quarta-feira, 10 de dezembro de 2014


Já é quase, quase Natal...
E eu, que gosto tanto do Natal, ainda me vejo atolhada em merdas que não gosto nem quero fazer, que nem vejo as luzes de Natal ao fundo da porra do túnel.

Mais uma vez, merda para mim...

A Sério?????

Não percebo qual é a das andorinhas desta vida que vêm do fim-de-semana (ainda por cima, abençoadamente prolongado) com pior humor do que aquele que têm durante os dias úteis.

A ideia não é descansar, aproveitar o tempo livre, recarregar baterias, vir com mais energia e conseguir desenvolver o trabalho com menos stress?

Aparentemente, não.

O que interessa é vir com humor de touro e atropelar toda a gente pelo caminho, tamanha a fúria.

Merda para mim...

Comarcas de Comadres

Já tinha aqui expressado o meu profundo pesar no que diz respeito ao constante reencontro de pessoas pouco agradáveis à vista na minha amada comarca da Mitra Land.

Porém, quando se muda de ares e se vai dar um saltinho à Ilustre Margem Sul, a primeira coisa que nos perguntam é se o marido está bonzinho de saúde e se a vidinha corre bem.



Não sei, sinceramente, o que é preferível, se encontrar pessoas que não interessam ao caralho, se fazerem conversa de chacha a tentar sacar nabos da púcara.

Oferendas Natalícias

Bá lá ber, atão, como diria o meu saudoso Avô, se haverá coisinha melhor do que receber presentinhos natalícios dos clientes?

Não há. Ainda por cima quando nos oferecem, entre outras iguarias que vinham no pacotinho, estas coisas maravilhosas.
Assim não dá, porra...

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Cinema Nº ... Coiso

Não há dúvida nenhuma que o primeiro filme é um grande clássico da comédia dos anos 90.
Não havia filme mais estúpido e mais engraçado. Agora regressam, 20 anos depois mas como igual dose de estupidez e comicidade.
Não desilude.
Mas os gajos estão velhos que metem dó.

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 15ª


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Aquisições Natalícias - Adenda

A prova que preciso mesmo, mesmo, mesmo de um telemóvel novo é que tentei tirar uma reles e mísera fotografia à árvore de Natal, que está tão gira, mas o aparelho não deixa.
E porquê?
Simplesmente porque não. Não lhe apetece.

E agora?


Xmas Cat

Há uma merda dum gato naquela casa que roubou TODOS os laços e TODAS as etiquetas dos presentes debaixo da árvore.
Alguns estão debaixo da cama, outros na caixinha de areia dele, outros aos frangalhos em todos os tapetes da casa.
Bem tento mostrar-lhe a vassoura de cada vez que vejo aquela trampa, mas não faz grande efeito.
Maneiras que comecei a usar a vassoura.

E dá resultado. Por cerca de 15 minutos.

Contra isto?
3,650 kg de batatas.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Leituras Nº ... Qualquer Coisa Serve

O que, à partida, começou por ser uma históriazeca sem grande interesse transformou-se numa obra brutal que prende, de facto, o leitor.
Qunaod já pensava que Dan Brown estava a perder a mão para a escrita, eis que surge Inferno no seu esplendor.
Muito bom.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

As Coisas Estúpidas Que Acontecem Num Respeitável Escritório Quando Não Está Ninguém Por Perto

Aquisições Natalícias

Deixem-se de tretas.

Preciso de um telemóvel.

Um qualquer.



Mas que seja smartphone, que já me habituei à boa vida e não creio querer andar de cavalo para burro.

E que tenha um ecrã grande, que já não caminho para nova e já estou pitosga.

E que não seja Sony, que é uma boa merda.

E que não bloqueie a cada 5 minutos de utilização.

E que me deixe fazer chamadas e mandar mensagens, o que o actual nem sempre deixa.

E que suporte cartões de memória e que não finja que eles não existem, como uns e outros.

E que seja bonitinho, já agora.




É pedir muito?
Vou deixar de pensar em contratar uma mulher-a-dias.
Já tenho ajuda.

Há que ver que dá bastante jeito, esta coisa que me ajuda com a roupa.
Pena é morder as molas a toda a hora...

Best Taste Ever

Umas avestruzes que tenho o azar de conhecer saem alegremente porta fora em pleno horário de expediente para tratar de assuntos da máxima importância, como seja ir ao cabeleireiro, ou às compras ou à depilação, ou às massagens, ou à manicura ou a outro sítio qualquer em que quem os vir ali sabe, imediata e indubitavelmente, que estão a trabalhar.

Hoje foi dia de vingança.

A minha ilustre pessoa e a sua ilustre colega, que não sei fazer merda sem desencaminhar mais gente, resolveram ir tratar de um assunto também ele absolutamente urgente, em que consistia ir à Conservatória do Registo Predial e trazer um registo já feito, tendo-nos posteriormente, e sempre com a importância devida, alapado nossos igualmente ilustres cus num café, a debicar queijadas, esperando que a chuva passasse. Depois disso, ainda fomos fazer compras de Natal.

E assim se passou quase uma manhã inteira.

Como é doce o saborzinho da vendeta...

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Alegoria

Todos os dias bebia chá de limão.
Não que gostasse particularmente do sabor, mas porque não havia mais nada.
Era amargo, requentado, quase gorduroso e estava quase sempre a escaldar.

Era penoso beber.
Era penoso pensar que aquele chá tinha necessariamente de ser bebido.
Era horrível pensar que, quando aquele chá finalmente terminava, no dia seguinte lá estaria uma chávena cheia à espera.

Um dia, decidiu que não queria mais beber chá de limão. Que já chegava de amargos de boca e que, com toda a certeza, haveria de existir um qualquer outro chá que seria bem melhor que aquela água ardente sebosa. E foi à procura de um chá diferente. Um chá melhor.

No dia seguinte, o tal chá de limão não estava tão amargo, nem tão requentado, nem tão gorduroso. Nem parecia tão quente.
Parecia que tinha adivinhado que andava à procura de um substituto que o empurasse para a reforma.

Lindas, as ironias, não?


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Não percebo o que é que, com esta merda deste tempo, estou a fazer no local de trabalho.
Devia era estar em casa, enrolada no sofá, a ver filmes e a enfardar pipocas e chocolates.

Porra de vida ...

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Mais do Mesmo

Não venham cá dizer depois que os jornalistas têm feito um trabalho impecável e que são necessários aos Estado de Direito, e que prestam serviço público porque isto, meus amigos, não é nada.
É só um circo montado à custa da miséria alheia.
E esta é só uma pequena amostra da palhaçada que tem vindo a ser este processo, inquinado até à 15ª geração apenas pelo gosto de cruxificação de um político do qual ninguém parece gostar.

Tenham vergonha e escondam-se.

Wedding Finals - Parte II

 Palácio de Seteais

E passei a noite de núpcias aqui.
Está tudo dito, não está?
Posso ir-me embora, não posso?

Wedding Finals

E foi tão bom que passou, invariavelmente e tal como todos os dias e horas boas, a correr.
Valeu a pena todo o esforço dos preparativos, o stress, os nervos, a correria.
Um dia cheio de coisas boas, e sorrisos, e abraços, e beijinhos, e amigos, e família, e lágrimas, muitas lágrimas, que a emoção chegou e nunca mais deixou de nos acompanhar.
E eu, que não sou dada a pieguices, nem a lamechices, nem a esses episódios diabéticos, tive direito a um dia magnífico e memorável.
O melhor dia que já tive.
E agora sou uma mulher casada, com uma aliança paneleira no dedo e tudo.

Não que tenha por hábito espetar com as minhas trombas aqui, mas desta vez, e só desta vez, vou abrir uma excepção.
E estava bem boa, caraças.