segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sim, Isto É Mesmo No Horário de Expediente

 
 
Será que é a isto que chamam advocacia tradicional?

Não há mesmo nada a fazer.
Em terra de mitras, sê mitra.
O pior dá-se quando já se é mitra de raiz...está o caldo entornado.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Porra Mais a Isto

Uma pessoa sobrevive a uma diligência de despejo no bairro da Cova da Moura para depois levar com gente de merda nas Conservatórias que recusa registos porque as cruzinhas não estão bem assinaladas.

Hoje, inaugurei uma moda que é simultaneamente uma profecia: qualquer dia, para além de perder a cédula profissional, ainda vou presa por injúrias.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Da Condição de Ser Ursa - Parte II

Fiquei muito contentinha ao verificar que o site oficial de Christian Louboutin tinha finalmente uma loja online que permite a encomenda e entrega em Portugal.

Depois lembrei-me que não tenho dinheiro para um par de chinelos daqueles e deixei-me logo de modas. E de merdas, também.

Reminiscências # 10

Às vezes, lembro-me daquela colega estouvada que tinha no básico que, na sua inocência, estava piamente crente que a sigla H&M (da loja) queria dizer, na verdade, Homem&Mulher.

Às vezes, lembro-me dela, a dizer isto com toda a convicção, naquela sua vozinha suave de gato.

Lembro-me dela e desta cena, nomeadamente, quando vou ao cabeleireiro e me estão a lavar a cabeça, aquele sítio privilegiado para rir sem nexo algum.

Porque, Aparentemente, Está na Moda...

Trabalhadores independentes do meu país, não vos esqueçais de entregar o anexo SS na vossa declaração de IRS.
É certo que serve para controlar os falsos recibos verdes, e que à nossa classe (tão bonito, lá se vai o meu Marxismo...) não interessa, mas parece que o Rabaça Gaspar fica muito chateado se não for entregue e até é capaz de mandar uma multazinha para deixarmos de ser engraçadinhos...

Da Condição de Ser Ursa

Até tinha algumas fotografias para mostrar dos últimos dias, das maravilhas de terras de Figueira da Foz e do lanche mitra (outro) da nossa casa jurídica, mas ou não sei onde estão os cabos para passar a merda das fotos ou, simplesmente, rebentei com elas.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Espero Que Tenham Ido Salvar Algum Gatinho...

Ó senhores Bombeiros Voluntários de Almada, expliquem-me lá uma coisa: qual é a lógica de andarem a bater à porta dos moradores altaneiros do prédio para poderem ir ao telhado fazer sabe-se-lá-o-quê, que nem explicaçõe se dá, é só entrar pela casa das pessoas dentro, quando já trazem aquele camião gigante com aquela escada gigante para poderem trepar pelas fachadas acima?

É gostar de chatear, não é?
É para ver se apanham alguém todo nu a ir à porta, não é?

Coisas Que Vejo Por Aí # 13



Grande presente oferecido!

Bati muitas palminhas e fiquei muito contentinha, mas depois lembrei-me que tenho exame daqui a nada e só os posso começar a ler lá para Agosto.

Arrumei-os, muito triste, na prateleira, e pensava nas aventuras que os meus heróis estariam a viver enquanto eu estaria fechada na biblioteca a fazer casos práticos e a artilhar os meu códigos com remissões e papelinhos coloridos....

Ainda sobre o Futebol

Isto está tão mau que até o Cardozo, que é um moço pacífico, se passou da carapuça.
Com o treinador, com os colegas, com tudo.

Creio estar na altura de se fazerem umas mudanças.
Para bem de todos os benfiquistas que prezam a sua sanidade mental.

Post sobre o Benfica - Vou Asneirar, Estão Avisados - Parte II

Depois de um fim-de-semana magnífico, eis que volto para me deparar com o descalabro total.

O que é que se passou no Jamor?
O que é que deu àquela gente?
O que é que andaram a fumar antes do jogo?

Anda tudo estúpido ou quê?
Perdemos tudo sem saber ler nem escrever. Tudo.
Tivemos tudo e não conseguimos atingir nada, absolutamente NADA, este ano.

Começo a ficar farta da merda do futebol. Só dá desgostos, só fazem merda e não trabalham nada.

Puta que vos pariu, caralho!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Me Voy

Para aqui, laurear as puvides, que também mereço.
Parece Miami, não?

Hasta!

Devia Estar a Trabalhar, Devia ...

Creio ter morrido e ido parar ao céu...
Compreendo hoje muitas coisas que até aqui foram um perfeito mistério, incide uma luz maravilhosa sobre aspectos antes obscuros e confusos.
Percebo, finalmente, a diferença entre a barateza e a coisa não tão barata, mas infinitamente melhor.

Farta de andar com as trombas ora cor-de-laranja, ora castanhas, ora às manchas, ora cheia de olheiras, cansada de andar constantemente a gastar dinheiro em bases duvidosas, que só eram apelativas pela (parca) cor ou pelo preço, decidi dar o passo em frente. Leia-se, abrir os cordões à bolsa e investir numa coisa como deve de ser.

Depois de muito lutar contra o capitalismo que impera nesta área, achei que devia confiar numa boa marca para responder às necessidades especiais da minha pele de papel. Investigado e pesquisando na web, encontrei uma marca com uma paleta
razoável em tons cadáver, conhecida pela qualidade dos produtos, pela variedade e pelo profissionalismo.

Hoje percebo porque é que tudo o que é make-up artist, ou especialista, ou blogger, ou simples interessados na matéria, escolhem sempre produtos da MAC e falam bem deles até dizer chega.
Percebo porque é que estão à frente de todos os outros produtores e fabricantes de maquilhagem.
É precisamente por saberem o que fazem e fazem-no, sem sombra de dúvida, melhor que ninguém.


A base é leve e suave, com toque de veludo, espalha-se maravilhosamente e tem uma cobertura fenomenal. Basta um pequena quantidade para cobrir o rosto inteiro - e não, isto não é publicidade enganosa, nem mentira, nem sequer exagero. Para maior cobertura, basta ir adicionando pequenas quantidades e ir construindo as camadas. Tão fácil que até a minha pessoa, o ser mais desastrado em trabalhos manuais, consegue fazer. E a cor, senhores, a cor...Toda uma variedade de tons cor de cu, senhores, mesmo adequado à minha fronha... E não semeia nenhuma alergia do tamanho do Quénia na cara (na minha cara, melhor dizendo, que sou ao contrário dos outros), o que só pode ser um ponto a favor.

Também o corrector é bom demais para ser verdade. A textura é leve e fina, muito menos pastosa que o Erase Paste da Benefit, espalha-se melhor, adapta-se melhor ao rosto, esbate-se maravilhosamente. É necessário referir que o corrector só serve para cobrir as borbulhas estúpidas e mais inflamadas que o Estádio da Luz em dia de jogo, porque a base é tão boa que cobre boa parte das olheiras e outras imperfeições menores.



Nem tudo é perfeito, obviamente.

O preço de cada item da MAC dava para dar de comer a uma família inteira de 4 ou 5 pessoas durante uma semana.
O dispensador do pote da base (que permite uma poupança substancial do produto) tem de ser comprado à parte.
A base tem um ligeiro cheiro a diluente, que se desvanece rapidamente, é certo, mas que fica o tempo suficiente para fazer uma pessoa pensar na composição química da coisa.
O corrector é um tanto ou quanto preguiçoso e teima em não querer largar a embalagem.



Percebo, finalmente, aquele dizer brasileiro: Não há mulher feia, há mulher pobre. Com a MAC, isso é uma realidade. Mas tem o resto a compensar.
Muito bom.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Da Desgraça Compulsiva

Perco a conta às toneladas diárias que consumo deste produto maravilhoso denominado rebuçados de mentol.
Tudo porque o meu patrono, que pode ter muitos defeitos, mas nunca quer que me falte nada, comprou-me uma saca de 5kg disto.
Ou isso ou é uma manobra subtil para ver se me dá alguma canageira...

terça-feira, 21 de maio de 2013

Das Lições Aprendidas

Os meus Progenitores e a minha santa Avó ensinaram-me as regras básicas da boa educação.

Entre elas consta a norma de não trocar os presentes que nos oferecem, a não ser em último caso, como seja, tamanhos errados ou itens iguais. Nos restantes casos, fazer boa cara, agradecer e mostrar um sorriso. Mesmo que nos estejam a oferecer um cão de loiça. Ou qualquer outra peça igualmente hedionda.

Não me recordo de ter algum vez dito a alguém que não gostava de um presente. Arranjei sempre utilidade para tudo o que me deram até hoje, e quando não gosto, invento.

Isto porque a troca por uma outra qualquer coisa ofende quem nos oferta objectos, que perdeu o seu tempo e o seu dinheiro a comprar-nos um presente, que pensou em nós, que gostou de comprar uma prenda para um evento especial.

Ouvir é giro, mas não uso isto equivale dizer isto é uma merda, não gosto disto e equivale igualmente a levar com uma marreta de 20 kg na cabeça.

Para além de ser uma tremenda duma má educação.

Porém, como no que à má educação diz respeito, não sou o melhor exemplo - atente-se na tonelada de asneiras que vagueiam alegremente por este blog - fica uma lição para a posteridade: pessoas as há que estão, a partir de hoje, automaticamente excluídas das listas de aquisições de presentes.

Só Para Profissionais do Foro

Porquê, senhores, PORQUÊ reclamar créditos numa outra execução, que tem uma penhora anterior?

É porque se ficou muito ofendido por terem chegado primeiro?
É por despeito por ter havido sustação?
É porque não há mais o que fazer?

Foda-se. Para isto e para mim.

Das Coisas Quotidianas

Os patrões são aquela sub-estirpe de seres humanos que nunca ficam doentes, nunca ficam presos no trânsito, nunca têm um ataque qualquer, nunca são atropelados, nunca arranjam maneira de desaparecer, mesmo que momentaneamente.

Anda sempre por perto.
Sempre.

E quando não estão, estão presentes em espírito, para aumentar o suspense da coisa.

Porque mesmo quando as baterias estão apontadas para outro lado, há sempre um ou outro cartuxo que ressalta e bate na testa do incauto espectador.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Apetece-me Grandemente Ser Porca # 29

Confesso: nunca fui grande adepta da Ana Moura. Sempre achei que, aliada à boa voz, tinha ali toneladas de vaidade, arrogância e um toque de snobismo.

Mas enfim, que a moça leva o nome do nosso país além fronteiras e a isso só se pode dar valor.


Porém, coisas as há que ultrapassam os limites da parvoíce.

Ontem, na entrega dos Globos de Ouro, esta rapariga fez uma figurinha um tanto ou quanto de estúpida.

A música Desfado ganhou na categoria de melhor música do ano (ou qualquer coisa que o valha) e a intérprete foi chamada ao palco, juntamente com o compositor, para receberem o prémio.

Vai daí e Ana Moura não se contém, e começa a falar desalmadamente, a agradecer em todas as direcções, ao pai, à mãe, ao canário, ao peixinho dourado, ao melhor amigo, ao segundo melhor amigo (esta foi de mestre), à avózinha, sem nunca se calar, sem ninguém lhe ter dado a palavra, enquanto sacudia o cabelo e batia pestanas.

Parecia que tinha ganho um Oscar. Não estava muito diferente da postura que José Castelo Branco costuma ter. Enquanto isso, agarrava a mão do Pedro da Silva Martins, o autor da música, como uma tenaz, gesticulando sem parar. O homem, coitado, bem tentava soltar-se, coçava o nariz, mexia no cabelo com a mão que lhe restava, visivelmente nervoso e embaraçado. Nem o deixou falar.

Desculpai a minha ignorância, mas porque raio é que a intérprete roubou o mérito ao autor material da música num momento de glória? A sede de protagonismo é tanta que nem se dá pela figura triste que se faz?


Ou isso, ou o Pedro da Silva Martins é uma brasa à qual acho imensa piada e fiquei com uma certa pena do moço, que é muito talentoso e só lhe dá para escrever músicas para gente totó.

Metem um Bocadinho de Nojo, Vá...





E o Benfica, na primeira parte, a perder em casa com o Moreirense, também...

Cinema XCII

Não está mal, mas não está extraordinário.
Tem boas interpretações, mas nada de especial; talvez as personagens não sejam por aí além desafiantes, mas os actores são de excelência.
Acaba por ser uma história um tanto ou quanto maricas com demasiados efeitos de luz e cor.
Razoável, vá.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Parafrasear Não é Plágio

... por enquanto.

Isto era exactamente o que queria escrever, neste exacto momento.

Esta ilustre Senhora não raras vezes escreve coisas do mais acertado possível.

A ela, um grande obrigado.