Não percebo o que é que, com esta merda deste tempo, estou a fazer no local de trabalho.
Devia era estar em casa, enrolada no sofá, a ver filmes e a enfardar pipocas e chocolates.
Porra de vida ...
Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Mais do Mesmo
Não venham cá dizer depois que os jornalistas têm feito um trabalho impecável e que são necessários aos Estado de Direito, e que prestam serviço público porque isto, meus amigos, não é nada.
É só um circo montado à custa da miséria alheia.
E esta é só uma pequena amostra da palhaçada que tem vindo a ser este processo, inquinado até à 15ª geração apenas pelo gosto de cruxificação de um político do qual ninguém parece gostar.
Tenham vergonha e escondam-se.
É só um circo montado à custa da miséria alheia.
E esta é só uma pequena amostra da palhaçada que tem vindo a ser este processo, inquinado até à 15ª geração apenas pelo gosto de cruxificação de um político do qual ninguém parece gostar.
Tenham vergonha e escondam-se.
Wedding Finals - Parte II
Palácio de Seteais
E passei a noite de núpcias aqui.
Está tudo dito, não está?
Posso ir-me embora, não posso?
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Vide artº 1577º do Código Civil
Wedding Finals
E foi tão bom que passou, invariavelmente e tal como todos os dias e horas boas, a correr.
Valeu a pena todo o esforço dos preparativos, o stress, os nervos, a correria.
Um dia cheio de coisas boas, e sorrisos, e abraços, e beijinhos, e amigos, e família, e lágrimas, muitas lágrimas, que a emoção chegou e nunca mais deixou de nos acompanhar.
E eu, que não sou dada a pieguices, nem a lamechices, nem a esses episódios diabéticos, tive direito a um dia magnífico e memorável.
O melhor dia que já tive.
E agora sou uma mulher casada, com uma aliança paneleira no dedo e tudo.
Não que tenha por hábito espetar com as minhas trombas aqui, mas desta vez, e só desta vez, vou abrir uma excepção.
Valeu a pena todo o esforço dos preparativos, o stress, os nervos, a correria.
Um dia cheio de coisas boas, e sorrisos, e abraços, e beijinhos, e amigos, e família, e lágrimas, muitas lágrimas, que a emoção chegou e nunca mais deixou de nos acompanhar.
E eu, que não sou dada a pieguices, nem a lamechices, nem a esses episódios diabéticos, tive direito a um dia magnífico e memorável.
O melhor dia que já tive.
E agora sou uma mulher casada, com uma aliança paneleira no dedo e tudo.
Não que tenha por hábito espetar com as minhas trombas aqui, mas desta vez, e só desta vez, vou abrir uma excepção.
E estava bem boa, caraças.
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Vide artº 1577º do Código Civil
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
O País Que Temos
Gostaria de lembrar aos meus queridos compatriotas que não só os julgamentos não se fazem em praça pública, que existem tribunais por um motivo e que as pessoas são inocentes até prova em contrário, mas também que os amados pares não são juízes.
Gostaria também de lembrar os meus compatriotas fofinhos que o que adoram chamar de justiça divina, ou de "era metê-lo num buraco e nunca mais ver a luz do sol" ou "até que enfim", e até "deviam era cortar-lhe as mãos como fazem os árabes" nada mais são do que comentários simiescos e pouco dignos de pessoas que vivem e apreciam viver num Estado de Direito.
Gostaria também de lembrar que podem não gostar do homem mas, que se saiba, ainda não perdeu os direitos civis e que não é nenhum animal para ser exibido numa jaula como se tivesse uma perna a nascer-lhe na testa ou um alho-porro a saltar-lhe de um ouvido, ou como se fosse um bicho no jardim zoológico.
Gostaria ainda de lembrar as pessoas que vivem neste país que têm um jornalismo de merda, sem vergonha e sem escrúpulos, que não olham a meios para humilhar e envergonhar um cidadão, fazendo da detenção mais ilegal que alguma vez vi (vão estudar e depois falamos) o maior circo desta temporada.
Por último, gostaria de desejar a todos os meus compatriotas que estão tão afoitos a julgar uma pessoa que nem uma medidade coacção aplicada tem ainda que nunca, mas nunca tenham problemas com a justiça penal e que nunca, mas nunca venham a ser detidos para interrogatório, constituídos arguidos ou similar porque, meus amores, isso é o que acontece no processo penal, não é o fim do mundo, é só o sistema penal em movimento e pode ser que haja gente a rir-se de vocês e a atirar pedras para dentro da vossa jaula tal como os meus queridos estão a fazer agora.
Gostaria também de lembrar os meus compatriotas fofinhos que o que adoram chamar de justiça divina, ou de "era metê-lo num buraco e nunca mais ver a luz do sol" ou "até que enfim", e até "deviam era cortar-lhe as mãos como fazem os árabes" nada mais são do que comentários simiescos e pouco dignos de pessoas que vivem e apreciam viver num Estado de Direito.
Gostaria também de lembrar que podem não gostar do homem mas, que se saiba, ainda não perdeu os direitos civis e que não é nenhum animal para ser exibido numa jaula como se tivesse uma perna a nascer-lhe na testa ou um alho-porro a saltar-lhe de um ouvido, ou como se fosse um bicho no jardim zoológico.
Gostaria ainda de lembrar as pessoas que vivem neste país que têm um jornalismo de merda, sem vergonha e sem escrúpulos, que não olham a meios para humilhar e envergonhar um cidadão, fazendo da detenção mais ilegal que alguma vez vi (vão estudar e depois falamos) o maior circo desta temporada.
Por último, gostaria de desejar a todos os meus compatriotas que estão tão afoitos a julgar uma pessoa que nem uma medidade coacção aplicada tem ainda que nunca, mas nunca tenham problemas com a justiça penal e que nunca, mas nunca venham a ser detidos para interrogatório, constituídos arguidos ou similar porque, meus amores, isso é o que acontece no processo penal, não é o fim do mundo, é só o sistema penal em movimento e pode ser que haja gente a rir-se de vocês e a atirar pedras para dentro da vossa jaula tal como os meus queridos estão a fazer agora.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
O Homem Mais Sexy do Mundo
Chris Hemsworth
Parece que este senhor foi eleito o homem mais sexy do mundo, segundo a revista People.
Não que faça muito o meu género, pessoalmente teria escolhido outro espécie, certamente mais sinistro, mais barbudo e mais avesso a banhos, mas este não é uma escolha à toa.
Muito saudável, sim senhor.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Confesso que tinha muitas saudades das aventuras de Outlander.
Apesar do discurso um tanto lamecha e da estupidez crónica de um dos personagens principais, prende o leitor e fá-lo viajar no tempo de uma forma arrebatadora.
Quando é que sai o próximo?
Apesar do discurso um tanto lamecha e da estupidez crónica de um dos personagens principais, prende o leitor e fá-lo viajar no tempo de uma forma arrebatadora.
Quando é que sai o próximo?
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Um Ano de Agregação
Há exactamente um anos atrás, este foi, simultaneamente, o pior e o melhor dia da minha vida.
Depois de uma noite em claro, apresentei-me no exame mais estúpido que podia haver ao cimo da terra, acompanhada do patrono mais aéreo que poderia haver.
Nunca na minha vida estive tão nervosa. Nunca estive tão desesperada, nem tão triste, nem tão ansiosa.
No fim, quando passou, quando finalmente acabou, a sensação que tive foi de esvaziamento completo. E de alívio. E de felicidade. Tinha conseguido, depois de um pista de osbtáculos de 3 anos de comprimento.
Ainda hoje sonho com aquelas horas infernais e acordo com tremores e suores frios. Ainda hoje me lembro da dor de estômago que durou dias a fio. Ainda hoje me lembro da vontade de me atirar de uma ponte abaixo.
Ainda hoje penso onde raio tinha a cabeça para me meter numa coisa destas.
Depois de uma noite em claro, apresentei-me no exame mais estúpido que podia haver ao cimo da terra, acompanhada do patrono mais aéreo que poderia haver.
Nunca na minha vida estive tão nervosa. Nunca estive tão desesperada, nem tão triste, nem tão ansiosa.
No fim, quando passou, quando finalmente acabou, a sensação que tive foi de esvaziamento completo. E de alívio. E de felicidade. Tinha conseguido, depois de um pista de osbtáculos de 3 anos de comprimento.
Ainda hoje sonho com aquelas horas infernais e acordo com tremores e suores frios. Ainda hoje me lembro da dor de estômago que durou dias a fio. Ainda hoje me lembro da vontade de me atirar de uma ponte abaixo.
Ainda hoje penso onde raio tinha a cabeça para me meter numa coisa destas.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Matem o Mensageiro
Não que faça de propósito ou que me ande permanentemente por aí a vangloriar, se calhar até ando e estou para aqui armada em parva, às vezes ocorre, um erro inocente, sem dúvida, mas normalmente os disparates que gosto de dizer nem são disparates de todo.
Podem parecer, mas não são.
Fazem sentido, mesmo que tal sentido só consiga ser extraído numa espiral de caos e destruição.
Não são disparates.
Umas vezes, são análises cuidadas, que resultam de observação prolongada.
Podem também ser baseadas em ímpetos, em impulsos, mas estão normalmente certos.
Não são disparates.
Tanto palavreado para dizer uma coisa tão simples.
Uma pessoa normal teria simplesmente escrito eu tenho sempre razão. Porém, tal frase é perigosa e muito dúbia. Razão em relação a quê?, ao tempo, à política, às pessoas? Como é que se pode ter sempre razão, se a realizade está em constante mutação?
Não creio reunir os requisitos essenciais para ser uma pessoa normal, tão pouco. Daí não ter começado por aí.
O que não significa que a ideia não seja semelhante.
Não que diga que tudo o que sai da minha ilustre boca seja um autêntico oráculo de Delfos. Não é.
Mas quando tenho razão é sempre a altura em que toda a gente escolhe não ouvir. Olham para o lado. Assobiam, fingem estar noutro sítio. Acusam-me de ser malvada, cruel, implicante. Não olham aos adjectivos pouco simpáticos para qualificar o que foi proferido. Mas no fim, no fim, venho a ter razão. E depois tudo com cara de parvo a olhar para mim. Como se não tivesse avisado.
Não que goste de ser o arauto da desgraça. Não que tenha particular gozo em transmitir notícias de merda. Não que tenha queda especial para o drama.
Mas calha assim. E ninguém nunca ouve o que digo.
É uma merda.
Vai dar merda.
É só uma questão de tempo.
Podem parecer, mas não são.
Fazem sentido, mesmo que tal sentido só consiga ser extraído numa espiral de caos e destruição.
Não são disparates.
Umas vezes, são análises cuidadas, que resultam de observação prolongada.
Podem também ser baseadas em ímpetos, em impulsos, mas estão normalmente certos.
Não são disparates.
Tanto palavreado para dizer uma coisa tão simples.
Uma pessoa normal teria simplesmente escrito eu tenho sempre razão. Porém, tal frase é perigosa e muito dúbia. Razão em relação a quê?, ao tempo, à política, às pessoas? Como é que se pode ter sempre razão, se a realizade está em constante mutação?
Não creio reunir os requisitos essenciais para ser uma pessoa normal, tão pouco. Daí não ter começado por aí.
O que não significa que a ideia não seja semelhante.
Não que diga que tudo o que sai da minha ilustre boca seja um autêntico oráculo de Delfos. Não é.
Mas quando tenho razão é sempre a altura em que toda a gente escolhe não ouvir. Olham para o lado. Assobiam, fingem estar noutro sítio. Acusam-me de ser malvada, cruel, implicante. Não olham aos adjectivos pouco simpáticos para qualificar o que foi proferido. Mas no fim, no fim, venho a ter razão. E depois tudo com cara de parvo a olhar para mim. Como se não tivesse avisado.
Não que goste de ser o arauto da desgraça. Não que tenha particular gozo em transmitir notícias de merda. Não que tenha queda especial para o drama.
Mas calha assim. E ninguém nunca ouve o que digo.
É uma merda.
Vai dar merda.
É só uma questão de tempo.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Holidays
Basicamente, uma rambóia desgraçada, um sopro de calor, uma terra maravilhosa e, quando se dá por isso, já se está outra vez cá.
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Vide artº 1577º do Código Civil
Uma Senhora Chamada Da Intervenção
A merda toda a Judicatura é que, apesar de toda a conversa de chacha de como as comarcas são grandes e como há mais advogados que mentirosos na política, isto é o mesmo que viver numa aldeia, em que toda a gente se conhece de toda a parte e, volta e meia, encontramo-nos todos no mesmo sítio.
Ganda merda...
Ganda merda...
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Ossos do Ofício
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Dia de Guy Fawkes
Não sou inglesa nem nada que se pareça (embora desse dois ou três dedos para ser), mas acho graça a este dia.
Deve ser porque não tenho mais nada que fazer.
Deve ser porque não tenho mais nada que fazer.
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