sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Até Parece Que Não Tenho o Que Fazer

Pois que sou uma pessoa que gosta de maquilhagem.
É verdade. Colecciono maquilhagem em grande escala e ando sempre de trombas pintalgadas.
Poucas coisas as há que me dêem mais gozo que explorar todo um mundo de possibilidades no que a melhorar a fronha diz respeito.
É, pois, com grande gosto, que apresento ao mundo as minhas mais recentes aquisições de pincéis, Real Tecniques Core Colection e Starter Set.

Depois de uma odisseia terrível para chegarem ao destino e após várias semanas em testes, só posso dizer bem destes coloridos objectos.

Sendo seguidora assídua de Pixiwoo há tempo suficiente para já nem me lembrar quando principiei a vê-las, qual Frei Nabiça, estava mortinha por experimentar os pincéis.
Valeu a pena a espera. Suaves, macios, resistentes, funcionais, de qualidade.
Um óptimo investimento para os cuidados do focinho, que eu sou a delicadeza em pessoa.
Muito bom!

Ai a Porra - Volume Não-Sei-das-Quantas

O mal de se ler um livro erótico-badalhoco é que, volta e meia, o pensamento foge para aquilo que se leu e é inevitável um rubor facial.

É isso ou ser tarada, que ajuda a explicar o fenómeno.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Começamos Mesmo Bem

Esta merda ainda mal começou e já tenho a ligeira sensação de que este ano que agora principia não me vai trazer mais nada a não ser miséria, desespero, tristeza, desilusão, stresses e exames.

Nada mais que isto.

Post Típico

Resoluções de Ano Novo:

- Perder todo o peso que ganhei desde o início das festividades, que o meu rabo parece a traseira de um Smithz Cargobull;

 - Estudar, estudar, estudar e voltar a estudar para as provas que se avizinham. Que não são poucas. Nem fáceis;

- Poupar o magro e mísero salário;

- Tratar bem as pessoas;

- Não praguejar nem queixar nem maldizer a sorte.

Pensando melhor, as duas últimas são resoluções para encher chouriços, que não pretendo cumprir. Pelos mesmos motivos que já não ponho nas minhas resoluções deixar de fumar, deixar de beber café, deixar de dizer asneiras, ser fofinha e bem educada, não gritar, não guardar rancor e todas essas mariquices que ficam muito giras escritas mas que na prática equivale a treta.

Ora ...

... bons dias e bom ano para todos, que isto de vir trabalhar depois de não sei quantos dias de descanso é uma gaita e está frio como um burro e tenho o fígado de greve e não me apetece fazer um boi e isto é tudo uma merda.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Feliz 2013!

Bona Mater Familias deseja a todos um Feliz Ano de 2013, com todas as mariquices que se costumam dizer nesta quadra!

Coisas Que Vejo Por Aí # 8

Nem sei muito bem como deixei ficar para trás uma obra de Saramago...
Deliciosa, magnífica, um conto tão pequeno e tão simples com tão grande magia contida em si.
Por causa de obras destas que o autor viverá para sempre.
Excelente.

Leituras LXV

A história, apesar de amplamente conhecida (existem só cerca de 436578659 filmes sobre a temática da conquista de Tróia), é interessante e bem descrita.
A insersão do aspecto mitológico está razoavelmente bem feita e permite uma outra visão, quase divinizada, do enredo.
A escrita, porém, é absolutamente horrenda, uma mistura de romance de cordel com textos extraídos da Família Cristã, a recordar as descrições das caixas de brinquedos dos gloriosos anos 80. Demasiada pretensão para tão pouco talento.
Fraquinho.

Apetece-me Grandemente Ser Porca # 27

Gosto mesmo é daquela estirpe de gente que enche a boca para dizer aos quatro ventos que não se vê crise nenhuma porque os centros comerciais estão cheios de gente. Que não há crise nenhuma porque tudo o que é gaja anda com unhas de gel. Que não há crise nenhuma porque ainda há gente a beber o cafézinho na rua todos os dias e a tomar o pequeno-almoço fora.

Gosto. Gosto mesmo.

E gostava também de perguntar a essa raça de gente como sabem que os centros comerciais estão cheios. É porque estão lá também a encher, não é?, caso contrário não saberiam que estava lá assim tanta gente...

Gostava, ainda, de perguntar a essa mesma gentinha o que lhes faz tanta comichão no facto de os outros terem e fazerem não-sei-bem-o-quê. Alguém tem alguma coisa a ver com isso?
Acaso o governo já publicou em Diário da República o manual de boas práticas em tempo de vacas magras? (pouco faltará...) Há alguma biblia com procedimentos a seguir em caso de crise económica? Há algum impedimento que as pessoas façam as suas próprias escolhas mesmo em tempo de miséria? Ou porque não há dinheiro e emprego temos todos que fazer aquilo que a Caridadezinha manda?

Cambada de invejosos, é o que me apraz dizer.
Tuga que é tuga que se preze não vive sem desejar aquilo que o outro tem e, simultaneamente, dizer mal de tudo o que os outros fazem. Calha assim, pois então.

E irem trabalhar, não?

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Payback is a Bitch

Vou parar, com toda a certeza, ao inferno, mas que se lixe.
Como é doce o sabor da vingança...

Em Modo Repeat

Oferenda de Natal.
O que eu aprecio estes senhores...

Cinema LXXIX

Tão bom, mas tão bom que bate uma pena imensa e uma pontinha de desilusão ver acabar um filme destes.
Felizmente virão mais dois.
Efeitos especiais espectaculares, argumento e fotografia dignos de nota, realização soberba.
É a evolução de Senhor dos Anéis.
Excelente!

Ressaca de Natal

Ainda me dói o figado de todos os abusos gastronómicos que cometi nestes últimos dias.
O pior é que continuo a pensar em comida e em comer alarvemente como se fosse outra vez Natal já amanhã.
Não está a correr nada bem, não...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!

Bona Mater Familias deseja a todos um grande e feliz Natal!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Isto Só a Mim

Depois de uma longa noite de copos com os companheiros jurídicos, esta manhã estão duas miúdas eléctricas aos gritos e aos saltos pelo escritório fora.

Acho que alguém ainda está ligeiramente ébrio e trouxe as garotas a pensar que era a lancheira do almoço...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Já se deixavam de palhaçadas e piadas parvas sobre o fim do mundo, não?

Leituras LXIV

Confesso que não gosto lá muito dos escritores russos.
Transmitem sempre a sensação de que as personagens estão num mundo paralelo, que caem no colo do leitor sem explicação alguma e que, de um momento para o outro, cometerão uma loucura qualquer que os desgraçará para sempre.
O Jogador não é excepção. A sensação de tragédia latente é avassaladora e acaba por se concretizar no fim da obra, quando o personagem principal cede à decadência e ao vício.
Razoável, vá.

Esquecimento

Com tanta azáfama por causa do trabalho e das festividades que se avizinham, esqueci-me de evidenciar que ultimamente tem-me entrado muitas vezes pelos olhos dentro aqueles pelinhos sinistros da peitaça do Miguel Relvas, esse projecto de ministro esquisito.

Talvez o senhor ache que não fiz disparates suficientes em público e, por isso, acha boa ideia vir despido para a frente dos jornalistas, a dar uma imagem pseudo-sexy.

E ir trabalhar, não, senhor Ministro?

Jantas de Natal

Ainda estou ligeiramente ensushizada da comezaina natalícia de ontem.

Hoje há mais, não sushi, mas comezaina.


Se sobreviver aos convívios de Natal sem apanhar diabetes ou sem ter uma congestão ou, coisa mais leve, rebentamento de estômago ou paredes de intestino, será milagre.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Meanwhile na Comarca da Mitra Land



Como ainda não é bem, bem Natal, tomem lá divertimento, que é para abrir a pestana.