segunda-feira, 27 de maio de 2013

Ainda sobre o Futebol

Isto está tão mau que até o Cardozo, que é um moço pacífico, se passou da carapuça.
Com o treinador, com os colegas, com tudo.

Creio estar na altura de se fazerem umas mudanças.
Para bem de todos os benfiquistas que prezam a sua sanidade mental.

Post sobre o Benfica - Vou Asneirar, Estão Avisados - Parte II

Depois de um fim-de-semana magnífico, eis que volto para me deparar com o descalabro total.

O que é que se passou no Jamor?
O que é que deu àquela gente?
O que é que andaram a fumar antes do jogo?

Anda tudo estúpido ou quê?
Perdemos tudo sem saber ler nem escrever. Tudo.
Tivemos tudo e não conseguimos atingir nada, absolutamente NADA, este ano.

Começo a ficar farta da merda do futebol. Só dá desgostos, só fazem merda e não trabalham nada.

Puta que vos pariu, caralho!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Me Voy

Para aqui, laurear as puvides, que também mereço.
Parece Miami, não?

Hasta!

Devia Estar a Trabalhar, Devia ...

Creio ter morrido e ido parar ao céu...
Compreendo hoje muitas coisas que até aqui foram um perfeito mistério, incide uma luz maravilhosa sobre aspectos antes obscuros e confusos.
Percebo, finalmente, a diferença entre a barateza e a coisa não tão barata, mas infinitamente melhor.

Farta de andar com as trombas ora cor-de-laranja, ora castanhas, ora às manchas, ora cheia de olheiras, cansada de andar constantemente a gastar dinheiro em bases duvidosas, que só eram apelativas pela (parca) cor ou pelo preço, decidi dar o passo em frente. Leia-se, abrir os cordões à bolsa e investir numa coisa como deve de ser.

Depois de muito lutar contra o capitalismo que impera nesta área, achei que devia confiar numa boa marca para responder às necessidades especiais da minha pele de papel. Investigado e pesquisando na web, encontrei uma marca com uma paleta
razoável em tons cadáver, conhecida pela qualidade dos produtos, pela variedade e pelo profissionalismo.

Hoje percebo porque é que tudo o que é make-up artist, ou especialista, ou blogger, ou simples interessados na matéria, escolhem sempre produtos da MAC e falam bem deles até dizer chega.
Percebo porque é que estão à frente de todos os outros produtores e fabricantes de maquilhagem.
É precisamente por saberem o que fazem e fazem-no, sem sombra de dúvida, melhor que ninguém.


A base é leve e suave, com toque de veludo, espalha-se maravilhosamente e tem uma cobertura fenomenal. Basta um pequena quantidade para cobrir o rosto inteiro - e não, isto não é publicidade enganosa, nem mentira, nem sequer exagero. Para maior cobertura, basta ir adicionando pequenas quantidades e ir construindo as camadas. Tão fácil que até a minha pessoa, o ser mais desastrado em trabalhos manuais, consegue fazer. E a cor, senhores, a cor...Toda uma variedade de tons cor de cu, senhores, mesmo adequado à minha fronha... E não semeia nenhuma alergia do tamanho do Quénia na cara (na minha cara, melhor dizendo, que sou ao contrário dos outros), o que só pode ser um ponto a favor.

Também o corrector é bom demais para ser verdade. A textura é leve e fina, muito menos pastosa que o Erase Paste da Benefit, espalha-se melhor, adapta-se melhor ao rosto, esbate-se maravilhosamente. É necessário referir que o corrector só serve para cobrir as borbulhas estúpidas e mais inflamadas que o Estádio da Luz em dia de jogo, porque a base é tão boa que cobre boa parte das olheiras e outras imperfeições menores.



Nem tudo é perfeito, obviamente.

O preço de cada item da MAC dava para dar de comer a uma família inteira de 4 ou 5 pessoas durante uma semana.
O dispensador do pote da base (que permite uma poupança substancial do produto) tem de ser comprado à parte.
A base tem um ligeiro cheiro a diluente, que se desvanece rapidamente, é certo, mas que fica o tempo suficiente para fazer uma pessoa pensar na composição química da coisa.
O corrector é um tanto ou quanto preguiçoso e teima em não querer largar a embalagem.



Percebo, finalmente, aquele dizer brasileiro: Não há mulher feia, há mulher pobre. Com a MAC, isso é uma realidade. Mas tem o resto a compensar.
Muito bom.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Da Desgraça Compulsiva

Perco a conta às toneladas diárias que consumo deste produto maravilhoso denominado rebuçados de mentol.
Tudo porque o meu patrono, que pode ter muitos defeitos, mas nunca quer que me falte nada, comprou-me uma saca de 5kg disto.
Ou isso ou é uma manobra subtil para ver se me dá alguma canageira...

terça-feira, 21 de maio de 2013

Das Lições Aprendidas

Os meus Progenitores e a minha santa Avó ensinaram-me as regras básicas da boa educação.

Entre elas consta a norma de não trocar os presentes que nos oferecem, a não ser em último caso, como seja, tamanhos errados ou itens iguais. Nos restantes casos, fazer boa cara, agradecer e mostrar um sorriso. Mesmo que nos estejam a oferecer um cão de loiça. Ou qualquer outra peça igualmente hedionda.

Não me recordo de ter algum vez dito a alguém que não gostava de um presente. Arranjei sempre utilidade para tudo o que me deram até hoje, e quando não gosto, invento.

Isto porque a troca por uma outra qualquer coisa ofende quem nos oferta objectos, que perdeu o seu tempo e o seu dinheiro a comprar-nos um presente, que pensou em nós, que gostou de comprar uma prenda para um evento especial.

Ouvir é giro, mas não uso isto equivale dizer isto é uma merda, não gosto disto e equivale igualmente a levar com uma marreta de 20 kg na cabeça.

Para além de ser uma tremenda duma má educação.

Porém, como no que à má educação diz respeito, não sou o melhor exemplo - atente-se na tonelada de asneiras que vagueiam alegremente por este blog - fica uma lição para a posteridade: pessoas as há que estão, a partir de hoje, automaticamente excluídas das listas de aquisições de presentes.

Só Para Profissionais do Foro

Porquê, senhores, PORQUÊ reclamar créditos numa outra execução, que tem uma penhora anterior?

É porque se ficou muito ofendido por terem chegado primeiro?
É por despeito por ter havido sustação?
É porque não há mais o que fazer?

Foda-se. Para isto e para mim.

Das Coisas Quotidianas

Os patrões são aquela sub-estirpe de seres humanos que nunca ficam doentes, nunca ficam presos no trânsito, nunca têm um ataque qualquer, nunca são atropelados, nunca arranjam maneira de desaparecer, mesmo que momentaneamente.

Anda sempre por perto.
Sempre.

E quando não estão, estão presentes em espírito, para aumentar o suspense da coisa.

Porque mesmo quando as baterias estão apontadas para outro lado, há sempre um ou outro cartuxo que ressalta e bate na testa do incauto espectador.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Apetece-me Grandemente Ser Porca # 29

Confesso: nunca fui grande adepta da Ana Moura. Sempre achei que, aliada à boa voz, tinha ali toneladas de vaidade, arrogância e um toque de snobismo.

Mas enfim, que a moça leva o nome do nosso país além fronteiras e a isso só se pode dar valor.


Porém, coisas as há que ultrapassam os limites da parvoíce.

Ontem, na entrega dos Globos de Ouro, esta rapariga fez uma figurinha um tanto ou quanto de estúpida.

A música Desfado ganhou na categoria de melhor música do ano (ou qualquer coisa que o valha) e a intérprete foi chamada ao palco, juntamente com o compositor, para receberem o prémio.

Vai daí e Ana Moura não se contém, e começa a falar desalmadamente, a agradecer em todas as direcções, ao pai, à mãe, ao canário, ao peixinho dourado, ao melhor amigo, ao segundo melhor amigo (esta foi de mestre), à avózinha, sem nunca se calar, sem ninguém lhe ter dado a palavra, enquanto sacudia o cabelo e batia pestanas.

Parecia que tinha ganho um Oscar. Não estava muito diferente da postura que José Castelo Branco costuma ter. Enquanto isso, agarrava a mão do Pedro da Silva Martins, o autor da música, como uma tenaz, gesticulando sem parar. O homem, coitado, bem tentava soltar-se, coçava o nariz, mexia no cabelo com a mão que lhe restava, visivelmente nervoso e embaraçado. Nem o deixou falar.

Desculpai a minha ignorância, mas porque raio é que a intérprete roubou o mérito ao autor material da música num momento de glória? A sede de protagonismo é tanta que nem se dá pela figura triste que se faz?


Ou isso, ou o Pedro da Silva Martins é uma brasa à qual acho imensa piada e fiquei com uma certa pena do moço, que é muito talentoso e só lhe dá para escrever músicas para gente totó.

Metem um Bocadinho de Nojo, Vá...





E o Benfica, na primeira parte, a perder em casa com o Moreirense, também...

Cinema XCII

Não está mal, mas não está extraordinário.
Tem boas interpretações, mas nada de especial; talvez as personagens não sejam por aí além desafiantes, mas os actores são de excelência.
Acaba por ser uma história um tanto ou quanto maricas com demasiados efeitos de luz e cor.
Razoável, vá.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Parafrasear Não é Plágio

... por enquanto.

Isto era exactamente o que queria escrever, neste exacto momento.

Esta ilustre Senhora não raras vezes escreve coisas do mais acertado possível.

A ela, um grande obrigado.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Espécie de Review, Porque Claramente Não Tenho o Que Fazer

Eu a maldizer o deus das bases, que nunca havia cor suficientemente clara para a minha pele, e esqueci-me que tinha isto em casa.

A cor é, de facto, óptima e adapta-se perfeitamente ao meu tom cadáver. É um Ivory que, sim senhor, é muito bom, está claramente adaptado a quem é pálido que mete dó.

Porém - e nisto das bases, os porém, são mais que muitos - a consistência deixa muito a desejar; é grossa como o gesso e não pode ser aplicada por quem não tem tempo a perder. É preciso trabalhá-la bem na pele, se possível usando um pincel de efeito buffing, para melhor acabamento. Usando o tradicional pincel de base, é bom que se vá de seguida para um sítio escuro para ninguém perder muito tempo a perceber que se tem uma máscara na cara.

E nada de pós muito grossos para o acabamento final sob pena de parecer uma tela de Picasso.

Também não é propriamente uma base que seja rapidamente absorvida pela pele - pelo facto de ter uma textura tão espessa. Basta encostar um dedo à pele a seguir à aplicação para estar a pintura borrada. Literalmente.

Ganha pela cor (claro!) e pelo facto de ser possível usá-la tranquilamente depois de se aprender os truques.

Isto, ou então dedicar-me à agricultura ou à produção de caracóis, que desta porra, não percebo nada.

Não Pode Ser Bom Sinal

Estou frequentemente a esquecer-me que este mês é altura de preencher aquelas declaraçõezinhas sinistras, cheias de cruzinhas e anexos foleiros.
Ainda tenho aquela Raçaba das Couves a bater-me à porta...

Post sobre o Benfica - Vou Asneirar, Estão Avisados!

Rai's partam mais à puta que pariu esta merda toda!
Está tudo parvo?
Outra vez à merda dos 92 minutos deixam entrar um golo?! Mas anda tudo a dormir na forma ou quê?
Vitória moral, my ass!
Fomos melhores que o Chelsea, fomos superiores, blá, blá, blá...
Porra para isto, caraças!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Recta Final

Esperei tanto tempo por nesta época que, agora que está mesmo por cima da minha cabeça a terrível espada da avaliação, ainda não acredito que está mesmo na hora.

Ou isso, ou não devia beber durante o horário de expediente...

Ca Medo, Pá!

Lembrei-me de uma coisa...

É impressão minha ou o coiso do filme Sinister tem uma camisinha cor-de-rosinha paneleira?



Nada a Fazer XVI

Richard Armitage
Nada, mesmo.
Mesmo nada.
A perfeição em forma de gente. Inglês, como não podia deixar de ser.

Ai, os gadelhudos...

Das Bases de Qualquer Coisa

A minha pele tem um tom único.
É um tom de merda.

É impossível arranjar uma base de tom claro nos supermercados.

Vá-se lá saber porquê, todas as marcas têm um Ivory (tom neutro) diferente, pelo que já perdi a conta às bases que comprei e que não uso porque fico com as trombas cor de laranja.

Já para não falar naquelas que me fazem crescer alhos-porros na testa...

Nem sequer menciono que me custa tanto dar € 30 ou mais por uma base como pagar impostos, pelo que as minhas escolhas ficam substancialmente reduzidas neste campo.


Talvez seja melhor sair à rua como acordo; ao menos, não haveria ninguém a chatear-me, tamanha a repelência que provocaria.

Para Inimputável...

Ando constantemente a remoer nas coisas que tenho a impressão que deixei mal feitas nos relatórios da Ordem.

Não tenho mais nada que fazer, é oficial.

Cavaco Silva, o Presidente Santo

Já nem vale a pena dizer nada.

Ainda pensei indignar-me, dizer um chorrilho de palavrões, revoltar-me e escrever uma carta ao dito senhor a dizer-lhe umas quantas.
Mas não.

Não iria mudar nada e ainda iria presa; logo eu, que não posso ter cadastro.

Acho só muito triste termos um Presidente da República que, para além de beato, não sabe o que anda a fazer neste mundo...

Coisas Que Vejo Por Aí # 12

Sem ser nada de especial, prega sustos que nunca mais acabam.
Sem ter muita originalidade, o efeito visual é tremendo.
Recomendável.

Cinema XCI

O melhor filme de terror dos últimos anos.
Qualidade superior.
Muito bom!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Bolas...

Estava tão descansadinha, depois de ter entregue todas as minhas tralhas do estágio, e já me vêm chatear com a merda da data do exame...

Cinema XC

Impressionante e surpreendente.
Boas interpretações (exceptuando, talvez, Miss Dawson), bom argumento, uma espécie de boa variante do Inception.
E tem o Mr. McAvoy, que é sempre uma alegria para os olhos.
Muito bom!

Pensamento do Dia

Ser desiludido é assim a modos que parecido com ter prisão de ventre.

Desconfortável comó caraças e ocupa insistentemente os pensamentos quando se deveria estar a trabalhar.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A Coisa de se Ter Amor a um Clube

No meio de tanta papelada, tanto duplicado, requerimento, substabelecimento e relatório, o meu Benfas foi às Antas ou ao Dragão (que para efeitos deste post é a mesma coisa) perder o campeonato, da forma mais merdosa e azarenta possível.

A minha pessoa, que gosta de futebol, sim senhor, que gosta da vibração, do calor e da euforia de um jogo, pois com certeza, que gosta de ver 22 belos traseiros a correr durante hora e meia, está claro, nunca perdeu o sono ou o tino por causa de futebol. Nunca fiquei chateada, nunca fiquei por aí além desiludida, nunca coisa nenhuma só porque uma equipa deixava as coisas escaparem por entre os dedos.

Neste sábado, porém, foi diferente; estava lá tudo, estava quase, estava tão perto... Tínhamos o peito cheio de esperança, a barriga cheia de borboletas e o Benfica, essa grande instituição, voltaria aos seus velhos dias de glória, principalmente, frente a uma equipa de ... de gente tolinha, para ser simpática.

Nisto, enchem-se todos de cagaço, jogam a tremelicar, marcam um golinho e tal e depois jogam para o empate, como o Albarraque jogaria com o Almada. Não interessava, estava tão perto...

E, no fim, vem aquela ave rara, de crista em riste, pelo campo fora e marca uma merda dum golo a uma merda de um guarda-redes, que nem viu a merda da bola, a uma merda de dois minutos do apito final.

E o mundo caiu. Congelou. Silenciou-se.

Um silêncio sepulcral instalou-se no fundo do ouvido e ainda agora lança um zumbido que enche a cabeça toda.

A nossa glória esfumou-se como uma ilusão. Rebentou como uma bolha de sabão.

Neste sábado, pela primeira vez, deixei cair uma lágrima por causa do futebol.
Apeteceu-me esborrachar o focinho àquele gaiato de crista ranhosa, apeteceu-me gritar até desfazer as cordas vocais, apeteceu-me deitar gasolina àquele estádio e vê-los morrer a todos naquele momento.

No dia seguinte, ainda conseguia sentir o peso do silêncio nos ouvidos.
Por todo o lado, o tema de conversa era sempre o mesmo; estava tudo incrédulo.

Esperava-se um jogo difícil mas nunca com um desfecho destes.
Esperava-se uma coisa mais bem feita, numa época que até tinha corrido bem.
Esperava-se, sobretudo, um jogo sem desaires de azar.

Foda-se mais a isto, que uma imagem vale por mim palavras:

Entretanto, Ressuscitei

Pareço padecer de uma qualquer maleita que me faz deixar de viver em momentos de avaliação ou preparação para a mesma.
Já não me lembrava de como era abrir o blogger...
Tristeza...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

I'll Be Back

Este tasco anda bem chungoso e desleixado, mas prometo que volto.

domingo, 28 de abril de 2013

Inesquecível

Com um vergonhoso atraso, não podia deixar de referenciar o maravilhoso evento do passado dia 16 de Abril, no Pavilhão Atlântico.
Falo, obviamente, de Rammstein.
Os meus velhos e queridos amigos regressaram a este país para um concerto memorável e digno de nota.
Um pouco mais velhos, não descuraram na apresentação do seu grandioso espectáculo. Till Lindemann, agora com um cabelinho louro platinado sinistro, continua com uma voz digna de nota, a música continua a tocar até às alturas, continua a tocar fundo nos corações daqueles que os ouvem há anos.
Adorei rever os meus velhos, velhos amigos, que tocam ininterruptamente com uma única palavras e que no fim, se ajoelham em agradecimento ao um público ao rubro e sedento por mais, num concerto magnífico que não perdia nada em ser um nadinha mais comprido.
Boa escolha de músicas, a fazer lembrar os velhos tempos, e com as novas melodias a recordar que estes cotas ainda têm tudo para dar, apesar de lhes ter dado na veneta a ideia da reforma.
Momentos únicos ocorreram no Pavilhão Atlântico. Os mesmos de 2004, de 2009 e de 2010, no Rock in Rio.

Espero vivê-los de novo. Pelo menos, só mais uma vez.

sábado, 27 de abril de 2013

Cá no Sul

Viver aqui vale a pena.
Mesmo.
Uma pessoa vai almoçar sushi e ainda traz jantar. Para dois.

Cinema LXXXVIX

Encantador e divertido.
Muito bom.
É francês e está tudo dito.

Cinema LXXXVIII

Engraçadinho e levezinho, com muito humor e razoáveis interpretações.
Exceptuando o final, que é pobre e previsível.
Tirando isso, está benzinho.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Revolução Sulista

Uma das (muitas, é verdade) coisas boas de se morar na Margem Sul é que aqui o 25 de Abril é uma festa a sério.

Aqui, ninguém se limita a ficar  em casa só porque é feriado e ninguém tem de ir trabalhar, ninguém se limita a ouvir o Grândola Vila Morena ou a ver as cerimónias comemorativas na televisão.

Aqui, as pessoas jantam a correr para vir para a rua ver os concertos, comer uma fartura, ver o fogo de artifício. Aqui, as pessoas trazem a família toda para ver as luzes e ouvir a música.

Aqui, corta-se o trânsito de metade da cidade para que não haja carros perto do espectáculo, e os mitras e mitrinhas vão de metro ver o Sérgio Godinho e o Boss AC, ou amontoam-se num autocarro qualquer para chegar a horas.

Aqui, as pessoas trauteiam as músicas que sabem de cor e ficam à espera de, no fim, mesmo antes do fogo de artifício, ver todos os vereadores da Câmara Municipal subir ao palco e, principalmente, esperam para ouvir o discurso da sua querida Presidente da Câmara, que fez um discurso verdadeiramente revolucionário, apelando ao Povo para sair à rua e revoltar-se de novo.

Porém, a senhora Presidente, que é muito simpática e tem um discurso amorosamente comunista, não obstante a sua voz horrível, demorou tanto tempo a apelar à Revolta Popular que o Povão começou a fartar-se e vá de assobiar forte e feio, enquanto lhe fazia manguitos.

Tudo porque o Seixal, essa terra mesmo ao lado do Arco Ribeirinho do Tejo (as coisas que eu sei...) lançou o fogo de artifício para o ar religiosamente à meia-noite, coisa que se via da praça, o que não pode ser, Almada é que é A cidade da Margem Sul, não pode ficar atrás de coisa alguma.

Aqui, o pessoal gosta da Festa dos Cravos. Sai à rua, contente, e volta para casa feliz porque viu uma coisa diferente. Aqui, aliás, é sempre diferente.

Bom 25 de Abril para todos.

Inferno

Inferno é esta puta desta semana nunca mais chegar ao fim.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Era Já, a sério que Sim!

Mossad a recrutar.

Juro que fui à procura da porra da aplicação para mandar o curriculum, mas não encontrei.

Vi uma no site, mas não sei se posso confiar bem naquilo. E se não passa de um engodo para apanhar terroristas? Ainda me confundem com um inimigo do estado e me enfiam num buraco escuro...

Mas que tinha uma pinta descomunal, lá isso tinha...

terça-feira, 16 de abril de 2013

É Hoje!

Semana agitada como o raio...
Pareço um batido, é o que é.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

A Modos Que...

... até gostava deste tempo se estivessemos em Setembro ou Outubro e pelo ar pairasse aquele cheirinho bom de castanhas assadas e lenha a arder.
É sempre bom sentir aqueles arrepios de frio na pele enquanto se caminha na rua, de guarda-chuva aberto, já a pensar no Pão-por-Deus ou no Natal.

Ora, já estamos em Abril... A Primavera chegou, mas entrou logo a seguir de baixa, deixando-nos com esta treta de intempérie.
Até a minha pessoa, um ser esquisito que aprecia o Inverno, já está mais que farta desta porcaria de tempo, onde tudo é molhado, enlameado e húmido. Onde tudo é uma merda, basicamente.

Porra, ó São Pedro, pá! Já não chega?!

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cinema LXXXVII

Divertido, leve, com grandes actores (ai, o Alan Rickman, o Alan Rickman...) e argumento surpreendente.
Muito bom, vale a pena!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Dama de Ferro

1925 - 2013

Duas ou Três Notas sobre os Últimos Quatro ou Cinco Dias

- O senhor Primeiro-Ministro devia lavar a sua ilustre boquinha da próxima vez que lhe der na veneta culpabilizar o Tribunal Constitucional pela crise que corre por esse país fora. Não são aqueles que o impedem de pôr em prática normas que violam a Lei Fundamental que têm culpa da sua incompetência, sabe? Eles até o estão a ajudar; se fosse comigo, dava-lhe com a inconstitucionalidade pelas trombas abaixo. Eles até foram fofinhos. E V.Exa. nunca ouvir falar na irresponsabilidade dos Tribunais? Aplica-se aqui, seu projecto de político. Tenha mas é vergonha e vá mas é trabalhar que há por aí muita terra por cavar.

- Outra nota, senhor Primeiro-Ministro: topa-se à légua que V.Exa. pintou o cabelo. Ou julgava que passava despercebido?

- O PS é a desilusão em forma de partido político... Não sabia que o secretário geral tinha primeiro que ir perguntar aos outros o que deveria dizer antes de se pronunciar sobre as declarações do Primeiro-Ministro. É uma pena, mas aquele Seguro não sabe o que anda a fazer, sendo a maior nulidade política a seguir àquele Cavaco-das-dúzias que anda por aí. Não há ninguém capaz que lhe tome o lugar?

- O Ti' Sócras a dar uma lição de como fazer oposição em Portugal foi bonito de se ver. Qual Marcelo, qual Marques Mendes, qual qualquer outro reaccionário que ande por aí a fazer comentário político... Forte, acutilante e abrutalhado. Muito bem.

E era só isto.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Nonsense Talking XXXVI

- Não me mande as coisas para o e-mail! Ponha-mas em cima da mesa para eu poder ver!


- Não me ponha as coisas em cima da mesa, que fico todo atafulhado! Mande-mas para o e-mail!



É hoje que lhe vou às trombas.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

É do Ar da Serra, Pá!



Antes de sermos advogados, somos todos, com toda a certeza, sem sombra de dúvida, inevitável e irremediavelmente, uma cambada de mitras.
E gulosos. E um bocadinho sebosos, também.

Naquela casa não pode haver um cheirinho a queijo, chouriço e pão quentinho que tem tudo que largar o que está a fazer e ir provar.

E passa-me aí a broa, e chega-me aí uma cerveja, e não comas o último bocado da chouriça que também quero, e ir trabalhar que é bom, nada.

Antes de sermos advogados, somos portugueses. E, como tal, damos o rabo e oito tostões para não ter que trabalhar. Se não tivermos que trabalhar e pudermos comer que nem abades no meio do horário de expediente, melhor ainda.

Porque somos todos filhos daquela terra. Mitras que dói.

terça-feira, 2 de abril de 2013

O Mote de Hoje É: Não Me Apetece Trabalhar

19 Dias

Estou a chegar ao fim da linha que marca a passagem de gente pequenina para gente crescida.



E estou lixada.

Coisas Que Vejo Por Aí # 11

Foi uma maravilha!
Podia, é verdade, ter sido mais original; acabou por ser um medley dos melhores momentos dos três filmes, com algumas alterações e pontos de ligeira originalidade.
Porém, aqueles quatro, ao vivo, conseguem superar-se e mostrar a causa da sua popularidade.
Risos do princípio ao fim, uma promessa cumprida.
Destaque para Jorge Neto e a sua eterna personagem do Rato, pela capacidade de improviso e profissionalismo.
Muito bom.

domingo, 31 de março de 2013

quarta-feira, 27 de março de 2013

Ca Porra Esta

E estamos quase na Páscoa e vêm aí tantas amêndoas, e tantos ovos, e tanto cabritinho no forno e tanta comida boa, que o tamanho do meu traseiro vai parecer a parte de trás de um desastre.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Cinema LXXXVI

As interpretações, exceptuando a de Mélanie Laurent, que pensa que está na França e não em Portugal, estão francamente boas, mas o argumento é fraquinho e cheio de arrepiantes falhas históricas.
Podia o enredo estar melhor explicado e as personagens portuguesas serem, de facto, interpretadas por portugueses, em vez de gente parva a arranhar a língua mãe como se não houvesse amanhã.
Mais ou menos.

sexta-feira, 22 de março de 2013

É Para Almoçar, Por Favor

Acho piada a esta gente, a sério que acho.

Tanta barafunda, e petições e o caraças para não deixar o Sócrates ser comentador político e esquecem-se que o país está à beira do colapso por causa daqueles que lá estão agora e não dos outros que já sairam há não sei quanto tempo.

Tanta confusão, e indignação e o caralho para que o Abominável Sócrates não seja comentador na RTP e esquecem-se, que é uma coisa que acontece bastante neste país, o esquecimento, de que há bem pouco tempo também houve uma data de parvalhões que se zangaram muito por não deixarem falar o Relvas, que era atentado à liberdade de expressão e o catano... Agora não é, querem ver?

Tanta celeuma, e bocas e circulação de e-mails furiosos contra o Sócras e mais a merda, e ninguém vê que o Gaspar não sabe fazer contas, que erra todas as previsões e que afunda o Estado Social.
E perdem tempo com estas coisas? A sério?!

Creio piamente que esta gente tem a classe política que merece.
Com memória curta, mentalidade instruída pelo Correio da Manhã e vistas tendenciosas, é natural que façam uma tempestada num copo de água por causa de um político que resolve regressar e deixem passar o que realmente importa.

Também é cómico; não vi tanta guerra quando o Cavaco Silva regressou à vida pública... que , só por acaso, é o grande responsável pela maior catástrofe das contas públicas desde o 25 de Abril de 1974...
Já para não façar de tantos outros políticos da tanga que regressam das cinzas como se nada fosse e que mantêm a sua aparência de seriedade...

Engraçado, no mínimo...

De Molho

O melhor de se estar doente, se é que pode ter alguma coisa positiva, é o facto de se estar deitada um dia inteiro, sem vontade para fazer o que quer que seja e ainda ser apaparicada por toda a gente.

Quando se está normal, leva-se um bilhete para o raio que te parta.

É giro.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Leituras LXXIII

Espectacular do princípio ao fim.
Escrita estruturada, cómica, fluída, maravilhosa.
Uma verdadeira obra prima.
Muito bom!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Qu'é Esta Merda, Bino?



Pois que dia 30 lá estarei.

Cinema LXXXV

Grandes sustos que um incauto espectador apanha a ver este filme.
Grande qualidade.
Muito bom.

terça-feira, 12 de março de 2013

Da Merda do Sistema Judicial Que Me F*de Todos os Dias

Hoje aprendi que numa cumulação de execução (com outra já existente, evidentemente) não é devida taxa de justiça. Isto porque não estamos, na prática, perante um processo novo, o impulso processual já está dado, pelo que o pagamento de um novo emolumento é indevido.

Por outro lado, em sede de cumulação de execução já se deverá pagar a provisão da fase 1 ao Agente de Execução, logo a seguir à entrada do requerimento executivo.
Isto porque estamos, na prática, perante um processo novo que se inicia, pelo que, assim que o processo inicia a sua marcha e o Agente de Execução tem nele a sua intervenção, deve o mesmo ser ressarcido nos seus honorários.






Alguém não tão estúpido como eu faça o favor de me explicar em que é que isto faz sentido.

Leituras LXXII

Confesso que tinha expectativas muito elevadas quanto a esta obra, quer pelo alarido jornalístico à volta do seu lançamento, quer pelo facto de J.K. Rowling ser a autora da minha saga preferida.
Esperava qualquer coisa de extraordinário, porém num registo diferente da fantasia a que dez anos de Harry Potter me habituaram. Esperava ver Rowling a escrever para adultos tão magnificamente como escrevia para jovens. Esperava ver o que de mais tinha para oferecer para além de um mundo inventado.

Não me desiludi.
A crueza das palavras e das descrições só encontra o seu igual com a capacidade que a autora tem de cativar e prender o leitor à volta da história, à partida sem nada de especial, dos habitantes de uma minúscula povoação no interior de Inglaterra.
Este não é, como li algures, um manifesto socialista da classe média; é o descrever brutal das mentalidades pequeninas e mirradas dos pequenos seres humanos que não aspiram a mais nada do que não seja prejudicar os seus pares. Esta é a história de pessoas comuns, sem heróis, sem perfeições, sem santidade. São só pessoas, podres, cruéis, maldosas, incapazes de um acto de bondade espontaneo. Como todos os seres humanos.
Uma história que, sem nada de especial, toca profundamente nas consciências e abana as mentalidades mais enraizadas.

Uma viragem na carreira de Rowling que, espero, continue na sua senda de escrever para adultos.
Um dos melhores livros que tive o privilégio de ler.
Excelente.

Ai as Idades Parvas, as Idades Parvas ...

Vi no telejornal, a propósito do concerto do Justin Bieber no Pavilhão Atlântico, uma moçoila nos seus 13 ou 14 anos com nada mais nada menos que seis tatuagens deste artista.

Receando ter ouvido mal, fui fazer uma pequena pesquisa por essa web fora. Encontrei mais do que estava à espera.

Percebo perfeitamente as pancadas com ídolos na adolescência. A sério que sim. Também as tive. Backstreet Boys, a onda gigantesca de mitrice e pimbalhada em forma de 5 marmanjos com caras de parvos e corpos de sonho, e está tudo dito.

 E depois vieram outras. Não de música pimba, claro. Uma delas nunca me passou, até aos dias de hoje. Percebo o que é uma pessoa que, ainda por cima, nestas idades, em que tudo tem uma importância multiplicada, querer ir ver o seu artista de eleição, a electricidade a correr pelo corpo, a ansiedade de ver o seu deus pessoal por perto. É impagável.

Até percebo a vontade de tatuar os nomes dos ídolos no corpinho.
Eu própria, se me deixassem naquela altura, também tinha pintado nas trombas RAMMSTEIN em letras garrafais.
Mas o 'problema' é que vivia com mais duas pessoas que não acharam graça nenhuma ao facto de terem uma filha com letras tatuadas na testa. Na testa ou em qualquer lado, a bem da verdade.

E, novamente em abono da verdade, e ainda continuando a amar a banda, não sei qual seria a graça de ter o nome de uma banda no corpinho; imagine-se que, de hoje para amanhã, lhes dava uma coisinha má na carapuça e começavam a fazer música foleira?! Andaria eu na rua com o corpo ao léu para toda a gente ler uma tatuagem em homenagem a uma banda pirosa?! F*da-se! Já para não falar do facto de os gostos musicais mudarem com a idade, mas isso é um pormenorzeco da treta.

A minha pergunta é só uma: onde estão os pais desta miúda? Onde estavam quando a deixaram fazer este disparate?
Daqui a uns dois ou três anos vai-se arrepender amargamente daquilo que fez, é tão certo como como o Vitor Gaspar não saber a tabuada toda. E depois ... depois não há nada a fazer. Nem sequer a mãezinha para dizer 'eu bem te avisei', porque, com toda a probabilidade, foi a mãezinha (ou paizinho) que estavam com ela quando as seis desgraças aconteceram.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Todos os Dias são Bons para Fazer Anos



E receber pusentes.
A capacidade que a minha pessoa tem de passar do clássico à labreguice completa é atroz. Este é só um reles e miserável exemplo.
Não consigo decidir qual é o meu preferido.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Hugo Chávez

Parece que, coitado, já lá está à minha espera.
No entanto, tenho a impressão que o senhor não era assim lá muito democrático. Digo eu, vá, que não sei nada de política.

Passaram-se Muito Bem, Obrigado

O Poder na Rua





Lisboa, 2 de Março de 2013