Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
terça-feira, 29 de julho de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Israeli / Palestinian
Não diria melhor (clicar para ver com mais propriedade).
Já ando a dizer isto há não sei quantos anos, mas aparentemente o que está na moda é malhar em Israel como se não houvesse amanhã.
Já ando a dizer isto há não sei quantos anos, mas aparentemente o que está na moda é malhar em Israel como se não houvesse amanhã.
terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Nonsense Talking Nº ... Qualquer Coisa
- Sabe, é que isto do crime é muita complicado, pá... Há crimes muito diferentes e tudo... Há basicamente três tipos de crime: os públicos, os semi-públicos e os privados.
É. O crime privado é só para os mais abastados. Os públicos e os semi-públicos são para a ralé. Um pouco como os hospitais, no fundo. Os privados são só para quem paga e são crimes mais recatados, selectos, normalmente ocorrem em Cascais e tudo. Por isso é que aquele tribunal é uma vergonha.
É. O crime privado é só para os mais abastados. Os públicos e os semi-públicos são para a ralé. Um pouco como os hospitais, no fundo. Os privados são só para quem paga e são crimes mais recatados, selectos, normalmente ocorrem em Cascais e tudo. Por isso é que aquele tribunal é uma vergonha.
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Piadas de Propriedade Privada
Cinema Nº ... Coiso
Engraçadinho, mas com pouca profundidade, história um tanto previsível e argumento um tanto fraquinho.
Vale pela realização, mas nada de extraordinário.
Vale pela realização, mas nada de extraordinário.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
Ai Sim?
O meu ilustre patrão tem um arsenal de abacates na sua secretária, que come alarvemente durante o horário de expediente.
E você?
E você?
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Piadas de Propriedade Privada
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Qu'éssa merda?!
Não percebo isto.
Mesmo.
A sério.
Nem vale a pena começar a dizer mal porque para isso é preciso compreender o conceito e conhecê-lo um pouco.
Nem isso.
Até dói olhar. É mil vezes pior que um homem de cueca-tipo-sunga. Quase me faz preferir a cueca.
Ai. Dor. Imensa dor.
Foda-se.
Não.
Não mesmo.
Socorro.
Mesmo.
A sério.
Nem vale a pena começar a dizer mal porque para isso é preciso compreender o conceito e conhecê-lo um pouco.
Nem isso.
Até dói olhar. É mil vezes pior que um homem de cueca-tipo-sunga. Quase me faz preferir a cueca.
Ai. Dor. Imensa dor.
Foda-se.
Não.
Não mesmo.
Socorro.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Mundial 2014
Nem sei bem como deixei passar isto, dado que a Mannschaft é, por norma, a equipa pela qual torço em competições internacionais (mesmo quando joga Portugal, é preciso dizê-lo, a não ser que joguem um contra o outro e aí mando passear os alemães, mas que é isto, isto assim não pode ser, ah e tal), mas foi uma exibição do caraças e a Alemanha vai ser ganhar aquela merda toda.
Arrota Brasil.
Arrota Brasil.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Excelente como sempre, mas com um pequeno senão.
Mr. Scarrow deve ter medo de escrever sobre intimidade entre as personagens, porque apenas aflora o aspecto muito ao looooooonge, deixando para trás um elemento que poderia adicionar mais interesse à coisa.
Tirando isso, muito bem; venha o próximo.
Mr. Scarrow deve ter medo de escrever sobre intimidade entre as personagens, porque apenas aflora o aspecto muito ao looooooonge, deixando para trás um elemento que poderia adicionar mais interesse à coisa.
Tirando isso, muito bem; venha o próximo.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Wedding Arrangements - Parte 14
Já com o vestido em casa, pergunto-me como é que alguma vez me vou enfiar ali dentro...
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Vide artº 1577º do Código Civil
Cinema Nº ... Coiso
Não é nada de original, mas dentro da falta de originalidade, há um qualquer laivo criativo que lhe dá muita graça. Prima pelo surrealismo da situação em si.
Interpretação extraordinária, com um accent absolutamente delicioso.
Muito bom.
Mr. Hardy, Mr. Hardy ... muita saúdinha que V.Exa. tem, é o que é...
Interpretação extraordinária, com um accent absolutamente delicioso.
Muito bom.
Mr. Hardy, Mr. Hardy ... muita saúdinha que V.Exa. tem, é o que é...
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Fábio Porchat
Muito giro e tal, muita gente, arena cheia que nem um ovo, cá fora nem havia espaço para uma pessoa se sentar a comer descansada, nem dá para pedir café que nem nos servem, toda a gente a atropelar-se, gente famosa, gente com a mania que é famosa, hipters, hipsters everywhere e outros fenómenos que tais.
Este rapaz é muito talentoso, muito divertido, cheio de piada e mesmo muito engraçado.
Fala pelos cotovelos e é sempre simpático com o público.
No fim do espectáculo, ainda levou lá os amigos todos da Porta do Fundos, que disseram adeus às pessoas, lançaram um sorrisinho e foram embora.
Pena que fale depressa demais e que a acústica do Campo Pequeno meta nojo.
De resto, impecável.
Este rapaz é muito talentoso, muito divertido, cheio de piada e mesmo muito engraçado.
Fala pelos cotovelos e é sempre simpático com o público.
No fim do espectáculo, ainda levou lá os amigos todos da Porta do Fundos, que disseram adeus às pessoas, lançaram um sorrisinho e foram embora.
Pena que fale depressa demais e que a acústica do Campo Pequeno meta nojo.
De resto, impecável.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Nonsense Talking Nº ... Qualquer Coisa
- Aquela gaja tem uma profissão esquisita.
- Ai sim?
- Sim. Não sei bem como é que se diz...
- Mas faz o quê?
- É pá, uma coisa com pás e essas coisas... Aaaa... Porra, não sei dizer, ajuda-me...
- Com pás?!
- Sim. Põe-se a cavar cenas com pás e assim... Como é que se diz, pá?!
- Ahn?
- Ó pá, como é que se chamam àqueles gajos que se põem a cavar e a descobrir ossos?
- ...
- Ai sim?
- Sim. Não sei bem como é que se diz...
- Mas faz o quê?
- É pá, uma coisa com pás e essas coisas... Aaaa... Porra, não sei dizer, ajuda-me...
- Com pás?!
- Sim. Põe-se a cavar cenas com pás e assim... Como é que se diz, pá?!
- Ahn?
- Ó pá, como é que se chamam àqueles gajos que se põem a cavar e a descobrir ossos?
- ...
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Piadas de Propriedade Privada
Coisas Que Vejo Por Aí # 22
Não será o melhor filme do género, nem com as melhores interpretações nem com os melhores efeitos especiais, mas o argumento e a ideia são absolutamente originais e bem estruturados.
A visualização deste filme provoca no espectador a fúria, a angústia e o desespero de vivência da situação real. Faz com que se queira pegar num pau e distribuir fruta com ele pelas pinhas abaixo das personagens estúpidas que compõem o elenco. Se isso não é uma Purga em si, não sei o que será.
Vale muito a pena.
A visualização deste filme provoca no espectador a fúria, a angústia e o desespero de vivência da situação real. Faz com que se queira pegar num pau e distribuir fruta com ele pelas pinhas abaixo das personagens estúpidas que compõem o elenco. Se isso não é uma Purga em si, não sei o que será.
Vale muito a pena.
Como as Velhas
Mas que é esta merda, pá?!
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 48
Digo eu que nada sei, nem pretendo saber, que sou porca até à 15ª geração, que a falta de p*ça é uma coisa tenebrosa que estraga a vida às pessoas e torna-as parvas, mesquinhas, venenosas, atrofiadas, maldosas, invejosas, ordinárias, pobres de espírito, reles, picuínhas, baixas e extremamente perturbadas.
Quando a todas estas maleitas, causadas pela falta daquela palavra com um asterisco no primeiro parágrafo, se junta a mania que se é a monarca da Escócia, é o fim.
Pior ainda quando se tem desta gente na família, o que torna os Natais, Páscoas e afins desta vida uma autêntica paródia.
E era só isto.
Quando a todas estas maleitas, causadas pela falta daquela palavra com um asterisco no primeiro parágrafo, se junta a mania que se é a monarca da Escócia, é o fim.
Pior ainda quando se tem desta gente na família, o que torna os Natais, Páscoas e afins desta vida uma autêntica paródia.
E era só isto.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
O Aviãozinho
Lembro aqueles dias ensolarados, a casa a cheirar a maçãs e o sofá velhinho que rangia quando alguém se sentava, era aos quadradinhos pretos e cremes, o sofá e cabia sempre mais um.
Lembro a máquina de costura ao pé da janela, para aproveitar a luz, da gaveta cheia de botões, tantos botões, milhares de botões, de mil e uma cores, de tantos formatos, o armário dos trapos onde Ela guardava todos os bocados de tecido que alguma vez lhe passaram pelas mãos, uma vez fez-me uma colcha e dois almofadões e um travesseiro só com os bocados de tecido desirmanados e nunca o meu quarto teve tanta graça.
Lembro o gato, que gato, um gato, havia sempre um gato naquela casa, a dormir em qualquer esquina ou a roubar um queijo da despensa, lembro da hora do lanche, daquele pão estaladiço e de côdea dura, a manteiga fresca, o leite quentinho.
Lembro-me Dele a dormir na poltrona, de boca aberta e, quando percebia que o sono era profundo, atirava-lhe sempre um almofada à cabeça. E Ele ria-se.
Lembro aquelas tardes, quase todas, em que Ela me punha a dormir a sesta, que fazia bem, que depois ficas mais fresquinha e esperta para ir brincar, e então deitava-me no sofá, com um cobertor fofinho e tapava a janela com aquela cortina laranja horrível que transformava a sala num aquário silencioso em que toda a atmosfera era laranja, os móveis, as paredes, a televisão. E não tinha vontade nenhuma de dormir, o cobertor picava e fazia calor, queria mexer no gato, mas era hora de dormir.
E lá fora passava sempre um aviãozinho, àquela hora, daqueles que faziam um barulhinho à moda da II Guerra, e prolongava a volta que dava à volta da base aérea e passava por cima da aldeia tantas vezes, e que tinha vontade de ir com o aviãozinho, que me fazia lembrar o sol que estava lá fora, e que podia ir brincar com os outros miúdos na rua, ou ver bonecos na televisão, mas não podia porque era hora da sesta. Tinha, então, uma dor no peito, que na altura não sabia o que era, e tinha vontade de ir brincar, desobedecer, fazer o que queria, queria ser grande para fazer só o que me apetecesse. Uma vez, disse-Lhe, daqui a um mês faço 7 anos e aí já não vais mandar em mim. E Ela riu-se, riu-se tanto que lhe vieram as lágrimas aos olhos, a sua menina tinha sangue na guelra, saía a Ela.
Mas o aviãozinho teimava em passar por cima da casa, todos os dias, àquela hora e eu queria estar em todo o lado menos no sofá a fingir que dormia a sesta, queria ir lá para fora, queria e não podia, quem me dera ser adulta e fazer o que quero, nunca mais vou dormir a sesta.
O avião finalmente aterrou. Anos passaram. 20, 25 anos.
Sou adulta. Faço o que quero.
Eles estão mortos, a casa está fechada, já não há cortina na janela, não há sesta para ninguém.
Hoje passou por aqui um outro aviãozinho, igual àquele de há tantos anos, se calhar ainda era o mesmo. E lembrei-me de todas aquelas tardes em que quis que o tempo andasse mais depressa, só para, depois, me arrepender desses dias que não voltam, que o tempo não pára, só eu estou presa no mesmo momento.
E todas as perdas que sofro me lembram, Dele e Dela, e do aviãozinho que passava por cima da casa onde estava uma miúda que não queria dormir.
Lembro a máquina de costura ao pé da janela, para aproveitar a luz, da gaveta cheia de botões, tantos botões, milhares de botões, de mil e uma cores, de tantos formatos, o armário dos trapos onde Ela guardava todos os bocados de tecido que alguma vez lhe passaram pelas mãos, uma vez fez-me uma colcha e dois almofadões e um travesseiro só com os bocados de tecido desirmanados e nunca o meu quarto teve tanta graça.
Lembro o gato, que gato, um gato, havia sempre um gato naquela casa, a dormir em qualquer esquina ou a roubar um queijo da despensa, lembro da hora do lanche, daquele pão estaladiço e de côdea dura, a manteiga fresca, o leite quentinho.
Lembro-me Dele a dormir na poltrona, de boca aberta e, quando percebia que o sono era profundo, atirava-lhe sempre um almofada à cabeça. E Ele ria-se.
Lembro aquelas tardes, quase todas, em que Ela me punha a dormir a sesta, que fazia bem, que depois ficas mais fresquinha e esperta para ir brincar, e então deitava-me no sofá, com um cobertor fofinho e tapava a janela com aquela cortina laranja horrível que transformava a sala num aquário silencioso em que toda a atmosfera era laranja, os móveis, as paredes, a televisão. E não tinha vontade nenhuma de dormir, o cobertor picava e fazia calor, queria mexer no gato, mas era hora de dormir.
E lá fora passava sempre um aviãozinho, àquela hora, daqueles que faziam um barulhinho à moda da II Guerra, e prolongava a volta que dava à volta da base aérea e passava por cima da aldeia tantas vezes, e que tinha vontade de ir com o aviãozinho, que me fazia lembrar o sol que estava lá fora, e que podia ir brincar com os outros miúdos na rua, ou ver bonecos na televisão, mas não podia porque era hora da sesta. Tinha, então, uma dor no peito, que na altura não sabia o que era, e tinha vontade de ir brincar, desobedecer, fazer o que queria, queria ser grande para fazer só o que me apetecesse. Uma vez, disse-Lhe, daqui a um mês faço 7 anos e aí já não vais mandar em mim. E Ela riu-se, riu-se tanto que lhe vieram as lágrimas aos olhos, a sua menina tinha sangue na guelra, saía a Ela.
Mas o aviãozinho teimava em passar por cima da casa, todos os dias, àquela hora e eu queria estar em todo o lado menos no sofá a fingir que dormia a sesta, queria ir lá para fora, queria e não podia, quem me dera ser adulta e fazer o que quero, nunca mais vou dormir a sesta.
O avião finalmente aterrou. Anos passaram. 20, 25 anos.
Sou adulta. Faço o que quero.
Eles estão mortos, a casa está fechada, já não há cortina na janela, não há sesta para ninguém.
Hoje passou por aqui um outro aviãozinho, igual àquele de há tantos anos, se calhar ainda era o mesmo. E lembrei-me de todas aquelas tardes em que quis que o tempo andasse mais depressa, só para, depois, me arrepender desses dias que não voltam, que o tempo não pára, só eu estou presa no mesmo momento.
E todas as perdas que sofro me lembram, Dele e Dela, e do aviãozinho que passava por cima da casa onde estava uma miúda que não queria dormir.
'Só Escolhes Música de M*rda'
Quão difícil pode ser escolher uma puta de uma música para, acabada a cerimónia de casamento em si, ficarem os noivos a receber parabéns e demais felicitações das pessoas?
Esta era boa, ó:
Esta era boa, ó:
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Vide artº 1577º do Código Civil
Wedding Arrangements - Parte 13
Bonecos parvos para pôr no bolo, maneira muito esperta de gastar uma nota preta em merdas, ainda por cima para umas tretas que de certeza absoluta que alguém me vai roubar e nunca mais os vejo - check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
Cinema Nº ... Coiso
Extremamente fiel ao livro, tem um argumento razoável e interpretações boazinhas, apesar de lhe faltar um elemento fulcral: o outro não é só uma pessoa parecida fisicamente com o personagem principal; é ele. São a mesma pessoa e isso não passa para quem vê o filme, a quem tudo parece desproporcionado e excessivamente melodramático por causa disso.
Excepto para quem leu o livro.
Que foi o meu caso.
E que gostei bastante.
E por causa disso, digo que está engraçado.
E era só isto.
Excepto para quem leu o livro.
Que foi o meu caso.
E que gostei bastante.
E por causa disso, digo que está engraçado.
E era só isto.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
'All The Ones That I Have Loved'
- I will never forget you.
- That's what being immortal truly means.
- That's what being immortal truly means.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Season Finale - O Rescaldo
Sim senhor, muito bom episódio, muito bem feito, estamos muito bem, antevê-se uma temporada 5 para lá de espectacular.
Só um pequeno reparo, acerca da bulha entre a Brianne of Tarth e Sandor Clegane...
DESDE QUANDO, SEUS BODES?, desde quando é que estes dois alguma vez se cruzam?!
E era só isto.
Só um pequeno reparo, acerca da bulha entre a Brianne of Tarth e Sandor Clegane...
DESDE QUANDO, SEUS BODES?, desde quando é que estes dois alguma vez se cruzam?!
E era só isto.
Ai Sim?
O meu ilustre patrão ganhou uma nova mania: em cada email que me envia, a parte final tem um abraço lá escarrapachado.
Podia ser cumprimentos, cordialmente, faça esta merda já, você só faz asneiras ou ainda, muito frequente, diga-se, o que é isto?, que merda vem a ser esta?, quem é este gajo?, mas não.
Um abraço...
Um abraço para si também.
E você?
Podia ser cumprimentos, cordialmente, faça esta merda já, você só faz asneiras ou ainda, muito frequente, diga-se, o que é isto?, que merda vem a ser esta?, quem é este gajo?, mas não.
Um abraço...
Um abraço para si também.
E você?
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Quesitos da Base Instrutória
terça-feira, 17 de junho de 2014
Desabafo
Irritam-me um bocado as espeluncas virtuais onde gostava de ir de vez em quando ler uns disparates, apanhar sarna e outras sidoses e contrair cancro da alma fecharem as portas, assim, de um momento para o outro, sem aviso, sem notificações prévias, sem merda nenhuma que o fizesse prever.
É o que dá andar em espeluncas; nunca se pode confiar em sítios duvidosos geridos por pessoas para lá de sinistras.
É o que dá andar em espeluncas; nunca se pode confiar em sítios duvidosos geridos por pessoas para lá de sinistras.
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Confesso que esperava outra coisa... Contos de ficção científica não são bem a minha colher de chá.
Porém, escrito pela mão de Martin tem, de facto, algum encanto. Martin sabe mesmo como cativar o leitor, mesmo quando a história não interessa ponta de um corno.
Uma experiência diferente.
Porém, escrito pela mão de Martin tem, de facto, algum encanto. Martin sabe mesmo como cativar o leitor, mesmo quando a história não interessa ponta de um corno.
Uma experiência diferente.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Amostra de Gato IV
Não havia mais bibelôs (como dizem as belhas) na loja do chinês da esquina, por isso, arranjei o gato para enfeitar os espaços vazios.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Wedding Arrangements - Parte 13
E parece que já há bolo ou o caraças.
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Vide artº 1577º do Código Civil
Tempo de Adeus
Havia dito, talvez há muitos anos, talvez há poucos dias, que o dia da sua despedida seria diferente. Não haveria tristeza, nem mágoa, nem lágrimas; haveria vinho branco e pastéis de bacalhau. Daquelas coisas que toda a gente diz naquelas horas felizes e que ninguém liga, sem pensar que esse dia efectivamente chega, e essa é a grande ironia da vida, estamos vivos e nem sabemos.
Mas chegou. Cedo demais. E veio a morte, com suas asas imensas e gadanha em riste, e tocou-o, levando-o para longe.
E os amigos, que também sentiram dentro de si aquilo que o levou, lembrando-se das palavras que um dia proferiu, na hora da despedida, trouxeram vinho branco e pastéis para todos, com verbos de amizade, de amor, de afecto, recordando-o como se estivesse ali, no meio deles, com a sua gargalhada rouca.
Ergueram os copos em memória do homem que não queria lágrimas na sua despedida, que queria alegria e boa disposição e beberam em memória do amigo que era contra as tristezas em momentos tristes.
Falharam porque não retiveram as lágrimas, porque a dor e a miséria da perda foram mais fortes e arrastaram tudo à sua passagem. A força da ideia e a memória, porém, pervaleceram.
E nunca um copo de vinho tão bom me soube tão mal.
Mas chegou. Cedo demais. E veio a morte, com suas asas imensas e gadanha em riste, e tocou-o, levando-o para longe.
E os amigos, que também sentiram dentro de si aquilo que o levou, lembrando-se das palavras que um dia proferiu, na hora da despedida, trouxeram vinho branco e pastéis para todos, com verbos de amizade, de amor, de afecto, recordando-o como se estivesse ali, no meio deles, com a sua gargalhada rouca.
Ergueram os copos em memória do homem que não queria lágrimas na sua despedida, que queria alegria e boa disposição e beberam em memória do amigo que era contra as tristezas em momentos tristes.
Falharam porque não retiveram as lágrimas, porque a dor e a miséria da perda foram mais fortes e arrastaram tudo à sua passagem. A força da ideia e a memória, porém, pervaleceram.
E nunca um copo de vinho tão bom me soube tão mal.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 47
Já percebi porque é que os advogados têm fama (talvez merecida) de serem malcriados, arrogantes e mal dispostos para toda a gente.
É directamente proporcional ao tamanho do desprezo, despeito e desrespeito que os restantes operadores judiciais lhes merecem.
Principalmente a polícia.
E os funcionários judiciais. Alguns.
Mas é mais a polícia.
Polícia, pois.
É directamente proporcional ao tamanho do desprezo, despeito e desrespeito que os restantes operadores judiciais lhes merecem.
Principalmente a polícia.
E os funcionários judiciais. Alguns.
Mas é mais a polícia.
Polícia, pois.
Wedding Arrangements - Parte 12
5785495 horas depois, estão as putas das ementas todas enroladas, enfeitadas, depenadas, extravasadas e outros adjectivos terminadas em adas, tais como foda-se esta merda toda.
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Vide artº 1577º do Código Civil
Cinema Nº ... Coiso
Por acaso, está bastante engraçado e proporciona grandes e boas gargalhadas.
Já percebi que o truque está em ir ver as coisas de Mr. Macfarlane sem qualquer expectativa; acaba por ser sempre uma boa surpresa.
Já percebi que o truque está em ir ver as coisas de Mr. Macfarlane sem qualquer expectativa; acaba por ser sempre uma boa surpresa.
Amostra de Gato - III
O meu estúpido gato está nesta estúpida fase.
Não sei se é do ar da Margem Sul, se é da coca que lhe tenho dado a snifar às escondidas, se é da mania que agora apanhou de beber água do bidé, mas não sei o que isto é.
Qualquer semelhança com o Lenine não será pura coincidência.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Nonsense Talking Nº ... Qualquer Coisa
- Para que é isto?
- É para corrigires.
- E porque é que eu tenho de corrigir os teus requerimentos?
- Porque assim sinto-me mais segura.
- Segura? Segura é com a Evax, pá!. Acaso tenho cara de penso higiénico?
- ...
- É para corrigires.
- E porque é que eu tenho de corrigir os teus requerimentos?
- Porque assim sinto-me mais segura.
- Segura? Segura é com a Evax, pá!. Acaso tenho cara de penso higiénico?
- ...
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Piadas de Propriedade Privada
terça-feira, 3 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Ai Sim?
O meu ilustre patrão foi ali à loja da esquina comprar um quilo de maçãs e um quilo de bananas.
Para matar a fome durante a tarde, diz ele.
Não contente com a façanha, foi à cozinha buscar a maior travessa que encontrou e dispôs artisticamente a fruta na travessa, que colocou em cima da mesa dele.
E você?
Para matar a fome durante a tarde, diz ele.
Não contente com a façanha, foi à cozinha buscar a maior travessa que encontrou e dispôs artisticamente a fruta na travessa, que colocou em cima da mesa dele.
E você?
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Quesitos da Base Instrutória
sexta-feira, 30 de maio de 2014
New Addition To Our Family Party
Eis o novíssimo membro da família.
Em poucas horas, conseguiu cheirar todos os cantos da casa, empoleirar-se em todos os móveis e tentar descobrir o caminho para o cano de esgoto via máquina de lavar loiça.
Pouco maior que um novelo de lã, enche aquela casa de trinados miados às 5 da manhã, que é uma alegria.
Apresentando Lenine à sociedade.
Em poucas horas, conseguiu cheirar todos os cantos da casa, empoleirar-se em todos os móveis e tentar descobrir o caminho para o cano de esgoto via máquina de lavar loiça.
Pouco maior que um novelo de lã, enche aquela casa de trinados miados às 5 da manhã, que é uma alegria.
Apresentando Lenine à sociedade.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
Cinema Nº ... Coiso
Surpreendentemente, é excelente.
Grandes efeitos especiais, argumento razoável, monstros excelentemente concebidos.
Godzilla rocks.
Grandes efeitos especiais, argumento razoável, monstros excelentemente concebidos.
Godzilla rocks.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Além do Tejo
Terra de eleição, mas é pena que os habitantes de Porto Côvo, principalmente os que se dedicam ao negócio de restauração e bebidas tenham a ideia de que só no pino do verão é que se faz negócio e gostem de fechar tudo o que é estabelecimento comercial do género a partir das, vá, 9 da noite.
Tirando isso e as pessoas que vão ramboiar para o hotel às 2 da manhã, tudo cinco estrelas.
Tirando isso e as pessoas que vão ramboiar para o hotel às 2 da manhã, tudo cinco estrelas.
domingo, 25 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
I Have The Hots For The Dog - III
* Spoiler Alert *
Estou a ver-vos, senhores que escrevem o argumento de Game of Thrones.Estou a ver-vos.
Só agora é que se lembram de afofinhar o Cão?
Só agora é que se lembraram que é uma personagem incrível?
Só agora é que vos passou pela cabeça o potencial que tem?
Agora?! Só agora?! Que vai morrer no episódio seguinte?
Descobriram agora que o homem é fantástico, é? Descobriram agora que o podiam ter aproveitado muito melhor, mas como era amiguinho dos Lannister, não convinha muito porque ficava mal? Arrependeram-se e resolveram mostrar o cachorrinho em vez do Cão de Caça?
Ursos.
Anda aqui uma pessoa a barafustar há anos para nada, a gastar o seu latim, a derramar lágrimas amargas para coisa alguma.
É uma pena, realmente uma pena.
Porém, isso sou só eu que digo, que tenho uma tendência estranha para gostar para personagens bizarras e uma queda ainda mais estranha para achar graça a homens que, enfim, não têm graça nenhuma.
Quer dizer, até têm.
Mas só eu é que vejo.
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Posição Doutrinária
Devaneio Aleatório
Sou um ser estúpido, confesso.
Num dia de tempestade, resolvi sair de casa sem guarda-chuva e sem casaco. Andar de corpinho bem feito é o que esta rapariga gosta, como diria a minha saudosa Avó.
Hoje não foi diferente; a cair o dilúvio na terra e a minha pessoa a correr entre os intervalos da borrasca.
Cheguei, portanto, ensopada e a pingar ao pé de uma funcionária judicial, que olhou para mim como se nunca tivesse visto pessoa tão pouco dotada de inteligência.
Será verdade.
Não sei bem, porém, onde estava a moral tão elevada da referida personagem, visto que na hora seguinte, que passei junto à dita senhora, passou, pelo menos, cinquenta e cinco minutos a falar em voz alta consigo própria, com os processos e com o computador. E depois não me venham cá dizer que não existem totós na função pública... Claro que não existem. Na restante função pública. São todos empregados do Ministério da Justiça.
Moral da história: mais vale estúpida que inimputável. Se bem que a fronteira entre a estupidez e a inimputabilidade, no meu caso, esteja um pouco diluída. Mas a ideia é esta.
Num dia de tempestade, resolvi sair de casa sem guarda-chuva e sem casaco. Andar de corpinho bem feito é o que esta rapariga gosta, como diria a minha saudosa Avó.
Hoje não foi diferente; a cair o dilúvio na terra e a minha pessoa a correr entre os intervalos da borrasca.
Cheguei, portanto, ensopada e a pingar ao pé de uma funcionária judicial, que olhou para mim como se nunca tivesse visto pessoa tão pouco dotada de inteligência.
Será verdade.
Não sei bem, porém, onde estava a moral tão elevada da referida personagem, visto que na hora seguinte, que passei junto à dita senhora, passou, pelo menos, cinquenta e cinco minutos a falar em voz alta consigo própria, com os processos e com o computador. E depois não me venham cá dizer que não existem totós na função pública... Claro que não existem. Na restante função pública. São todos empregados do Ministério da Justiça.
Moral da história: mais vale estúpida que inimputável. Se bem que a fronteira entre a estupidez e a inimputabilidade, no meu caso, esteja um pouco diluída. Mas a ideia é esta.
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O Direito tornou-me inimputável
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