Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Não Desilude
Confesso que ver Game Of Thrones é, para mim, um misto de excitação, porque é para lá de espectacular, com aborrecimento, porque já conheço a história toda de trás para a frente (não sou dessas pessoínhas que só gostam da série, sou uma criatura absolutamente devota à causa) e estou muito à frente na narrativa, à espera da edição do 11º e 12º volume.
(Também confesso que ver a série ao meu lado deve ser deveras exasperante, uma vez que a cada 5 minutos estou a bufar e a praguejar contra as aldrabices da adaptação, mas enfim, isso agora pouco interessa.)
Ontem, dia da grande estreia da 4ª temporada, tinha os tais mixed feelings, mas aguentei firme, bufei muito e alapei a bunda no sofá, rodeada de amêndoas, para ver os meus 'velhos amigos' encarnados por actores razoavelmente talentosos numa série razoavelmente excelente, vá.
Devo dizer que ia adormecendo. Tudo muito parado, muito mortiço, com algumas falhas na narrativa e uns erros deliberados, como trocarem o actor que interpretava Daario Naharis por uma mosquinha morta qualquer, mas que é isto, não há vergonha, francamente e tal.
Lá mais para o fim, rebenta a porrada num sitio qualquer e o eterno The Hound avia uns 20 parvalhões dum assentada. Assim, como quem não quer a coisa. Porque tudo o que o homem queria era galinha.
E, de repente, quando pensava amaldiçoar a minha sorte por estar a perder tempo com uma história lenta e absolutamente secante, chega a acção em forma de aviamento, forte e feio, de gente.
Salvou o episódio. O Cão é o Cão, e está tudo dito.
Muito bom.
(Também confesso que ver a série ao meu lado deve ser deveras exasperante, uma vez que a cada 5 minutos estou a bufar e a praguejar contra as aldrabices da adaptação, mas enfim, isso agora pouco interessa.)
Ontem, dia da grande estreia da 4ª temporada, tinha os tais mixed feelings, mas aguentei firme, bufei muito e alapei a bunda no sofá, rodeada de amêndoas, para ver os meus 'velhos amigos' encarnados por actores razoavelmente talentosos numa série razoavelmente excelente, vá.
Devo dizer que ia adormecendo. Tudo muito parado, muito mortiço, com algumas falhas na narrativa e uns erros deliberados, como trocarem o actor que interpretava Daario Naharis por uma mosquinha morta qualquer, mas que é isto, não há vergonha, francamente e tal.
Lá mais para o fim, rebenta a porrada num sitio qualquer e o eterno The Hound avia uns 20 parvalhões dum assentada. Assim, como quem não quer a coisa. Porque tudo o que o homem queria era galinha.
E, de repente, quando pensava amaldiçoar a minha sorte por estar a perder tempo com uma história lenta e absolutamente secante, chega a acção em forma de aviamento, forte e feio, de gente.
Salvou o episódio. O Cão é o Cão, e está tudo dito.
Muito bom.
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Comentário Jurídico da Latrina
terça-feira, 8 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Vale Bem a Pena, Vale ...
- Então o senhor partiu o vidro?
- Parti.
- Confessa?
- Sim.
- E partiu porquê?
- Estava a tentar entrar no bar para roubar bebidas.
- Parti.
- Confessa?
- Sim.
- E partiu porquê?
- Estava a tentar entrar no bar para roubar bebidas.
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Confissões de uma Defensora Oficiosa
terça-feira, 1 de abril de 2014
Das Páscoas & Afins
Está oficialmente aberta a época da javardice, gulodice e demais adjectivos terminados em ice que demonstram a decadência e a dependência do ser humano do açúcar.
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 42
Diz a Wikipédia, esse templo do saber, que karma "refere-se ao efeito que nossas acções geram no nosso futuro, tanto nesta como em outras vidas, após eventuais reencarnações."
Moral da história: estou completa e absolutamente fodida. E não é só nas próximas vidas, é já nesta.
E isso já se começa a notar na quantidade de anormalidade e estupidez que sou obrigada a suportar.
Moral da história: estou completa e absolutamente fodida. E não é só nas próximas vidas, é já nesta.
E isso já se começa a notar na quantidade de anormalidade e estupidez que sou obrigada a suportar.
Reminiscências # 13
A senhora minha mãe sempre foi uma pessoa fácil no dia das mentiras.
Sempre acreditou piamente em todas as alarvidades que lhe quiseram contar, neste e noutros dias, é preciso dizê-lo.
Sabendo disto, toda a gente fazia pouco dela, como dizia a minha Avó.
Lembro-me daquela vez que o senhor meu pai chegou a casa, muito aflito, e contou-lhe que tinha havido um acidente horrível: um navio de carga tinha embatido contra um dos pilares da Ponte 25 de Abril e a desgraçada da ponte tinha cedido e colapsado.
Imediatamente a minha progenitora leva a mão ao peito, e enche os olhos de lágrimas, cheia de comoção perante tamanha desgraça e miséria que se havia abatido sobre as pessoas afogadas.
Andou de lágrima no canto do olho o dia inteiro, fazendo um zapping frenético à procura de um canal que lhe dissesse o que estava a acontecer. Só ao anoitecer é que, entre risos, o homem da mentira se retractou e disse que a historieta não passava de uma celebração ao 1º de Abril.
A barafunda naquela casa foi indescritível.
Lembro-me, ainda, daquela vez, na altura da entrada em vigor de um dos PEC's do governo de José Sócrates, em que lhe resolvi dizer, por telefone, e sabendo-a num sítio sem acesso a notícias, que havia uma manifestação tremenda em Lisboa, que tinham invadido São Bento e que o governo tinha caído. De imediato, a mulher, muito afoita, ligou logo para o senhor meu pai a contar o evento e a avisá-lo para ter cuidado e não sair do local de trabalho porque deveria tratar-se de outro 25 de Abril que aí vinha. Ouvindo risos do outro lado, apercebeu-se de sua triste figura.
E a barafunda naquela casa foi indescritível.
Já perdi a conta às petas que inventámos para destabilizar aquela senhora.
Cada ano que passa damos voltas e voltas à cabeça, imaginando impossíveis para lhe contar.
A pior parte é que com o passar dos anos também ela se vacinou e já não acredita. Tanto.
Sempre acreditou piamente em todas as alarvidades que lhe quiseram contar, neste e noutros dias, é preciso dizê-lo.
Sabendo disto, toda a gente fazia pouco dela, como dizia a minha Avó.
Lembro-me daquela vez que o senhor meu pai chegou a casa, muito aflito, e contou-lhe que tinha havido um acidente horrível: um navio de carga tinha embatido contra um dos pilares da Ponte 25 de Abril e a desgraçada da ponte tinha cedido e colapsado.
Imediatamente a minha progenitora leva a mão ao peito, e enche os olhos de lágrimas, cheia de comoção perante tamanha desgraça e miséria que se havia abatido sobre as pessoas afogadas.
Andou de lágrima no canto do olho o dia inteiro, fazendo um zapping frenético à procura de um canal que lhe dissesse o que estava a acontecer. Só ao anoitecer é que, entre risos, o homem da mentira se retractou e disse que a historieta não passava de uma celebração ao 1º de Abril.
A barafunda naquela casa foi indescritível.
Lembro-me, ainda, daquela vez, na altura da entrada em vigor de um dos PEC's do governo de José Sócrates, em que lhe resolvi dizer, por telefone, e sabendo-a num sítio sem acesso a notícias, que havia uma manifestação tremenda em Lisboa, que tinham invadido São Bento e que o governo tinha caído. De imediato, a mulher, muito afoita, ligou logo para o senhor meu pai a contar o evento e a avisá-lo para ter cuidado e não sair do local de trabalho porque deveria tratar-se de outro 25 de Abril que aí vinha. Ouvindo risos do outro lado, apercebeu-se de sua triste figura.
E a barafunda naquela casa foi indescritível.
Já perdi a conta às petas que inventámos para destabilizar aquela senhora.
Cada ano que passa damos voltas e voltas à cabeça, imaginando impossíveis para lhe contar.
A pior parte é que com o passar dos anos também ela se vacinou e já não acredita. Tanto.
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Das Coisas fora dos limites do 202º CC
segunda-feira, 31 de março de 2014
Mais do que um Par de Brincos
Em dias cinzentos como este, quando menos se espera, vêm coisas boas de gente boa.
Tenho amigos. Não sou uma triste.
É bom saber.
Tenho amigos. Não sou uma triste.
É bom saber.
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Piadas de Propriedade Privada
Wedding Arrangements - Parte 8
500 metros de tecido, 250 de fita e merdas parecidas com brilhos depois, forrei um cesto.
Pois, um cesto.
Para que é o cesto?
Invenções que me fazem gastar tempo e dinheiro.
O pior de tudo isto é que me falta ainda fazer outro. Cesto.
Se a vida de advocacia não der, dedico-me à cestaria. Isso e fritar rissóis, que também dizem que dá cheta.
Pois, um cesto.
Para que é o cesto?
Invenções que me fazem gastar tempo e dinheiro.
O pior de tudo isto é que me falta ainda fazer outro. Cesto.
Se a vida de advocacia não der, dedico-me à cestaria. Isso e fritar rissóis, que também dizem que dá cheta.
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Vide artº 1577º do Código Civil
Coisas Que Vejo Por Aí # 20
Engraçado e leve, com boas interpretações de Julie Walters e Laura Linney.
Grint faz papel de totó, o que, diga-se, assenta-lhe na perfeição.
Com um toque do típico humor inglês, tem uma profundidade subjacente que arrepia.
Muito razoável.
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Comentário Jurídico da Latrina
sexta-feira, 28 de março de 2014
Nonsense Talking Nº Qualquer Coisa
- E isto, já está feito?
- Não, dra., ainda não.
- E não está feito porquê?
- ...
- Vocês andam todos a dormir, é?
- ... Não, dra., estamos todos bem acordados.
- Pois olhe que não parece.
- Pois, peço desculpa...
- Vamos lá acordar, está bem? Ou já estão só sentadinhos a comer as amêndoas da Páscoa?
- Não que as amêndoas engordam.
- Pois, pois ... vamos lá deixar de tretas e fazer o que lhes é pedido, sim?
Depois das ilustríssimas conversas com as duas figuras centrais da chefia deste galinheiro nestes últimos dias, chega a hora de passar a estupidez para os Agente de Execução.
Portanto, qualquer dia, para além de desempregada, ainda arranjo uma queixa na Ordem para esfregá-la pelas trombas abaixo.
- Não, dra., ainda não.
- E não está feito porquê?
- ...
- Vocês andam todos a dormir, é?
- ... Não, dra., estamos todos bem acordados.
- Pois olhe que não parece.
- Pois, peço desculpa...
- Vamos lá acordar, está bem? Ou já estão só sentadinhos a comer as amêndoas da Páscoa?
- Não que as amêndoas engordam.
- Pois, pois ... vamos lá deixar de tretas e fazer o que lhes é pedido, sim?
Depois das ilustríssimas conversas com as duas figuras centrais da chefia deste galinheiro nestes últimos dias, chega a hora de passar a estupidez para os Agente de Execução.
Portanto, qualquer dia, para além de desempregada, ainda arranjo uma queixa na Ordem para esfregá-la pelas trombas abaixo.
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Piadas de Propriedade Privada
quinta-feira, 27 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Qualquer Semelhança com a Realidade É Uma Merda Qualquer
Uma destas noites, sonhei que o meu carro ganhava vida própria e fugia-me.
Quanto mais eu corria atrás dele, mais o estupor acelerava até que deixava de o ver.
Fui encontrá-lo, mais tarde, depois de muitas lágrimas, todo escavacado numa ribanceira, virado do avesso, com as entranhas à mostra e o chassis todo partido.
Espera...
Se calhar...
Deve ter alguma coisa a ver com aquele dia em que me esqueci de puxar o travão de mão, fui à minha vidinha e, quando regressei, já estava o cabrão do carro ao fundo da rua, depois de ter deslizado para aí uns bons 500 metros, todo fodido, encaixado entre o passeio e uns paus que metem no chão para segurar umas correntes, tão úteis como a puta que as pariu, devem servir de baloiço aos pombos com certeza...
Só pode ser isso.
Realmente o subconciente (é propositado, está bem?) é uma máquina incrível, as coisas que vai buscar, não é?, nunca pensei, pois é, é assim a vida, mais à merda que podias ir também tu, caralho, que é só disto.
Foda-se!
Quanto mais eu corria atrás dele, mais o estupor acelerava até que deixava de o ver.
Fui encontrá-lo, mais tarde, depois de muitas lágrimas, todo escavacado numa ribanceira, virado do avesso, com as entranhas à mostra e o chassis todo partido.
Espera...
Se calhar...
Deve ter alguma coisa a ver com aquele dia em que me esqueci de puxar o travão de mão, fui à minha vidinha e, quando regressei, já estava o cabrão do carro ao fundo da rua, depois de ter deslizado para aí uns bons 500 metros, todo fodido, encaixado entre o passeio e uns paus que metem no chão para segurar umas correntes, tão úteis como a puta que as pariu, devem servir de baloiço aos pombos com certeza...
Só pode ser isso.
Realmente o subconciente (é propositado, está bem?) é uma máquina incrível, as coisas que vai buscar, não é?, nunca pensei, pois é, é assim a vida, mais à merda que podias ir também tu, caralho, que é só disto.
Foda-se!
terça-feira, 25 de março de 2014
" Quero ser puta, já me estou a preparar"
Isto é bom, bom demais para ser verdade.
Não consigo parar de rir.
Ainda por cima a ver estas coisas em horário de expediente, dúvidas não haverá que estarei a empacotar as minhas coisas não tarda nada.
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Piadas de Propriedade Privada
Cinema Nº ... Coiso
Apesar de não ser nada original, de os efeitos especiais não estarem por aí além e de as cenas de pancada não estarem particularmente bem filmadas, é engraçado e prende a atenção.
Muito razoável.
Muito razoável.
Nonsense Talking Nº Qualquer Coisa
- E o registo veio recusado porquê?
- Porque o prédio está omisso na matriz.
- E porque é que não me perguntou antes de fazer?
- Você sabe fazer registos sobre um prédio omisso?
- Não.
- Então porque é que lhe havia de perguntar?
Quando não é com um, é com outro.
Beira da estrada é o meu futuro, é o que é.
- Porque o prédio está omisso na matriz.
- E porque é que não me perguntou antes de fazer?
- Você sabe fazer registos sobre um prédio omisso?
- Não.
- Então porque é que lhe havia de perguntar?
Quando não é com um, é com outro.
Beira da estrada é o meu futuro, é o que é.
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Piadas de Propriedade Privada
sexta-feira, 21 de março de 2014
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 41
Após alguns meses em testes e atenta observação, posso afirmar, quase com toda a certeza do mundo, que não há oficiosos mais dementes que os meus.
Isso e desaparecidos, que é o que mais há.
Só me calham duques...
Isso e desaparecidos, que é o que mais há.
Só me calham duques...
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Confissões de uma Defensora Oficiosa
Antes, como boa idiota fútil que sou, só gostava da figura do homem.
Agora, vi mais de perto a genialidade e o talento. E nunca mais vou largar esta série
Bolas, o moço dá-lhe bué, como se diz na Margem Sul.
Lovely.
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Benfeitorias Voluptuárias
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Excelente. Mesmo.
Original, escrita fluída e cativante, com pormenores históricos riquíssimos e bem descritos, tanto e tão bem que parece que cada evento é, ele próprio, um personagem.
Muito, muito bom!
Original, escrita fluída e cativante, com pormenores históricos riquíssimos e bem descritos, tanto e tão bem que parece que cada evento é, ele próprio, um personagem.
Muito, muito bom!
quinta-feira, 20 de março de 2014
Nonsense Talking - Nº Qualquer Coisa
- Mas isto é assim, Dr.
- É assim, diz você, não sabe e está para aí a inventar e a fingir que sabe.
- E você, sabe?
- Não.
- Bem me parecia.
Qualquer dia, ai, qualquer dia ...
Vou lavar escadas, é o que é...
- É assim, diz você, não sabe e está para aí a inventar e a fingir que sabe.
- E você, sabe?
- Não.
- Bem me parecia.
Qualquer dia, ai, qualquer dia ...
Vou lavar escadas, é o que é...
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Piadas de Propriedade Privada
Coisas Que Vejo Por Aí # 19
Do melhor que tenho visto.
Sem ser nada de especial, prega uns valentes sustos.
É para ver até ao fim, fáchabôr.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Nada a Fazer - XVIII
Benedict Cumberbatch
Adoro este homem.
A começar na voz de cama e a acabar no accent delicioso.
Ai, os ingleses, os ingleses...
Nada a fazer.
Já disse que adorava este homem?
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Benfeitorias Voluptuárias
Da Loucura Pré - Matrimonial
Uma das poucas coisas boas de se ter uma amiga que também se
prepara para casar é o sentimento de alívio que cresce dentro de mim ao
perceber que, afinal, não sou tão maluca como julgava.
Mesmo estando a preparar as coisas com largos meses de antecedência e tendo quase tudo pronto, à laia de não ter mais nada que fazer, à qual acresce o despachanço associado ao fim do mundo que pode estar aí próximo, se bem que, a ser assim, tudo isto é completamente inútil, há sempre alguém que bate aos pontos a bridezilla que em mim habita.
Pois que a moça, muito afoita, resolveu entregar aos responsáveis do espaço onde vai fazer a boda a lista completa dos seus convidados, bem como a organização das mesas e distribuição de lugares.
Tudo muito lindo.
A questão é que ainda não entregou convites a ninguém.
Fico feliz. A sério que fico. Mesmo muito feliz.
A minha loucura não dá para tanto.
Ainda.
Mesmo estando a preparar as coisas com largos meses de antecedência e tendo quase tudo pronto, à laia de não ter mais nada que fazer, à qual acresce o despachanço associado ao fim do mundo que pode estar aí próximo, se bem que, a ser assim, tudo isto é completamente inútil, há sempre alguém que bate aos pontos a bridezilla que em mim habita.
Pois que a moça, muito afoita, resolveu entregar aos responsáveis do espaço onde vai fazer a boda a lista completa dos seus convidados, bem como a organização das mesas e distribuição de lugares.
Tudo muito lindo.
A questão é que ainda não entregou convites a ninguém.
Fico feliz. A sério que fico. Mesmo muito feliz.
A minha loucura não dá para tanto.
Ainda.
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Vide artº 1577º do Código Civil
Fool Me Once, Shame On You... Fool Me Twice ...
Isto é uma tremenda de uma pouca vergonha. Isto é o festival da canção 2014.
Mais valia que tivesse sido como no ano passado; metiam, à má fila, a desculpa de não haver cabimento orçamental e acabava-se logo a peçonha.
Já é a segunda vez que levamos uma música pimba ao festival da canção, curiosamente, sempre da autoria desse tal Emanuel das dúzias.
Acho isto um bocadinho suspeito; não haverá a boa e velha corrupção aqui pelo meio?
Não há vergonha... Só palhaçada, é o que é...
quinta-feira, 13 de março de 2014
Wedding Arrangements - Parte 7
Cabeleireiro e maquilhagem (para quê, se vou acabar toda descabelada e borrada na pintura, enfim, mais dinheiro para desperdiçar, fazer o quê, mesmo?) - check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 40
E a única coisa que me ocorreu, logo, ali, naquele instante, foi (rufar de tambores, por favor):
E era só isto.
Oh foda-se, mais um a comer.
E era só isto.
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Piadas de Propriedade Privada
quarta-feira, 12 de março de 2014
Foda-se Que é Demais
Irritam-me solenemente aquelas pessoas que, mesmo com a boca fechada, fazem um barulho digno de um foguete a comer. Parece que estão a chocalhar calhaus da calçada dentro da boca.
E irem comer lá para fora, que está um solinho tão agradável, não?
E irem comer lá para fora, que está um solinho tão agradável, não?
segunda-feira, 10 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Wedding Arrangements - Parte 6
Merdinhas que se dão aos convidados, nem se sabe muito bem para quê, se soubesse o que sei hoje tinha comprado um rolo de papel higiénico para cada um - check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
Coisas Que Vejo Por Aí # 18
Uma bela surpresa. Não será nada por ele, parece um filme de produção independente, mas está muito bem realizado, com uma fotografia excelente e argumento original.
Soberba é a interpretação de Christian Bale. E não se trata só do aspecto miserável; é o olhar com um toque de loucura que dá um realismo impressionante à personagem.
Muito bem!
Soberba é a interpretação de Christian Bale. E não se trata só do aspecto miserável; é o olhar com um toque de loucura que dá um realismo impressionante à personagem.
Muito bem!
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Comentário Jurídico da Latrina
segunda-feira, 3 de março de 2014
Cinema Nº ... Coiso
Sem ser uma história com grande originalidade, é excelente. As interpelações estão para lá de espectaculares, a começar e a acabar em Meryl Streep. Um Óscar para esta senhora, por favor.
E Mr. Cumberbatch a fazer de totózinho é qualquer coisa. Aliás, ele é qualquer coisa a fazer qualquer coisa, o que dá para perceber até em papéis miniatura como este.
Gosto muito deste rapaz, é uma jóia de moço.
Muito bom. O filme, claro.
E Mr. Cumberbatch a fazer de totózinho é qualquer coisa. Aliás, ele é qualquer coisa a fazer qualquer coisa, o que dá para perceber até em papéis miniatura como este.
Gosto muito deste rapaz, é uma jóia de moço.
Muito bom. O filme, claro.
Noite de Óscares II
Acho uma pouca vergonha que o Leonardo Dicaprio tenha vindo de mãos a abanar. É que dá 10 a 0 àquele Matthew Esquisito, mas é a lei da vida.
Os Óscares até nem foram nada mal entregues, apesar de ter uma certa pena de o "12 Anos Escravo" não ter ganho mais nada (a não ser o Óscar que interessa).
Até para o ano, então.
Os Óscares até nem foram nada mal entregues, apesar de ter uma certa pena de o "12 Anos Escravo" não ter ganho mais nada (a não ser o Óscar que interessa).
Até para o ano, então.
Noite de Óscares
Pela primeira vez, fiquei acordada a ver a cerimónia dos Óscares.
Gostei muito, sim senhor, todos muito bonitos, com roupinhas lindas, penteados magníficos, discursos muito eloquentes e emocionados, blá blá blá.
Já não tenho idade para noitadas. Aquela merda, que tem mais intervalos que a minha avó tem cabelos brancos, arrasta-se noite dentro e parece que nunca mais chega aos momentos cruciais.
Maneiras que tenho umas olheiras até ao queixo, uma dor de costas por ter estado mal espojada no sofá a noite inteira, os olhos a arder e uma dor de cabeça do tamanho da muralha da China.
Tudo por causa da cuscuvilhice de ver em primeira mão quem ganha o quê, esperando que a Academia não seja o centro de facciosismo costumeiro.
Ah, e para ver o Cumberbatch, claro.
Já não tenho idade para estas coisas, o que é deveras triste, porra...
Gostei muito, sim senhor, todos muito bonitos, com roupinhas lindas, penteados magníficos, discursos muito eloquentes e emocionados, blá blá blá.
Já não tenho idade para noitadas. Aquela merda, que tem mais intervalos que a minha avó tem cabelos brancos, arrasta-se noite dentro e parece que nunca mais chega aos momentos cruciais.
Maneiras que tenho umas olheiras até ao queixo, uma dor de costas por ter estado mal espojada no sofá a noite inteira, os olhos a arder e uma dor de cabeça do tamanho da muralha da China.
Tudo por causa da cuscuvilhice de ver em primeira mão quem ganha o quê, esperando que a Academia não seja o centro de facciosismo costumeiro.
Ah, e para ver o Cumberbatch, claro.
Já não tenho idade para estas coisas, o que é deveras triste, porra...
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Ui, o Carnaval ...
Já estou mesmo a ver.
Mitra almadã que é mitra almadã vai sair para ramboiar esta sexta-feira e só volta a descansar na terça à noite.
Aos berros pela rua fora, sem deixar ninguém dormir, a chatear toda a gente com palhaçadas, enquanto viram caixotes do lixo e vomitam na sarjeta.
Já estou mesmo, mesmo a ver ...
Mitra almadã que é mitra almadã vai sair para ramboiar esta sexta-feira e só volta a descansar na terça à noite.
Aos berros pela rua fora, sem deixar ninguém dormir, a chatear toda a gente com palhaçadas, enquanto viram caixotes do lixo e vomitam na sarjeta.
Já estou mesmo, mesmo a ver ...
Vá, tomem lá, Boda aos Pobres ...
Depois de muito miar, espernear, mugir e mandar vir, o estuporado que manda naquela galinhagem toda decidiu dar o dia de Carnaval ao pessoal.
Não sem antes parecer que nos estava a fazer um favor, claro.
Não sem antes parecer que nos estava a fazer um favor, claro.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Ai Sim?
Acabei de rebentar com o fecho das calças.
Não seria problemático se estivesse no conforto do lar. Porém, e porque tenho uma vida óptima que me permite não fazer um caraças, estou no local de labuta.
Não tendo paciência para contratempos, resolvi pegar no maior agrafador que consegui encontrar e agrafei fortemente toda a braguilha escavacada.
Podia ter ficado pior.
Resta saber como é que vou à casa-de-banho.
E você?
Não seria problemático se estivesse no conforto do lar. Porém, e porque tenho uma vida óptima que me permite não fazer um caraças, estou no local de labuta.
Não tendo paciência para contratempos, resolvi pegar no maior agrafador que consegui encontrar e agrafei fortemente toda a braguilha escavacada.
Podia ter ficado pior.
Resta saber como é que vou à casa-de-banho.
E você?
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O Direito tornou-me inimputável
Nonsense Talking Nº ... Uma Coisa Qualquer
- Essa camisinha paneleira é muito gira. - diz ela para ele, claramente com o corpinho a pedir chuva.
Qualquer dia, para além de despedida, ainda me encontram numa árvore, pendurada numa corda.
Qualquer dia, para além de despedida, ainda me encontram numa árvore, pendurada numa corda.
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Piadas de Propriedade Privada
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Nonsense Talking Nº ...Qualquer Coisa
- O requerimento que fiz, sabe-me dizer que já foi levado à conclusão?
- Conclusão?
- Sim, o processo não estava com a sra. Procuradora?
- Estava.
- E então? O requerimento que fiz...?
- Ah. Estava à espera que enviasse o original, dra.
- Original?
- Sim, como mandou por email, depois tem que enviar por correio o original.
- Er ... não, não tenho. Enviei por MDDE.
- Por quê?
- MDDE.
- Ah. Pois. Estava mesmo à espera que enviasse o original, dra.
- Mas não tenho que enviar o original coisa nenhuma. Enviei por MDDE, não preciso.
- Não sei.
- ...
- Vou abrir conclusão e depois notifico-a, está bem?
- Convém...
- Conclusão?
- Sim, o processo não estava com a sra. Procuradora?
- Estava.
- E então? O requerimento que fiz...?
- Ah. Estava à espera que enviasse o original, dra.
- Original?
- Sim, como mandou por email, depois tem que enviar por correio o original.
- Er ... não, não tenho. Enviei por MDDE.
- Por quê?
- MDDE.
- Ah. Pois. Estava mesmo à espera que enviasse o original, dra.
- Mas não tenho que enviar o original coisa nenhuma. Enviei por MDDE, não preciso.
- Não sei.
- ...
- Vou abrir conclusão e depois notifico-a, está bem?
- Convém...
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Piadas de Propriedade Privada
Cinema Nº ... Coiso
Podia ter sido um bom filme. Tinha uma história engraçada e cativante. Tinha bons actores, uma produção de peso.
Mas não. A realização é tão fraquinha e o argumento tão mal feito que se perde a magia que a história poderia vir a ter. Não há envolvimento com as personagens, que não cativam e, a certa altura, o filme torna-se aborrecido e sem sentido.
Muito fraco.
Mas não. A realização é tão fraquinha e o argumento tão mal feito que se perde a magia que a história poderia vir a ter. Não há envolvimento com as personagens, que não cativam e, a certa altura, o filme torna-se aborrecido e sem sentido.
Muito fraco.
Wedding Arrangements - Parte 5
Depois de uma correria de veste/despe, puxa, tira, ajusta, rasga, foda-se mais a isto, odeio experimentar roupa, vê-se mesmo que numa vida passada fui um homem, mas quando é que esta merda acaba, já está.
Vestido - check!
Vestido - check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Leituras ... Qualquer Coisa Serve
Tudo inacabado, tudo incompleto, demasiadas pontas soltas, demasiado por explicar, demasiadas personagens mortas ou desaparecidas.
Merda para tudo isto.
Lá para 2015 saberei as respostas a todas as minhas dúvidas.
Merda para tudo isto.
Lá para 2015 saberei as respostas a todas as minhas dúvidas.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Eu e a Administração VIII
Naquela casa a que chamavam Conservatória, em que supostamente se prestava um serviço público, em que o importante era satisfazer os interesses dos cidadãos nas suas necessidades administrativas, nunca tal serviço era prestado convenientemente, ora porque as folhas estavam mal agrafadas, ora porque faltava uma linha, ora porque faltava uma cópia da Bula Manifestis Probatum, ora porque, pura e simplesmente, não sabiam fazer um registo mais complexo e, por isso, o requerimento era recusado.
Nesse dia, um cidadão mais afoito, que se auto-proclamava contribuinte pagador dos salários desta corja preguiçosa, não foi de modas e, enquanto mandava repetido murros no balcão, batia com os pés no chão, berrou três ou quatro impropérios em bom vernáculo português que, numa tradução simplista, significava dê-me o livro de reclamações imediatamente.
Obviamente que ninguém dos presentes precisou de disfarçar para poder olhar livremente ou de arrastar os pés no chão, como quem não quer a coisa, para poder assistir à cena; até os funcionários que não estavam ao balcão se levantaram dos seus lugares para poder ver mais de perto a cena macaca que ali se desenrolava. Já os que estavam, de facto, a atender ficaram com caras de coelhinho prestes a ir para o tacho, cheios de medo que o próximo cidadão a atender lhes fosse ralhar naqueles preparos.
Tristes de merda.
Quando estão a fazer a vida negra às pessoas (e mandatários também, que embora não sejam bem pessoas, um dia esperam vir a ser) que lá vão fazer descansadamente as suas vidinhas, estão todos contentes a ser arrogantes e malcriados, cheios de vento e bazófia; quando chega alguém que tem coragem de dizer aquilo que toda a gente pensa mas que não diz, já está tudo cheio de medinho e com a falta de respeito na boca.
É tão, mas tão bem feita.
Quem me dera ter sido eu a fazer o estardalhaço, por todas as vezes que vim de lá frustrada, irritada, maltratada e escorraçada de um serviço que ajudo a pagar.
Arrotem, cabrões.
Nesse dia, um cidadão mais afoito, que se auto-proclamava contribuinte pagador dos salários desta corja preguiçosa, não foi de modas e, enquanto mandava repetido murros no balcão, batia com os pés no chão, berrou três ou quatro impropérios em bom vernáculo português que, numa tradução simplista, significava dê-me o livro de reclamações imediatamente.
Obviamente que ninguém dos presentes precisou de disfarçar para poder olhar livremente ou de arrastar os pés no chão, como quem não quer a coisa, para poder assistir à cena; até os funcionários que não estavam ao balcão se levantaram dos seus lugares para poder ver mais de perto a cena macaca que ali se desenrolava. Já os que estavam, de facto, a atender ficaram com caras de coelhinho prestes a ir para o tacho, cheios de medo que o próximo cidadão a atender lhes fosse ralhar naqueles preparos.
Tristes de merda.
Quando estão a fazer a vida negra às pessoas (e mandatários também, que embora não sejam bem pessoas, um dia esperam vir a ser) que lá vão fazer descansadamente as suas vidinhas, estão todos contentes a ser arrogantes e malcriados, cheios de vento e bazófia; quando chega alguém que tem coragem de dizer aquilo que toda a gente pensa mas que não diz, já está tudo cheio de medinho e com a falta de respeito na boca.
É tão, mas tão bem feita.
Quem me dera ter sido eu a fazer o estardalhaço, por todas as vezes que vim de lá frustrada, irritada, maltratada e escorraçada de um serviço que ajudo a pagar.
Arrotem, cabrões.
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Ossos do Ofício
A Game of Thrones What the Hell?! *Spoiler Alert*
Dear Mr. George R.R. Martin,
Two words: fuck you.
Yours truly,
Diligentia
Faça favor de voltar com a escrita atrás, está a ouvir?! Traga o Jon Snow de volta!
Mas que é isto?!
Porra, não se pode estar a ler descansadinha, tem sempre que morrer alguém. Quando é uma personagem qualquer, ainda é como o outro; agora o JON SNOW????
Foda-se mais a isto!
Two words: fuck you.
Yours truly,
Diligentia
Faça favor de voltar com a escrita atrás, está a ouvir?! Traga o Jon Snow de volta!
Mas que é isto?!
Porra, não se pode estar a ler descansadinha, tem sempre que morrer alguém. Quando é uma personagem qualquer, ainda é como o outro; agora o JON SNOW????
Foda-se mais a isto!
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Cinema Nº ... Coiso
Tocante. Comovente. Profundo.
Não é a melhor interpretação do Joaquim Phoenix, mas convence.
Muito bom.
Não é a melhor interpretação do Joaquim Phoenix, mas convence.
Muito bom.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Eu e Ele - 15
Sabem aqueles bebés ranhosos e chatos como o raio que os parta que choram porque deixam cair a chucha durante sono e depois berram desalmadamente até um dos pais se levantar e ir lá enfiar-lhe aquela merda outra vez na boca?
É a pintura perfeita do meu dia: já me levantei tantas vezes para ir apaziguar a fera num dos seus ataques de choro e berraria que parece que tenho uma mola na puta da cadeira.
Raça do homem...
É a pintura perfeita do meu dia: já me levantei tantas vezes para ir apaziguar a fera num dos seus ataques de choro e berraria que parece que tenho uma mola na puta da cadeira.
Raça do homem...
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 39
Não sei como será noutros escritórios, mas por aqui é hábito os rebentos dos patrões aparecerem por cá. Depois de quase quatro anos a observar o fenómeno, concluo que, de facto, o povo é muito sabedor nos seus ditados.
Filho de peixe sabe nadar, quem sai aos seus não degenera e só se estraga uma casa são ditos muito sérios.
Porém, no presente caso, nada tem a ver com profissões, características físicas ou da personalidade.
Tem somente a ver com ser uma merda.
É que, quando o pai/mãe é uma merda, só muito raramente a cria não sai igual. Isto quando não sai uma merda ainda maior que, obviamente, deve ser o grande objectivo daqueles paizinhos.
E era só isto.
Filho de peixe sabe nadar, quem sai aos seus não degenera e só se estraga uma casa são ditos muito sérios.
Porém, no presente caso, nada tem a ver com profissões, características físicas ou da personalidade.
Tem somente a ver com ser uma merda.
É que, quando o pai/mãe é uma merda, só muito raramente a cria não sai igual. Isto quando não sai uma merda ainda maior que, obviamente, deve ser o grande objectivo daqueles paizinhos.
E era só isto.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Nonsense Talking Nº Qualquer Coisa
- 'Tá a ver, dótôra, eu nã tinha nada que entregar o carre, a Gê-Éne-y-Érre é que me engrupiu.
O esforço requerido para manter a seriedade depois de um discurso destes é equivalente a uma hora de trabalho no campo.
O esforço requerido para manter a seriedade depois de um discurso destes é equivalente a uma hora de trabalho no campo.
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Piadas de Propriedade Privada
Coisas Que Vejo Por Aí # 17
Mariah Carey
Quando for grande, também quero ter umas destas e andar pela rua fora com elas à mostra.
Oh yeah.
Quando for grande, também quero ter umas destas e andar pela rua fora com elas à mostra.
Oh yeah.
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Comentário Jurídico da Latrina
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Wedding Arrangements - Parte 4
Fotógrafo ( ou como os advogados afinal não levam nada de especial em comparação com certas actividades duvidosas, ca pouca vergonha, vão-se lavar por baixo) - check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Wedding Arrangements - Parte 3
Senhor que põe música, toca, canta e outras actividades relacionadas - check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
Reminiscências # 12
Quando era miúda e, por qualquer motivo, esticava o dedinho indicador e apontava para qualquer coisa, ou pessoa ou fenómeno, o meu pai, se estivesse por perto, dizia:
- Não se aponta, filha.
- Porquê, Pai? - perguntava logo.
- Porque deus nosso senhor está em todo o lado e podes enfiar-lhe um dedo no olho.
Ficava sempre a olhar para ele.
- Não se aponta, filha.
- Porquê, Pai? - perguntava logo.
- Porque deus nosso senhor está em todo o lado e podes enfiar-lhe um dedo no olho.
Ficava sempre a olhar para ele.
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Piadas de Propriedade Privada
Coisas Que Vejo Por Aí # 16
Novo vício.
Já vou na 2ª temporada e sabem sempre a pouco os 50 minutos de cada episódio.
Muito bom, apesar de ser muito mais 'lavadinha' que a série original britânica.
Já vou na 2ª temporada e sabem sempre a pouco os 50 minutos de cada episódio.
Muito bom, apesar de ser muito mais 'lavadinha' que a série original britânica.
Wedding Arrangements - Parte 2
Data marcada com a Conservadora - check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Salty As Fuck 9
Metem-me nojo os tiranos que tentam inferiorizar os seus subalternos na tentativa de minimizar a vida triste, mesquinha, miserável, frustrada e solitária que têm em casa.
Metem-me nojo.
Metem-me nojo.
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Ossos do Ofício
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 38
Uma zinha qualquer postou alegremente numa qualquer rede social uma foto do anel que o noivo lhe tinha oferecido.
Automatica e porcamente, que não valho nada e sou a escumalha da sociedade, só me ocorre isto:
Automatica e porcamente, que não valho nada e sou a escumalha da sociedade, só me ocorre isto:
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O Direito tornou-me inimputável
Ai a Porr ... Não, Merda, mesmo!
Mas custa muito a esses cabrões que por aí caminham nesta terra do senhor responder à porcaria de um email?!
Enviam-se mil comunicações por tudo e mais alguma coisa, são capazes de estar na casa-de-banho e estar a mandar emails para não-sei-quem, porque sim, que é urgente, e quando chega a altura de responder, nada!, vazio!, buraco negro!, escuridão!, vácuo!
Foda-se, que é demais.
Enviam-se mil comunicações por tudo e mais alguma coisa, são capazes de estar na casa-de-banho e estar a mandar emails para não-sei-quem, porque sim, que é urgente, e quando chega a altura de responder, nada!, vazio!, buraco negro!, escuridão!, vácuo!
Foda-se, que é demais.
Puta dos Filhos
Tenho uma tia que, há uns belos anos, quando ainda não tinha filhos, adorava espalhar aos quatro ventos que os filhos dos outros eram todos, sem qualquer excepção, uns selvagens, uns rufias e uns malcriadões do pior.
Adorava encher a boca dizendo que ninguém lhes dava educação, que era uma pouca vergonha, que eram respondões e faziam muito barulho, que guinchavam e trepavam árvores, que nunca paravam quietos e que mais pareciam filhos do Mogli do que pessoas civilizadas.
A começar e a acabar na sua ilustre sobrinha, claro.
Até ter filhos dela, obviamente. Posteriormente, não perdeu tempo a mimar o puto como se mais ninguém na terra tivesse filhos e tornou-o num terrorista da quinta casa.
Hoje, desafortunadamente, lembrei-me da minha tia.
À hora do almoço, tive o (des)prazer de sentar-me junto a uma adolescente e sua mãe, que discutiam alegremente.
Vi e ouvi aquela amostra de gente, armada em ursa, a sacudir a cabeleira em todas as direcções, a bater as pestanas para o reflexo no espelho, a falar com a mãozinha caída como as tias de Cascais, a gritar e a mandar a sua mui amada mãezinha para sítios menos próprios, aos segredinhos e risinhos com a sua amiguinha enquanto comentavam o que o os outros traziam vestido, o que os outros tinham na cara, o que os outros tinham no prato. E aquela mãezinha, que, para os outros é muita má, e vai tudo à frente, e eu é que sei, e ninguém grita mais alto que eu, confrontada com a má criação do seu rebento, acha muita graça. Acha mesmo muita piada. A miúda tem personalidade, diz ela.
Pois eu chamo-lhe falta de porrada. Durante aqueles 15 minutos que aquela avestruz ali esteve, fantasiei ardentemente em amarrá-la a um poste e chicoteá-la até a deixar sem sentidos.
Depois, lembrei-me da minha tia.
Lembrei-me do que ela gostava de apregoar e daquilo que, depois, muitos, muitos anos mais tarde, lhe calhou na rifa.
Lembrei-me do ar superior dela a criticar os comportamentos dos filhos alheios e o que o seu filhinho se tornou.
Lembrei-me da cara dela de enjoada ao lembrar-se amargamente de todas as palavras que proferiu sobre os filhos dos outros, olhando para o seu rebento a despir-se num restaurante, a atirar facas às cabeças das pessoas, a bater com paus nos que passavam na rua, a dizer asneiras a toda a hora, a deitar-se no chão a fazer birra e todas as outras merdas que aquela criatura fazia.
Lembrei-me. E mentalizei-me que, com a sorte que eu tenho, um dia que venha a ver filhos, vão ser piores que a garota que tem a mania que tem o sol no cu.
Adorava encher a boca dizendo que ninguém lhes dava educação, que era uma pouca vergonha, que eram respondões e faziam muito barulho, que guinchavam e trepavam árvores, que nunca paravam quietos e que mais pareciam filhos do Mogli do que pessoas civilizadas.
A começar e a acabar na sua ilustre sobrinha, claro.
Até ter filhos dela, obviamente. Posteriormente, não perdeu tempo a mimar o puto como se mais ninguém na terra tivesse filhos e tornou-o num terrorista da quinta casa.
Hoje, desafortunadamente, lembrei-me da minha tia.
À hora do almoço, tive o (des)prazer de sentar-me junto a uma adolescente e sua mãe, que discutiam alegremente.
Vi e ouvi aquela amostra de gente, armada em ursa, a sacudir a cabeleira em todas as direcções, a bater as pestanas para o reflexo no espelho, a falar com a mãozinha caída como as tias de Cascais, a gritar e a mandar a sua mui amada mãezinha para sítios menos próprios, aos segredinhos e risinhos com a sua amiguinha enquanto comentavam o que o os outros traziam vestido, o que os outros tinham na cara, o que os outros tinham no prato. E aquela mãezinha, que, para os outros é muita má, e vai tudo à frente, e eu é que sei, e ninguém grita mais alto que eu, confrontada com a má criação do seu rebento, acha muita graça. Acha mesmo muita piada. A miúda tem personalidade, diz ela.
Pois eu chamo-lhe falta de porrada. Durante aqueles 15 minutos que aquela avestruz ali esteve, fantasiei ardentemente em amarrá-la a um poste e chicoteá-la até a deixar sem sentidos.
Depois, lembrei-me da minha tia.
Lembrei-me do que ela gostava de apregoar e daquilo que, depois, muitos, muitos anos mais tarde, lhe calhou na rifa.
Lembrei-me do ar superior dela a criticar os comportamentos dos filhos alheios e o que o seu filhinho se tornou.
Lembrei-me da cara dela de enjoada ao lembrar-se amargamente de todas as palavras que proferiu sobre os filhos dos outros, olhando para o seu rebento a despir-se num restaurante, a atirar facas às cabeças das pessoas, a bater com paus nos que passavam na rua, a dizer asneiras a toda a hora, a deitar-se no chão a fazer birra e todas as outras merdas que aquela criatura fazia.
Lembrei-me. E mentalizei-me que, com a sorte que eu tenho, um dia que venha a ver filhos, vão ser piores que a garota que tem a mania que tem o sol no cu.
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Piadas de Propriedade Privada,
Posição Doutrinária
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Wedding Arrangements - Parte 1
A parte mais difícil já está.
Espaço e data - check!
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Vide artº 1577º do Código Civil
Philip Seymour Hoffman
Grande choque, confesso.
Era dos meus actores favoritos. Um génio e um talento inegável.
Tenho mesmo muita pena.
Merda para isto, que os bons vão todos à frente...
Era dos meus actores favoritos. Um génio e um talento inegável.
Tenho mesmo muita pena.
Merda para isto, que os bons vão todos à frente...
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Salty as Fuck 8
Nas costas dos outros vejo eu as minhas, lá diz o povo.
Hoje vi as minhas costas desenhadas nas costas de outrem. E o desenho não era nada bonito. Nada mesmo.
Era só um esboço; o lápis pode, entretanto, ser afiado e a borracha pode ser usada, não tem necessariamente de ser igual. Mas dá para antever a exposição de obras de arte que aí virá.
E é uma merda tão grande, tão grande que terão de inventar um novo conceito de merda para abarcar esta poia gigante.
Foda-se mais a isto.
Hoje vi as minhas costas desenhadas nas costas de outrem. E o desenho não era nada bonito. Nada mesmo.
Era só um esboço; o lápis pode, entretanto, ser afiado e a borracha pode ser usada, não tem necessariamente de ser igual. Mas dá para antever a exposição de obras de arte que aí virá.
E é uma merda tão grande, tão grande que terão de inventar um novo conceito de merda para abarcar esta poia gigante.
Foda-se mais a isto.
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Ossos do Ofício
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 37
Digo eu que, para além de nada saber, sou porca todos os dias e meto nojo até à 15ª geração, que andar mal da barriga é remédio santo para se perder todo o peso que estava a mais e ainda aquela mini-bóia à volta da pança que teima (teimava) em espreitar por cima do cós das calças.
Não era mais nada, era só mesmo isto, para demonstrar a porcaria que reina neste antro.
Não era mais nada, era só mesmo isto, para demonstrar a porcaria que reina neste antro.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Cinema Nº ... Coiso
A banda sonora e a interpretação de Christian Bale são fenomenais mas, fora isso, nada de especial.
É pena.
É pena.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Ide Levar na Pá, Sim?
Uma pessoa a ter esperança de que as coisas podem correr bem e só se arranja merda.
Uma pessoa tenta, tenta, mas nada.
Tanto tempo para mandar fazer uma porcaria de cortinados para que a sala não pareça uma coisa vinda de uma barraca na Cova da Moura e depois, já com tudo pago, há atrasos na entrega da encomenda.
E a minha casa continua a parecer uma barraca vinda da Cova da Moura.
Foda-se, que é demais.
Uma pessoa tenta, tenta, mas nada.
Tanto tempo para mandar fazer uma porcaria de cortinados para que a sala não pareça uma coisa vinda de uma barraca na Cova da Moura e depois, já com tudo pago, há atrasos na entrega da encomenda.
E a minha casa continua a parecer uma barraca vinda da Cova da Moura.
Foda-se, que é demais.
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Teorias do Homicídio Qualificado
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Ca Ganda Lata
As pessoas não podem ver um advogado na rua que vêm logo a correr para ver se levam uma consultazinha de borla. Um bocado como os médicos, no fundo.
Ai é advogada? Ai que graça! Olhe por acaso tenho aqui uma perguntinha, uma coisa rápida, não demora nada ...
Se ganhasse um euro por cada consulta que dei só no dia de hoje, apanhada desprevenida e abusada na minha boa vontade, ia jantar fora.
Ai é advogada? Ai que graça! Olhe por acaso tenho aqui uma perguntinha, uma coisa rápida, não demora nada ...
Se ganhasse um euro por cada consulta que dei só no dia de hoje, apanhada desprevenida e abusada na minha boa vontade, ia jantar fora.
Salty As Fuck - 7
Não sei dizer se gosto mais ou menos dele que no início; deve andar ela por ela.
A verdade é que sempre foi uma relação de amor / ódio. Tenho vivido bem com isso.
O problema é que ele é estúpido como uma porta e, com a idade, só piora, portanto, parte considerável do meu dia passa por imaginar o gajo a ser atropelado por uma manada de vacas amarelas ou por um tractor desgovernado ou mesmo imaginar que lhe ponho uma ou duas, vá, cinco ou seis, pronto, metade de um frasco de laxante no cházinho para ver se a tripa se lhe solta.
Ser assalariado tem destas coisas.
A verdade é que sempre foi uma relação de amor / ódio. Tenho vivido bem com isso.
O problema é que ele é estúpido como uma porta e, com a idade, só piora, portanto, parte considerável do meu dia passa por imaginar o gajo a ser atropelado por uma manada de vacas amarelas ou por um tractor desgovernado ou mesmo imaginar que lhe ponho uma ou duas, vá, cinco ou seis, pronto, metade de um frasco de laxante no cházinho para ver se a tripa se lhe solta.
Ser assalariado tem destas coisas.
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Teorias do Homicídio Qualificado
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Cesto da Vida
A vida é uma merda, o tempo passa a correr e, quando damos por isso, está tudo no fim.
Dá-se por isso nos momentos de perda e também a olhar para os pais.
Até há bem pouco tempo, na minha óptica, os meus pais continuavam a ser aqueles dois magricelas de trinta e tal anos, ela de cabelo ruivo, ele de cabelos ao vento, sempre mais ou menos bem dispostos, sempre mais ou menos chatos e disciplinadores como o raio que os parta, que gostavam de passear ao sol e de beber uns canecos ao pé do mar, ao fim-de-semana.
Durante 26 anos da minha vida, os meus pais foram o que sempre foram, iguais a si próprios, jovens q.b., pouco modernaços mas uns gajos porreiros.
Até há bem pouco tempo, percebi que, enquanto olhava para o lado, entraram quase 60 anos para cada um deles e que isso deixa algumas marcas. Mazelas, vá.
Outro dia, perderam um toucinho ou um presunto ou outra merda parecida. Sim, perderam. Deixaram o raio do toucinho na mesa da cozinha e depois nunca mais o viram. Correram tudo, perguntaram a toda a gente se tinha visto aquela coisa, até foram ao lixo ver se lá estava. Nunca mais o toucinho apareceu. Foram dar com ele atrás de não-sei-quê, dias e dias depois, que lá tinha ficado esquecido.
Ontem, perderam o cão. Sim, o cão. Cadela, mais precisamente. Deixaram a porta aberta e, antecipando a liberdade, vai a Ambrósia (don't even ask ...) porta fora viver a vidinha dela na clandestinidade. Sabiam que tinham um bicho estouvado e mesmo assim deixaram tudo escancarado e lá vai o animal.
Depois andam para aí a chorar pelos cantos, coitadinha da bichinha, diziam eles, sozinha à chuva, agora vai morrer, mas porque é que fomos deixar a porta aberta, numa agonia e tristeza genuínas e tremendamente comovente.
Velhos. Estão velhos.
Ainda me lembro daquela mulher a correr atrás de mim para me enfardar quando me portava mal. Ainda me lembro daquele homem a ensinar-me a andar de bicicleta e a rir-se de mim quando caía. Dito assim, até parece que fui criada por dois terroristas; não foi bem, apesar de não estar assim tão longe da verdade quanto isso.
Não deixo de sentir alguma nostalgia. O terrorismo continua lá, só que um pouco mais envelhecido. E isso é deveras triste.
Dá-se por isso nos momentos de perda e também a olhar para os pais.
Até há bem pouco tempo, na minha óptica, os meus pais continuavam a ser aqueles dois magricelas de trinta e tal anos, ela de cabelo ruivo, ele de cabelos ao vento, sempre mais ou menos bem dispostos, sempre mais ou menos chatos e disciplinadores como o raio que os parta, que gostavam de passear ao sol e de beber uns canecos ao pé do mar, ao fim-de-semana.
Durante 26 anos da minha vida, os meus pais foram o que sempre foram, iguais a si próprios, jovens q.b., pouco modernaços mas uns gajos porreiros.
Até há bem pouco tempo, percebi que, enquanto olhava para o lado, entraram quase 60 anos para cada um deles e que isso deixa algumas marcas. Mazelas, vá.
Outro dia, perderam um toucinho ou um presunto ou outra merda parecida. Sim, perderam. Deixaram o raio do toucinho na mesa da cozinha e depois nunca mais o viram. Correram tudo, perguntaram a toda a gente se tinha visto aquela coisa, até foram ao lixo ver se lá estava. Nunca mais o toucinho apareceu. Foram dar com ele atrás de não-sei-quê, dias e dias depois, que lá tinha ficado esquecido.
Ontem, perderam o cão. Sim, o cão. Cadela, mais precisamente. Deixaram a porta aberta e, antecipando a liberdade, vai a Ambrósia (don't even ask ...) porta fora viver a vidinha dela na clandestinidade. Sabiam que tinham um bicho estouvado e mesmo assim deixaram tudo escancarado e lá vai o animal.
Depois andam para aí a chorar pelos cantos, coitadinha da bichinha, diziam eles, sozinha à chuva, agora vai morrer, mas porque é que fomos deixar a porta aberta, numa agonia e tristeza genuínas e tremendamente comovente.
Velhos. Estão velhos.
Ainda me lembro daquela mulher a correr atrás de mim para me enfardar quando me portava mal. Ainda me lembro daquele homem a ensinar-me a andar de bicicleta e a rir-se de mim quando caía. Dito assim, até parece que fui criada por dois terroristas; não foi bem, apesar de não estar assim tão longe da verdade quanto isso.
Não deixo de sentir alguma nostalgia. O terrorismo continua lá, só que um pouco mais envelhecido. E isso é deveras triste.
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Das Coisas fora dos limites do 202º CC
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Cambada
Mas quem, quem, senhores?!, é que pode achar que neste país de gente retrograda, mesquinha e atrasadinha mental um referendo sobre a co-adopção por casais homossexuais é coisa para se fazer alegremente?
Alguma vez se discute ou decide em referendo direitos de minorias? Como é que podem ser protegidas se é a maioria que decide?!
Não é normal mascarar atitudes medievais com características da democracia.
Quem é que pensam que estão a embarretar?
Alguma vez se discute ou decide em referendo direitos de minorias? Como é que podem ser protegidas se é a maioria que decide?!
Não é normal mascarar atitudes medievais com características da democracia.
Quem é que pensam que estão a embarretar?
Outra Informação Estúpida e Perfeitamente Inútil
Vi um carro da embaixada sueca, com bandeirinhas do país e tudo, marca Volvo, fornecido pela Auto-Sueco a encaminhar-se para o Ikea.
Vi, portanto, uma redundância a andar na rua.
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O Direito tornou-me inimputável
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Bola de Ouro 2013
O Cristiano é o maior e tal, como já se sabia.
Muito emocionado que estava o moço, 'tadinho.
Porém, nada bate o Messi e o seu fato de elastano vermelhusco.
Onde é que ele terá ido comprar semelhante artefacto? Cheira-me a loja duvidosa na Serra das Minas...
Muito emocionado que estava o moço, 'tadinho.
Porém, nada bate o Messi e o seu fato de elastano vermelhusco.
Onde é que ele terá ido comprar semelhante artefacto? Cheira-me a loja duvidosa na Serra das Minas...
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Posição Doutrinária
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Desbloqueador de Conversa
Deixei o meu lindo telemóvel num sítio escuro e sinistro para que lhe seja feita uma operação que, se não é ilegal, para lá caminha.
Demorará 3 dias.
Só passou um, e mal medido, e penso nele a toda a hora.
No telemóvel, não no buraco escuro.
Vão-me fazer mal ao bicho, pressinto-o.
Demorará 3 dias.
Só passou um, e mal medido, e penso nele a toda a hora.
No telemóvel, não no buraco escuro.
Vão-me fazer mal ao bicho, pressinto-o.
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 36
Então e aquela vontade terrível de tirar as cuecas do rêgo do ass quando se vai a andar no meio da rua, mas não se atreve a meter lá a mão e puxar o tecido porque estão dois gajos jeitosos do outro lado da estrada a olhar e mesmo em frente vem uma velha que parece que nunca viu gente, tamanho é o espanto com que olha para uma pessoa e quando se vira a esquina e não está ninguém a ver, põe-se discretamente lá a mão e puxam-se 3 metros de tecido, meu deus, que o cu é tão grande que já come a roupa, e está um bófia a ver que, discretamente, lança um sorriro estúpido, não tens que ir trabalhar ó animal do caralho, é assim que se perde a dignidade e a compostura, foda-se mais a isto?
Pois é.
Pois é.
Leituras Qualquer-Coisa-Serve
Lema deste livro 9: engonhar, engonhar, engonhar.
Tanta coisa a ser contada e estamos parados na mesma linha temporal há 500 páginas.
Apre, que é demais!
Fora isso, excelente como sempre.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Nonsense Talking Nº Qualquer Coisa
Será só nesta casa de gente maluca, nesta terra de gente parva, nesta comarca de pessoas atoleimadas, que se atende o telefone na casa de banho?!
- Dra. T., uma chamada do X. Quer atender?
- Diga-lhe para ligar daqui a 5 minutos que eu agora estou no escritório.
- No ...?
- Sim, na casa-de-banho, mesmo.
- ...
- Dra. T., uma chamada do X. Quer atender?
- Diga-lhe para ligar daqui a 5 minutos que eu agora estou no escritório.
- No ...?
- Sim, na casa-de-banho, mesmo.
- ...
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Piadas de Propriedade Privada
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Informação Perfeitamente Inútil e Absolutamente Estúpida
Estou a tornar-me boa como o caraças (podia parar por aqui, mas não é verdade) a fazer iogurtes na minha máquina maravilha.
Desta vez, resolvi misturar os ingredientes da receita com a batedeira dos bolos. E não é que ficou bom como o caraças?
Saiu uma mistura tão perfeita, tão cremosa que mais parecia iogurte grego.
Não vale é a pena falar na chafurdice que tal operação implica.
Se um que eu cá sei, que gosta tanto de iogurtes como o Passos Coelho gosta de reformados e pensionistas e que mora lá em casa, soubesse o estado daquela cozinha logo após o desembarque do líquido iogurtal nos potinhos, ia logo viver para casa da mãe outra vez.
E era só isto.
Desta vez, resolvi misturar os ingredientes da receita com a batedeira dos bolos. E não é que ficou bom como o caraças?
Saiu uma mistura tão perfeita, tão cremosa que mais parecia iogurte grego.
Não vale é a pena falar na chafurdice que tal operação implica.
Se um que eu cá sei, que gosta tanto de iogurtes como o Passos Coelho gosta de reformados e pensionistas e que mora lá em casa, soubesse o estado daquela cozinha logo após o desembarque do líquido iogurtal nos potinhos, ia logo viver para casa da mãe outra vez.
E era só isto.
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O Direito tornou-me inimputável
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
O Ano Ainda Mal Começou ...
... e eu já me estou a portar lindamente.
- Ar nos pneus do carro? Check!
- Cortinados a caminho? Check!
Quanto ao resto não sei; aquele carro continua porco que mete dó e ainda não recuperei do exercício de açúcares da época festiva.
Não me chateiem, não pode ser tudo de uma vez...
- Ar nos pneus do carro? Check!
- Cortinados a caminho? Check!
Quanto ao resto não sei; aquele carro continua porco que mete dó e ainda não recuperei do exercício de açúcares da época festiva.
Não me chateiem, não pode ser tudo de uma vez...
domingo, 5 de janeiro de 2014
A Year Ago
"- E pensas que os mortos que nós amámos nos deixam verdadeiramente alguma vez? Pensas que não os recordamos com mais clareza do que nunca nos momentos mais difíceis? O teu pai está vivo dentro de ti, Harry, e revela-se com mais nitidez quando precisas dele."
in Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
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