Está excelente.
Este homem tem de ganhar o Oscar, por amor de deus!
Ide ver, vale muito a pena!
Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Nonsense Talking Nº Qualquer Coisa
Será só nesta casa de gente maluca, nesta terra de gente parva, nesta comarca de pessoas atoleimadas, que se atende o telefone na casa de banho?!
- Dra. T., uma chamada do X. Quer atender?
- Diga-lhe para ligar daqui a 5 minutos que eu agora estou no escritório.
- No ...?
- Sim, na casa-de-banho, mesmo.
- ...
- Dra. T., uma chamada do X. Quer atender?
- Diga-lhe para ligar daqui a 5 minutos que eu agora estou no escritório.
- No ...?
- Sim, na casa-de-banho, mesmo.
- ...
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Piadas de Propriedade Privada
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Informação Perfeitamente Inútil e Absolutamente Estúpida
Estou a tornar-me boa como o caraças (podia parar por aqui, mas não é verdade) a fazer iogurtes na minha máquina maravilha.
Desta vez, resolvi misturar os ingredientes da receita com a batedeira dos bolos. E não é que ficou bom como o caraças?
Saiu uma mistura tão perfeita, tão cremosa que mais parecia iogurte grego.
Não vale é a pena falar na chafurdice que tal operação implica.
Se um que eu cá sei, que gosta tanto de iogurtes como o Passos Coelho gosta de reformados e pensionistas e que mora lá em casa, soubesse o estado daquela cozinha logo após o desembarque do líquido iogurtal nos potinhos, ia logo viver para casa da mãe outra vez.
E era só isto.
Desta vez, resolvi misturar os ingredientes da receita com a batedeira dos bolos. E não é que ficou bom como o caraças?
Saiu uma mistura tão perfeita, tão cremosa que mais parecia iogurte grego.
Não vale é a pena falar na chafurdice que tal operação implica.
Se um que eu cá sei, que gosta tanto de iogurtes como o Passos Coelho gosta de reformados e pensionistas e que mora lá em casa, soubesse o estado daquela cozinha logo após o desembarque do líquido iogurtal nos potinhos, ia logo viver para casa da mãe outra vez.
E era só isto.
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O Direito tornou-me inimputável
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
O Ano Ainda Mal Começou ...
... e eu já me estou a portar lindamente.
- Ar nos pneus do carro? Check!
- Cortinados a caminho? Check!
Quanto ao resto não sei; aquele carro continua porco que mete dó e ainda não recuperei do exercício de açúcares da época festiva.
Não me chateiem, não pode ser tudo de uma vez...
- Ar nos pneus do carro? Check!
- Cortinados a caminho? Check!
Quanto ao resto não sei; aquele carro continua porco que mete dó e ainda não recuperei do exercício de açúcares da época festiva.
Não me chateiem, não pode ser tudo de uma vez...
domingo, 5 de janeiro de 2014
A Year Ago
"- E pensas que os mortos que nós amámos nos deixam verdadeiramente alguma vez? Pensas que não os recordamos com mais clareza do que nunca nos momentos mais difíceis? O teu pai está vivo dentro de ti, Harry, e revela-se com mais nitidez quando precisas dele."
in Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
sábado, 4 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Bom Ano
Coisas as há que nunca mudam.
Porque raio terei eu de trabalhar quando toda a gente está a fazer gazeta?!
Não é nada justo, filhos de um camião de putas ...
Porque raio terei eu de trabalhar quando toda a gente está a fazer gazeta?!
Não é nada justo, filhos de um camião de putas ...
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
2013 em Perspectiva
Ano terrível, este que agora acaba. Dias existiram que pensei não lhes ver o fim, de tão longos e tão dolorosos.
2013 amanheceu negro e, agora que termina, não há mais luz do que havia no início.
Sofri pesadas baixas.
Vi desaparecer pessoas da maior importância na minha existência. Muitas. Nada mais será como antes, agora que se foram. Limito-me a viver com constante saudade, agarrando-me com todas as forças às memórias que guardo, esperando que seja suficiente para as manter vivas dentro de mim.
Também foi um ano de conquistas.
Conquistei uma nova morada, cheia de luz e janelas onde pendurar cortinados, cheia de cantos para encher de tralha e guardar o meu longo enxoval, cheia de cheiros deliciosos e recantos onde encostar coisas boas.
Conquistei um lugar numa corporação, depois de uma pista de obstáculos com três anos de comprimento. Nada que se tenha feito com facilidade; foi, essencialmente, um ano de nervos, de agonia, de desespero, de cansaço.
Só posso esperar e desejar que o próximo ano seja melhor que, para merda, já bem bastou este.
2013 amanheceu negro e, agora que termina, não há mais luz do que havia no início.
Sofri pesadas baixas.
Vi desaparecer pessoas da maior importância na minha existência. Muitas. Nada mais será como antes, agora que se foram. Limito-me a viver com constante saudade, agarrando-me com todas as forças às memórias que guardo, esperando que seja suficiente para as manter vivas dentro de mim.
Também foi um ano de conquistas.
Conquistei uma nova morada, cheia de luz e janelas onde pendurar cortinados, cheia de cantos para encher de tralha e guardar o meu longo enxoval, cheia de cheiros deliciosos e recantos onde encostar coisas boas.
Conquistei um lugar numa corporação, depois de uma pista de obstáculos com três anos de comprimento. Nada que se tenha feito com facilidade; foi, essencialmente, um ano de nervos, de agonia, de desespero, de cansaço.
Só posso esperar e desejar que o próximo ano seja melhor que, para merda, já bem bastou este.
Viva Eu
Que sou a única ursa que trabalha hoje nesta comarca.
Devia ter dito que estava com caganeira, porra...
Devia ter dito que estava com caganeira, porra...
Desejos de Ano Novo
Este é mais fácil - tem muito pouco de enchimento chouriçal:
1 - Que não morra mais ninguém que me seja próximo. Já chega, por favor.
2 - Alguma saúdinha, que é o que é preciso. (velha, velha, velha que eu sou)
3 - Alguma cheta para se gastar a fazer coisas giras.
Pode ser?
1 - Que não morra mais ninguém que me seja próximo. Já chega, por favor.
2 - Alguma saúdinha, que é o que é preciso. (velha, velha, velha que eu sou)
3 - Alguma cheta para se gastar a fazer coisas giras.
Pode ser?
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Das Coisas fora dos limites do 202º CC
Resoluções de Ano Novo
Nem sei porque me dou ao trabalho de fazer estas merdas, até porque dificilmente me conseguirei lembrar de 12 coisas que decida fazer no próximo ano - vê-se mesmo que estou sentada há quase 8 horas no mesmo sítio, contrariada e sem muito para me entreter.
Fiquemo-nos, então, pela meia dúziazinha de coisas parvas para encher os chouriços de boas festas:
1 - Fazer exercício físico, que já começa a sobrar alguma coisa de mim nas dobras das calças; até porque tem vindo a ser difícil recuperar das tragédias gastronómicas que cometi nos últimos dias. Parece que estou a sofrer uma permanente overdose de comida.
2 - Levar a merda do carro a uma puta de uma bomba de gasolina e pôr ar nos cabrões dos pneus, que qualquer dia, em vez de rodas, tenho balhelhas. E, já, agora, mandar aspirar e limpar o carro por dentro, que já se tropeça em tanta merda espalhada e porca. Ao menos despejar o cinzeiro, vá.
3 - Mandar fazer cortinados para as janelas nuas daquela casa, que já não suporto viver numa barraca semi despida.
4 - Respirar fundo e contar até 100 antes de mandar bardamerda as pessoas que me perguntam quando é que me caso.
5 - Respirar fundo e contar até 150 antes de mandar bardamerda as pessoas que me perguntam quando é que tenho bebés. Se é para ficar com a fama de malcriadona, ao menos que seja de uma malcriadona ponderada e contida, que fez tudo ao seu alcance antes de pegar num pau e desatar à tareia aos estúpidos que nada mais têm que fazer senão chatear.
6 - Cumprir escrupulosamente os 5 itens supra mencionados.
Yeah, right...
Já se está mesmo a ver, não está?
Fiquemo-nos, então, pela meia dúziazinha de coisas parvas para encher os chouriços de boas festas:
1 - Fazer exercício físico, que já começa a sobrar alguma coisa de mim nas dobras das calças; até porque tem vindo a ser difícil recuperar das tragédias gastronómicas que cometi nos últimos dias. Parece que estou a sofrer uma permanente overdose de comida.
2 - Levar a merda do carro a uma puta de uma bomba de gasolina e pôr ar nos cabrões dos pneus, que qualquer dia, em vez de rodas, tenho balhelhas. E, já, agora, mandar aspirar e limpar o carro por dentro, que já se tropeça em tanta merda espalhada e porca. Ao menos despejar o cinzeiro, vá.
3 - Mandar fazer cortinados para as janelas nuas daquela casa, que já não suporto viver numa barraca semi despida.
4 - Respirar fundo e contar até 100 antes de mandar bardamerda as pessoas que me perguntam quando é que me caso.
5 - Respirar fundo e contar até 150 antes de mandar bardamerda as pessoas que me perguntam quando é que tenho bebés. Se é para ficar com a fama de malcriadona, ao menos que seja de uma malcriadona ponderada e contida, que fez tudo ao seu alcance antes de pegar num pau e desatar à tareia aos estúpidos que nada mais têm que fazer senão chatear.
6 - Cumprir escrupulosamente os 5 itens supra mencionados.
Yeah, right...
Já se está mesmo a ver, não está?
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Das Coisas fora dos limites do 202º CC
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Vá, que a Esperança É a Última a Morrer
Vá lá, estamos à espera que se esmere e deixe as pessoas ficar em casa amanhã, que não é feriado mas é como se fosse para 95% da população, por favor, vá lá, não seja o urso do costume, por uma vez deixe de ser cabrãozinho e seja fofinho, deixe-me ficar em casa.
Não?
Não mesmo?
Fode-te, ó!
Não?
Não mesmo?
Fode-te, ó!
Ainda na Onda da Ursice
Ofertaram-me uma coisa destas no Natal. Apesar da minha ser mais gira, tem tampinhas às cores e o caraças.
Pois que posso dizer, sem medo nem vergonhas e para desgosto do homem, que iogurte é coisa para me maravilhar e que consumo toneladas destas porra.
Agora que descobri isto, não quero outra vida.
Para inimputável, que mais me faltará a não ser a sentença?
Pois que posso dizer, sem medo nem vergonhas e para desgosto do homem, que iogurte é coisa para me maravilhar e que consumo toneladas destas porra.
Agora que descobri isto, não quero outra vida.
Para inimputável, que mais me faltará a não ser a sentença?
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O Direito tornou-me inimputável
Sou Ursa e Gosto
Tal como estava a escrever dizer no post infra, estou velha que dói, porra.
Fiquei um fim-de-semana em casa, a cirandar, a borregar no sofá, a espreguiçar-me entre filmes, séries e livros, enquanto, nos intervalos da ociosidade, tratava da casa (ai que dona de casa tão aprumada que eu sou), e, tem de ser dito, soube-me bem como o caraças.
Ver aquela casa minimamente arrumada enquanto os ligeiros toques de cor e decoração vão surgindo, deu-me uma gozo descomunal.
Rápido, matem-me já, para o sofrimento não ser demais.
Fiquei um fim-de-semana em casa, a cirandar, a borregar no sofá, a espreguiçar-me entre filmes, séries e livros, enquanto, nos intervalos da ociosidade, tratava da casa (ai que dona de casa tão aprumada que eu sou), e, tem de ser dito, soube-me bem como o caraças.
Ver aquela casa minimamente arrumada enquanto os ligeiros toques de cor e decoração vão surgindo, deu-me uma gozo descomunal.
Rápido, matem-me já, para o sofrimento não ser demais.
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