lembro da dor de estômago que durou dias a fio. Ainda hoje me lembro da vontade de me atirar de uma ponte abaixo.
Ainda hoje penso onde raio tinha a cabeça para me meter numa coisa destas.
Depois de uma noite em claro, apresentei-me no exame mais estúpido que podia haver ao cimo da terra, acompanhada do patrono mais aéreo que poderia haver.
Nunca na minha vida estive tão nervosa. Nunca estive tão desesperada, nem tão triste, nem tão ansiosa.
No fim, quando passou, quando finalmente acabou, a sensação que tive foi de esvaziamento completo. E de alívio. E de felicidade. Tinha conseguido, depois de um pista de osbtáculos de 3 anos de comprimento.
Ainda hoje sonho com aquelas horas infernais e acordo com tremores e suores frios. Ainda hoje me lembro da dor de estômago que durou dias a fio. Ainda hoje me lembro da vontade de me atirar de uma ponte abaixo.
Ainda hoje penso onde raio tinha a cabeça para me meter numa coisa destas.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Matem o Mensageiro
Não que faça de propósito ou que me ande permanentemente por aí a vangloriar, se calhar até ando e estou para aqui armada em parva, às vezes ocorre, um erro inocente, sem dúvida, mas normalmente os disparates que gosto de dizer nem são disparates de todo.
Podem parecer, mas não são.
Fazem sentido, mesmo que tal sentido só consiga ser extraído numa espiral de caos e destruição.
Não são disparates.
Umas vezes, são análises cuidadas, que resultam de observação prolongada.
Podem também ser baseadas em ímpetos, em impulsos, mas estão normalmente certos.
Não são disparates.
Tanto palavreado para dizer uma coisa tão simples.
Uma pessoa normal teria simplesmente escrito eu tenho sempre razão. Porém, tal frase é perigosa e muito dúbia. Razão em relação a quê?, ao tempo, à política, às pessoas? Como é que se pode ter sempre razão, se a realizade está em constante mutação?
Não creio reunir os requisitos essenciais para ser uma pessoa normal, tão pouco. Daí não ter começado por aí.
O que não significa que a ideia não seja semelhante.
Não que diga que tudo o que sai da minha ilustre boca seja um autêntico oráculo de Delfos. Não é.
Mas quando tenho razão é sempre a altura em que toda a gente escolhe não ouvir. Olham para o lado. Assobiam, fingem estar noutro sítio. Acusam-me de ser malvada, cruel, implicante. Não olham aos adjectivos pouco simpáticos para qualificar o que foi proferido. Mas no fim, no fim, venho a ter razão. E depois tudo com cara de parvo a olhar para mim. Como se não tivesse avisado.
Não que goste de ser o arauto da desgraça. Não que tenha particular gozo em transmitir notícias de merda. Não que tenha queda especial para o drama.
Mas calha assim. E ninguém nunca ouve o que digo.
É uma merda.
Vai dar merda.
É só uma questão de tempo.
Podem parecer, mas não são.
Fazem sentido, mesmo que tal sentido só consiga ser extraído numa espiral de caos e destruição.
Não são disparates.
Umas vezes, são análises cuidadas, que resultam de observação prolongada.
Podem também ser baseadas em ímpetos, em impulsos, mas estão normalmente certos.
Não são disparates.
Tanto palavreado para dizer uma coisa tão simples.
Uma pessoa normal teria simplesmente escrito eu tenho sempre razão. Porém, tal frase é perigosa e muito dúbia. Razão em relação a quê?, ao tempo, à política, às pessoas? Como é que se pode ter sempre razão, se a realizade está em constante mutação?
Não creio reunir os requisitos essenciais para ser uma pessoa normal, tão pouco. Daí não ter começado por aí.
O que não significa que a ideia não seja semelhante.
Não que diga que tudo o que sai da minha ilustre boca seja um autêntico oráculo de Delfos. Não é.
Mas quando tenho razão é sempre a altura em que toda a gente escolhe não ouvir. Olham para o lado. Assobiam, fingem estar noutro sítio. Acusam-me de ser malvada, cruel, implicante. Não olham aos adjectivos pouco simpáticos para qualificar o que foi proferido. Mas no fim, no fim, venho a ter razão. E depois tudo com cara de parvo a olhar para mim. Como se não tivesse avisado.
Não que goste de ser o arauto da desgraça. Não que tenha particular gozo em transmitir notícias de merda. Não que tenha queda especial para o drama.
Mas calha assim. E ninguém nunca ouve o que digo.
É uma merda.
Vai dar merda.
É só uma questão de tempo.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Holidays
Basicamente, uma rambóia desgraçada, um sopro de calor, uma terra maravilhosa e, quando se dá por isso, já se está outra vez cá.
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Vide artº 1577º do Código Civil
Uma Senhora Chamada Da Intervenção
A merda toda a Judicatura é que, apesar de toda a conversa de chacha de como as comarcas são grandes e como há mais advogados que mentirosos na política, isto é o mesmo que viver numa aldeia, em que toda a gente se conhece de toda a parte e, volta e meia, encontramo-nos todos no mesmo sítio.
Ganda merda...
Ganda merda...
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Ossos do Ofício
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Dia de Guy Fawkes
Não sou inglesa nem nada que se pareça (embora desse dois ou três dedos para ser), mas acho graça a este dia.
Deve ser porque não tenho mais nada que fazer.
Deve ser porque não tenho mais nada que fazer.
American Horror Story Freakshow
Nunca fui grande adepta ... até começar a ver.
Sinistramente bom.
E aquele palhaço é de fugir; o cabrão está todo o lado.
É o novo vício.
Sinistramente bom.
E aquele palhaço é de fugir; o cabrão está todo o lado.
É o novo vício.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Cinema Nº ... Coiso
Não está mal, não senhor.
Mr. Downey Jr. tem uma interpretação razoável e a história tem muitos pontos de emoção e lamechice a dar com um pau, mas não se sente grande vómito.
Tenho Andado a Dizer isto, Basicamente, a Vida Toda ...
Tenho uma amiga que anda naquela fase inicial de paixão. Não aquela em que já se chegou a vias de facto; a outra, a que se anda num constante chove-não-molha, a lançar a rede, as mensagens os telefonemas, os sorrisos, os encontros.
Anda a rapariga por aí como se fosse transportada na nuvem mágica do Son Goku, sempre de risinho rasgado, aos pulinhos pela casa fora.
A minha pessoa, que é uma besta quadrada sem sentimentos e completamente ressequida, tenta por todas as vias não demonstrar o que lhe vai na alma e esconde na escuridão impenetrável da sua alma a vontade que tem de lhe dar dois estalos, abaná-la e atirá-la ao chão para ver se acorda; é que se me custa ver a garota atoleimada com tanta euforia. Nem vale a pena, que a minha essência foi corrompida à nascença e só a ideia de melaço já me dá a volta à tripa.
Tremo, porém, só de pensar que a moça possa vir a bater com a frente da cabeça no duro chão de cimento quando, afinal, perceber que a esmagadora maioria dos homens não vale a ponta de um lápis. E digo homens como poderia dizer mulheres; o que importa salientar aqui é a natureza podre, negra e decadente do ser humano que, independentemente do género, não presta para nada.
Depois de dar muitas voltas à cabeça, a pensar o que haveria de ofertar a esta minha querida amiga por ocasião do Natal que se aproxima, cheguei à conclusão de que o melhor será comprar-lhe um daqueles conjuntos de pá do lixo que vêm com uma vassourinha pequena. Para apanhar os cacos depois da euforia passar.
Ou estou a ser demasiado pessimista?
Anda a rapariga por aí como se fosse transportada na nuvem mágica do Son Goku, sempre de risinho rasgado, aos pulinhos pela casa fora.
A minha pessoa, que é uma besta quadrada sem sentimentos e completamente ressequida, tenta por todas as vias não demonstrar o que lhe vai na alma e esconde na escuridão impenetrável da sua alma a vontade que tem de lhe dar dois estalos, abaná-la e atirá-la ao chão para ver se acorda; é que se me custa ver a garota atoleimada com tanta euforia. Nem vale a pena, que a minha essência foi corrompida à nascença e só a ideia de melaço já me dá a volta à tripa.
Tremo, porém, só de pensar que a moça possa vir a bater com a frente da cabeça no duro chão de cimento quando, afinal, perceber que a esmagadora maioria dos homens não vale a ponta de um lápis. E digo homens como poderia dizer mulheres; o que importa salientar aqui é a natureza podre, negra e decadente do ser humano que, independentemente do género, não presta para nada.
Depois de dar muitas voltas à cabeça, a pensar o que haveria de ofertar a esta minha querida amiga por ocasião do Natal que se aproxima, cheguei à conclusão de que o melhor será comprar-lhe um daqueles conjuntos de pá do lixo que vêm com uma vassourinha pequena. Para apanhar os cacos depois da euforia passar.
Ou estou a ser demasiado pessimista?
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Cinema Nº ... Coiso
(já vai acabar, porra)
Este foi o melhor filme de terror/thriller/whatever que vi nos últimos tempos.
A história é diferente de tudo o que já se viu, as interpretações estão soberbas e o final ..., meu caros, o final... é qualquer coisa.
Excelente.
Este foi o melhor filme de terror/thriller/whatever que vi nos últimos tempos.
A história é diferente de tudo o que já se viu, as interpretações estão soberbas e o final ..., meu caros, o final... é qualquer coisa.
Excelente.
Cinema Nº ... Coiso
Este é especial, não só porque tem o Luke Evans, espécimen masculino da minha predilecção, como foi o primeiro filme que fui ver sozinha ao cinema (uma virgem nestas andanças, portanto).
Um filme de acção bem estruturado que conta uma história alternativa de Drácula, que é como quem diz, uma tentativa de o humanizar.
Não sendo extraordinário, não está nada mal.
Um filme de acção bem estruturado que conta uma história alternativa de Drácula, que é como quem diz, uma tentativa de o humanizar.
Não sendo extraordinário, não está nada mal.
Cinema Nº ... Coiso
Dos melhores filmes desta temporada.
O que poderia facilmente resvalar para um filmezeco de cordel transforma-se numa história absolutamente avassaladora que não deixa ninguém indiferente.
Grande interprestação de Rosamund Pike.
O que poderia facilmente resvalar para um filmezeco de cordel transforma-se numa história absolutamente avassaladora que não deixa ninguém indiferente.
Grande interprestação de Rosamund Pike.
Cinema Nº ... Coiso
Hora de actualizar a cinemateca cá do antro, que é como quem diz, todos os filmes que foram visualizados no tempo de férias.
Brace yourselves.
Esperava mais deste, ainda por cima com o Sr. Neeson como actor principal numa película de distribuição de fruta.
O final deixa um pouco a desejar e lá para o meio da coisa deixa entrar o cliché.
É pena.
Brace yourselves.
Esperava mais deste, ainda por cima com o Sr. Neeson como actor principal numa película de distribuição de fruta.
O final deixa um pouco a desejar e lá para o meio da coisa deixa entrar o cliché.
É pena.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Este demorou a acabar como tudo. O facto do tamanho da letra ser pouco maior que uma formiga também não é grande incentivo.
Também não é grande incentivo já conhecer toda a história da própria Mossad, das operações mais importantes e de todos os pormenores da orgânica do Instituto, uma vez que já perdi a conta aos livros que devorei sobre esta temática. Não obstante a crítica feroz, que é o ponto de partida para esta obra, é fascinante e absolutamente envolvente.
Muito bom.
Também não é grande incentivo já conhecer toda a história da própria Mossad, das operações mais importantes e de todos os pormenores da orgânica do Instituto, uma vez que já perdi a conta aos livros que devorei sobre esta temática. Não obstante a crítica feroz, que é o ponto de partida para esta obra, é fascinante e absolutamente envolvente.
Muito bom.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
À Merda Mais a Isto
Tenho uma nova amiga. Chama-se Cortisona.
Três vezes por dia, lá nos encontramos e bebemos café, ou chá ou outra coisa quaklquer e conversamos um bocadinho. Não é de grandes conversas, a Cortisona. A maior parte das vezes, senta-se à minha frente e não diz nada, só olha fixamente para mim.
Ainda não sei se gosto muito dela.
Só sei que por causa dela vou chegar ao casamento parecida com um bola de Berlim, redonda, reluzente e recheada de líquidos.
Não é uma maravilha?
Três vezes por dia, lá nos encontramos e bebemos café, ou chá ou outra coisa quaklquer e conversamos um bocadinho. Não é de grandes conversas, a Cortisona. A maior parte das vezes, senta-se à minha frente e não diz nada, só olha fixamente para mim.
Ainda não sei se gosto muito dela.
Só sei que por causa dela vou chegar ao casamento parecida com um bola de Berlim, redonda, reluzente e recheada de líquidos.
Não é uma maravilha?
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Teorias do Homicídio Qualificado
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Cinema Nº ... Qualquer Coisa
Excelente interpretação de Botelho da obra de Eça.
Criou originalidade e criatividade numa história que toda a gente já conhece.
Muito bom.
Criou originalidade e criatividade numa história que toda a gente já conhece.
Muito bom.
Nem Tudo É Mau, Porém
Em compensação, ganhei entretanto um sobrinho, rechonchudo e fofinho, acabadinho de nascer, o que só pode ser bom.
Não Há Sorte Nenhuma
365 dias inteiros num ano para uma pessoa ficar doente.
Tem de ser exactamente nos 8 dias antes, que é para a coisa ficar divertida, foda-se.
Tem de ser exactamente nos 8 dias antes, que é para a coisa ficar divertida, foda-se.
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Vide artº 1577º do Código Civil
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Salty as Fuck - 10
Às vezes, esqueço-me das coisas.
É um facto.
Um facto que não abona nada à minha reputação de guardadora de rancores, diga-se, já que para tal tarefa é necessário um arquivo considerável.
Mas eventualmente esqueço. E sigo em frente, como se nada fosse, deixando de lado as coisas menos boas às quais gosto de me agarrar como se não houvesse um amanhã, para mais tarde recordar ou, quem sabe, poder exercer o direito ao contraditório se para tal surgir a oportunidade.
Esqueço, é verdade.
Mas haverá sempre alguém que fará questão de mo lembrar e de me fazer sentir estúpida por ter esquecido, quando, na verdade, devia ter-me agarrado ao rancor, sem qualquer possibilidade de esquecimento ou perdão.
Haverá sempre alguém que fará questão de me dar um coice, preferencialmente à frente de uma multidão, recordando-me que os anteriores coices deviam ter deixado mais marca para não serem olvidados tão depressa.
E, certamente, haverá sempre alguém que acrescentará mais uma peça à engrenagem da minha parte cerebral que comanda os instintos assassinos.
Depois da tempestada, uma bonança incrível, como se nada tivesse ocorrido.
Tendo já contribuido em larga escala para tal peditório, nada mais resta a dizer, porque nada virá depois.
É um facto.
Um facto que não abona nada à minha reputação de guardadora de rancores, diga-se, já que para tal tarefa é necessário um arquivo considerável.
Mas eventualmente esqueço. E sigo em frente, como se nada fosse, deixando de lado as coisas menos boas às quais gosto de me agarrar como se não houvesse um amanhã, para mais tarde recordar ou, quem sabe, poder exercer o direito ao contraditório se para tal surgir a oportunidade.
Esqueço, é verdade.
Mas haverá sempre alguém que fará questão de mo lembrar e de me fazer sentir estúpida por ter esquecido, quando, na verdade, devia ter-me agarrado ao rancor, sem qualquer possibilidade de esquecimento ou perdão.
Haverá sempre alguém que fará questão de me dar um coice, preferencialmente à frente de uma multidão, recordando-me que os anteriores coices deviam ter deixado mais marca para não serem olvidados tão depressa.
E, certamente, haverá sempre alguém que acrescentará mais uma peça à engrenagem da minha parte cerebral que comanda os instintos assassinos.
Depois da tempestada, uma bonança incrível, como se nada tivesse ocorrido.
Tendo já contribuido em larga escala para tal peditório, nada mais resta a dizer, porque nada virá depois.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Mais à Merda Para Isto
Sei que não é por mal mas a verdade é que não me consigo abstrair do facto de lhe querer abrir a cabeça com um machado rombo de cada vez que aquela azémola abre a boca.
Contra isto, batatas, foda-se.
Contra isto, batatas, foda-se.
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Teorias do Homicídio Qualificado
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Nonsense Talking Nº Qualquer Coisa
- Tenho que pagar taxa de justiça agora?
- Não, a liquidação é posterior.
- De certeza?
- Sim.
- Mas assim não estou a lesionar o Estado?
- Não, a liquidação é posterior.
- De certeza?
- Sim.
- Mas assim não estou a lesionar o Estado?
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Piadas de Propriedade Privada
Wedding Arrangements - Parte 23
Mesas.
Putas das mesas.
Puta dos lugares das mesas mais à puta que os pariu.
Check!
Putas das mesas.
Puta dos lugares das mesas mais à puta que os pariu.
Check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Amostra de Gato XII
Hoje aprendemos uma coisa nova: saltar do chão directamente para a bancada da cozinha é não só estupidamente fácil como extremamente divertido, principalmente quando os humanos que vivem lá em casa estão a preparar atum, que é uma coisa que toda a gente sabe que os gatos não apreciam mesmo nada.
Se a esta nova aprendizagem somarmos a do dia de ontem, que consiste em trepar para o estendal da roupa e fazer equilibrismo entre as cordas, as molas e o que lá está estendido, conclui-se que esta amostra de gato é, com toda a certeza, sobredotado, e uma sumidade entre os felinos.
Se a esta nova aprendizagem somarmos a do dia de ontem, que consiste em trepar para o estendal da roupa e fazer equilibrismo entre as cordas, as molas e o que lá está estendido, conclui-se que esta amostra de gato é, com toda a certeza, sobredotado, e uma sumidade entre os felinos.
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