quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Leituras LXXVI

É George R.R. Martin.
É a 'canção de gelo e fogo'.
É arrebatador, provocador, viciante, brutal, cruel e absolutamente extraordinário.

Leituras LXXV

Depois do descanso da espelunca, chega a hora de actualizações literárias.


Este, devorei-o em três tempos.
E, confesso, senti aquele aperto na barriga, aquela tristeza pequenina que se tem quando se acaba de ler uma grande obra.

Não que seja, de facto, uma grande obra. Não que esteja particularmente bem escrito ou esteja especialmente bem estruturado (grande confusão de nomes que para ali anda...).

Porém, confessa admiradora de Israel, do seu povo e da sua causa (obrigado, Pai, por me passares a febre...), e grande suspeita para falar no assunto, gosto de sentir o arrepio na espinha quando leio os grandes feitos de pessoas normais para que os seus pares possam viver mais um dia em paz no seu país. Só pode haver mérito nisso. Só podem ser heróis.

Muito bom.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Rentrée

Na hora do regresso, regressa também a maledicência.

Acho que esta senhora se parece assustadoramente com um senhor. Só que com maquilhagem. E uma peruca.
Paula Teixeira Cruz


Mas isso sou só eu, que nada sei, nem pretendo saber.


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Vício, vício, vício...
Três temporadas (re)vistas de uma assentada deixam um sabor amargo na boca.
Sabor de ansiedade até à Primavera de 2014.

Gaita para isto.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Cinema XCVII

Está muito bom, está sim senhor.
Emma Watson numa interpretação extraordinária.

Leituras LXXIV

Esperei muito para ler este livro.
Desde o dia em que foi anunciada a sua publicação no Reino Unido que esperava um exemplar destes em português.

Tinha grandes expectativas. Não me enganei.
É excelente. Não como o seu antecessor, Wolf Hall, cuja escrita é tão complexa que a leitura se torna quase dolorosa, mas com um estilo próprio, conferindo a Thomas Cromwell um aspecto humano.

Extraordinário.

Parvoíce do Dia

Um ser que, como eu, não foi abençoado com um mamalhal digno de nota, cresce um palmo ou dois de cada vez que usa um soutien almofadado.

E o mundo ganha logo outra cor.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Problema de Comunicação

A minha esteticista é um espectáculo.
Muito competente.
Conforta-me quando me faz maldades.

Só que a rapariga é madeirense.
Não que isso constitua qualquer tipo de problema, até a acho muito simpática.



Só não percebo um caraças do que ela diz.
Até me pode estar a mandar para o caralho vezes sem conta; é igual ao bacalhau.
Continuo sem perceber.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Cinema XCVI

Muito bem conseguido, personagens hilariantes e interpretações para lá de boas.
Grande filme.

Cinema XCV

Uma espécie de transformers mas em tamanho XXL.
Não tem grande argumento e as interpretações não são dignas de Oscar, mas os efeitos especiais são tremendos e extremamente bem feitos.
Nada mau, para o segmento.

Cinema XCIV

Grande filme.
Grande argumento, boas interpretações, história supreendente.
Muito bom.

Cinema XCIII

Hora de actualização cinematográfica.


Engraçadinho mas não tão bom como os primeiros. Fica a intenção.
Escapa, vá.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Lame Time

The Last Call

Creio que já chega.
Já chega de lamúria, de sofrimento, de angústia.
O que tiver de vir, virá e terei de o enfrentar quando chegar a altura, como dizia a outra.
The end para esta merda.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

The End V

Sim, ainda aqui estou a pensar no mesmo.

Merda para mim.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Totalmente Verdade

E uma máxima para a minha pessoa, nos últimos dias.

The End IV

Devia ter estado quietinha e caladinha.

De cada vez que alguém me perguntasse se tinha corrido bem, deveria ter posto o meu melhor sorriso e dito, com toda a confiança, correu sim senhora!

É que, dessa forma, não teria de estar constantemente a ouvir as pessoas, cheias de pena de mim, a dizerem oh não correu nada, isso é só impressão tua, é dos nervos, do stress, não se tem noção do que se sabe, vais ver que depois acaba tudo por correr bem.

O problema não reside em tais dizeres.
O problema reside no facto de, depois de muitas vezes, eu já acreditar em tais coisas.
As mentiras ditas muitas vezes, afinal, tornam-se verdade para quem as ouve. E não deveria ser, dado que, enquanto ser consciente, há noção do que foi feito.
E o que foi feito foi uma merda.

Deveria ter estado calada.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Nonsense Talking XXXVII

- Oiça, isso não pode demorar muito, temos que andar com isso para a frente.
- Mas não podemos passar por cima disto, o homem tem que ser citado.
- Sim, mas se você começar a ver que a citação está a demorar demais, faz-se a citação edital.
- ...

E depois EU é que vou levar com um 5 pelas trombas adentro quando há avantesmas destas com cédulas profissionais nas mãos...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

The End II

Cada vez que me deito, penso que o pior já passou, que não foi assim tão mau, que, no fundo, até se podia aproveitar alguma coisa.

Cada vez que acordo, lembro-me de mais alguma coisa que ficou mal feita.

E ando neste círculo maldito do qual não consigo sair.

domingo, 21 de julho de 2013

The End II

Ainda aqui estou.
A pensar no que perdi, no que deixei de fazer.
Acordo a meio da noite, a pensar no que fiz, no que fiz mal.
Deixei escapar a oportunidade. Deixei ir o barco.

Ainda estou aqui.
E vou continuar. Eternamente parada no mesmo sítio.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

The End

Tanto tempo desperdiçado para coisa nenhuma.
Tanto esforço em vão.
Tantas horas queimadas em prol de uma causa perdida.

A oportunidade passou-me ao lado. Devia ter sido mais expedita, agarrado o momento, feito história.
Nada disso. Deixei passar tudo. Deixar passar.

Acabou-se. Para o ano, haverá mais, com certeza.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Hours Away

A minha sina tem muito que se lhe diga.
Neste dia, há exactamente dois anos, fazia o primeiro de uma bateria de três exames, divididos em dois cada um, num total de seis, o que fazer, nem a Ordem sabe fazer contas. Hoje.
Dois anos passados, estou na mesma. À espera de fazer exame.
Já perdi a conta às horas de estudo que tenho em cima do corpinho. Já perdi a conta às folhas de papel que gastei a fazer exercícios, às canetas que esfrangalhei, aos lápis que parti, às dúzias de códigos a que rasguei as folhas, às milhentas anotações que pairam nos meus livros.
Perdi a conta a tudo isto porque já perdi a conta aos anos a que ando nisto.


Os dados estão lançados.
Tenho hoje mais conhecimentos do que tinha há dois anos. Mais coragem, também. Mais estofo.
Pode ser que me sirva de alguma coisa.

A ver vamos.
Vemo-nos do outro lado.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Pausa na Sabática Para Destilar o Veneno

Em certos sítios, a capacidade de uma pessoa para passar de bestial a besta em meras horas é digna de qualquer super herói de banda desenhada ou cinema.

A partir do momento em que se vira costas, tudo o que se faz bem passa a estar uma bela merda, tudo que estava a ser feito com a normalidade exigida, passa a ser uma catástrofe horrível.

Não se sabe muito bem quem é que faz estas regras, mas só pode ser um lobotomizado qualquer que fugiu do Telhal sem ninguém dar conta.


Chegará, com certeza, o dia em que estes acontecimentos não só não terão qualquer importância como serão o passaporte com carimbo só de ida para outras paragens.
Só não há é certeza se esse dia estará próximo ou não.
Provavelmente sim.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Sabática

Em modo stand-by nas próximas semanas.
Avizinham-se tempos tenebrosos e angustiantes.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Celebração

Não sei que gaita se faz com o tempo, que o estupor passa a correr...

Ainda ontem estava a fazer as malas, às volta com a mudança, com a casa (cada vez que me lembro daquele rebouco da parede da sala, ainda me dá um fanico) e, sem dar por isso, já passou um ano.

Ainda ontem (e hoje) me dava aquela sensaçãozinha boa de voltar para minha casa, de não ter que dar cavaco a ninguém de onde vou, com quem vou, que dinheiro gasto, das horas a que volto, de me deitar às horas que entendo sem ter que ouvir sermões, e hoje, já passou um ano.

Ainda ontem (e hoje) tenho aquela espécie de orgulho de ser crescida e o caraças, de ter uma casinha e ter as minhas coisas, e olhando para trás, passou tudo a correr.

Só pode ser bom sinal.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Merda Mais à Mania

O problema dos outros irem de férias que é os outros que não estão de férias têm que ficar a fazer tudo aquilo que suas excelências deixaram por fazer, mais o trabalho que vai chegando e que deveria ser feito por suas excelências, mais as coisas urgentes do departamento e competência das excelências, mais o caralho a sete que aparece sempre de cada vez que as excelências não constam.

Tudo para que as suas excelências desta vida possam ficar em casa descansadinhos a tocar ao bicho e a jogar Playstation, em vez de tirarem férias como deve de ser.
Se é para foder a vida ao próximo, ao menos que seja por uma férias em Bora Bora, ou no Algarve, ou Costa da Caparica, ou Freixo de Espada à Cinta, ou qualquer coisa que não envolva ficar no sofá a olhar para a televisão a curar a ressaca e a estupidez, porra.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Apetece-me Grandemente Ser Porca # 31

Está uma pessoa idosa a utilizar o Multibanco.
Se se for inocente, pode esperar-se que o velhote seja lesto, como a maior parte das pessoas, que se despache e não fique ali a fazer os restantes utilizadores perderem tempo.

Não, senhor.

O velhote enfia o cartão, fica meia hora a olhar para o teclado à procura dos números do código pessoal, pede consulta de saldo em papel, tira o papel, fica meia hora a olhar para o saldo, volta a perder meia hora à procura dos números do código pessoal no teclado, selecciona a opção pagar contas, fica hora e meia a alternar o olhar entre a folha da conta e o teclado, à procura dos números, tira o talão comprovativo do pagamento, volta a perder trinta minutos a ver onde estão os números do código pessoal no teclado para voltar a pedir a porra do talão com a porra do saldo, que é o mesmo de ainda há três horas, desde que pediu o primeiro saldo, agora sem o montante da conta que pagou. E, se estiver com vagar, que é mesmo palavreado antigo e coisa que os velhos têm de sobra, ainda fica a estudar atentamente o papelinho com o saldo, ainda o dobra muito bem dobradinho e enfia-o, muito arrumadinho, naquele compartimento especial da carteira. Tudo isto, sem se desviar para que os outros, que estão com pressa e têm de ir trabalhar, coisa que esta gente já não sabe o que é há para aí uns 20 anos, se possam servir da máquina.

E depois as novas gerações é que estão perdidas e não fazem nada de jeito.

Porra, não há paciência...

Feira do Livro


Todos os anos é sempre a mesma coisa, desgraço-me sempre.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Deve Ser da Crise

Isto está tão mau, tão mau que até as canetas Bic levam por tabela.

Umas, têm a ponta finíssima, parece que estou a escrever com a ponta de um compasso; até se ouve o arranhar do papel.
Outras, têm a ponta grossa que só visto, só falta borrar a folha.

As perfeitas, aquelas que são macias e bem calibradas, desapareceram todas.

Gaita mais a isto.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Apetece-me Grandemente Ser Porca # 30

Já nem sei como, fui ter a um site que versava sobre coisas de gaja que, por sua vez, tinha um artigo qualquer sobre as mudanças pessoais e sociais da mulher depois de ser mãe. Ao ler uma passagem sobre amamentação, parei na palavra mamada e, feita amendoim, descasquei-me a rir, porque me veio tudo à cabeça menos alimentação de criaturas pequenas.

Claramente não tenho perfil para ser mãe, só para ser parva.

(Mais Uma) Note To Self

Não comer feijoada com este calor.

Não.
De todo.

Silly Season?

Está oficialmente aberta a época de baptizados, casamentos e outras festividades maricas.

Sim, Isto É Mesmo No Horário de Expediente

 
 
Será que é a isto que chamam advocacia tradicional?

Não há mesmo nada a fazer.
Em terra de mitras, sê mitra.
O pior dá-se quando já se é mitra de raiz...está o caldo entornado.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Porra Mais a Isto

Uma pessoa sobrevive a uma diligência de despejo no bairro da Cova da Moura para depois levar com gente de merda nas Conservatórias que recusa registos porque as cruzinhas não estão bem assinaladas.

Hoje, inaugurei uma moda que é simultaneamente uma profecia: qualquer dia, para além de perder a cédula profissional, ainda vou presa por injúrias.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Da Condição de Ser Ursa - Parte II

Fiquei muito contentinha ao verificar que o site oficial de Christian Louboutin tinha finalmente uma loja online que permite a encomenda e entrega em Portugal.

Depois lembrei-me que não tenho dinheiro para um par de chinelos daqueles e deixei-me logo de modas. E de merdas, também.

Reminiscências # 10

Às vezes, lembro-me daquela colega estouvada que tinha no básico que, na sua inocência, estava piamente crente que a sigla H&M (da loja) queria dizer, na verdade, Homem&Mulher.

Às vezes, lembro-me dela, a dizer isto com toda a convicção, naquela sua vozinha suave de gato.

Lembro-me dela e desta cena, nomeadamente, quando vou ao cabeleireiro e me estão a lavar a cabeça, aquele sítio privilegiado para rir sem nexo algum.

Porque, Aparentemente, Está na Moda...

Trabalhadores independentes do meu país, não vos esqueçais de entregar o anexo SS na vossa declaração de IRS.
É certo que serve para controlar os falsos recibos verdes, e que à nossa classe (tão bonito, lá se vai o meu Marxismo...) não interessa, mas parece que o Rabaça Gaspar fica muito chateado se não for entregue e até é capaz de mandar uma multazinha para deixarmos de ser engraçadinhos...

Da Condição de Ser Ursa

Até tinha algumas fotografias para mostrar dos últimos dias, das maravilhas de terras de Figueira da Foz e do lanche mitra (outro) da nossa casa jurídica, mas ou não sei onde estão os cabos para passar a merda das fotos ou, simplesmente, rebentei com elas.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Espero Que Tenham Ido Salvar Algum Gatinho...

Ó senhores Bombeiros Voluntários de Almada, expliquem-me lá uma coisa: qual é a lógica de andarem a bater à porta dos moradores altaneiros do prédio para poderem ir ao telhado fazer sabe-se-lá-o-quê, que nem explicaçõe se dá, é só entrar pela casa das pessoas dentro, quando já trazem aquele camião gigante com aquela escada gigante para poderem trepar pelas fachadas acima?

É gostar de chatear, não é?
É para ver se apanham alguém todo nu a ir à porta, não é?

Coisas Que Vejo Por Aí # 13



Grande presente oferecido!

Bati muitas palminhas e fiquei muito contentinha, mas depois lembrei-me que tenho exame daqui a nada e só os posso começar a ler lá para Agosto.

Arrumei-os, muito triste, na prateleira, e pensava nas aventuras que os meus heróis estariam a viver enquanto eu estaria fechada na biblioteca a fazer casos práticos e a artilhar os meu códigos com remissões e papelinhos coloridos....

Ainda sobre o Futebol

Isto está tão mau que até o Cardozo, que é um moço pacífico, se passou da carapuça.
Com o treinador, com os colegas, com tudo.

Creio estar na altura de se fazerem umas mudanças.
Para bem de todos os benfiquistas que prezam a sua sanidade mental.

Post sobre o Benfica - Vou Asneirar, Estão Avisados - Parte II

Depois de um fim-de-semana magnífico, eis que volto para me deparar com o descalabro total.

O que é que se passou no Jamor?
O que é que deu àquela gente?
O que é que andaram a fumar antes do jogo?

Anda tudo estúpido ou quê?
Perdemos tudo sem saber ler nem escrever. Tudo.
Tivemos tudo e não conseguimos atingir nada, absolutamente NADA, este ano.

Começo a ficar farta da merda do futebol. Só dá desgostos, só fazem merda e não trabalham nada.

Puta que vos pariu, caralho!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Me Voy

Para aqui, laurear as puvides, que também mereço.
Parece Miami, não?

Hasta!

Devia Estar a Trabalhar, Devia ...

Creio ter morrido e ido parar ao céu...
Compreendo hoje muitas coisas que até aqui foram um perfeito mistério, incide uma luz maravilhosa sobre aspectos antes obscuros e confusos.
Percebo, finalmente, a diferença entre a barateza e a coisa não tão barata, mas infinitamente melhor.

Farta de andar com as trombas ora cor-de-laranja, ora castanhas, ora às manchas, ora cheia de olheiras, cansada de andar constantemente a gastar dinheiro em bases duvidosas, que só eram apelativas pela (parca) cor ou pelo preço, decidi dar o passo em frente. Leia-se, abrir os cordões à bolsa e investir numa coisa como deve de ser.

Depois de muito lutar contra o capitalismo que impera nesta área, achei que devia confiar numa boa marca para responder às necessidades especiais da minha pele de papel. Investigado e pesquisando na web, encontrei uma marca com uma paleta
razoável em tons cadáver, conhecida pela qualidade dos produtos, pela variedade e pelo profissionalismo.

Hoje percebo porque é que tudo o que é make-up artist, ou especialista, ou blogger, ou simples interessados na matéria, escolhem sempre produtos da MAC e falam bem deles até dizer chega.
Percebo porque é que estão à frente de todos os outros produtores e fabricantes de maquilhagem.
É precisamente por saberem o que fazem e fazem-no, sem sombra de dúvida, melhor que ninguém.


A base é leve e suave, com toque de veludo, espalha-se maravilhosamente e tem uma cobertura fenomenal. Basta um pequena quantidade para cobrir o rosto inteiro - e não, isto não é publicidade enganosa, nem mentira, nem sequer exagero. Para maior cobertura, basta ir adicionando pequenas quantidades e ir construindo as camadas. Tão fácil que até a minha pessoa, o ser mais desastrado em trabalhos manuais, consegue fazer. E a cor, senhores, a cor...Toda uma variedade de tons cor de cu, senhores, mesmo adequado à minha fronha... E não semeia nenhuma alergia do tamanho do Quénia na cara (na minha cara, melhor dizendo, que sou ao contrário dos outros), o que só pode ser um ponto a favor.

Também o corrector é bom demais para ser verdade. A textura é leve e fina, muito menos pastosa que o Erase Paste da Benefit, espalha-se melhor, adapta-se melhor ao rosto, esbate-se maravilhosamente. É necessário referir que o corrector só serve para cobrir as borbulhas estúpidas e mais inflamadas que o Estádio da Luz em dia de jogo, porque a base é tão boa que cobre boa parte das olheiras e outras imperfeições menores.



Nem tudo é perfeito, obviamente.

O preço de cada item da MAC dava para dar de comer a uma família inteira de 4 ou 5 pessoas durante uma semana.
O dispensador do pote da base (que permite uma poupança substancial do produto) tem de ser comprado à parte.
A base tem um ligeiro cheiro a diluente, que se desvanece rapidamente, é certo, mas que fica o tempo suficiente para fazer uma pessoa pensar na composição química da coisa.
O corrector é um tanto ou quanto preguiçoso e teima em não querer largar a embalagem.



Percebo, finalmente, aquele dizer brasileiro: Não há mulher feia, há mulher pobre. Com a MAC, isso é uma realidade. Mas tem o resto a compensar.
Muito bom.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Da Desgraça Compulsiva

Perco a conta às toneladas diárias que consumo deste produto maravilhoso denominado rebuçados de mentol.
Tudo porque o meu patrono, que pode ter muitos defeitos, mas nunca quer que me falte nada, comprou-me uma saca de 5kg disto.
Ou isso ou é uma manobra subtil para ver se me dá alguma canageira...

terça-feira, 21 de maio de 2013

Das Lições Aprendidas

Os meus Progenitores e a minha santa Avó ensinaram-me as regras básicas da boa educação.

Entre elas consta a norma de não trocar os presentes que nos oferecem, a não ser em último caso, como seja, tamanhos errados ou itens iguais. Nos restantes casos, fazer boa cara, agradecer e mostrar um sorriso. Mesmo que nos estejam a oferecer um cão de loiça. Ou qualquer outra peça igualmente hedionda.

Não me recordo de ter algum vez dito a alguém que não gostava de um presente. Arranjei sempre utilidade para tudo o que me deram até hoje, e quando não gosto, invento.

Isto porque a troca por uma outra qualquer coisa ofende quem nos oferta objectos, que perdeu o seu tempo e o seu dinheiro a comprar-nos um presente, que pensou em nós, que gostou de comprar uma prenda para um evento especial.

Ouvir é giro, mas não uso isto equivale dizer isto é uma merda, não gosto disto e equivale igualmente a levar com uma marreta de 20 kg na cabeça.

Para além de ser uma tremenda duma má educação.

Porém, como no que à má educação diz respeito, não sou o melhor exemplo - atente-se na tonelada de asneiras que vagueiam alegremente por este blog - fica uma lição para a posteridade: pessoas as há que estão, a partir de hoje, automaticamente excluídas das listas de aquisições de presentes.

Só Para Profissionais do Foro

Porquê, senhores, PORQUÊ reclamar créditos numa outra execução, que tem uma penhora anterior?

É porque se ficou muito ofendido por terem chegado primeiro?
É por despeito por ter havido sustação?
É porque não há mais o que fazer?

Foda-se. Para isto e para mim.

Das Coisas Quotidianas

Os patrões são aquela sub-estirpe de seres humanos que nunca ficam doentes, nunca ficam presos no trânsito, nunca têm um ataque qualquer, nunca são atropelados, nunca arranjam maneira de desaparecer, mesmo que momentaneamente.

Anda sempre por perto.
Sempre.

E quando não estão, estão presentes em espírito, para aumentar o suspense da coisa.

Porque mesmo quando as baterias estão apontadas para outro lado, há sempre um ou outro cartuxo que ressalta e bate na testa do incauto espectador.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Apetece-me Grandemente Ser Porca # 29

Confesso: nunca fui grande adepta da Ana Moura. Sempre achei que, aliada à boa voz, tinha ali toneladas de vaidade, arrogância e um toque de snobismo.

Mas enfim, que a moça leva o nome do nosso país além fronteiras e a isso só se pode dar valor.


Porém, coisas as há que ultrapassam os limites da parvoíce.

Ontem, na entrega dos Globos de Ouro, esta rapariga fez uma figurinha um tanto ou quanto de estúpida.

A música Desfado ganhou na categoria de melhor música do ano (ou qualquer coisa que o valha) e a intérprete foi chamada ao palco, juntamente com o compositor, para receberem o prémio.

Vai daí e Ana Moura não se contém, e começa a falar desalmadamente, a agradecer em todas as direcções, ao pai, à mãe, ao canário, ao peixinho dourado, ao melhor amigo, ao segundo melhor amigo (esta foi de mestre), à avózinha, sem nunca se calar, sem ninguém lhe ter dado a palavra, enquanto sacudia o cabelo e batia pestanas.

Parecia que tinha ganho um Oscar. Não estava muito diferente da postura que José Castelo Branco costuma ter. Enquanto isso, agarrava a mão do Pedro da Silva Martins, o autor da música, como uma tenaz, gesticulando sem parar. O homem, coitado, bem tentava soltar-se, coçava o nariz, mexia no cabelo com a mão que lhe restava, visivelmente nervoso e embaraçado. Nem o deixou falar.

Desculpai a minha ignorância, mas porque raio é que a intérprete roubou o mérito ao autor material da música num momento de glória? A sede de protagonismo é tanta que nem se dá pela figura triste que se faz?


Ou isso, ou o Pedro da Silva Martins é uma brasa à qual acho imensa piada e fiquei com uma certa pena do moço, que é muito talentoso e só lhe dá para escrever músicas para gente totó.

Metem um Bocadinho de Nojo, Vá...





E o Benfica, na primeira parte, a perder em casa com o Moreirense, também...

Cinema XCII

Não está mal, mas não está extraordinário.
Tem boas interpretações, mas nada de especial; talvez as personagens não sejam por aí além desafiantes, mas os actores são de excelência.
Acaba por ser uma história um tanto ou quanto maricas com demasiados efeitos de luz e cor.
Razoável, vá.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Parafrasear Não é Plágio

... por enquanto.

Isto era exactamente o que queria escrever, neste exacto momento.

Esta ilustre Senhora não raras vezes escreve coisas do mais acertado possível.

A ela, um grande obrigado.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Espécie de Review, Porque Claramente Não Tenho o Que Fazer

Eu a maldizer o deus das bases, que nunca havia cor suficientemente clara para a minha pele, e esqueci-me que tinha isto em casa.

A cor é, de facto, óptima e adapta-se perfeitamente ao meu tom cadáver. É um Ivory que, sim senhor, é muito bom, está claramente adaptado a quem é pálido que mete dó.

Porém - e nisto das bases, os porém, são mais que muitos - a consistência deixa muito a desejar; é grossa como o gesso e não pode ser aplicada por quem não tem tempo a perder. É preciso trabalhá-la bem na pele, se possível usando um pincel de efeito buffing, para melhor acabamento. Usando o tradicional pincel de base, é bom que se vá de seguida para um sítio escuro para ninguém perder muito tempo a perceber que se tem uma máscara na cara.

E nada de pós muito grossos para o acabamento final sob pena de parecer uma tela de Picasso.

Também não é propriamente uma base que seja rapidamente absorvida pela pele - pelo facto de ter uma textura tão espessa. Basta encostar um dedo à pele a seguir à aplicação para estar a pintura borrada. Literalmente.

Ganha pela cor (claro!) e pelo facto de ser possível usá-la tranquilamente depois de se aprender os truques.

Isto, ou então dedicar-me à agricultura ou à produção de caracóis, que desta porra, não percebo nada.

Não Pode Ser Bom Sinal

Estou frequentemente a esquecer-me que este mês é altura de preencher aquelas declaraçõezinhas sinistras, cheias de cruzinhas e anexos foleiros.
Ainda tenho aquela Raçaba das Couves a bater-me à porta...

Post sobre o Benfica - Vou Asneirar, Estão Avisados!

Rai's partam mais à puta que pariu esta merda toda!
Está tudo parvo?
Outra vez à merda dos 92 minutos deixam entrar um golo?! Mas anda tudo a dormir na forma ou quê?
Vitória moral, my ass!
Fomos melhores que o Chelsea, fomos superiores, blá, blá, blá...
Porra para isto, caraças!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Recta Final

Esperei tanto tempo por nesta época que, agora que está mesmo por cima da minha cabeça a terrível espada da avaliação, ainda não acredito que está mesmo na hora.

Ou isso, ou não devia beber durante o horário de expediente...

Ca Medo, Pá!

Lembrei-me de uma coisa...

É impressão minha ou o coiso do filme Sinister tem uma camisinha cor-de-rosinha paneleira?



Nada a Fazer XVI

Richard Armitage
Nada, mesmo.
Mesmo nada.
A perfeição em forma de gente. Inglês, como não podia deixar de ser.

Ai, os gadelhudos...

Das Bases de Qualquer Coisa

A minha pele tem um tom único.
É um tom de merda.

É impossível arranjar uma base de tom claro nos supermercados.

Vá-se lá saber porquê, todas as marcas têm um Ivory (tom neutro) diferente, pelo que já perdi a conta às bases que comprei e que não uso porque fico com as trombas cor de laranja.

Já para não falar naquelas que me fazem crescer alhos-porros na testa...

Nem sequer menciono que me custa tanto dar € 30 ou mais por uma base como pagar impostos, pelo que as minhas escolhas ficam substancialmente reduzidas neste campo.


Talvez seja melhor sair à rua como acordo; ao menos, não haveria ninguém a chatear-me, tamanha a repelência que provocaria.

Para Inimputável...

Ando constantemente a remoer nas coisas que tenho a impressão que deixei mal feitas nos relatórios da Ordem.

Não tenho mais nada que fazer, é oficial.

Cavaco Silva, o Presidente Santo

Já nem vale a pena dizer nada.

Ainda pensei indignar-me, dizer um chorrilho de palavrões, revoltar-me e escrever uma carta ao dito senhor a dizer-lhe umas quantas.
Mas não.

Não iria mudar nada e ainda iria presa; logo eu, que não posso ter cadastro.

Acho só muito triste termos um Presidente da República que, para além de beato, não sabe o que anda a fazer neste mundo...

Coisas Que Vejo Por Aí # 12

Sem ser nada de especial, prega sustos que nunca mais acabam.
Sem ter muita originalidade, o efeito visual é tremendo.
Recomendável.

Cinema XCI

O melhor filme de terror dos últimos anos.
Qualidade superior.
Muito bom!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Bolas...

Estava tão descansadinha, depois de ter entregue todas as minhas tralhas do estágio, e já me vêm chatear com a merda da data do exame...

Cinema XC

Impressionante e surpreendente.
Boas interpretações (exceptuando, talvez, Miss Dawson), bom argumento, uma espécie de boa variante do Inception.
E tem o Mr. McAvoy, que é sempre uma alegria para os olhos.
Muito bom!

Pensamento do Dia

Ser desiludido é assim a modos que parecido com ter prisão de ventre.

Desconfortável comó caraças e ocupa insistentemente os pensamentos quando se deveria estar a trabalhar.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A Coisa de se Ter Amor a um Clube

No meio de tanta papelada, tanto duplicado, requerimento, substabelecimento e relatório, o meu Benfas foi às Antas ou ao Dragão (que para efeitos deste post é a mesma coisa) perder o campeonato, da forma mais merdosa e azarenta possível.

A minha pessoa, que gosta de futebol, sim senhor, que gosta da vibração, do calor e da euforia de um jogo, pois com certeza, que gosta de ver 22 belos traseiros a correr durante hora e meia, está claro, nunca perdeu o sono ou o tino por causa de futebol. Nunca fiquei chateada, nunca fiquei por aí além desiludida, nunca coisa nenhuma só porque uma equipa deixava as coisas escaparem por entre os dedos.

Neste sábado, porém, foi diferente; estava lá tudo, estava quase, estava tão perto... Tínhamos o peito cheio de esperança, a barriga cheia de borboletas e o Benfica, essa grande instituição, voltaria aos seus velhos dias de glória, principalmente, frente a uma equipa de ... de gente tolinha, para ser simpática.

Nisto, enchem-se todos de cagaço, jogam a tremelicar, marcam um golinho e tal e depois jogam para o empate, como o Albarraque jogaria com o Almada. Não interessava, estava tão perto...

E, no fim, vem aquela ave rara, de crista em riste, pelo campo fora e marca uma merda dum golo a uma merda de um guarda-redes, que nem viu a merda da bola, a uma merda de dois minutos do apito final.

E o mundo caiu. Congelou. Silenciou-se.

Um silêncio sepulcral instalou-se no fundo do ouvido e ainda agora lança um zumbido que enche a cabeça toda.

A nossa glória esfumou-se como uma ilusão. Rebentou como uma bolha de sabão.

Neste sábado, pela primeira vez, deixei cair uma lágrima por causa do futebol.
Apeteceu-me esborrachar o focinho àquele gaiato de crista ranhosa, apeteceu-me gritar até desfazer as cordas vocais, apeteceu-me deitar gasolina àquele estádio e vê-los morrer a todos naquele momento.

No dia seguinte, ainda conseguia sentir o peso do silêncio nos ouvidos.
Por todo o lado, o tema de conversa era sempre o mesmo; estava tudo incrédulo.

Esperava-se um jogo difícil mas nunca com um desfecho destes.
Esperava-se uma coisa mais bem feita, numa época que até tinha corrido bem.
Esperava-se, sobretudo, um jogo sem desaires de azar.

Foda-se mais a isto, que uma imagem vale por mim palavras:

Entretanto, Ressuscitei

Pareço padecer de uma qualquer maleita que me faz deixar de viver em momentos de avaliação ou preparação para a mesma.
Já não me lembrava de como era abrir o blogger...
Tristeza...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

I'll Be Back

Este tasco anda bem chungoso e desleixado, mas prometo que volto.

domingo, 28 de abril de 2013

Inesquecível

Com um vergonhoso atraso, não podia deixar de referenciar o maravilhoso evento do passado dia 16 de Abril, no Pavilhão Atlântico.
Falo, obviamente, de Rammstein.
Os meus velhos e queridos amigos regressaram a este país para um concerto memorável e digno de nota.
Um pouco mais velhos, não descuraram na apresentação do seu grandioso espectáculo. Till Lindemann, agora com um cabelinho louro platinado sinistro, continua com uma voz digna de nota, a música continua a tocar até às alturas, continua a tocar fundo nos corações daqueles que os ouvem há anos.
Adorei rever os meus velhos, velhos amigos, que tocam ininterruptamente com uma única palavras e que no fim, se ajoelham em agradecimento ao um público ao rubro e sedento por mais, num concerto magnífico que não perdia nada em ser um nadinha mais comprido.
Boa escolha de músicas, a fazer lembrar os velhos tempos, e com as novas melodias a recordar que estes cotas ainda têm tudo para dar, apesar de lhes ter dado na veneta a ideia da reforma.
Momentos únicos ocorreram no Pavilhão Atlântico. Os mesmos de 2004, de 2009 e de 2010, no Rock in Rio.

Espero vivê-los de novo. Pelo menos, só mais uma vez.

sábado, 27 de abril de 2013

Cá no Sul

Viver aqui vale a pena.
Mesmo.
Uma pessoa vai almoçar sushi e ainda traz jantar. Para dois.

Cinema LXXXVIX

Encantador e divertido.
Muito bom.
É francês e está tudo dito.

Cinema LXXXVIII

Engraçadinho e levezinho, com muito humor e razoáveis interpretações.
Exceptuando o final, que é pobre e previsível.
Tirando isso, está benzinho.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Revolução Sulista

Uma das (muitas, é verdade) coisas boas de se morar na Margem Sul é que aqui o 25 de Abril é uma festa a sério.

Aqui, ninguém se limita a ficar  em casa só porque é feriado e ninguém tem de ir trabalhar, ninguém se limita a ouvir o Grândola Vila Morena ou a ver as cerimónias comemorativas na televisão.

Aqui, as pessoas jantam a correr para vir para a rua ver os concertos, comer uma fartura, ver o fogo de artifício. Aqui, as pessoas trazem a família toda para ver as luzes e ouvir a música.

Aqui, corta-se o trânsito de metade da cidade para que não haja carros perto do espectáculo, e os mitras e mitrinhas vão de metro ver o Sérgio Godinho e o Boss AC, ou amontoam-se num autocarro qualquer para chegar a horas.

Aqui, as pessoas trauteiam as músicas que sabem de cor e ficam à espera de, no fim, mesmo antes do fogo de artifício, ver todos os vereadores da Câmara Municipal subir ao palco e, principalmente, esperam para ouvir o discurso da sua querida Presidente da Câmara, que fez um discurso verdadeiramente revolucionário, apelando ao Povo para sair à rua e revoltar-se de novo.

Porém, a senhora Presidente, que é muito simpática e tem um discurso amorosamente comunista, não obstante a sua voz horrível, demorou tanto tempo a apelar à Revolta Popular que o Povão começou a fartar-se e vá de assobiar forte e feio, enquanto lhe fazia manguitos.

Tudo porque o Seixal, essa terra mesmo ao lado do Arco Ribeirinho do Tejo (as coisas que eu sei...) lançou o fogo de artifício para o ar religiosamente à meia-noite, coisa que se via da praça, o que não pode ser, Almada é que é A cidade da Margem Sul, não pode ficar atrás de coisa alguma.

Aqui, o pessoal gosta da Festa dos Cravos. Sai à rua, contente, e volta para casa feliz porque viu uma coisa diferente. Aqui, aliás, é sempre diferente.

Bom 25 de Abril para todos.

Inferno

Inferno é esta puta desta semana nunca mais chegar ao fim.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Era Já, a sério que Sim!

Mossad a recrutar.

Juro que fui à procura da porra da aplicação para mandar o curriculum, mas não encontrei.

Vi uma no site, mas não sei se posso confiar bem naquilo. E se não passa de um engodo para apanhar terroristas? Ainda me confundem com um inimigo do estado e me enfiam num buraco escuro...

Mas que tinha uma pinta descomunal, lá isso tinha...

terça-feira, 16 de abril de 2013

É Hoje!

Semana agitada como o raio...
Pareço um batido, é o que é.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

A Modos Que...

... até gostava deste tempo se estivessemos em Setembro ou Outubro e pelo ar pairasse aquele cheirinho bom de castanhas assadas e lenha a arder.
É sempre bom sentir aqueles arrepios de frio na pele enquanto se caminha na rua, de guarda-chuva aberto, já a pensar no Pão-por-Deus ou no Natal.

Ora, já estamos em Abril... A Primavera chegou, mas entrou logo a seguir de baixa, deixando-nos com esta treta de intempérie.
Até a minha pessoa, um ser esquisito que aprecia o Inverno, já está mais que farta desta porcaria de tempo, onde tudo é molhado, enlameado e húmido. Onde tudo é uma merda, basicamente.

Porra, ó São Pedro, pá! Já não chega?!

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cinema LXXXVII

Divertido, leve, com grandes actores (ai, o Alan Rickman, o Alan Rickman...) e argumento surpreendente.
Muito bom, vale a pena!

segunda-feira, 8 de abril de 2013