quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Amostra de Gato IX

Gato que se preze enfia-se logo no saco dos sapatos que acabaram de chegar.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Nonsense Talking Nº ... Qualquer Coisa

 - Bom dia.
 - Bom dia. Faça favor?
 - Tenho um apontamento marcado com o Dr. X.
 - Com certeza. Aguarde um pouco na sala, por favor.


Nem preciso de perguntar de onde veio a senhora.
Afinal, não é só o direito que deixa as pessoas inimputáveis; as Franças também.

Amostra de Gato VIII

Novo poiso do bicho.
Não há nada a fazer, a inimputabilidade pega-se.

Robin Williams

Partem todos cedo demais.

Cinema Nº ... Coiso

Tremendo.
Interpretação extraordinária de Hoffman. Como tudo o que ele fazia, aliás.
Frustração gigante no final que não tira o encanto.
Muito, muito bom.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Wedding Arrangements - Parte 16

A verdade é que tenho muito pouca experiência na área, confesso.
Não percebo nada disto, não sei o que é suposto fazer, nem como reagir, nem sequer o que esperar.
Talvez esteja a lidar com as coisas dando-lhes demasiada importância, transformando-as em camiões quando têm o tamanho de formigas, talvez esteja a agir com uma ligeireza absurda, assobiando para o lado para não ver o cogumelo nuclear mesmo ali à frente. Não sei. Nem quero saber, a bem da verdade.

Porém, fico um pouco aturdida com a atitude das pessoas face aos convites que lhes são entregues.

Não sei dizer, que hoje também não sei nada, rai's ma partam, se é da confiança que têm com quem os convida, se é da parvoíce intrínseca, se é da falta de vergonha, de educação ou se outro nutriente qualquer, mas a verdade é que ocorrem fenómenos deveras estranhos, e atentai que já tenho ouvido falar em paranormalidades no que a casamentos diz respeito, parece que a ocasião pede estranheza e não há nada melhor que um casório para espalhar toneladas de surrealidade.

Tomando umas notas mentais, tenho que perguntar aos que já casaram se também lhes ocorreram estes fenómenos aquando da sua data... Será que é normal e eu, feita ursa empalhada, é que acho estúpido? Será que o erro é de quem convida que não se precaveu devidamente para estes acontecimentos? Será que não é assim tão estranho? Casados deste mundo, ajudai uma alma quebrada!

Posto isto, deixando a conversa da treta, que já vai longa e há quem tenha mais que fazer e sítios para onde ir, não é claramente o meu caso, que estando no local de trabalho, trabalho é coisa que não me assiste neste momento, ficou a minha pessoa positivamente fodida, estava a tentar escapar ao verbo foder, embora relativamente adequado no que a casamentos diz respeito, mas pouco educado no que concerne a linguagem, olha que se foda, vai mesmo assim, com o fenómeno (recente, que sou novata nestas andanças) de entregar o convitezinho, todo bonitinho, todo paneleiro, devidamente identificado, com os destinatários todos discriminados e, do outro lado, à velocidade de TGV, salta de lá a pergunta do 'e o meu namorado/marido/gajo-que-ando-a-comer-há-3-meses/filho/enteado/gato/cão/whatever, também pode ir?'

Oi?!
Pode ir?
Mas ir onde, à fonte buscar água?
Então mas ... Mas, mas ... está no convite o nome dos destinatários, é preciso ser mais explícito que isto?

Não? Sou eu que sou palhaça? Encontro-me demasiado aturdida para articular um discurso mais coerente.
Já me deparei com esta situação por duas vezes.
Julguei que estavam a brincar comigo.
Depois percebi que era a sério e fiquei sem saber o que dizer.

Acho só ligeiramente mal-educado e fiquei um bocadinho chateada. Que é como quem diz, mas qu'éssa merda, caralho?

Digam-me só se é normal ou não, por favor. E expliquem-me se a normalidade consiste na pergunta por parte dos convidados, que é legitima e vem em tempo, e a minha pessoa é que é das beiras e lá estas coisas não se usam, ou se, por outro lado, estou a ser vítima da falta de porrada que os outros deveriam ter tido em crianças.

Críptico

Alturas existiram em que percebia e gostava.
Depois, comecei a deixar de perceber, mas não comecei a deixar de gostar.
Após isso, deixei de perceber completamente e, mesmo assim, não deixei de gostar.
Agora deixei de perceber e de gostar.

Mais do que isto também não vale a pena.

Do Existêncialismo - V

Nas terras normais, costumam dizer 'frei nabiça, tudo o que vê cobiça' (ou com a variante Maria em vez do frei).

Em terras anglo-saxónicas, aplica-se o monkey see, monkey do.

Minha ilustre Mãe não tem tempo para provérbios, por isso chama logo garganeiro/a (mesmo sem ter muito a ver, há que desculpar, é do ar da serra), e está o assunto arrumado.

Porém, na Margem Sul, têm uma expressão muito melhor: não podem ver uma camisa lavada a um pobre.

E era só isto.

Cinema Nº ... Coiso

Não podia deixar de ir ver este filme.
Confesso que pensei que ia levar uma banhada de todo o tamanho, mas fui surpreendida.
O argumento é muito vivido, inteligente e cru, mostrando uma realidade que não passa nas televisões ocidentais.
As interpretações são magníficas, ainda para mais feitas por não profissionais.
A história que serve de base ao filme já toda a gente conhece; os pormenores desta realidade, que ficam habitualmente de fora, dão-lhe uma cor extraordinária.


Excelente.

Imagem Viva Daquele Penico que Vive Lá em Casa

Palavras não descreveriam melhor.

Cinema Nº ... Coiso


Ao mesmo tempo, tocante e leve, divertido e sério, cómico e triste.
Excelente argumento adaptado, boas interpretações.

Mesmo, mesmo muito bom.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Aqui Também Há Uma Espécie de Guerra


Sabem aqueles mísseis israelitas que engatam o alvo e só param (e a paragem de um míssil não é nada agradável) quando o encontram?

Comprou-se um aqui para o estaminé.

O adquirente é o chefe das galinhas.
O alvo, obviamente, porque não podia ser mais ninguém, porque não há mais ninguém, sou eu.

Vou ter que comprar uma bazuca, estou mesmo a ver...

Statement

Não há nada pior que ter que trabalhar depois de almoçar, estando um calor descomunal, com a sala a meia luz, com um silêncio sepulcral e uma vontade de dormir em cima do teclado tão grande como a de enfardar queijadas de Sintra.

Merda para mim. Porque não nasci eu rica?

Hoje Acordei British

Kit Harington


Só um bocadinho.

Ai Sim?

O meu ilustre patrão, não contente com a façanha de ter enfardado uma tonelada de abacates em meia dúzia de dias, guardou o caroço de um, espetou-lhe uns palitos, meteu a coisa numa chávena com água e encarregou-me de cuidar do objecto.
Para criar raízes e podermos plantar um abacateiro no nosso jardim, diz ele.



E você?

Conversa da Treta

Não que isto interesse muito, mas esta porra é mesmo, mesmo boa.
Desde a primeira aplicação, o que não é coisa que se possa dizer de muitos produtos do género, faz milagres e deixa os cascos como pézinhos de princesa. E cheira bem que dói.

Recomendo vivamente.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Wedding Arrangements - Parte 15

Lembrei-me agora que ainda não tenho aquela merda onde se penduram os nomes dos convidados para que saibam onde se vão sentar.

Mais uma treta para gastar tempo e dinheiro, mas enfim.

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 8ª


quinta-feira, 24 de julho de 2014

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Israeli / Palestinian

Não diria melhor (clicar para ver com mais propriedade).

Já ando a dizer isto há não sei quantos anos, mas aparentemente o que está na moda é malhar em Israel como se não houvesse amanhã.

terça-feira, 22 de julho de 2014

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Nonsense Talking Nº ... Qualquer Coisa

 - Sabe, é que isto do crime é muita complicado, pá... Há crimes muito diferentes e tudo... Há basicamente três tipos de crime: os públicos, os semi-públicos e os privados.



É. O crime privado é só para os mais abastados. Os públicos e os semi-públicos são para a ralé. Um pouco como os hospitais, no fundo. Os privados são só para quem paga e são crimes mais recatados, selectos, normalmente ocorrem em Cascais e tudo. Por isso é que aquele tribunal é uma vergonha.

Amostra de Gato V





Um pouco de todas, acho.

Não há grandes melhoras, portanto.

Qualquer Semelhança Com a Realidade É Pura Coicidência - Parte 7ª


Cinema Nº ... Coiso

Engraçadinho, mas com pouca profundidade, história um tanto previsível e argumento um tanto fraquinho.
Vale pela realização, mas nada de extraordinário.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

terça-feira, 15 de julho de 2014

Ai Sim?

O meu ilustre patrão tem um arsenal de abacates na sua secretária, que come alarvemente durante o horário de expediente.





E você?

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Qu'éssa merda?!

Não percebo isto.
Mesmo.
A sério.
Nem vale a pena começar a dizer mal porque para isso é preciso compreender o conceito e conhecê-lo um pouco.
Nem isso.
Até dói olhar. É mil vezes pior que um homem de cueca-tipo-sunga. Quase me faz preferir a cueca.
Ai. Dor. Imensa dor.
Foda-se.
Não.
Não mesmo.
Socorro.

Campeões do Mundo

Sem grandes surpresas, não é?

Qualquer Semelhança com a Realidade É Pura Coincidência - Parte 6ª


quinta-feira, 10 de julho de 2014

Criptíco


Mundial 2014

Nem sei bem como deixei passar isto, dado que a Mannschaft é, por norma, a equipa pela qual torço em competições internacionais (mesmo quando joga Portugal, é preciso dizê-lo, a não ser que joguem um contra o outro e aí mando passear os alemães, mas que é isto, isto assim não pode ser, ah e tal), mas foi uma exibição do caraças e a Alemanha vai ser ganhar aquela merda toda.

Arrota Brasil.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Leituras ... Qualquer Coisa Serve

Excelente como sempre, mas com um pequeno senão.
Mr. Scarrow deve ter medo de escrever sobre intimidade entre as personagens, porque apenas aflora o aspecto muito ao looooooonge, deixando para trás um elemento que poderia adicionar mais interesse à coisa.
Tirando isso, muito bem; venha o próximo.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Wedding Arrangements - Parte 14

Já com o vestido em casa, pergunto-me como é que alguma vez me vou enfiar ali dentro...

Cinema Nº ... Coiso

Não é nada de original, mas dentro da falta de originalidade, há um qualquer laivo criativo que lhe dá muita graça. Prima pelo surrealismo da situação em si.
Interpretação extraordinária, com um accent absolutamente delicioso.
Muito bom.


Mr. Hardy, Mr. Hardy ... muita saúdinha que V.Exa. tem, é o que é...

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Fábio Porchat

Muito giro e tal, muita gente, arena cheia que nem um ovo, cá fora nem havia espaço para uma pessoa se sentar a comer descansada, nem dá para pedir café que nem nos servem, toda a gente a atropelar-se, gente famosa, gente com a mania que é famosa, hipters, hipsters everywhere e outros fenómenos que tais.

Este rapaz é muito talentoso, muito divertido, cheio de piada e mesmo muito engraçado.
Fala pelos cotovelos e é sempre simpático com o público.
No fim do espectáculo, ainda levou lá os amigos todos da Porta do Fundos, que disseram adeus às pessoas, lançaram um sorrisinho e foram embora. 

Pena que fale depressa demais e que a acústica do Campo Pequeno meta nojo.

De resto, impecável.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Nonsense Talking Nº ... Qualquer Coisa

- Aquela gaja tem uma profissão esquisita.
- Ai sim?
- Sim. Não sei bem como é que se diz...
- Mas faz o quê?
- É pá, uma coisa com pás e essas coisas... Aaaa... Porra, não sei dizer, ajuda-me...
- Com pás?!
- Sim. Põe-se a cavar cenas com pás e assim... Como é que se diz, pá?!
- Ahn?
- Ó pá, como é que se chamam àqueles gajos que se põem a cavar e a descobrir ossos?
- ...

Coisas Que Vejo Por Aí # 22

Não será o melhor filme do género, nem com as melhores interpretações nem com os melhores efeitos especiais, mas o argumento e a ideia são absolutamente originais e bem estruturados.
A visualização deste filme provoca no espectador a fúria, a angústia e o desespero de vivência da situação real. Faz com que se queira pegar num pau e distribuir fruta com ele pelas pinhas abaixo das personagens estúpidas que compõem o elenco. Se isso não é uma Purga em si, não sei o que será.

Vale muito a pena.

Como as Velhas

Tenho alguma dificuldade em perceber este calçado (reparem que, de um momento para o outro, tenho 70 anos); voltámos aos anos 80, foi? Ou estamos com saudades das botas ortopédicas que usávamos quando éramos garotos?
Mas que é esta merda, pá?!

Apetece-me Grandemente Ser Porca # 48

Digo eu que nada sei, nem pretendo saber, que sou porca até à 15ª geração, que a falta de p*ça é uma coisa tenebrosa que estraga a vida às pessoas e torna-as parvas, mesquinhas, venenosas, atrofiadas, maldosas, invejosas, ordinárias, pobres de espírito, reles, picuínhas, baixas e extremamente perturbadas.

Quando a todas estas maleitas, causadas pela falta daquela palavra com um asterisco no primeiro parágrafo, se junta a mania que se é a monarca da Escócia, é o fim.

Pior ainda quando se tem desta gente na família, o que torna os Natais, Páscoas e afins desta vida uma autêntica paródia.

E era só isto.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

O Aviãozinho

Lembro aqueles dias ensolarados, a casa a cheirar a maçãs e o sofá velhinho que rangia quando alguém se sentava, era aos quadradinhos pretos e cremes, o sofá e cabia sempre mais um.

Lembro a máquina de costura ao pé da janela, para aproveitar a luz, da gaveta cheia de botões, tantos botões, milhares de botões, de mil e uma cores, de tantos formatos, o armário dos trapos onde Ela guardava todos os bocados de tecido que alguma vez lhe passaram pelas mãos, uma vez fez-me uma colcha e dois almofadões e um travesseiro só com os bocados de tecido desirmanados e nunca o meu quarto teve tanta graça.

Lembro o gato, que gato, um gato, havia sempre um gato naquela casa, a dormir em qualquer esquina ou a roubar um queijo da despensa, lembro da hora do lanche, daquele pão estaladiço e de côdea dura, a manteiga fresca, o leite quentinho.

Lembro-me Dele a dormir na poltrona, de boca aberta e, quando percebia que o sono era profundo, atirava-lhe sempre um almofada à cabeça. E Ele ria-se.

Lembro aquelas tardes, quase todas, em que Ela me punha a dormir a sesta, que fazia bem, que depois ficas mais fresquinha e esperta para ir brincar, e então deitava-me no sofá, com um cobertor fofinho e tapava a janela com aquela cortina laranja horrível que transformava a sala num aquário silencioso em que toda a atmosfera era laranja, os móveis, as paredes, a televisão. E não tinha vontade nenhuma de dormir, o cobertor picava e fazia calor, queria mexer no gato, mas era hora de dormir.

E lá fora passava sempre um aviãozinho, àquela hora, daqueles que faziam um barulhinho à moda da II Guerra, e prolongava a volta que dava à volta da base aérea e passava por cima da aldeia tantas vezes, e que tinha vontade de ir com o aviãozinho, que me fazia lembrar o sol que estava lá fora, e que podia ir brincar com os outros miúdos na rua, ou ver bonecos na televisão, mas não podia porque era hora da sesta. Tinha, então, uma dor no peito, que na altura não sabia o que era, e tinha vontade de ir brincar, desobedecer, fazer o que queria, queria ser grande para fazer só o que me apetecesse. Uma vez, disse-Lhe, daqui a um mês faço 7 anos e aí já não vais mandar em mim. E Ela riu-se, riu-se tanto que lhe vieram as lágrimas aos olhos, a sua menina tinha sangue na guelra, saía a Ela.

Mas o aviãozinho teimava em passar por cima da casa, todos os dias, àquela hora e eu queria estar em todo o lado menos no sofá a fingir que dormia a sesta, queria ir lá para fora, queria e não podia, quem me dera ser adulta e fazer o que quero, nunca mais vou dormir a sesta.

O avião finalmente aterrou. Anos passaram. 20, 25 anos.
Sou adulta. Faço o que quero.
Eles estão mortos, a casa está fechada, já não há cortina na janela, não há sesta para ninguém.

Hoje passou por aqui um outro aviãozinho, igual àquele de há tantos anos, se calhar ainda era o mesmo. E lembrei-me de todas aquelas tardes em que quis que o tempo andasse mais depressa, só para, depois, me arrepender desses dias que não voltam, que o tempo não pára, só eu estou presa no mesmo momento.

E todas as perdas que sofro me lembram, Dele e Dela, e do aviãozinho que passava por cima da casa onde estava uma miúda que não queria dormir.




'Só Escolhes Música de M*rda'

Quão difícil pode ser escolher uma puta de uma música para, acabada a cerimónia de casamento em si, ficarem os noivos a receber parabéns e demais felicitações das pessoas?

Esta era boa, ó:

Wedding Arrangements - Parte 13

Bonecos parvos para pôr no bolo, maneira muito esperta de gastar uma nota preta em merdas, ainda por cima para umas tretas que de certeza absoluta que alguém me vai roubar e nunca mais os vejo - check!

Cinema Nº ... Coiso

Extremamente fiel ao livro, tem um argumento razoável e interpretações boazinhas, apesar de lhe faltar um elemento fulcral: o outro não é só uma pessoa parecida fisicamente com o personagem principal; é ele. São a mesma pessoa e isso não passa para quem vê o filme, a quem tudo parece desproporcionado e excessivamente melodramático por causa disso.

Excepto para quem leu o livro.

Que foi o meu caso.

E que gostei bastante.

E por causa disso, digo que está engraçado.

E era só isto.

Respirando fundo, que a vida segue, mais pobre e mais vazia.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

'All The Ones That I Have Loved'

 - I will never forget you.
 - That's what being immortal truly means.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Season Finale - O Rescaldo

Sim senhor, muito bom episódio, muito bem feito, estamos muito bem, antevê-se uma temporada 5 para lá de espectacular.

Só um pequeno reparo, acerca da bulha entre a Brianne of Tarth e Sandor Clegane...

DESDE QUANDO, SEUS BODES?, desde quando é que estes dois alguma vez se cruzam?!

E era só isto.

Ai Sim?

O meu ilustre patrão ganhou uma nova mania: em cada email que me envia, a parte final tem um abraço lá escarrapachado.

Podia ser cumprimentos, cordialmente, faça esta merda já, você só faz asneiras ou ainda, muito frequente, diga-se, o que é isto?, que merda vem a ser esta?, quem é este gajo?, mas não.

Um abraço...

Um abraço para si também.


E você?



terça-feira, 17 de junho de 2014

Season Finale


Sempre estou para ver a merdice que vai haver...

Desabafo

Irritam-me um bocado as espeluncas virtuais onde gostava de ir de vez em quando ler uns disparates, apanhar sarna e outras sidoses e contrair cancro da alma fecharem as portas, assim, de um momento para o outro, sem aviso, sem notificações prévias, sem merda nenhuma que o fizesse prever.

É o que dá andar em espeluncas; nunca se pode confiar em sítios duvidosos geridos por pessoas para lá de sinistras.

Acerca do Jogo de Ontem


Cinema Nº ... Coiso

Não esperava tanto cagaço numa história tão banal.
Muito bom!

Leituras ... Qualquer Coisa Serve

Confesso que esperava outra coisa... Contos de ficção científica não são bem a minha colher de chá.
Porém, escrito pela mão de Martin tem, de facto, algum encanto. Martin sabe mesmo como cativar o leitor, mesmo quando a história não interessa ponta de um corno.
Uma experiência diferente.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Amostra de Gato IV

Não havia mais bibelôs (como dizem as belhas) na loja do chinês da esquina, por isso, arranjei o gato para enfeitar os espaços vazios.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Wedding Arrangements - Parte 13

E parece que já há bolo ou o caraças.

Tempo de Adeus

Havia dito, talvez há muitos anos, talvez há poucos dias, que o dia da sua despedida seria diferente. Não haveria tristeza, nem mágoa, nem lágrimas; haveria vinho branco e pastéis de bacalhau. Daquelas coisas que toda a gente diz naquelas horas felizes e que ninguém liga, sem pensar que esse dia efectivamente chega, e essa é a grande ironia da vida, estamos vivos e nem sabemos.

Mas chegou. Cedo demais. E veio a morte, com suas asas imensas e gadanha em riste, e tocou-o, levando-o para longe.

E os amigos, que também sentiram dentro de si aquilo que o levou, lembrando-se das palavras que um dia proferiu, na hora da despedida, trouxeram vinho branco e pastéis para todos, com verbos de amizade, de amor, de afecto, recordando-o como se estivesse ali, no meio deles, com a sua gargalhada rouca.

Ergueram os copos em memória do homem que não queria lágrimas na sua despedida, que queria alegria e boa disposição e beberam em memória do amigo que era contra as tristezas em momentos tristes.
Falharam porque não retiveram as lágrimas, porque a dor e a miséria da perda foram mais fortes e arrastaram tudo à sua passagem. A força da ideia e a memória, porém, pervaleceram.




E nunca um copo de vinho tão bom me soube tão mal.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Coisas Que Acontecem


Não me devia rir.

Mas rio na mesma.

Pobre Cavaco, que já não se aguenta nas canetas...

Apetece-me Grandemente Ser Porca # 47

Já percebi porque é que os advogados têm fama (talvez merecida) de serem malcriados, arrogantes e mal dispostos para toda a gente.

É directamente proporcional ao tamanho do desprezo, despeito e desrespeito que os restantes operadores judiciais lhes merecem.

Principalmente a polícia.

E os funcionários judiciais. Alguns.

Mas é mais a polícia.

Polícia, pois.

Wedding Arrangements - Parte 12

5785495 horas depois, estão as putas das ementas todas enroladas, enfeitadas, depenadas, extravasadas e outros adjectivos terminadas em adas, tais como foda-se esta merda toda.

Cinema Nº ... Coiso

Por acaso, está bastante engraçado e proporciona grandes e boas gargalhadas.
Já percebi que o truque está em ir ver as coisas de Mr. Macfarlane sem qualquer expectativa; acaba por ser sempre uma boa surpresa.

Amostra de Gato - III



O meu estúpido gato está nesta estúpida fase.

Não sei se é do ar da Margem Sul, se é da coca que lhe tenho dado a snifar às escondidas, se é da mania que agora apanhou de beber água do bidé, mas não sei o que isto é.

Qualquer semelhança com o Lenine não será pura coincidência.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Amostra de Gato II


 
Como não tenho mais nada para fazer, espreito, diz ele.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Nonsense Talking Nº ... Qualquer Coisa

 - Para que é isto?
 - É para corrigires.
 - E porque é que eu tenho de corrigir os teus requerimentos?
 - Porque assim sinto-me mais segura.
 - Segura? Segura é com a Evax, pá!. Acaso tenho cara de penso higiénico?
 - ...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Ai Sim?

O meu ilustre patrão foi ali à loja da esquina comprar um quilo de maçãs e um quilo de bananas.

Para matar a fome durante a tarde, diz ele.

Não contente com a façanha, foi à cozinha buscar a maior travessa que encontrou e dispôs artisticamente a fruta na travessa, que colocou em cima da mesa dele.



E você?