Estou frequentemente a esquecer-me que este mês é altura de preencher aquelas declaraçõezinhas sinistras, cheias de cruzinhas e anexos foleiros.
Ainda tenho aquela Raçaba das Couves a bater-me à porta...
Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Post sobre o Benfica - Vou Asneirar, Estão Avisados!
Rai's partam mais à puta que pariu esta merda toda!
Está tudo parvo?
Outra vez à merda dos 92 minutos deixam entrar um golo?! Mas anda tudo a dormir na forma ou quê?
Vitória moral, my ass!
Fomos melhores que o Chelsea, fomos superiores, blá, blá, blá...
Porra para isto, caraças!
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Recta Final
Esperei tanto tempo por nesta época que, agora que está mesmo por cima da minha cabeça a terrível espada da avaliação, ainda não acredito que está mesmo na hora.
Ou isso, ou não devia beber durante o horário de expediente...
Ou isso, ou não devia beber durante o horário de expediente...
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O Direito tornou-me inimputável
Ca Medo, Pá!
Lembrei-me de uma coisa...
É impressão minha ou o coiso do filme Sinister tem uma camisinha cor-de-rosinha paneleira?
É impressão minha ou o coiso do filme Sinister tem uma camisinha cor-de-rosinha paneleira?
Nada a Fazer XVI
Nada, mesmo.
Mesmo nada.
A perfeição em forma de gente. Inglês, como não podia deixar de ser.
Ai, os gadelhudos...
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Benfeitorias Voluptuárias
Das Bases de Qualquer Coisa
É um tom de merda.
É impossível arranjar uma base de tom claro nos supermercados.
Vá-se lá saber porquê, todas as marcas têm um Ivory (tom neutro) diferente, pelo que já perdi a conta às bases que comprei e que não uso porque fico com as trombas cor de laranja.
Já para não falar naquelas que me fazem crescer alhos-porros na testa...
Nem sequer menciono que me custa tanto dar € 30 ou mais por uma base como pagar impostos, pelo que as minhas escolhas ficam substancialmente reduzidas neste campo.
Talvez seja melhor sair à rua como acordo; ao menos, não haveria ninguém a chatear-me, tamanha a repelência que provocaria.
Para Inimputável...
Ando constantemente a remoer nas coisas que tenho a impressão que deixei mal feitas nos relatórios da Ordem.
Não tenho mais nada que fazer, é oficial.
Não tenho mais nada que fazer, é oficial.
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O Direito tornou-me inimputável
Cavaco Silva, o Presidente Santo
Já nem vale a pena dizer nada.
Ainda pensei indignar-me, dizer um chorrilho de palavrões, revoltar-me e escrever uma carta ao dito senhor a dizer-lhe umas quantas.
Mas não.
Não iria mudar nada e ainda iria presa; logo eu, que não posso ter cadastro.
Acho só muito triste termos um Presidente da República que, para além de beato, não sabe o que anda a fazer neste mundo...
Ainda pensei indignar-me, dizer um chorrilho de palavrões, revoltar-me e escrever uma carta ao dito senhor a dizer-lhe umas quantas.
Mas não.
Não iria mudar nada e ainda iria presa; logo eu, que não posso ter cadastro.
Acho só muito triste termos um Presidente da República que, para além de beato, não sabe o que anda a fazer neste mundo...
Coisas Que Vejo Por Aí # 12
Sem ser nada de especial, prega sustos que nunca mais acabam.
Sem ter muita originalidade, o efeito visual é tremendo.
Recomendável.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Bolas...
Estava tão descansadinha, depois de ter entregue todas as minhas tralhas do estágio, e já me vêm chatear com a merda da data do exame...
Cinema XC
Impressionante e surpreendente.
Boas interpretações (exceptuando, talvez, Miss Dawson), bom argumento, uma espécie de boa variante do Inception.
E tem o Mr. McAvoy, que é sempre uma alegria para os olhos.
Muito bom!
Pensamento do Dia
Ser desiludido é assim a modos que parecido com ter prisão de ventre.
Desconfortável comó caraças e ocupa insistentemente os pensamentos quando se deveria estar a trabalhar.
Desconfortável comó caraças e ocupa insistentemente os pensamentos quando se deveria estar a trabalhar.
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Posição Doutrinária
segunda-feira, 13 de maio de 2013
A Coisa de se Ter Amor a um Clube
No meio de tanta papelada, tanto duplicado, requerimento, substabelecimento e relatório, o meu Benfas foi às Antas ou ao Dragão (que para efeitos deste post é a mesma coisa) perder o campeonato, da forma mais merdosa e azarenta possível.
A minha pessoa, que gosta de futebol, sim senhor, que gosta da vibração, do calor e da euforia de um jogo, pois com certeza, que gosta de ver 22 belos traseiros a correr durante hora e meia, está claro, nunca perdeu o sono ou o tino por causa de futebol. Nunca fiquei chateada, nunca fiquei por aí além desiludida, nunca coisa nenhuma só porque uma equipa deixava as coisas escaparem por entre os dedos.
Neste sábado, porém, foi diferente; estava lá tudo, estava quase, estava tão perto... Tínhamos o peito cheio de esperança, a barriga cheia de borboletas e o Benfica, essa grande instituição, voltaria aos seus velhos dias de glória, principalmente, frente a uma equipa de ... de gente tolinha, para ser simpática.
Nisto, enchem-se todos de cagaço, jogam a tremelicar, marcam um golinho e tal e depois jogam para o empate, como o Albarraque jogaria com o Almada. Não interessava, estava tão perto...
E, no fim, vem aquela ave rara, de crista em riste, pelo campo fora e marca uma merda dum golo a uma merda de um guarda-redes, que nem viu a merda da bola, a uma merda de dois minutos do apito final.
E o mundo caiu. Congelou. Silenciou-se.
Um silêncio sepulcral instalou-se no fundo do ouvido e ainda agora lança um zumbido que enche a cabeça toda.
A nossa glória esfumou-se como uma ilusão. Rebentou como uma bolha de sabão.
Neste sábado, pela primeira vez, deixei cair uma lágrima por causa do futebol.
A minha pessoa, que gosta de futebol, sim senhor, que gosta da vibração, do calor e da euforia de um jogo, pois com certeza, que gosta de ver 22 belos traseiros a correr durante hora e meia, está claro, nunca perdeu o sono ou o tino por causa de futebol. Nunca fiquei chateada, nunca fiquei por aí além desiludida, nunca coisa nenhuma só porque uma equipa deixava as coisas escaparem por entre os dedos.
Neste sábado, porém, foi diferente; estava lá tudo, estava quase, estava tão perto... Tínhamos o peito cheio de esperança, a barriga cheia de borboletas e o Benfica, essa grande instituição, voltaria aos seus velhos dias de glória, principalmente, frente a uma equipa de ... de gente tolinha, para ser simpática.
Nisto, enchem-se todos de cagaço, jogam a tremelicar, marcam um golinho e tal e depois jogam para o empate, como o Albarraque jogaria com o Almada. Não interessava, estava tão perto...
E, no fim, vem aquela ave rara, de crista em riste, pelo campo fora e marca uma merda dum golo a uma merda de um guarda-redes, que nem viu a merda da bola, a uma merda de dois minutos do apito final.
E o mundo caiu. Congelou. Silenciou-se.
Um silêncio sepulcral instalou-se no fundo do ouvido e ainda agora lança um zumbido que enche a cabeça toda.
A nossa glória esfumou-se como uma ilusão. Rebentou como uma bolha de sabão.
Neste sábado, pela primeira vez, deixei cair uma lágrima por causa do futebol.
Apeteceu-me esborrachar o focinho àquele gaiato de crista ranhosa, apeteceu-me gritar até desfazer as cordas vocais, apeteceu-me deitar gasolina àquele estádio e vê-los morrer a todos naquele momento.
No dia seguinte, ainda conseguia sentir o peso do silêncio nos ouvidos.
Por todo o lado, o tema de conversa era sempre o mesmo; estava tudo incrédulo.
Esperava-se um jogo difícil mas nunca com um desfecho destes.
Esperava-se uma coisa mais bem feita, numa época que até tinha corrido bem.
Esperava-se, sobretudo, um jogo sem desaires de azar.
Foda-se mais a isto, que uma imagem vale por mim palavras:
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Posição Doutrinária
Entretanto, Ressuscitei
Pareço padecer de uma qualquer maleita que me faz deixar de viver em momentos de avaliação ou preparação para a mesma.
Já não me lembrava de como era abrir o blogger...
Tristeza...
Já não me lembrava de como era abrir o blogger...
Tristeza...
quinta-feira, 2 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
Inesquecível
Com um vergonhoso atraso, não podia deixar de referenciar o maravilhoso evento do passado dia 16 de Abril, no Pavilhão Atlântico.Falo, obviamente, de Rammstein.
Os meus velhos e queridos amigos regressaram a este país para um concerto memorável e digno de nota.
Um pouco mais velhos, não descuraram na apresentação do seu grandioso espectáculo. Till Lindemann, agora com um cabelinho louro platinado sinistro, continua com uma voz digna de nota, a música continua a tocar até às alturas, continua a tocar fundo nos corações daqueles que os ouvem há anos.
Adorei rever os meus velhos, velhos amigos, que tocam ininterruptamente com uma única palavras e que no fim, se ajoelham em agradecimento ao um público ao rubro e sedento por mais, num concerto magnífico que não perdia nada em ser um nadinha mais comprido.
Boa escolha de músicas, a fazer lembrar os velhos tempos, e com as novas melodias a recordar que estes cotas ainda têm tudo para dar, apesar de lhes ter dado na veneta a ideia da reforma.Momentos únicos ocorreram no Pavilhão Atlântico. Os mesmos de 2004, de 2009 e de 2010, no Rock in Rio.
Espero vivê-los de novo. Pelo menos, só mais uma vez.
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Comentário Jurídico da Latrina
sábado, 27 de abril de 2013
Cinema LXXXVIII
Engraçadinho e levezinho, com muito humor e razoáveis interpretações.
Exceptuando o final, que é pobre e previsível.
Tirando isso, está benzinho.
Exceptuando o final, que é pobre e previsível.
Tirando isso, está benzinho.
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