- Bom dia! Nós somos testemunhas de Jeová e queríamos ...
- Agradeço a sua atenção, mas nós não praticamos qualquer tipo de religião.
- Ai não?
- Não.
- Nem acredita em Deus?
- Não, de todo.
- Nem nunca acreditou?
- Não, nem por isso.
- Mas então em que é que acredita? Na teoria da evolução?! Não me diga?!
- Digo, pois. Evolução, nem mais.
- É uma pena.
Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Wedding Arrangements - Parte 22
E vai chover.
Com toda a certeza, vai chover, a somar a todas as outras coisas que vão correr mal.
Enfim.
Com toda a certeza, vai chover, a somar a todas as outras coisas que vão correr mal.
Enfim.
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Vide artº 1577º do Código Civil
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Vida Nefasta
Por outro lado, a Judicatura também tem dias desgraçados.
O que vale é que não estou sozinha nesta demanda insana.
Nesta comarca (às vezes) advoga-se assim.
O que vale é que não estou sozinha nesta demanda insana.
Nesta comarca (às vezes) advoga-se assim.
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O Direito tornou-me inimputável,
Ossos do Ofício
Amostra de Gato XI
A criatura voltou ontem duma viagem à Capadócia.
Não me parece que tenha gostado muito, a avaliar pelas cabeçadas que dá nas esquinas, com aquela corneta enfiada pelas trombas abaixo e pelos tombos que dá quando tenta andar uns míseros 5 metros.
Mas continua mau como as cobras, o que significa que o corte não lhe afectou o cérebro nem a maldade intrínseca, o que é bom.
Ou não.
Não me parece que tenha gostado muito, a avaliar pelas cabeçadas que dá nas esquinas, com aquela corneta enfiada pelas trombas abaixo e pelos tombos que dá quando tenta andar uns míseros 5 metros.
Mas continua mau como as cobras, o que significa que o corte não lhe afectou o cérebro nem a maldade intrínseca, o que é bom.
Ou não.
Esvaziada
Estes têm sido dias em que a Judicatura consome tudo o que está à volta e não deixa nada à sua passagem.
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Ossos do Ofício
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Cinema Nº ... Qualquer Coisa
Não é lá muito original, mas está muito bem feito. E ainda prega uns valentes sustos.
E tem o Edgar Ramirez que, meus senhores, é o melhor padre que alguma vez existiu na história do cinema. Houvesse um padre destes na minha paróquia até era capaz de esquecer que não acredito em divindades e começar a ir à missa todos os domingos.
E tem o Edgar Ramirez que, meus senhores, é o melhor padre que alguma vez existiu na história do cinema. Houvesse um padre destes na minha paróquia até era capaz de esquecer que não acredito em divindades e começar a ir à missa todos os domingos.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
E Ainda Querem Que Se Goste da Bófia
Mesmo à porta da espelunca, um carro a alta velocidade, um embate, uma gata pelos ares.
Destruída, ensanguentada, dorida, deu o último suspiro aos meus pés.
O carro era o da bófia. A gata, do vizinho. Nem pararam, nem travaram, nem meteram os cornos de fora da janela para ver o que se tinha passado. Nada.
Autoridade?
O caralho.
Destruída, ensanguentada, dorida, deu o último suspiro aos meus pés.
O carro era o da bófia. A gata, do vizinho. Nem pararam, nem travaram, nem meteram os cornos de fora da janela para ver o que se tinha passado. Nada.
Autoridade?
O caralho.
A Merda É Toda Esta
A porra disto tudo é que as desilusões, desgostos e traições chegam de onde menos se espera.
Depois disto, nada mais.
Contra isto, batatas.
Depois disto, nada mais.
Contra isto, batatas.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Olha Ali a Angelina
Ai que lindo, a bonecada da criançada no vestido, é mesmo amoroso, ai que emocionante...
Se alguém me fizesse isto a um Versace que possuísse, havia mortos com toda a certeza...
Se alguém me fizesse isto a um Versace que possuísse, havia mortos com toda a certeza...
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Merda Mais a Isto
Gostava de saber como é que as pessoas que têm prazos a findar hoje fazem para poderem entregar as peças se a puta do Citius resolve não trabalhar...
domingo, 31 de agosto de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Wedding Arrangements - Parte 21
Ele há pessoas a quem lhes falta a vitamina da educação.
Antes, achava que a educação era uma coisa que se ensinava, que se aprendia em casa e na escola, enquanto se é petiz e que nos serve pela vida fora, para não sermos desagradáveis e estúpidos uns com os outros. Quando via alguém a ser malcriado, partia imediatamente do pressuposto que haviam faltado a umas boas aulas ou que os paizinhos se estavam marimbando para eles e não lhes proporcionaram a devida assistência educacional.
Agora que já vi mais coisas do mundo, posso afirmar, com toda a certeza, que estava errada, e hoje é dia de festa, a minha pessoa a admitir que estava errada, senhores que vai cair um santo de um qualquer altar, dia memorável, este.
A educação é uma enzima, uma vitamina, uma célula, um átomo, uma merda qualquer, que nasce com as pessoas, que faz parte do seu material genético. Tal componente é aperfeiçoado em casa e através do ensino. Porém, não é possível aperfeiçoar o que é inexistente. Algumas pessoas nascem sem este elemento e, como tal, não se podem construir paredes e tecto onde não há fundações.
Esta foi a conclusão de alguns anos de observação atenta, particularmente nos último meses.
Deixando de lado as tretas e passando a malhar, que há pessoas quem têm de trabalhar o que, já se viu, não é claramente o meu caso, que sou uma folgada de vida boa.
Meus amores, a ver se nos entendemos: ao serem convidados para um casamento, não apenas os noivos têm muito gosto que se lhes juntem neste momento de felicidade e alegria, como também são convidados num outro sentido, que é ocuparem o lugar que lhes pertence. Que é o lugar do convidado. Só.
Mandarem palpites sobre os mais diversos aspectos da organização daquele dia é uma prerrogativa que que está reservada para um grupo muito restrito de pessoas, como sejam os pais, os padrinhos (not), eventualmente a família (mesmo muito) chegada. Encabeçada pelos próprios nubentes, obviamente.
Podem guardar os palpites e outros arremessos que tais para o vosso próprio casamento ou para outra ocasião em que sejam vossas mercês a despender tempo e dinheiro para organizar.
Por exemplo, quando recebem pessoas na vossa casa, tipo a sogra ou aquela prima afastada que vos ofereceu um naperon para pôr na chapeleira do carro. Ou quando vão passear ao fim-de-semana ao shopping e levam as criancinhas todas a gritar dentro dos carrinhos.
No casamento dos outros, é que não dá lá muito jeito.
Portanto, e como é notório que vos falta aquela célula de ADN que não permite que os conceitos de educação, civilidade e urbanidade penetrem nos vossos sistemas, não vale a pena estarem com grandes discursos ou mesmo ultimatos sobre o lugar onde se querem sentar porque, meu queridos, isto não é à vontade do corpo.
Já sei que têm não-sei-quantos problemas psicológicos porque não se querem sentar ao pé de não-sei-quem com quem não falam, porque querem ficar ao lado da noiva ou ao lado da prima do noivo, porque não querem ficar numa mesa na ponta da sala, porque não querem ficar numa mesa no meio da sala ou outro problema do foro anal qualquer que vos surja no momento.
Estou familiarizada com todas essas questões que vos incomodam.
E sou sensível a elas no momento em que tal for relevante, acreditem.
Que é o mesmo que dizer, vocês sentam-se onde eu mandar e mais nada.
Porque onde vos mandar sentar já está preparado para todas as eventualidades que as vossas maleitas psiquiátricas necessitam. Caso não queiram, podem sempre pegar no prato e ir comer lá para fora.
Ou isso ou uma mesa ao pé do WC, que dá sempre jeito.
Que vos parece?
Antes, achava que a educação era uma coisa que se ensinava, que se aprendia em casa e na escola, enquanto se é petiz e que nos serve pela vida fora, para não sermos desagradáveis e estúpidos uns com os outros. Quando via alguém a ser malcriado, partia imediatamente do pressuposto que haviam faltado a umas boas aulas ou que os paizinhos se estavam marimbando para eles e não lhes proporcionaram a devida assistência educacional.
Agora que já vi mais coisas do mundo, posso afirmar, com toda a certeza, que estava errada, e hoje é dia de festa, a minha pessoa a admitir que estava errada, senhores que vai cair um santo de um qualquer altar, dia memorável, este.
A educação é uma enzima, uma vitamina, uma célula, um átomo, uma merda qualquer, que nasce com as pessoas, que faz parte do seu material genético. Tal componente é aperfeiçoado em casa e através do ensino. Porém, não é possível aperfeiçoar o que é inexistente. Algumas pessoas nascem sem este elemento e, como tal, não se podem construir paredes e tecto onde não há fundações.
Esta foi a conclusão de alguns anos de observação atenta, particularmente nos último meses.
Deixando de lado as tretas e passando a malhar, que há pessoas quem têm de trabalhar o que, já se viu, não é claramente o meu caso, que sou uma folgada de vida boa.
Meus amores, a ver se nos entendemos: ao serem convidados para um casamento, não apenas os noivos têm muito gosto que se lhes juntem neste momento de felicidade e alegria, como também são convidados num outro sentido, que é ocuparem o lugar que lhes pertence. Que é o lugar do convidado. Só.
Mandarem palpites sobre os mais diversos aspectos da organização daquele dia é uma prerrogativa que que está reservada para um grupo muito restrito de pessoas, como sejam os pais, os padrinhos (not), eventualmente a família (mesmo muito) chegada. Encabeçada pelos próprios nubentes, obviamente.
Podem guardar os palpites e outros arremessos que tais para o vosso próprio casamento ou para outra ocasião em que sejam vossas mercês a despender tempo e dinheiro para organizar.
Por exemplo, quando recebem pessoas na vossa casa, tipo a sogra ou aquela prima afastada que vos ofereceu um naperon para pôr na chapeleira do carro. Ou quando vão passear ao fim-de-semana ao shopping e levam as criancinhas todas a gritar dentro dos carrinhos.
No casamento dos outros, é que não dá lá muito jeito.
Portanto, e como é notório que vos falta aquela célula de ADN que não permite que os conceitos de educação, civilidade e urbanidade penetrem nos vossos sistemas, não vale a pena estarem com grandes discursos ou mesmo ultimatos sobre o lugar onde se querem sentar porque, meu queridos, isto não é à vontade do corpo.
Já sei que têm não-sei-quantos problemas psicológicos porque não se querem sentar ao pé de não-sei-quem com quem não falam, porque querem ficar ao lado da noiva ou ao lado da prima do noivo, porque não querem ficar numa mesa na ponta da sala, porque não querem ficar numa mesa no meio da sala ou outro problema do foro anal qualquer que vos surja no momento.
Estou familiarizada com todas essas questões que vos incomodam.
E sou sensível a elas no momento em que tal for relevante, acreditem.
Que é o mesmo que dizer, vocês sentam-se onde eu mandar e mais nada.
Porque onde vos mandar sentar já está preparado para todas as eventualidades que as vossas maleitas psiquiátricas necessitam. Caso não queiram, podem sempre pegar no prato e ir comer lá para fora.
Ou isso ou uma mesa ao pé do WC, que dá sempre jeito.
Que vos parece?
Reminiscências # 14
E nada, mas nada, a fazia mais orgulhosa que ouvir, mesmo que da boca de um mero conhecido, 'és tal e qual a tua Avó'.
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Das Coisas fora dos limites do 202º CC
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Wedding Arrangements - Parte 19
Acabei de me lembrar.
Por imposições cabeleirísticas, não posso cortar o cabelo até ao casamento.
O que faz com que já esteja praticamente há um ano sem cortar a melena.
O que é um verdadeiro record.
O que significa que, naquele dia, vou mascarada de cigana.
Por imposições cabeleirísticas, não posso cortar o cabelo até ao casamento.
O que faz com que já esteja praticamente há um ano sem cortar a melena.
O que é um verdadeiro record.
O que significa que, naquele dia, vou mascarada de cigana.
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Vide artº 1577º do Código Civil
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Cinema Nº ... Qualquer Coisa
Ahh, os franceses, os franceses...
Qualquer história parva é transformada numa obra de arte.
Espirituoso e leve.
Muito bom.
Qualquer história parva é transformada numa obra de arte.
Espirituoso e leve.
Muito bom.
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