Dos Incidentes, Pareceres e Vicissitudes várias. Porque "Quando a ralé se põe a pensar, está tudo perdido", lá dizia Voltaire...
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Se a Moda Pega ...
Chego à ilustre conclusão que o mundo anda doido. Ou, pelo menos, mais doido que o costume.
Para qualquer lado que me vire, está uma moça de esperanças.
Para qualquer sítio a que me desloque, está uma mulher grávida.
Em qualquer local observado, está uma gaja com a barriga inchada e um puto lá dentro.
Até no raio da blogosfera, anda tudo grávido!
A senhora minha mãe, então, anda louca com tanta ideia de miudagem a sair das entranhas de sua querida filha; não há um único dia que a senhora não me venha chatear com isto, de todas as formas possíveis e imaginárias, umas mais subtis, outras nem tanto.
Olha aqui este nome para bebé, não achas giro? Vi nos saldos uns sapatinhos de bebé, tão queridos... Convinha que te despachasses, filha, já não caminhas para nova. Não me dás um netinho, filha?
Nestas alturas, a minha pessoa perde a paciência com tanta conversa fofinha e começa automaticamente aos coices, em todas as direcções.
Apetece-me dar uma de Seguro e perguntar qual é a pressa?
Mas há alguma corrida a decorrer para quem tem filhos primeiro?
Não há por aí uma crise económica qualquer que trouxe a miséria e o desemprego?
Não há por aí umas coisas que se usam para não ter filhos?
Não há por aí uma cacadeira para enfiar uns chumbos nos cus das pessoas que passam a vida a evangelizar outras para fazerem bebés?
Apre, que é demais!
Para qualquer lado que me vire, está uma moça de esperanças.
Para qualquer sítio a que me desloque, está uma mulher grávida.
Em qualquer local observado, está uma gaja com a barriga inchada e um puto lá dentro.
Até no raio da blogosfera, anda tudo grávido!
A senhora minha mãe, então, anda louca com tanta ideia de miudagem a sair das entranhas de sua querida filha; não há um único dia que a senhora não me venha chatear com isto, de todas as formas possíveis e imaginárias, umas mais subtis, outras nem tanto.
Olha aqui este nome para bebé, não achas giro? Vi nos saldos uns sapatinhos de bebé, tão queridos... Convinha que te despachasses, filha, já não caminhas para nova. Não me dás um netinho, filha?
Nestas alturas, a minha pessoa perde a paciência com tanta conversa fofinha e começa automaticamente aos coices, em todas as direcções.
Apetece-me dar uma de Seguro e perguntar qual é a pressa?
Mas há alguma corrida a decorrer para quem tem filhos primeiro?
Não há por aí uma crise económica qualquer que trouxe a miséria e o desemprego?
Não há por aí umas coisas que se usam para não ter filhos?
Não há por aí uma cacadeira para enfiar uns chumbos nos cus das pessoas que passam a vida a evangelizar outras para fazerem bebés?
Apre, que é demais!
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Teorias do Homicídio Qualificado
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Leituras LXIX
Magnífico.
Muito melhor que a série, mais denso, mais pormenorizado, espectacular.
Venha o próximo volume.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Ilustres Considerações Sobre a Minha Ilustre Terra
a) Estarão por nascer funcionárias mais estúpidas, burras, mal-criadas, arrogantes, petulantes e frustradas que as da Conservatória do Registo Civil deste fim de mundo. São incapazes de exercer as suas funções e, nos poucos momentos em que o fazem, cometem erros brutais, não esquecendo do pormenor de tratarem toda a gente como escumalha.
b) Estarão por nascer homens mais rebarbados, tarados e idiotas do que os que passeiam alegremente nesta província do demónio. São incapazes de ver uma mulher na rua sem ir logo ao bolso sacar do piropo mais ordinário que encontram, sem deixar de dizer o típico "si'senhôra, é que era já".
c) Estarão por nascer pessoas que estacionem pior que as que por aqui passam. Não há ninguém nesta terra que saiba não deixar o carro no meio da estrada, que saiba não ocupar o espaço de três carros só com um, que saiba não estacionar na curva impedindo a passagem dos restantes. Ninguém.
Sujeito a adendas.
b) Estarão por nascer homens mais rebarbados, tarados e idiotas do que os que passeiam alegremente nesta província do demónio. São incapazes de ver uma mulher na rua sem ir logo ao bolso sacar do piropo mais ordinário que encontram, sem deixar de dizer o típico "si'senhôra, é que era já".
c) Estarão por nascer pessoas que estacionem pior que as que por aqui passam. Não há ninguém nesta terra que saiba não deixar o carro no meio da estrada, que saiba não ocupar o espaço de três carros só com um, que saiba não estacionar na curva impedindo a passagem dos restantes. Ninguém.
Sujeito a adendas.
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Posição Doutrinária
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Quem Manda Aqui Ainda Sou Eu
Porque simplesmente não me apetece que todas aquelas andorinha estúpidas e insípidas que um dia decidi deixar para trás saibam tanto da minha vida como eu.
Siga.
Siga.
E Digam Lá Que Não É Fofinho?
Devo ser a única pessoa à face da terra a quem a Mãe oferece presentinhos de Dia dos Namorados.
Para ti e para o D., diz ela, com um sorrisinho malandro.
Ainda não abri o embrulho mas a julgar pela malícia naquele olhar, não deve ser coisa boa...
Para ti e para o D., diz ela, com um sorrisinho malandro.
Ainda não abri o embrulho mas a julgar pela malícia naquele olhar, não deve ser coisa boa...
Coisas Que Vejo Por Aí # 10
Bom filme histórico-ficcional, com bons efeitos especiais e bons detalhes.
Escusado será dizer que Édgar Ramirez está muito bem, principalmente quanto está sem roupa.
Quer dizer, tem uma excelente interpretação, onde estava eu com a cabeça...Muito bom.
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Posição Doutrinária
Coisas Que Vejo Por Aí #9
Este é capaz de ter sido o pior filme de terror que alguma vez foi feito.
Enredo e argumento inexistentes, personagens completamente idiotas interpretadas por gente sem talento. Até a parte técnica é má; de vez em quando é possível vislumbrar a equipa de filmagens nas sombras e nos reflexos de espelhos, já para não falar nos microfones em cima das cabeças dos actores.
Mau demais para ser verdade.
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Posição Doutrinária
Cinema LXXXIV
Um filme sem nada de especial que se torna num grande filme graças às interpretações do seu extraordinário elenco.
Joaquim Phoenix no papel da sua carreira.Muito bom.
Uma Uzi Para a Mesa do Canto, Fáchavôr
Depois do Carnaval (não festejado), temo a chegada do dia mais lamechas do ano, em que tudo o que é pita estúpida vai andar por aí aos saltos e aos gritinhos, a postar aqueles posters foleiros no mural do Facebook e a cantarolar musiquinhas maricas até vomitarem os seus coraçõezinhos apaixonados.
Mas que merda esta.
Provavelmente nos restantes dias do ano nem ligam nenhuma a romantismos, mas como tudo faz o mesmo e os freis Nabiças desta vida andam aí e não morrem, há que levar com estas frustrações recalcadas.
O pior de tudo?
Contra isto, apenas batatas.
Mas que merda esta.
Provavelmente nos restantes dias do ano nem ligam nenhuma a romantismos, mas como tudo faz o mesmo e os freis Nabiças desta vida andam aí e não morrem, há que levar com estas frustrações recalcadas.
O pior de tudo?
Contra isto, apenas batatas.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Impressionante
Chega-se-me as 18h30 de uma reles sexta-feira e é ver-me logo sem vontade de trabalhar.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Nada a Fazer XV
Isto é de uma qualidade inexplicável.
Não creio que existam palavras suficientes para descrever tamanho fenómeno.
Não creio que existam palavras suficientes para descrever tamanho fenómeno.
É que este homem tem tudo, o cabelinho compridinho e pseudo-seboso, a barbinha mal aparada, o arzinho de I so don't care, ligeiramente chubby, o sorrisinho pepsodente, os pelinhos no peito, os olhinhos luminosos, ligeiramente sem nada de especial mas com uma magia envolvente que é qualquer coisa.
Às fatias, era o que era...
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Benfeitorias Voluptuárias
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Nonsense Talking XXXV
- Você enganou-se aqui a submeter isto.
- Não enganei nada, fiz pelos apontamentos que me deixou!
- Mas eu não escrevi isto assim!
- Escreveu, sim, Dr. Olhe aqui.
- ... Pois, mas aqui ao lado está aquilo que você não pôs!
- É um rabisco! Não percebo o que está aí escrito!
- Não interessa! Você só faz é merda!
- Só faço merda porque as instruções que me deu são uma merda.
Ou isto ou como acordei com o corpinho a pedir chuva e a implorar para ser despedida não tarda nada.
- Não enganei nada, fiz pelos apontamentos que me deixou!
- Mas eu não escrevi isto assim!
- Escreveu, sim, Dr. Olhe aqui.
- ... Pois, mas aqui ao lado está aquilo que você não pôs!
- É um rabisco! Não percebo o que está aí escrito!
- Não interessa! Você só faz é merda!
- Só faço merda porque as instruções que me deu são uma merda.
Ou isto ou como acordei com o corpinho a pedir chuva e a implorar para ser despedida não tarda nada.
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Piadas de Propriedade Privada
F*da-se Mais a Isto
Viajava eu na web, a ler notícias e a visitar os meus blogs de eleição, e eis que me deparo com uma previsão astrológica para o meu signo.
E dizia que eu era uma deusa e que este mês teria vontade de ser mãe.
Não percebi a ligação entre uma coisa e outra, mas enfim, quem sou eu para questionar os designios da fortuna...
Não dizia que me ia sair dinheiro, nem um emprego de não fazer um boi e ganhar uma fortuna, nem uma casa com piscina, nem uma viagem a Israel.
Não.
Encargos e ónus é o que me atiram para cima.
Pareço um reles prédio.
Só me falta cair-me uma penhora ...
E dizia que eu era uma deusa e que este mês teria vontade de ser mãe.
Não percebi a ligação entre uma coisa e outra, mas enfim, quem sou eu para questionar os designios da fortuna...
Não dizia que me ia sair dinheiro, nem um emprego de não fazer um boi e ganhar uma fortuna, nem uma casa com piscina, nem uma viagem a Israel.
Não.
Encargos e ónus é o que me atiram para cima.
Pareço um reles prédio.
Só me falta cair-me uma penhora ...
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Não É, de todo, Normal
A minha pessoa tem nas trombas uma alergia tão grande que já não é possível distinguir as pintas que causam comichão das sardas que herdei da progenitora.
Mesmo à Cara Podre
É que daqui a um mês e um mísero dia a minha pessoa, se não morrer entretanto engasgada no próprio veneno ou atropelada por um qualquer camião, fará anos e estava mesmo a apetecer umas coisinhas estas, caras como tudo, mas tão giras, tão giras, e que me haviam de ficar mesmo bem.
E era só isto.
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O Direito tornou-me inimputável
Ai a Porra - Volume Não-Sei-das-Quantas
Casas velhas têm isolamento deficiente, que leva a infiltrações, que levam ao aparecimento de humidades, que levam ao aparecimento de fungos nos tectos, que deixam as paredes todas pretas, que pedem tratamento de choque, que significa lixívia na sua forma pura a ser borrifada em grandes quantidades, que resulta lindamente mas que leva a que nos dias que se seguirão a esta odisseia o meu nariz não tem outro cheio entranhado que não seja ... lixívia.
Cinema LXXXIII
Dos melhores filmes históricos de todos os tempos.
Grande interpretação de Daniel Day-Lewis.
Fotografia e realização fora de série.
Muito, muito bom.
Leituras XVIII
No início, confesso que não achei gracinha nenhuma à história. Um tsunami, um naufrágio, dois jovens sozinhos numa ilha deserta.
A revirar os olhos, pensando que estava perante a versão escrita de Lagoa Azul, acabei por reconhecer que nada tem de proximidade com tal história; que é muito mais vívido, colorido e audaz que qualquer conto lamechas.
Só peca pela linguagem infantil, que é capaz de exasperar o mais paciente dos leitores.
Não está mal.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Cinema LXXXII
Exelente.
E é tudo resumido nesta palavra: excelente. Grande argumento, boas interpretações, história interessante, fotografia e realizacao fantásticas.
Espero que a realizadora volte a ganhar um Oscar com esta obra prima.
Muito bom.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 28
Tenho para mim que este senhor (Carlos Oliveira, agora ex-secretário de Estado da Inovação, o que quer que isso seja), para além de sobejamente sinistro e com um ar que lembra uma coisa saída de um outro mundo, usa base nas trombas. E pinta o cabelo. E arranja as sobrancelhas. E usa laca. Muita laca.
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Posição Doutrinária
Parece que anda um nuvem de enxofre a flutuar na atmosfera de Lisboa e arredores.
Bem me parecia.
Assim que meto um pé na rua vem-se-me logo um cheiro a peixe cozido de mais e enterrado logo a seguir.
Depois descobri que isso se descreve como cheiro a ovos podres.
Ah! Estou esclarecida.
E de onde vem esta pestilência?
Porquê?
O que aconteceu?
Ninguém sabe.
O mistério adensa-se.
Acho que um demónio qualquer sofre de flatulência.
Pelo menos no Supernatural era o que acontecia logo que se sentia o perfume do enxofre.
Bem me parecia.
Assim que meto um pé na rua vem-se-me logo um cheiro a peixe cozido de mais e enterrado logo a seguir.
Depois descobri que isso se descreve como cheiro a ovos podres.
Ah! Estou esclarecida.
E de onde vem esta pestilência?
Porquê?
O que aconteceu?
Ninguém sabe.
O mistério adensa-se.
Acho que um demónio qualquer sofre de flatulência.
Pelo menos no Supernatural era o que acontecia logo que se sentia o perfume do enxofre.
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O Direito tornou-me inimputável
Ai a Porra - Volume Não-Sei-das-Quantas
Gosto mesmo é daqueles senhorios armados em espertos que mandam cartinhas a aumentar a renda antes do primeiro ano de vigência do contrato que, quando levam na boca e percebem que esta merda não é uma mercearia e as coisas não se fazem à vontadinha do corpo, mandam de volta uma outra cartinha a pedir desculpas.
Grande cabrão.
Precisasses tu de trabalhar e estas porras já não se davam.
Grande cabrão.
Precisasses tu de trabalhar e estas porras já não se davam.
Cinema LXXXI
Brilhante, vívido, brutal, sangrento, magnífico.
Há poucos adjectivos apropriados ao génio de Tarantino.
Argumento fantástico, grandes interpretações, de onde se destaca a de Samuel L. Jackson, fotografia maravilhosa.
Oscar de Melhor Filme, por favor.
5 estrelas!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Queixume
Tuga que é tuga, e um tuga que se preze, atenção, nada de parvoíces, que isto é coisa séria, não consegue passar numa estrada com acidente ou obras ou polícia ou outro qualquer fenómeno do Entroncamento, sem, pelo menos, abrandar, pôr a cabecinha de fora e ficar a ver.
Ora, este simples acto de curiosidade causa grande embaraço no trânsito; as restantes pessoas que não têm curiosidade nenhuma e que têm pressa de chegar ao destino é que têm que levar com a pouca vergonha que é ser cuscuvilheiro.
Aposta-se que essas andorinhas que páram na estrada para ver o que está a acontecer não se sentem pessoas se não puderem ver para mais tarde relatar a ocorrência.
Imagina-se que deva ser o cúmulo da vergonha chegar a casa ou ao café onde estão os amigos e dizer: "Eh pá, havia um ganda acidente na estrada, fez cá um trânsito...". "Ai sim? Mas como é que foi o acidente?" "Ah não sei, não fiquei para ver" E é nesta parte que se abate uma ira divina e uma profunda vergonha sobre o sujeito que não ficou para ver que, consternado, se atira a um poço.
Ora, francamente, seus cabrões, não têm vergonha de ser uns empecilhos sociais e de prejudicarem a vida a toda a gente, principalmente, e ao contrário de V.Exas., àqueles que querem ir trabalhar?!
Vão ver se chove, sim?
Ora, este simples acto de curiosidade causa grande embaraço no trânsito; as restantes pessoas que não têm curiosidade nenhuma e que têm pressa de chegar ao destino é que têm que levar com a pouca vergonha que é ser cuscuvilheiro.
Aposta-se que essas andorinhas que páram na estrada para ver o que está a acontecer não se sentem pessoas se não puderem ver para mais tarde relatar a ocorrência.
Imagina-se que deva ser o cúmulo da vergonha chegar a casa ou ao café onde estão os amigos e dizer: "Eh pá, havia um ganda acidente na estrada, fez cá um trânsito...". "Ai sim? Mas como é que foi o acidente?" "Ah não sei, não fiquei para ver" E é nesta parte que se abate uma ira divina e uma profunda vergonha sobre o sujeito que não ficou para ver que, consternado, se atira a um poço.
Ora, francamente, seus cabrões, não têm vergonha de ser uns empecilhos sociais e de prejudicarem a vida a toda a gente, principalmente, e ao contrário de V.Exas., àqueles que querem ir trabalhar?!
Vão ver se chove, sim?
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Frio Janeiro
Tenho a impressão que este mês negro, tenebroso e desprovido de sentido vai durar para sempre.
Cinema LXXX
Extremamente vívido e comovente.
Hawkes tem uma interpretação extraordinária; pena não ter sido nomeado para os Oscars.
Muito, muito bom!
Hawkes tem uma interpretação extraordinária; pena não ter sido nomeado para os Oscars.
Muito, muito bom!
Leituras LXVIII
Escrita fluída a contar uma história interessante.
Porém, as descrições deixam muito a desejar e até os próprios diálogos gritam 'conto infantil'.
De terror, muito pouco.
Razoável, vá.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Leituras LXVII
Gosto muito da Philippa Gregory, mas se a tipa decide escrever assim para o resto da vida, sou bem capaz de lhe mandar um chuto nas traseiras.
Uma historiadora competentíssima, com um talento notável para a escrita a escrever como se lhe faltasse a metade esquerda do cérebro? Parece que está a contar uma história a idiotas!
A história até tem algum interesse, as personagens são engraçadas, mas a forma de descrição e a falta de contextualização são gritantes.
Fraquinho.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Ai a Porra - Volume Não-Sei-Das-Quantas
Odeio o meu senhorio, mas o cabrão está longe demais para lhe ir às trombas e a casa dele está extremamente bem decorada por mim para a partir toda, de maneiras que merda para isto.
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O Direito tornou-me inimputável
Irrito-me Solenemente a Mim Mesma
Os saldos, os saldinhos e os saldões nessas lojinhas de rua tradicional, todas elas invadidas pelos comerciantes de olhos em bico, chamam-me sempre a atenção.
Devo ser como as crianças, vejo coisinhas coloridas e toca logo de ir atrás.
Porém, e tal como as crianças, a facilidade com que me disperso é maior que a capacidade do Passos Coelho para afundar este país, por isso, quando entro numa dessas lojas e começo a ver coisas giras e coloridas por toda a parte, é certo e sabido que fico às voltas dentro da loja e acabo por trazer a peça que menos gostei.
Tudo porque já não me lembro das coisas giras que vi ou deixei de ver.
Miséria...
Devo ser como as crianças, vejo coisinhas coloridas e toca logo de ir atrás.
Porém, e tal como as crianças, a facilidade com que me disperso é maior que a capacidade do Passos Coelho para afundar este país, por isso, quando entro numa dessas lojas e começo a ver coisas giras e coloridas por toda a parte, é certo e sabido que fico às voltas dentro da loja e acabo por trazer a peça que menos gostei.
Tudo porque já não me lembro das coisas giras que vi ou deixei de ver.
Miséria...
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O Direito tornou-me inimputável
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Ca Porra Esta
Pablo Aimar
Este gajo é uma fofura em forma de gente, mas já estou a ver que a idade começa a pesar e jogar à bola que é bom, nem ver.
É a prova que ser bonitinho não é tudo na vida.
Rai's parta ao moço...
Este gajo é uma fofura em forma de gente, mas já estou a ver que a idade começa a pesar e jogar à bola que é bom, nem ver.
É a prova que ser bonitinho não é tudo na vida.
Rai's parta ao moço...
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Benfeitorias Voluptuárias
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
A Pêpa das Dúzias
E para esta menina, é um calhau nas trombas, por favor.
Também eu queria muita coisa. Logo a primeira seria fazer regressar aqueles que embarcam em viagens só de ida.
Também eu queria muita coisa. Logo a primeira seria fazer regressar aqueles que embarcam em viagens só de ida.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Leituras LXVI
Deve ter sido dos livros mais crus, brutais e, simultaneamente, vívidos e emocionantes que alguma vez li.
De uma violência extrema, é uma leitura aconselhável para noites frias, em que o calor mental surge quando menos se espera.
Muito bom.
De uma violência extrema, é uma leitura aconselhável para noites frias, em que o calor mental surge quando menos se espera.
Muito bom.
"A morte é apenas uma travessia do mundo, como os amigos atravessam os mares. Continuam a viver uns nos outros, pois não podem deixar de estar presentes, para que amem e vivam no que é omnipresente. Neste espelho divino, vêem-se face a face e a sua conversa é livre, para além de pura. É este o consolo dos amigos: embora sejam mortais, a sua amizade estão todavia, no melhor dos sentidos, sempre presentes, porque imortais."
William Penn, More Fruits of Solitude
sábado, 5 de janeiro de 2013
Oferendas de Natal
Ah, maquilhagem, maquilhagem... Pudesse eu e não fazia mais nada o dia todo senão andar a comprar coisinhas coloridas para pôr na cara...O Pai Natal, que conhece a minha inimputabilidade, teve a amabilidade de me trazer, este ano, uma paleta amorosa e um estojo com pincéis da MAC.
Nem vale a pena tecer comentários. Já estão escritos, algures por esse mundo fora, todas as qualidades e maravilhas acerca da marca e dos produtos.
Saliento apenas que pegar num dicionário e escrever todos os significados da palavra soberbo é pouco.
Muito pouco.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Até Parece Que Não Tenho o Que Fazer
Pois que sou uma pessoa que gosta de maquilhagem.
É verdade. Colecciono maquilhagem em grande escala e ando sempre de trombas pintalgadas.
Poucas coisas as há que me dêem mais gozo que explorar todo um mundo de possibilidades no que a melhorar a fronha diz respeito.
É, pois, com grande gosto, que apresento ao mundo as minhas mais recentes aquisições de pincéis, Real Tecniques Core Colection e Starter Set.
Depois de uma odisseia terrível para chegarem ao destino e após várias semanas em testes, só posso dizer bem destes coloridos objectos.
Sendo seguidora assídua de Pixiwoo há tempo suficiente para já nem me lembrar quando principiei a vê-las, qual Frei Nabiça, estava mortinha por experimentar os pincéis.
Valeu a pena a espera. Suaves, macios, resistentes, funcionais, de qualidade.
Um óptimo investimento para os cuidados do focinho, que eu sou a delicadeza em pessoa.
Muito bom!
É verdade. Colecciono maquilhagem em grande escala e ando sempre de trombas pintalgadas.
Poucas coisas as há que me dêem mais gozo que explorar todo um mundo de possibilidades no que a melhorar a fronha diz respeito.
Depois de uma odisseia terrível para chegarem ao destino e após várias semanas em testes, só posso dizer bem destes coloridos objectos.
Sendo seguidora assídua de Pixiwoo há tempo suficiente para já nem me lembrar quando principiei a vê-las, qual Frei Nabiça, estava mortinha por experimentar os pincéis. Valeu a pena a espera. Suaves, macios, resistentes, funcionais, de qualidade.
Um óptimo investimento para os cuidados do focinho, que eu sou a delicadeza em pessoa.
Muito bom!
Ai a Porra - Volume Não-Sei-das-Quantas
O mal de se ler um livro erótico-badalhoco é que, volta e meia, o pensamento foge para aquilo que se leu e é inevitável um rubor facial.
É isso ou ser tarada, que ajuda a explicar o fenómeno.
É isso ou ser tarada, que ajuda a explicar o fenómeno.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Começamos Mesmo Bem
Esta merda ainda mal começou e já tenho a ligeira sensação de que este ano que agora principia não me vai trazer mais nada a não ser miséria, desespero, tristeza, desilusão, stresses e exames.
Nada mais que isto.
Nada mais que isto.
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Lado Contrário do Espelho
Post Típico
Resoluções de Ano Novo:
- Perder todo o peso que ganhei desde o início das festividades, que o meu rabo parece a traseira de um Smithz Cargobull;
- Estudar, estudar, estudar e voltar a estudar para as provas que se avizinham. Que não são poucas. Nem fáceis;
- Poupar o magro e mísero salário;
- Tratar bem as pessoas;
- Não praguejar nem queixar nem maldizer a sorte.
Pensando melhor, as duas últimas são resoluções para encher chouriços, que não pretendo cumprir. Pelos mesmos motivos que já não ponho nas minhas resoluções deixar de fumar, deixar de beber café, deixar de dizer asneiras, ser fofinha e bem educada, não gritar, não guardar rancor e todas essas mariquices que ficam muito giras escritas mas que na prática equivale a treta.
- Perder todo o peso que ganhei desde o início das festividades, que o meu rabo parece a traseira de um Smithz Cargobull;
- Estudar, estudar, estudar e voltar a estudar para as provas que se avizinham. Que não são poucas. Nem fáceis;
- Poupar o magro e mísero salário;
- Tratar bem as pessoas;
- Não praguejar nem queixar nem maldizer a sorte.
Pensando melhor, as duas últimas são resoluções para encher chouriços, que não pretendo cumprir. Pelos mesmos motivos que já não ponho nas minhas resoluções deixar de fumar, deixar de beber café, deixar de dizer asneiras, ser fofinha e bem educada, não gritar, não guardar rancor e todas essas mariquices que ficam muito giras escritas mas que na prática equivale a treta.
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Posição Doutrinária
Ora ...
... bons dias e bom ano para todos, que isto de vir trabalhar depois de não sei quantos dias de descanso é uma gaita e está frio como um burro e tenho o fígado de greve e não me apetece fazer um boi e isto é tudo uma merda.
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Das Coisas fora dos limites do 202º CC
domingo, 30 de dezembro de 2012
Feliz 2013!
Bona Mater Familias deseja a todos um Feliz Ano de 2013, com todas as mariquices que se costumam dizer nesta quadra!
Coisas Que Vejo Por Aí # 8
Nem sei muito bem como deixei ficar para trás uma obra de Saramago...
Deliciosa, magnífica, um conto tão pequeno e tão simples com tão grande magia contida em si.
Por causa de obras destas que o autor viverá para sempre.
Excelente.
Deliciosa, magnífica, um conto tão pequeno e tão simples com tão grande magia contida em si.
Por causa de obras destas que o autor viverá para sempre.
Excelente.
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Quanto Mais Leio Mais Gosto De Saramago
Leituras LXV
A história, apesar de amplamente conhecida (existem só cerca de 436578659 filmes sobre a temática da conquista de Tróia), é interessante e bem descrita.
A insersão do aspecto mitológico está razoavelmente bem feita e permite uma outra visão, quase divinizada, do enredo.
A escrita, porém, é absolutamente horrenda, uma mistura de romance de cordel com textos extraídos da Família Cristã, a recordar as descrições das caixas de brinquedos dos gloriosos anos 80. Demasiada pretensão para tão pouco talento.
Fraquinho.
A insersão do aspecto mitológico está razoavelmente bem feita e permite uma outra visão, quase divinizada, do enredo.
A escrita, porém, é absolutamente horrenda, uma mistura de romance de cordel com textos extraídos da Família Cristã, a recordar as descrições das caixas de brinquedos dos gloriosos anos 80. Demasiada pretensão para tão pouco talento.
Fraquinho.
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 27
Gosto mesmo é daquela estirpe de gente que enche a boca para dizer aos quatro ventos que não se vê crise nenhuma porque os centros comerciais estão cheios de gente. Que não há crise nenhuma porque tudo o que é gaja anda com unhas de gel. Que não há crise nenhuma porque ainda há gente a beber o cafézinho na rua todos os dias e a tomar o pequeno-almoço fora.
Gosto. Gosto mesmo.
E gostava também de perguntar a essa raça de gente como sabem que os centros comerciais estão cheios. É porque estão lá também a encher, não é?, caso contrário não saberiam que estava lá assim tanta gente...
Gostava, ainda, de perguntar a essa mesma gentinha o que lhes faz tanta comichão no facto de os outros terem e fazerem não-sei-bem-o-quê. Alguém tem alguma coisa a ver com isso?
Acaso o governo já publicou em Diário da República o manual de boas práticas em tempo de vacas magras? (pouco faltará...) Há alguma biblia com procedimentos a seguir em caso de crise económica? Há algum impedimento que as pessoas façam as suas próprias escolhas mesmo em tempo de miséria? Ou porque não há dinheiro e emprego temos todos que fazer aquilo que a Caridadezinha manda?
Cambada de invejosos, é o que me apraz dizer.
Tuga que é tuga que se preze não vive sem desejar aquilo que o outro tem e, simultaneamente, dizer mal de tudo o que os outros fazem. Calha assim, pois então.
E irem trabalhar, não?
Gosto. Gosto mesmo.
E gostava também de perguntar a essa raça de gente como sabem que os centros comerciais estão cheios. É porque estão lá também a encher, não é?, caso contrário não saberiam que estava lá assim tanta gente...
Gostava, ainda, de perguntar a essa mesma gentinha o que lhes faz tanta comichão no facto de os outros terem e fazerem não-sei-bem-o-quê. Alguém tem alguma coisa a ver com isso?
Acaso o governo já publicou em Diário da República o manual de boas práticas em tempo de vacas magras? (pouco faltará...) Há alguma biblia com procedimentos a seguir em caso de crise económica? Há algum impedimento que as pessoas façam as suas próprias escolhas mesmo em tempo de miséria? Ou porque não há dinheiro e emprego temos todos que fazer aquilo que a Caridadezinha manda?
Cambada de invejosos, é o que me apraz dizer.
Tuga que é tuga que se preze não vive sem desejar aquilo que o outro tem e, simultaneamente, dizer mal de tudo o que os outros fazem. Calha assim, pois então.
E irem trabalhar, não?
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Posição Doutrinária
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Cinema LXXIX
Tão bom, mas tão bom que bate uma pena imensa e uma pontinha de desilusão ver acabar um filme destes.
Felizmente virão mais dois.
Efeitos especiais espectaculares, argumento e fotografia dignos de nota, realização soberba.
É a evolução de Senhor dos Anéis.
Excelente!
Ressaca de Natal
Ainda me dói o figado de todos os abusos gastronómicos que cometi nestes últimos dias.
O pior é que continuo a pensar em comida e em comer alarvemente como se fosse outra vez Natal já amanhã.
Não está a correr nada bem, não...
O pior é que continuo a pensar em comida e em comer alarvemente como se fosse outra vez Natal já amanhã.
Não está a correr nada bem, não...
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Isto Só a Mim
Depois de uma longa noite de copos com os companheiros jurídicos, esta manhã estão duas miúdas eléctricas aos gritos e aos saltos pelo escritório fora.
Acho que alguém ainda está ligeiramente ébrio e trouxe as garotas a pensar que era a lancheira do almoço...
Acho que alguém ainda está ligeiramente ébrio e trouxe as garotas a pensar que era a lancheira do almoço...
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Teorias do Homicídio Qualificado
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Leituras LXIV
Confesso que não gosto lá muito dos escritores russos.
Transmitem sempre a sensação de que as personagens estão num mundo paralelo, que caem no colo do leitor sem explicação alguma e que, de um momento para o outro, cometerão uma loucura qualquer que os desgraçará para sempre.
O Jogador não é excepção. A sensação de tragédia latente é avassaladora e acaba por se concretizar no fim da obra, quando o personagem principal cede à decadência e ao vício.
Razoável, vá.
Esquecimento
Com tanta azáfama por causa do trabalho e das festividades que se avizinham, esqueci-me de evidenciar que ultimamente tem-me entrado muitas vezes pelos olhos dentro aqueles pelinhos sinistros da peitaça do Miguel Relvas, esse projecto de ministro esquisito.
E ir trabalhar, não, senhor Ministro?
Talvez o senhor ache que não fiz disparates suficientes em público e, por isso, acha boa ideia vir despido para a frente dos jornalistas, a dar uma imagem pseudo-sexy.
Jantas de Natal
Ainda estou ligeiramente ensushizada da comezaina natalícia de ontem.
Hoje há mais, não sushi, mas comezaina.
Se sobreviver aos convívios de Natal sem apanhar diabetes ou sem ter uma congestão ou, coisa mais leve, rebentamento de estômago ou paredes de intestino, será milagre.
Hoje há mais, não sushi, mas comezaina.
Se sobreviver aos convívios de Natal sem apanhar diabetes ou sem ter uma congestão ou, coisa mais leve, rebentamento de estômago ou paredes de intestino, será milagre.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 27
Depois de largos anos de observação e análise cuidada, concluo que não sou lá grande apreciadora de manicuras. Sem qualquer desprimor ou preconceito por uma profissão tão digna como qualquer outra.
Apenas me irritam, tanto ou mais que educadoras de infância, outra classe igualmente nobre, mas que alguns dos seus membros me fazem uma comichão na parede interna da cana do nariz.
Com as manicuras é a mesma coisa.
Não encontrei ainda uma única que faça o seu trabalho sem estar a mandar toda a espécie de bitaites sobre os trabalhos unhais das suas colegas.
Ou porque não é assim que se faz, ou porque assim está mal feito, ou porque isto agora está tudo liberalizado e toda a gente faz unhas e é tudo uma pouca vergonha.
Está sempre tudo mal.
Sempre.
Invariavelmente mal. Exceptuando quando são as próprias a fazer. Nesses casos, a perfeição chega às mãos das clientes.
Ou então a eterna conversa, para que é que foi fazer isto, vinha ter comigo que eu tratava do assunto. Pois claro, que conveniente...
Parecem os advogados com os seus estagiários; são todos uma merda, saem da faculdade cada vez mais burros, não aprendem nada, no meu tempo não era nada assim, eu era espertíssimo quando era estagiário.
Para quem tem mãos de cavadora, que é o meu caso, e preciso de recorrer frequentemente aos serviços destas profissionais, torna-se um sacrifício enorme estar constantemente a ouvir estas larachas da treta.
Parecem umas comadres invejosas da carpete nova da vizinha.
E irem trabalhar, não?
Apenas me irritam, tanto ou mais que educadoras de infância, outra classe igualmente nobre, mas que alguns dos seus membros me fazem uma comichão na parede interna da cana do nariz.
Com as manicuras é a mesma coisa.
Não encontrei ainda uma única que faça o seu trabalho sem estar a mandar toda a espécie de bitaites sobre os trabalhos unhais das suas colegas.
Ou porque não é assim que se faz, ou porque assim está mal feito, ou porque isto agora está tudo liberalizado e toda a gente faz unhas e é tudo uma pouca vergonha.
Está sempre tudo mal.
Sempre.
Invariavelmente mal. Exceptuando quando são as próprias a fazer. Nesses casos, a perfeição chega às mãos das clientes.
Ou então a eterna conversa, para que é que foi fazer isto, vinha ter comigo que eu tratava do assunto. Pois claro, que conveniente...
Parecem os advogados com os seus estagiários; são todos uma merda, saem da faculdade cada vez mais burros, não aprendem nada, no meu tempo não era nada assim, eu era espertíssimo quando era estagiário.
Para quem tem mãos de cavadora, que é o meu caso, e preciso de recorrer frequentemente aos serviços destas profissionais, torna-se um sacrifício enorme estar constantemente a ouvir estas larachas da treta.
Parecem umas comadres invejosas da carpete nova da vizinha.
E irem trabalhar, não?
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Posição Doutrinária
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Só Me Fodem
E desgostam.
E desiludem.
E eu deixo, o que é sobejamente mais grave.
Estou oficialmente inimputável.
E desiludem.
E eu deixo, o que é sobejamente mais grave.
Estou oficialmente inimputável.
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O Direito tornou-me inimputável
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Cinema LXXVIII
Boa adaptação de um clássico memorável, boas interpretações, bom argumento.
A realização está muito original e seria extraordinária se a ideia primária fosse mantida ao longo do filme, o que não acontece.
Mesmo assim, está muito bom.
Porca Miséria
Tenho pensado nesta cena deste filme (Liar, Liar, com Jim Carrey) durante todos os dias desta longa semana.
Porque é a única coisa que me ocorre dizer àqueles que me chateiam para lhes resolver os problemas.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Apetece-me Grandemente Ser Porca # 26
A quantidade de velhos que insistem em meter-se à minha frente na caixa do supermercado, ou que insistem em meter-se comigo enquanto esperam a sua vez na fila, ou que passeiam na rua quando estou cheia de pressa, ou que vão pagar todas as contas do mês quando vou levantar dinheiro no multibanco, ou que acham bem passar em frente do expositor quando estou a escolher coisas numa loja é proporcional à vontade que tenho de pegar num taco de baseball e começar a partir-lhes as perninhas, de forma lenta e dolorosa.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Depois da 45785ª leitura de todos os livros da saga, continuo a sentir a mesma tristeza quando os acabo de ler. Continuo a sentir a cabeça a andar à roda com todos os pormenores e teorias mirabolantes do livro final. Continuo a admirar a mestria de um cérebro que imaginou esta história tão completa e tão perfeita.
Continuo a sentir Harry Potter como se tivesse acabado de o ler pela primeira vez.
Continuo a sentir Harry Potter como se tivesse acabado de o ler pela primeira vez.
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Posição Doutrinária
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Oscar Niemeyer
1907-2012
Mais um grande génio que desaparece.
Fica a obra que, essa, é imortal, fazendo perpetuar o seu mentor.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Conclusão
Quem manda, pode tudo.
Quem manda e simultaneamente paga salários, pode tudo e mais alguma coisa.
Quem manda, paga salários e é estúpido, é o rei da Escócia.
E contra isto, meus caros, as habituais batatas.
Quem manda e simultaneamente paga salários, pode tudo e mais alguma coisa.
Quem manda, paga salários e é estúpido, é o rei da Escócia.
E contra isto, meus caros, as habituais batatas.
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Posição Doutrinária
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Cinema LXXVII
Dos melhores filmes que já tive oportunidade de ver.
Pitt tem uma interpretação digna de nota.
A realização é soberba, acompanhada de uma sonoridade brilhante e de um argumento excelente.
Bruto, vívido e realista, não existem adjectivos suficientes para qualificar devidamente este filme.
Excelente!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
' Downsizing de Lifestyle '
Irritam-me aquela estirpe de pessoas que se sentem superiores às outras pela quantidade de dinheiro que têm nas suas contas bancárias. Irritam-me e metem-me nojo. Provavelmente não deveria viver neste mundo, mas fico sempre à espera que esses capitalistazinhos de merda tenham a decência de não fazerem pouco de quem trabalha e que tenham respeito pelos outros, que são iguais a eles, em direitos e deveres.
Parece, no entanto, que tal não passa pela cabeça dessa gente desmiolada e sem consciência social.
Primeiro, foi a Tia Jonet, com as suas afirmações lapidares de não podemos comer bifes todos os dias, na senda daquele que se apelida de Primeiro-Ministro quando disse que os portugueses tinham que aprender a empobrecer.
Porque toda a gente sabe que este país sempre esteve cheio de gente cheia de dinheiro e condições de vida...
Creio que tentar incutir civismo e decência nas cabeças destas andorinhas já não é suficiente, é preciso partir para a violência e pôr estes abutres a sustentarem os filhos com o ordenado mínimo no bolso. É que largavam logo a postura de otários e iam logo trabalhar.
Agora vem-me esta andorinha atrasada mental, dar entrevistas com conteúdo tão rico como um contentor cheio de merda, num discurso de boda aos pobres, que eu sou tão inteligente de filha da 'coqueterie'. Já me pronunciei, em tempos, sobre esta senhora; creio que ficou tudo dito.
Isso ou fazer um downloading of a brand new brain.
Parece, no entanto, que tal não passa pela cabeça dessa gente desmiolada e sem consciência social.
Primeiro, foi a Tia Jonet, com as suas afirmações lapidares de não podemos comer bifes todos os dias, na senda daquele que se apelida de Primeiro-Ministro quando disse que os portugueses tinham que aprender a empobrecer.
Porque toda a gente sabe que este país sempre esteve cheio de gente cheia de dinheiro e condições de vida...
Creio que tentar incutir civismo e decência nas cabeças destas andorinhas já não é suficiente, é preciso partir para a violência e pôr estes abutres a sustentarem os filhos com o ordenado mínimo no bolso. É que largavam logo a postura de otários e iam logo trabalhar.
Agora vem-me esta andorinha atrasada mental, dar entrevistas com conteúdo tão rico como um contentor cheio de merda, num discurso de boda aos pobres, que eu sou tão inteligente de filha da 'coqueterie'. Já me pronunciei, em tempos, sobre esta senhora; creio que ficou tudo dito.
No entanto, parece que a "escritora" gosta muito de dar um ar de sua graça de vez em quando.
Downsizing de lifestyle é o prototipo de linguajar de um autor da língua portuguesa. Já para não falar do mesmo discurso oco e desprovido de sentido. Temos que empobrecer, vivemos acima das possibilidades, vejam, eu própria já me deixei de viver em casas com piscina para agora passar a viver num T11 nas Amoreiras, ou qualquer coisa que o valha.
Que a senhora queira escrever livrinhos de cordel duvidosos e que faça disso vida, é lá com ela; pobres dos que escolhem livremente gastar dinheiro em escrita tão mal e porcamente parida.
Agora vir com esta conversa de novo rico militante da direita dos tesos, que vivem dos frutos do socialismo mas que são incapazes de lhe reconhecer o mérito da boa vida que levam, é que, desculpem lá, mas vão pastar para outra freguesia.
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Posição Doutrinária
Cinema LXXVI
Nem está mauzinho de todo.
A fotografia e a realização estão muito melhores, a tocar na excelência, as personagens estão mais consistentes e os monstros muito mais ao estilo do jogo.
A história é que deixa um pouco a desejar, já para não falar das discrepâncias entre o argumento do primeiro filme e deste.
Enfim, nem tudo pode ser sempre perfeito.
Está bom, sim senhor.
Nonsense Talking XXXIV
E eu, na minha imensa sapiência, abordei o funcionário da Fnac e perguntei-lhe se já tinha chegado o filme que encomendei.
Qual filme?, perguntou ele, solícito.
A Ponte do Rio que Vai, respondi eu prontamente.
Qual filme?, perguntou ele, solícito.
A Ponte do Rio que Vai, respondi eu prontamente.
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Piadas de Propriedade Privada
Operação Natal - Parte I
Siga.
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Contratos de Compra e Venda Natalícios
Orçamento 2013
Ainda estive ligeiramente esperançada que aqueles senhores que têm domicílio profissional na Assembleia da República tivessem dois dedos de testa e decidissem pelo melhor, que seria mandar o Orçamento de Estado lá para a coisa da mãe dele.
Porém, parece que nunca se deve esperar nada dos políticos porque eles só esperam, afinal, a sua vez de meter as patinhas no poleiro.
E contra isto, batatas.
Porém, parece que nunca se deve esperar nada dos políticos porque eles só esperam, afinal, a sua vez de meter as patinhas no poleiro.
E contra isto, batatas.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Do Melhor
Isto é mesmo bom.
Tem uma cor intensa, é de fácil aplicação e não borra, parece tatuado no olho.
Tanto ou tão pouco que se torna difícil de tirar, sendo o seu único aspecto negativo.
De resto, 5 estrelas muito merecidas.
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Jóhne ... Rato
Sou uma pessoa esquisita.
Estranha.
Bizarra.
Peculiar.
Suis generis.
Completamente anormal, é a mais pura das verdades.
E, consciente da minha condição mental diferente, tenho o maior gosto em assumi-la.
Marimbei para o resto.
Não tenho nem esta mania de anormalidade nem a mania de a assumir há pouco tempo. Tem sido assim desde que me nasceram os dentes.
Esta verdade de estranheza é normal na minha pessoa em todos os quadrantes da existência.
Não é, portanto, esquisito que os meus gostos, a nível de beleza masculina, venham a ser, também eles, vá, esquisitos.
Aprecio homens esquisitos. Grandemente.
Nunca me ouviram suspirar pelo Brad Pitt.
Nunca me ouviram dizer maravilhas astronómicas sobre o George Clooney (apesar de ser uma maravilha). Em miúda, nunca me viram babar pelo Nick Carter, dos Backstreet Boys, que parecia causar um AVC em cada garota de 12/13 anos.
Nem pelo Leonardo Dicaprio, nem por todos esses bonequinhos de prateleira que giram por esse mundo fora. Consigo perceber que são, sim, bonitos e jeitosos, mas nada que me faça suspirar e dizer, sim senhor, era já. Porque não era nada já, coisa nenhuma. Sim, muito bonitos, muito jeitosos, mas nada têm que seja de diferente de todos os outros bonecos articulados bonitos que há por aí.
Então e as vozes maravilhosas? Os cabelos desgrenhados? Os olhos coloridos numa cara vulgar? A barba por fazer? O corpo, mesmo que longe de perfeito, humano, não obstante? O sorriso cheio de dentinhos encavalitados? O sotaque, o accent deslumbrante? O mau feitio? Aquele arquear de uma sobrancelha? A pose, o sex appeal?
Todas essas coisas que tornam uma pessoa única?
Essas coisas não contam para nada? Todos estes aspectos que conferem força e personalidade à pessoa não são tidos em conta?
Todos estes elementos constituem uma fonte de atracção irresístivel para a minha pessoa. O que resulta em gostos masculinos deveras duvidosos. Para os outros. Para mim, é tão claro como água.
Quando os outros dizem, que horror, é horrível, aí sim, eu digo, sim senhor, muita saúde, podia ser já.
Contra isto, meus amigos, batatas.
Barbas por fazer, aspecto desmazelado, barriguinhas de cerveja, sabujinhos com olhinhos verdes ou azuis, dentinhos desalinhados que conferem sorrisos únicos, meus caros, não vale a pena, a minha pessoa há muito que perdeu o tino por causa de tais seres.
Insultem, agridam, critiquem, apedrejem, cruxifiquem.
Though shit.
Estranha.
Bizarra.
Peculiar.
Suis generis.
Completamente anormal, é a mais pura das verdades.
E, consciente da minha condição mental diferente, tenho o maior gosto em assumi-la.
Marimbei para o resto.
Não tenho nem esta mania de anormalidade nem a mania de a assumir há pouco tempo. Tem sido assim desde que me nasceram os dentes.
Esta verdade de estranheza é normal na minha pessoa em todos os quadrantes da existência.
Não é, portanto, esquisito que os meus gostos, a nível de beleza masculina, venham a ser, também eles, vá, esquisitos.
Aprecio homens esquisitos. Grandemente.
Nunca me ouviram suspirar pelo Brad Pitt.
Nunca me ouviram dizer maravilhas astronómicas sobre o George Clooney (apesar de ser uma maravilha). Em miúda, nunca me viram babar pelo Nick Carter, dos Backstreet Boys, que parecia causar um AVC em cada garota de 12/13 anos.
Nem pelo Leonardo Dicaprio, nem por todos esses bonequinhos de prateleira que giram por esse mundo fora. Consigo perceber que são, sim, bonitos e jeitosos, mas nada que me faça suspirar e dizer, sim senhor, era já. Porque não era nada já, coisa nenhuma. Sim, muito bonitos, muito jeitosos, mas nada têm que seja de diferente de todos os outros bonecos articulados bonitos que há por aí.
Então e as vozes maravilhosas? Os cabelos desgrenhados? Os olhos coloridos numa cara vulgar? A barba por fazer? O corpo, mesmo que longe de perfeito, humano, não obstante? O sorriso cheio de dentinhos encavalitados? O sotaque, o accent deslumbrante? O mau feitio? Aquele arquear de uma sobrancelha? A pose, o sex appeal?
Todas essas coisas que tornam uma pessoa única?
Essas coisas não contam para nada? Todos estes aspectos que conferem força e personalidade à pessoa não são tidos em conta?
Todos estes elementos constituem uma fonte de atracção irresístivel para a minha pessoa. O que resulta em gostos masculinos deveras duvidosos. Para os outros. Para mim, é tão claro como água.
Quando os outros dizem, que horror, é horrível, aí sim, eu digo, sim senhor, muita saúde, podia ser já.
Contra isto, meus amigos, batatas.
Barbas por fazer, aspecto desmazelado, barriguinhas de cerveja, sabujinhos com olhinhos verdes ou azuis, dentinhos desalinhados que conferem sorrisos únicos, meus caros, não vale a pena, a minha pessoa há muito que perdeu o tino por causa de tais seres.
Insultem, agridam, critiquem, apedrejem, cruxifiquem.
Though shit.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Reminiscências # 8
Quando era miúda, mesmo muito miúda, volta e meia, era hábito oferecerem-me aqueles caderninhos foleiros, de páginas com cheirinho a papel higiénico de hotel de 5 estrelas, com cadeado dourado e respectiva chave minúscula, folhinhas coloridas, em rosa e azul desmaiado, a que gostavam de chamar diário.
Esperavam que escrevesse ali o meu dia-a-dia, as minhas aventuras e desventuras, as peripécias de todos os dias.
Ora, o que é que uma miúdinha de 5 ou 6 anos tinha para contar além de fui à escola, brinquei, fiz os trabalhos de casa, levei um tabefe porque me portei mal?
Já naquela altura mandava bardamerda àquilo que esperavam de mim e fazia o que me apetecia. Uma mania que nunca me passou, diga-se.
Aproveitava aquelas folhas ranhosas para escrever as minhas histórias, não as reais, que essas não tinham graça nenhuma; aquelas que imaginava, aquelas que construia só com um fio de pensamento. Escrevinhei diários inteirinhos com histórias de aventuras. Não sei o que foi feito daqueles diários, mas devia ser giro voltar a encontrá-los. Para medir a minha própria idiotice a 20 anos de distância.segunda-feira, 19 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Ai Houve Porrada no Parlamento?
Se estavam a ser agredidos, acho muito bem que a Bófia, em forma de corpo de intervenção, desça rapidamente as escadarias e mande umas berlaitadas no pessoal arruaceiro.
Porém, a minha pessoa, que teve oportunidade de assitir às imagens várias vezes, gostaria de perguntar porque razão é que só depois de uma hora e tal a levar com calhaus nas trombas, balões de tinta pelas fussas abaixo, levantamento de barreiras e arremesso de objectos vários, é que decidem bater nos gandins?
É que, sabem, podiam ter feito o vosso trabalho de forma limpa e ordeira e ainda ficavam bem na fotografia, estavam a garantir a segurança e tal, somos muita bons, mas assim só transmitem a ideia de que ficaram à espera que ficasse escuro, que os rufias já não estivessem a atirar pedras e que estivessem descansadinhos a fumar uma broca, para os apanharem desprevenidos e correrem tudo à paulada e a detenções sem terem o trabalho de baterem em quem fez, de facto, asneiras...
Não há vergonha, pois não?
Porém, a minha pessoa, que teve oportunidade de assitir às imagens várias vezes, gostaria de perguntar porque razão é que só depois de uma hora e tal a levar com calhaus nas trombas, balões de tinta pelas fussas abaixo, levantamento de barreiras e arremesso de objectos vários, é que decidem bater nos gandins?
É que, sabem, podiam ter feito o vosso trabalho de forma limpa e ordeira e ainda ficavam bem na fotografia, estavam a garantir a segurança e tal, somos muita bons, mas assim só transmitem a ideia de que ficaram à espera que ficasse escuro, que os rufias já não estivessem a atirar pedras e que estivessem descansadinhos a fumar uma broca, para os apanharem desprevenidos e correrem tudo à paulada e a detenções sem terem o trabalho de baterem em quem fez, de facto, asneiras...
Não há vergonha, pois não?
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Posição Doutrinária
Clap, Clap, Clap!
Os meus velhos e queridos amigos estarão de volta a este país invadido pela Troika em 16 de Abril de 2013.
Estou, portanto, em contagem decrescente até lá.
Ó p'ra mim toda contente!
Ai a Porra
Como já tive oportunidade de expressar inúmeras vezes, faz-me uma certa confusão o facto de existirem motas a circular. Faz-me, fazer o quê?
Não percebo a utilidade de semelhante instrumento, a não ser sofrer de hipotermia diariamente e ser levado por uma rabanada de vento.
As motas servem, apenas e basicamente, para chatear. Chatear os outros, bem entendido.
Quando não estão a passar à frente de toda a gente, circulando pela berma, estão a serpentear alegremente entre as filas de trânsito para chegar ao destino. E ainda têm a lata de apitar para os deixarem passar, só porque sim. Apetece-me e tal, pronto. Não fazendo isto, estão a pastelar no meio da estrada, a empatar toda a gente.
Foda-se, não podem ter um carro, como toda a gente?!
Não percebo a utilidade de semelhante instrumento, a não ser sofrer de hipotermia diariamente e ser levado por uma rabanada de vento.
As motas servem, apenas e basicamente, para chatear. Chatear os outros, bem entendido.
Quando não estão a passar à frente de toda a gente, circulando pela berma, estão a serpentear alegremente entre as filas de trânsito para chegar ao destino. E ainda têm a lata de apitar para os deixarem passar, só porque sim. Apetece-me e tal, pronto. Não fazendo isto, estão a pastelar no meio da estrada, a empatar toda a gente.
Foda-se, não podem ter um carro, como toda a gente?!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Quase, Quase Aí
Extremamente entusiasmada com a sequela do meu filme de terror favorito de todos os tempos.
Só espero é que não se lembrem de estragar tudo...
Nonsense Talking XXXIII
- Está sim, Registo Comercial da Mitra Land, fáchavôre?
- Boa tarde, estão em greve?
- Se estivesse em greve, acha que lhe atendia o telefone?
- "#$%&*€@, pode ser?
- Boa tarde, estão em greve?
- Se estivesse em greve, acha que lhe atendia o telefone?
- "#$%&*€@, pode ser?
Da Greve Geral
Sobrevivi ao trânsito acumulado devido à greve.
Sendo a minha pessoa socialista e defensora dos direitos dos trabalhadores, não me ouvirão falar mal destes dias 'alumiados' em que os explorados se fazem ouvir.
Na verdade, desta vez nem tenho muito que me queixar dos transtornos causados pela greve.
É certo que me levantei bastante mais cedo que o habitual, mas o meu tempo passado na viatura foi extremamente agradável.
Pude calmamente tomar o pequeno-almoço, ler o meu precioso livro e fumar ininterruptamente, enquanto, de vez em quando, tirava o pé do travão para deixar o carro deslizar cerca de meio metro.
Passou-se num instante este tempinho de lazer e, quando dei por mim, já o trânsito rolava normalmente em direcção à capital.
Tão bom que era se fosse sempre assim...
Sendo a minha pessoa socialista e defensora dos direitos dos trabalhadores, não me ouvirão falar mal destes dias 'alumiados' em que os explorados se fazem ouvir.
Na verdade, desta vez nem tenho muito que me queixar dos transtornos causados pela greve.
É certo que me levantei bastante mais cedo que o habitual, mas o meu tempo passado na viatura foi extremamente agradável.
Pude calmamente tomar o pequeno-almoço, ler o meu precioso livro e fumar ininterruptamente, enquanto, de vez em quando, tirava o pé do travão para deixar o carro deslizar cerca de meio metro.
Passou-se num instante este tempinho de lazer e, quando dei por mim, já o trânsito rolava normalmente em direcção à capital.
Tão bom que era se fosse sempre assim...
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Ai a Porra
Na qualidade de profissional liberal, o conceito de greve é coisa que não me assiste, como dizia aquele sabujo que, parece, está agora enfiado na Casa dos Degredos.
Aparentemente, não tenho entidade patronal, passo uns recibos esverdeados como quitação das cascas de alho que me calham em sorte ao fim do mês e, pela independência a que a minha classe (tão bonito, não é?)está adstrita, não me é permitido estar sujeita a essa vergonha que é ter dever de submissão aos poderes de direcção, disciplinar e de regulamentação (para mais informações, consultar artº 97º e seguintes do Código de Trabalho).
No entanto, creio que a minha entidade pagadora era capaz de ficar ligeiramente aborrecida se amanhã não pusesse os cotos no domicílio profissional. Digo eu, não sei.
Apraz, porém, fazer um pequeno reparo: se amanhã este país pára, significa que os meios de transporte que fazem deslocar o pessoal de casa para o trabalho, e vice-versa estarão, também eles, parados. O que significa que vão estar demasiados carros na rua para ser suportável conduzir.
O que me leva à pergunta fulcral, que podia ter sido formulado logo no início deste texto, evitando a indução de sono no leitor: como caraças chegarei amanhã ao trabalho?
Aparentemente, não tenho entidade patronal, passo uns recibos esverdeados como quitação das cascas de alho que me calham em sorte ao fim do mês e, pela independência a que a minha classe (tão bonito, não é?)está adstrita, não me é permitido estar sujeita a essa vergonha que é ter dever de submissão aos poderes de direcção, disciplinar e de regulamentação (para mais informações, consultar artº 97º e seguintes do Código de Trabalho).
No entanto, creio que a minha entidade pagadora era capaz de ficar ligeiramente aborrecida se amanhã não pusesse os cotos no domicílio profissional. Digo eu, não sei.
Apraz, porém, fazer um pequeno reparo: se amanhã este país pára, significa que os meios de transporte que fazem deslocar o pessoal de casa para o trabalho, e vice-versa estarão, também eles, parados. O que significa que vão estar demasiados carros na rua para ser suportável conduzir.
O que me leva à pergunta fulcral, que podia ter sido formulado logo no início deste texto, evitando a indução de sono no leitor: como caraças chegarei amanhã ao trabalho?
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