Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Balancete Contabilístico
No ano passado, por esta altura, aquando dos desejos para o novo ano, lembro-me vagamente de ter pedido que não morresse mais ninguém que me fosse próximo.
Ora, o à época novo ano de 2014 bem que se marimbou em mim e nos meus desejos.
Portanto, para este novo ano não vou desejar nada. Só saúde, vá, como os velhos.
No entanto, apesar dos desaires, este ano que passou foi especial.
Casei-me.
E foi a melhor coisa que fiz. Ever.
Ora, o à época novo ano de 2014 bem que se marimbou em mim e nos meus desejos.
Portanto, para este novo ano não vou desejar nada. Só saúde, vá, como os velhos.
No entanto, apesar dos desaires, este ano que passou foi especial.
Casei-me.
E foi a melhor coisa que fiz. Ever.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Entretanto, o Pai Natal foi muito generoso este ano e deu-me, entre outras coisas, aquilo que mais precisava.
E é tão lindo...
E é tão lindo...
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Piadas de Propriedade Privada
A para acabar o ano em beleza, passei os últimos dias a apanhar azeitona numa zona remota de Trás-os-Montes.
Lamentando desde já não ter disponível a reportagem fotográfica, apraz dizer que, tirando o frio, é uma actividade bastante lúdica para desenvolver e que vale bastante a pena, mais que não seja para estar na galhofa.
E para poder dizer que, pelo menos uma vez na vida, que já se foi trabalhador agrícola.
Lamentando desde já não ter disponível a reportagem fotográfica, apraz dizer que, tirando o frio, é uma actividade bastante lúdica para desenvolver e que vale bastante a pena, mais que não seja para estar na galhofa.
E para poder dizer que, pelo menos uma vez na vida, que já se foi trabalhador agrícola.
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Piadas de Propriedade Privada
Coisas Que Vejo por Aí #23
Oferenda de Natal gira e muitíssimo útil.
Em poucas horas dei a volta ao livro, que é basicamente um manuel de instruções para uma maquilhagem bem feita.
Bom e recomenda-se!
Em poucas horas dei a volta ao livro, que é basicamente um manuel de instruções para uma maquilhagem bem feita.
Bom e recomenda-se!
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Comentário Jurídico da Latrina
Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve
Uma história simples que prende o leitor até à última página.
A capacidade do autor para descrever os meandros do sistema judicial americano é simplesmente produgiosa.
Muito bom!
A capacidade do autor para descrever os meandros do sistema judicial americano é simplesmente produgiosa.
Muito bom!
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Nada a Fazer XX
Porém, o grande, o enorme, o imenso problema do Hobbit é este ser que está em todo o lado.
E dá cabo de mim, caraças.
Ainda por cima tem ar de grumpy cat...
Merry fucking Christmas, Mr. Armitage.
E dá cabo de mim, caraças.
Ainda por cima tem ar de grumpy cat...
Merry fucking Christmas, Mr. Armitage.
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Benfeitorias Voluptuárias
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
O grande problema deste último capítulo do Hobbit é que há tanta saúdinha na porra do filme que uma pessoa nem sabe para que lado se há-de virar.
É que são todos uma maravilha e não deixam ninguém adormecer tamanha a luz que irradiam.
Em todos os cantos está um espécime magnífico a espreitar.
Assim não dá, caraças...
É que são todos uma maravilha e não deixam ninguém adormecer tamanha a luz que irradiam.
Em todos os cantos está um espécime magnífico a espreitar.
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Benfeitorias Voluptuárias
Cinema Nº ... Coiso
Esta é daquelas sagas que tenho muita pena de ver acabar. Podia continuar por anos e anos que não me importava nada.
Excelentemente realizado e interpretado, vale bem a pena.
Mesmo.
Excelentemente realizado e interpretado, vale bem a pena.
Mesmo.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Eu e Ele - 16
Não percebo como é que a pessoa que me odeia e que faz questão de ranger os dentes cada vez que passo por perto e de me tratar como se fosse um elfo doméstico, quando está fora do escritório, precisa de me ligar de hora a hora para tratar dos assuntos que deixou pendentes...
Fosse levar na bunda...
Fosse levar na bunda...
Shame On Me
Como nada mais tenho que fazer, estive a reler os posts do mês de Dezembro de todos os anos desde que criei esta espelunca e há uma ideia transversal, que só por mero acaso reparei, nos conteúdos, desde que comecei a trabalhar: basta chegar o ligeiro ar de Dezembro e é ver-me aí a chafurdar em preguiça (mais do que habitualmente).
A frase mais repetida nos textos de Dezembro, seja de que ano for, é: não me apetece trabalhar. Só porque estamos em fase natalícia, assola-se-me uma mandriice descomunal e arranjo todos os pretextos e mais alguns para não produzir a ponta de um corno.
Por exemplo, nos últimos dias, tenho a ligeiríssima tendência para despachar o expediente todo da parte da manhã para depois não mexer uma palha durante a tarde. E quem diz nos últimos dias, também pode dizer nos últimos anos no mês de Dezembro.
Tenho um problema.
Grave.
Muito grave.
E o pior é que não tenho vergonha nenhuma dele e não me coibo, de forma alguma, de o publicitar.
Ora que porra esta...
A frase mais repetida nos textos de Dezembro, seja de que ano for, é: não me apetece trabalhar. Só porque estamos em fase natalícia, assola-se-me uma mandriice descomunal e arranjo todos os pretextos e mais alguns para não produzir a ponta de um corno.
Por exemplo, nos últimos dias, tenho a ligeiríssima tendência para despachar o expediente todo da parte da manhã para depois não mexer uma palha durante a tarde. E quem diz nos últimos dias, também pode dizer nos últimos anos no mês de Dezembro.
Tenho um problema.
Grave.
Muito grave.
E o pior é que não tenho vergonha nenhuma dele e não me coibo, de forma alguma, de o publicitar.
Ora que porra esta...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Ai a Porra - Volume Não-Sei-Das-Quantas
E a merda do tempo que nunca mais passa e nunca mais posso ir para casa, alapar o rabo no sofá, a comer doces o dia todo e a disfrutar do calorzinho da lareira e olhar para a árvore de Natal, e em vez disto, tenho que estar aqui a ver e a ouvir gente parva, que só diz e faz asneiras e que só tenho vontade que morram atropeladas por uma manada de vacas amarelas em fúria.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Yeahy!
Haverá coisa mai linda e maravilhosa do que ouvir a simples frase 'vejam lá o que têm para mim que para a semana não estou cá', vinda daquele que nos fustiga com a sua chefia?
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Piadas de Propriedade Privada
Nada a Fazer XIX
É impressão minha ou aquela equipa duvidosa conhecida por Sporting tem um treinador que é assim a modos que fofinho, giraço e bom nas horas?
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Benfeitorias Voluptuárias
Quando era miúda, a alegria do Natal era composta quase exclusivamente pelos presentes. A antecipação de uma noite em que todo um mundo de brinquedos e coisas boas estavam ao alcance da mão era o que fazia o Natal.
Anos mais tarde, percebi que a materialidade tinha pouco a ver com a quadra; era mais importante a pessoa que oferecia o presente do que o que vinha dentro do embrulho. Foi nessa altura que os Avós começaram a desaparecer. Um negro inaugurar da idade adulta.
Hoje, os presentes pouco importam; os lugares vazios à mesa são os lembretes do que passou e que nunca é esquecido.
E assim chega mais um Natal.
Anos mais tarde, percebi que a materialidade tinha pouco a ver com a quadra; era mais importante a pessoa que oferecia o presente do que o que vinha dentro do embrulho. Foi nessa altura que os Avós começaram a desaparecer. Um negro inaugurar da idade adulta.
Hoje, os presentes pouco importam; os lugares vazios à mesa são os lembretes do que passou e que nunca é esquecido.
E assim chega mais um Natal.
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Lado Contrário do Espelho
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Cinema Nº ... Coiso
Armada em hypster, fui a este evento magnífico.
E a verdade é que me surpreendeu pela positiva.
Os filmes são bastante bons, argumentos originais e as interpretações deveras engraçadas.
Obviamente que os filmes são falados em hebraico, que é capaz de ser a língua mais língua-de-trapos que alguma vez ouvi, e legendados em inglês (hypster, told you...), mas percebe-se bem.
Muito bom!
E a verdade é que me surpreendeu pela positiva.
Os filmes são bastante bons, argumentos originais e as interpretações deveras engraçadas.
Obviamente que os filmes são falados em hebraico, que é capaz de ser a língua mais língua-de-trapos que alguma vez ouvi, e legendados em inglês (hypster, told you...), mas percebe-se bem.
Muito bom!
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